Vídeo – Once Upon a Time – Promo legendada do episódio 1×14: Dreamy

Data/Hora 22/02/2012, 10:19. Autor
Categorias Notícias, Spoilers


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Dia 04/03/2012 vai ao ar, nos Estados Unidos, o próximo episódio de Once Upon a Time, Dreamy. O episódio será centrado nas buscas por Abigail, que sumiu misteriosamente quando tentava deixar Storybrook.

Quer dar uma espiada no que vem a seguir? Veja o vídeo a seguir, legendado pela equipe Insanos (@inSanosTV), e não deixe de comentar sobre suas teorias para o desaparecimento:

No Brasil, a série estréia em abril, no Canal Sony.

Fringe – A better Human Being

Data/Hora 19/02/2012, 15:18. Autor
Categorias Reviews


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Série: Fringe
Episódio:  A better Human Being
Temporada:
Número do Episódio: 4×13
Data de Exibição nos EUA: 17/02/2012

Respostas. É essa a promessa da Fox para os fãs de Fringe (veja aqui o excelente vídeo promocional no qual elas são alardeadas). E isso é uma coisa boa, não? Afinal de contas, depois de 4 anos com muito mais perguntas que respostas, começaremos a desvendar alguns mistérios bem guardados desde a 1ª temporada. Mas, o que mais isso pode significar, além do fato de ficarmos mais “espertos”? O fim de Fringe. Não é de hoje que o seriado está na bolha do cancelamento. A renovação para a 4ª temporada se deu após um período de desespero e de campanhas de salvamento. E, agora, com índices de audiência ainda menor, os produtores nos oferecem respostas. Eu ainda acredito numa 5ª temporada, em outra emissora e com menos episódios. Mas acho que isso é apenas o sonho de uma fã que não quer ficar sem Fringe e suas teorias. Então, vamos ver o que o futuro nos reserva.

Mas, deixando um pouco de lado o que vem pela frente, vamos falar de A better Human Being, outro ótimo episódio pra conta de Fringe.

Na review de Making Angels eu aceitei que minha teoria sobre os universos C e D – que eu relutara em aceitar – estava equivocada, e que o que víamos era o universo A alterado pela ausência de Peter. Na semana seguinte, Welcome to Westfield mostrou Olivia recordando, o que, de certa forma, confirmou a teoria anterior. Mas, em se tratando de Fringe, A Better Human Being poderia desconstruir todo esse raciocínio e ir por uma linha completamente diferente.

Contudo, o que vimos foi mais um episódio que nos convenceu de que estamos vendo, sim, o universo A alterado. Olivia recordou de tudo, e Walter descobriu o porquê das lembranças – as altas doses de cortephixan ministradas à loira (pelo menos isso eu acertei). Mas Walter acreditou, boa parte do episódio, que Olivia estava apenas, através de sua empatia, assimilando lembranças de Peter. E isso deixou Peter confuso, com um pé atrás. A propósito, a forma que Olivia foi lembrando de tudo, dentro do hospital psiquiátrico, foi bem interessante. E a cena foi bem construída, com o uso de flashbacks.

Foi interessante ver o conflito de Peter. Ele, claramente, não sabia como agir. Afinal de contas Olivia estava na sua frente, relatando lembranças, e olhando ele com aquela carinha apaixonada, e ele temia dar um passo à frente. E foi apenas com a menção de Liv à investigação do caso John Scott e ao Semtex que Peter aceitou que aquela era a “sua” Olivia, pois ela tinha lembranças que não eram dele. E Olivia, do alto de sua fofura, diz que, apesar de não compreender como está acontecendo, não está com medo, e que gosta da sensação. Cena linda e fofa, assim como a seguinte, no carro. É claro que Peter tem medo de cometer o mesmo erro novamente, de trair Olivia com sua versão C. Mas creio que não seja o caso, não dessa vez. E dá pra ver nos olhos de Olivia, mesmo, que ela é a “pessoa certa”, apesar de todas as risadinhas atípicas – estou creditando isso na conta do reencontro da paixão.

E, quando as coisas estão se encaminhando para um “final” feliz, eis que Olivia desaparece. E reaparece em um galpão, sob os olhares apavorados de mamãe Nina Sharp.

Então, que estava com Lee e Walter na Massive Dynamic? Nina shapshifter? Acho que me equivoquei e que, afinal de contas, Nina não é uma má pessoa. A senhorinha evil nada mais é que um metamorfo, que está agora em maus lençóis, já que a troca de cortexiphan foi descoberta por Walter e Lee. Mas será que foi assim desde o princípio? A expressão de Nina, olhando para a Olivia cativa, misturava preocupação e arrependimento. Será que ela auxiliou Jones até uma certa etapa de seu plano e se arrependeu, ou simplesmente foi ingenuamente usada por ele? Essas perguntas devem ser respondidas em breve.

Agora, com Olivia sumida, Peter vai tentar achá-la. E talvez seu empenho em encontrar a “sua Olivia” seja a prova que falte para Walter acreditar que Peter está no lugar certo. O que significa que é o seu filho – o filho de walternate “sequestrado” – que não morreu no lago Reiden. É claro que pra Walter, que não tem a sensibilidade mental de Olivia, não seria tão fácil aceitar essa realidade, já que ele não lembra de nada. Mas, se é que estamos mesmo trabalhando com o A modificado, a aceitação deve vir em breve.

Semana que vem será exibido The End of All Things, o episódio bombástico que antecede o hiatus de um mês. E nosso Observador favorito, September, estará de volta para ajudar Peter na tarefa de localizar Olivia. Mal posso esperar. E vocês?

P.S.1: confesso que não prestei muita atenção ao caso. My bad. Só sei que Astrid lidou muito bem com Sean, o jovem que escutava vozes, e que mesmo assim não era esquizofrênico. No final das contas, depois que a Colônia de seres humanos vinculados a um grupo estava protegida, e dos “falantes” terem sido parados por Olivia e Peter, Sean parou de ouvir as vozes. A cena entre ele e Astrid, no final do episódio, ficou bem bacana.

P.S.2: o glyph code – mind blowing – da semana foi Henry. Morreremos todos até a próxima sexta, imaginando à quem o código se refere, afinal. Ao taxista boa praça que ajudou Olivia e Bolívia, ou ao rebento da ruiva com Peter? Creio que a referência é ao “bebê”, mesmo. Mas não faço ideia do porque e do como. Terei que aguardar as cenas dos próximos episódios para descobrir mais dados.

P.S.3: o Observador aparece na janela da loja de conveniência, em 41:45.

Grey’s Anatomy – Have You Seen Me Lately

Data/Hora 18/02/2012, 21:37. Autor
Categorias Reviews


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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: Have You Seen Me Lately
Temporada:
Número do Episódio: 8×15
Data de Exibição nos EUA: 16/02/2012

Mais um episódio, e mais uma review elogiosa. Eu não estava com muita expectativa para esse crossover, por que acho que eles sempre dão uma quebrada na história. E o episódio alternativo – que eu amei de paixão – já tinha tido esse efeito. Então estava um pouquinho temerosa, achando que o tempo de tecer críticas à Shonda teria chegado. Ledo engano.

Have You Seen Me Lately foi mais um bom episódio. A participação de Amelia Shepherd não fez mal algum ao seriado. Pelo contrário, foi bem legal vê-la trabalhando ao lado do desconfiado e superprotetor irmão mais velho. E foi muito bom que Erica tenha sobrevido, pela barra que Amelia tem enfrentado com relação à dependência química. Assim como Derek, acho que ela ficaria fragilizada com um fracasso, ao ponto de não conseguir se reerguer. E, mais uma vez, gostei da participação de Lexie na Neurocirurgia. Acho que ela encontrou seu lugar, encoraja muito Derek, e já não sinto mais falta de Mer dividindo a sala de operação com Derek.

Falando em Meredith, adorei sua aproximação com Callie. Como a ortopedista mesmo frisou, elas nunca foram amigas, e não tinham muitas afinidades. Mas agora, as duas são “mães de família”, e ambas são cirurgiãs duronas. Acho que Meredith pode se favorecer muito da “parceria” com Torres. Por que, como a gente pode ver nesse interessante – e nojento – caso do moedor, Mer aprendeu a agir sobre pressão, e também a ousar. Deu certo. E como Callie é bem rígida, acho que saberá dar limites para Grey, e também incentivá-la e orientá-la nos estudos. É uma boa forma de Mer superar de ver o fantasma da mãe, e afastar toda e qualquer dúvida quanto à sua competência. Ah, e adorei o diálogo entre o Chief e Callie, decidindo sobre a escolha de Meredith. Muito engraçada a cena.

A trama envolvendo Sloan, Avery e Bailey foi minha favorita. Adorei de verdade. Bailey agiu como a leoa defensora de pacientes que estamos acostumados a ver, e com a moderação – ou seria apatia – que virou sua marca registrada, recentemente. Primeiro, Sloan e Avery deixaram ela ocupar espaço. Demais, até. Mas na sequência Sloan me fez virar mais fã ainda. Encorajou Avery a agir de acordo com seus instintos e convicção, e deu suporte para a decisão do aprendiz. Resultado: Bailey expulsa da sala de operação. Mas mais do que isso, adorei as palavras dele para Bailey. Ela está acomodada, e isso incomoda a todos os fãs de Grey’s Anatomy. Quem sabe agora que alguém falou isso na cara, Miranda mude sua postura. Oremos.

O caso da interna do Karev também prendeu minha atenção. Alex, o cascadura que não sabe o nome dos internos e os explora como forma de estudar. Alex, o cara sensível que sabe que errou, e reconhece que muitas vezes deixa de prestar atenção nos outros por se preocupar demais com ele mesmo. Foi interessante ver como ele tratou a situação com descaso, e foi ficando mais e mais apreensivo e chateado ao perceber que todos sabiam da situação de Morgan. No final das contas, ele demonstrou que se preocupa, sim. Tanto com a mãe quanto com o pequenino bebê. E Arizona demonstrou que gosta de verdade do Alex, e que foi muito parecida com ele. Afinal das contas, tanta fofura e fragilidade – das crianças – exige cirurgiões badass. Mas que saibam os nomes de seus internos.

Talvez o caso mais difícil do episódio – embora não médico – seja de Cristina e Owen. A sessão de terapia demonstrou o quão difícil será ajeitar todas as coisas. Por que embora o aborto seja a maior questão pendente entre eles, existem muitas diferenças. Diferenças que cada vez mais me fazem pensar o que diabos eles fazem juntos. É muito óbvio para qualquer um que Cristina nunca fez a linha mãe zelosa, e que ela sempre quis ser a deusa da Cardiocirurgia. E que, na vida dela, é isso o mais importante. Owen a conheceu assim, e quis casar com ela assim. Como ele, agora, cobra isso tudo dela? Cristina deveria ter corrido para as colinas naquele estrangulamento. Mas a coisa fica ainda pior quando Owen implica com Meredith. “As irmãs esquisitas”? Poxa, Owen. Aí não tem como. E dizer que Yang deve ter um filho por que ela sempre faz tudo que Meredith faz? Como argumentar com alguém assim? Por isso, adorei quando ela disse “be my freaking person, Owen”. Por que ele não quer Meredith por perto, mas não sabe lidar com Yang. Ele exige dela, mas não oferece nada em troca. Claro que reconheço a parcela de culpa da Yang, e que o gênio dela não é fácil. Mas Owen sabia disso tudo também, e optou por casar com ela. Então, não consigo ver outra pessoa equivocada na história que não ele.

Semana que vem vai ao ar If Only You Were Lonely . E, de acordo com a promo do episódio, o drama do casal ainda está longe do fim. Enfim, quem viver, verá. Até semana que vem.

P.S.1: o crossover continuou em Private Pratice, no episódio You Break My Heart. E, embora eu tenha abandonado a série no início da 5ª temporada, dei uma conferida, para descobrir o desfecho do caso Erica. Cooper e Charlote vieram para Seattle com Erica e Mason – só pra situar quem não é telespectador assíduo de PP, ele é o filho que Cooper descobriu nessa 5ª temporada. Depois de momentos de tensão e drama (bem legais, a propósito. Coop e Char são ótimos, vê-los me deixou com saudades), tudo acabou bem. Os irmãos Shepherds deram o show habitual e, ousando, salvaram a vida de Erica, sem deixá-la com sequelas. E a participação de Lexie como residente foi bem legal. Então, vale a pena dar uma conferidinha em You Break My Heart, nem que seja pulando pedaços, como eu fiz.

P.S.2: April tem participado menos em razão da gravidez de Sarah Drew. Nem dá pra perceber a barriga, né?

Kristin Kreuk é anunciada como protagonista de novo piloto da CW


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A Lana Lang está de volta à The CW. A morena de 29 anos, que interpretou a namoradinha do Clark Kent nas sete primeiras temporadas de Smallville (com participações especiais posteriormente), foi anunciada como a estrela de um novo piloto da CW – Beauty and the Beast.

Mas engana-se quem pensa que o enredo será mais uma versão do clássico conto de fadas. A história – levemente baseada no seriado dos anos 80 estrelado por Linda Hamilton – trará Kreuk como uma detetive de homicídios (Catherine) que se juntará à besta Vincent Koslow, resultado de uma má sucedida experiência militar, e que agora luta contra o crime.

O piloto, escrito pela dupla de Brothers and Sisters, Jennifer Levin e Sherri Cooper, será dirigido por Gary Fleder (Life Unexpected), e ainda não tem data de estréia.

Com informações do Deadline e do TV Fanatic.

Castle – Pandora

Data/Hora 15/02/2012, 22:03. Autor
Categorias Reviews


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Série: Castle
Episódios: Pandora
Temporada:
Número do Episódio: 4×15
Data de Exibição nos EUA: 13/02/2012

Pandora, de acordo com a mitologia grega, foi a 1ª mulher que existiu. Criada por Hefesto e Atena, e sob as ordens de Zeus, recebeu de cada um dos deuses uma qualidade. Mas de Hermes, recebeu traição e mentira. Enviada como punição aos homens, Pandora não resistiu à tentação e, contrariando ordens, abriu uma caixa dada como presente, pelos Deuses, ao seu marido – Epimeteu. Todos os males, até então aprisionados na caixa, saíram, causando destruição e caos no mundo. A única coisa que restou na “caixa de Pandora” foi a esperança.

E em Castle, o que significa Pandora? O mesmo: caos e destruição. E tudo isso nos foi apresentado em Pandora, a excelente 1ª parte do já tradicional duo de episódios do seriado.

O episódio teve a presença dos maiores elementos de Castle: drama, tensão, diversão, suspense e teorias conspiratórias – que dessa vez se confirmaram. E aquela velha tensão sexual/romântica que amamos, e dessa vez com um belo upgrade (o novo elemento que serve para acalmar meu coraçãozinho shipper).

O que dizer de um episódio no qual a CIA rapta Castle e Beckett, os inclui numa jogada e os obriga a manter segredo sobre tudo, sob pena de colocar a segurança nacional em risco?

E quando, adicionado a essa formula, temos um matemático brilhante que trabalhou para a agência influenciando, através de suas teorias, mudanças geopolíticas no mundo. E que, posteriormente, arrependido pelo “mal” feito, usou suas teorias para fazer o bem? E que visando esse mesmo bem, escreveu um “white paper” para uma “usina de ideias”, identificando  todas as falhas de segurança dos EUA. Resumindo, o que dizer quando ao fator CIA se adiciona um “linchpin”, um X da questão, um motriz que causará uma onda gigantesca de devastação?

Mais ainda, o que dizer de um episódio que, além disso tudo, nos apresenta como criminoso Thomas Gage, o ex agente hiper-mega-ultra qualificado que traiu a nação e agora quer destrui-la?

Vocês já entenderam onde eu quero chegar, né? Pandora foi ótimo. Ou melhor, teria sido ótimo se não houvesse um outro ingrediente adicionado a isso tudo. Com a presença de Sophia Turner, o ótimo virou maravilhoso.

Sophia, a agente da CIA que foi a 1ª inspiração de Castle para um personagem feminino. Agente esta que ele seguiu durante um ano. E aí vocês podem pensar: “essa história de colocar alguém para “concorrer” com a Kate já cansou”. Mas dessa vez foi diferente. Porque Castle, reafirmando seu comportamento recente, não se deslumbrou com o reencontro. E, especialmente, por que Beckett, pela 1ª vez, demonstrou todo o seu desconforto com a situação. Sim, pessoal. Ela teve ciúmes, e deixou isso muito claro para “sua outra metade” (ADORO a Martha shipper). Brigou com Castle, insinuou que ele se juntasse ao “time de Sophia”, apesar de todos os protestos do escritor, e dele alardear que eles estavam todos no mesmo time. E se interessou na relação dele com Sophia, muito profundamente, embora tentasse disfarçar a curiosidade.

E aí Castle, muito maduro e apaixonado, tratou de tranquilizar Kate. Deixou claro que o que houve entre ele e Sophia nem chega perto do que tem com Beckett. E recorreu a ela quando desvendou o enigma do enxadrista. Afinal de contas, ela é sua parceira, não Sophia. Ganhou o jogo com essa, Rick. Comigo, com todo o fandom, e com Beckett, que ficou toda risonha.

Além disso tudo, Pandora valeu por outros inúmeros momentos. Ver Alexis incluída – SUPER – na história toda, com um “plot só dela”, e interessante, foi ótimo. Ainda mais que a história da garota incluiu Lanie, que eu adoro e sempre torço que apareça mais. E foi bem interessante ver a reação de Castle à possibilidade de sua dinâmica com Beckett ser alterada pela presença da filha. E sua reação quando Martha contou que sabia da briga, por que Kate contou para Lannie, que contou para Alexis, que contou para Martha.

Também foi legal ver Ryan e Esposito magoadinhos e curiosos com o caso secreto de Castle e Beckett, e Gates pisando fundo de raiva. Apesar de Beckett ter que responder à “namoradinha” de Castle (adorei a determinação dela em sair do porta-malas), é legal ver a “Sir” no escuro, embora eu já simpatize muito mais com ela.

Na semana que vem, vai ao ar Linchpin, que encerrará o caso. Certamente tá todo mundo ansioso para o desfecho, embora saibamos que Kate e Rick sairão ilesos do carro submerso. Podemos esperar mais ação, risco de vida, drama, comédia, intrigas e suspense. E muito mais momentos Casckett. Então, chega logo dia 20/02! Quem faz coro?

FRINGE: Video promocional da Fox promete “respostas”

Data/Hora 15/02/2012, 21:30. Autor
Categorias Notícias, Spoilers


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Seria o início do fim? O vídeo promocional do episódio The End of All Things, em tradução para o português “O Fim de Todas as Coisas”, promete revelações sobre alguns dos enigmas de Fringe. O vídeo ainda faz menção às temporadas passadas do seriado, ressaltando alguns pontos recorrentes na história.

Antes de embarcar em uma hiato de 1 mês, e com a  audiência em queda-livre, o tom de despedida já começa a contaminar a série.

The End of All Things vai ao ar no dia 24 de fevereiro. Fringe é exibida pela Fox americana todas as sextas,  no horário das 21h. Aqui no Brasil você pode acompanhar a série pela Warner Channel, terças, às 22h.

Com informações do TVLine.

Vídeo – Alcatraz – Promo legendada do episódio 1×07: Johnny McKee

Data/Hora 15/02/2012, 12:11. Autor
Categorias Notícias, Spoilers


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No dia 20/02 vai ao ar, pela Fox dos Estados Unidos, Johnny McKee, o 7° episódio da temporada de estréia de Alcatraz.

E a tensão, ao que tudo indicada, será elevada a um novo nível, já que a cidade toda estará ameaçada, quando o diabólico McKee ressurge.

Confira o vídeo promocional do episódio, legendado pela equipe Insanos (@inSanosTV), e comente sobre suas expectativas:

Vídeo – Once Upon a Time – Promo legendada do episódio 1×13: What Happened to Frederick

Data/Hora 13/02/2012, 12:03. Autor
Categorias Notícias, Spoilers


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No próximo domingo, 19/02/2012, vai ao ar pela ABC, nos Estados Unidos, o 13° episódio de Once Upon a Time.

Em What Happened to Frederick, será explorada novamente a história do Prince Charming e da Snow White, e dos seus “correspondentes” na atualidade. Será que regina conseguirá, enfim, separar o casal apaixonado?

Confira o vídeo a seguir, legendado pela equipe Insanos (@inSanosTV), e não deixe de comentar o que espera do episódio:

Fringe – Welcome to Westfield

Data/Hora 13/02/2012, 11:56. Autor
Categorias Reviews


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Série: Fringe
Episódio: Welcome to Westfield
Temporada:
Número do Episódio: 4×12
Data de Exibição nos EUA: 10/02/2012

Em 14/01/2010 foi ao ar Johari Window, o 12° episódio da 2ª temporada de Fringe. O seriado ainda passava nas quintas, e o episódio marcou 6.529 milhões na audiência e 2.6 de rating.

Dois anos e alguns dias depois, vimos Welcome to Westfield, o 12° episódio da 4 ª temporada de Fringe. Muita coisa mudou. Agora, Fringe vai ao ar nas “malditas” sextas-feiras, e atinge míseros 3.08 milhões na audiência, e 1.1 na rating. Os altos índices de audiência (máxima de 13.27 milhões no episódio The Same Old Story – 1×02) estão em um passado distante, que não voltará mais. Certamente já tem fã chorando o cancelamento, ou torcendo para algum canal fechado dos EUA comprar a série.

Mas se muita coisa mudou, muita coisa permanece “igual”. Os roteiristas de Fringe – ao contrário do que aconteceu com os de muita série de sci-fi por aí – não perderam a mão, e continuam desenvolvendo muito bem – e coerentemente – a mitologia da série. Os episódios continuam empolgantes, surpreendentes e deixam os fãs sempre com um gostinho de quero mais. E teorizando muito, é claro.

Welcome to Westfield fez uma clara menção à Johari Window. O caso da “cidade amaldiçoada” de Westfield remontou à cidade de Edina, ainda que as semelhanças não fossem tantas. E ainda que nós não fizemos a conexão de instantâneo, acabaríamos lembrando do episódio, por que alguém nos lembrou da ligação existente. E que alguém.

Tudo começou com um sonho romântico/hot em tons de azul. Olivia e Peter em um momento in love, juntos e felizes. Olivia, ou aquela que seria a C-Olivia, estava tendo sonhos românticos com Peter. Será que o jovem Bishop estava gerando nela o efeito gerado nas suas outras versões? O sonho foi interrompido por uma ligação com uma espécie de aviso. “Estou prestes a voltar para casa”, diz Peter. Mal sabe ele que não há para onde voltar. Ele já está em casa. Mas, para Peter, Olivia e Walter estão esperando por ele em algum lugar.

Olivia é chamada para Westfield, a fim de investigar mais um evento fringe (a cena do avião remontou à Lost. Mas ainda assim eu acabei linkando com o avião do Pilot – 1×01 -, que inaugurou a série e sua mitologia). E, para a surpresa geral da nação – ou de todas as nações multiuniversos -, Walter apareceu em campo, louco para investigar. E para comer tortas de ruibarbo.

O clima sombrio que cercava a cidade de Westfield deixou tudo mais interessante. Era óbvio que algo aconteceria a Peter, Walter e Olivia, e que uma vez na cidade eles teriam problemas para deixá-la. Mas isso não tornou as coisas óbvias. Pelo contrário, manteve o suspense no ar. Cheguei a cogitar alguma coisa que causasse distúrbios de personalidade múltipla após a cena da torta, mas logo ficou evidente que se tratava de algo mais grandiosos.

E eu pensei logo “Massive Dynamic + exército”. E aí a 1ª bomba do episódio. Liv, muito naturalmente, citando o caso QUE ELES investigaram em Edina. Eu vibrei, confesso. Pensei: Ela está lembrando.

Mas em Fringe cada explicação vem cercada de uma dúvida e logo pensei que Olivia estava apenas sofrendo dos mesmos efeitos que os demais habitantes da cidade, já que os “sintomas” da loira se pareciam com aqueles citados por Cliff. E sim, pensei que um vírus, uma molécula, um experimento justificassem a “esquizofrenia coletiva”.

Mas Olivia é empata (olha o glyph code da semana passada tendo relação com esse episódio! Pensei que empath se relacionava com March. Mas agora creio que se insere em um contexto ainda maior, já que o code dessa semana foi Olive) e ela estava apenas somatizando os efeitos sentidos pelos habitantes. Ou seja, os roteiristas estavam jogando na nossa cara que ela estava lembrando, e ainda inseriram conversas de Peter e Liv para demonstrar o crescente interesse da agente no “parceiro”. Conversas com informações que logo na seqüência seriam usadas para “explodir nossas mentes”.

Walter e Peter, funcionando cada vez mais como a dupla de pai-e-filho que estávamos acostumados a ver, conseguiram salvar – se não a cidade toda – os habitantes que restaram, depois do maligno plano de Jones de fundir os universos começar a funcionar. Foi bizarro ver as pessoas se fundindo com seus duplos do outro universo. E amedrontador também. Qual a próxima cartada de Jones? Achei interessante que Walter cita que a fase 2 estava começando. Seria essa, mesmo, a fase dois referida por Jones e Nina, anteriormente, e a qual teria participação de Olivia?

Westfield se foi. Assim como também se foi o universo que Peter conhecia. E talvez essa seja a maior mensagem do episódio. Há coisas que mudam, e que não voltarão a ser como antes. Então, se estamos esperando que aconteça algo que restaure as coisas que aconteceram nas 3 primeiras temporadas, acho melhor desistirmos.

No final de tudo, Walter fazendo waflers, como era usual. E desejando que o jovem – que cada vez mais ele identifica como filho – desista de voltar pra casa. Pra mim, a dinâmica entre eles (assim como Peter/Olivia) está cada vez mais parecida com a do universo A não-modificado.

E para os segundos finais estava reservada a maior surpresa da noite de sexta. Olivia recordou. Assim, de repente. Talvez até inexplicavelmente – por enquanto. E agiu com Peter como se ele nunca tivesse ido embora. Para espanto de todos os seres vivos sobre a Terra, inclusive de Peter, que deve ter pensado que não poderia errar de Olivia novamente.

E agora, como ficarão as coisas? Como indica a promo de A Better Human Being, nada deve ser fácil. E nem imaginaria que fosse. Mas confesso que estou muito ansiosa para o que os roteiristas ainda tem para nos apresentar. Então, até semana que vem, pessoal!

P.S.: pode não ter relação alguma, mas será que pro plano de Jones dar certo, Olivia não precisa se recordar de Peter, e por isso as drogas ministradas por Nina? Não consigo parar de pensar que a loira está tendo mais facilidade em relembrar por causa das drogas administradas.

Grey’s Anatomy – All You Need Is Love

Data/Hora 12/02/2012, 16:14. Autor
Categorias Reviews


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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: All You Need Is Love
Temporada:
Número do Episódio: 8×14
Data de Exibição nos EUA: 09/02/2012

14 episódios de Grey’s Anatomy nessa temporada. 14 bons episódios. Ou melhor: 14 ótimos episódios. All You Need Is Love foi um belo episódio de Valentine’s Day. Shonda, mais uma vez, soube dosar brilhantemente drama, emoção, diversão, tensão e momentos fofos.

Foram quatro os casos da semana. Um melhor que o outro. Todos prenderam a atenção, e – como usual – fizeram nossos médicos favoritos refletirem .

O florista colocou sua vida em risco para “reparar os erros de outras pessoas”. Esse caso rendeu ótimos momentos. O 1° deles, com o carro invadindo o saguão do hospital (como Yang estava ali, fiquei pensando que poderia vir mais tragédia por aí). Depois, na sala de operação, com Teddy respondendo à pergunta destrambelhada do interno. E, por fim, entre Teddy e Owen. Seriously que ele achou que ia chamar ela pra uma bebidinha e tudo voltaria a ser como era antes? O discurso de Altman foi pesado, mas acho muito natural ela se sentir daquela forma. É óbvio que acho que com o passar do tempo a mágoa dela diminuirá. E embora eu ache que eles nunca serão BFFs novamente, há futuro para a amizade.

O caso do casal de “almas gêmeas” ameaçado pelas convulsões e pelo teratoma da mulher também foi tocante. No final, ela ficou estéril. Mas eles permaneceram juntos.

E o que dizer do caso do namorado de 8 anos, atropelado justamente quando iria propor à namorada enfurecida? Achei que o rapaz sobreviveria, já que a namorada aprendeu a lição e chegou à conclusão que uma aliança não vale mais que o sentimento. Mas isso não foi suficiente, e a deusa malvada do drama matou o pobre infeliz. Ainda bem que isso serviu para alguma coisa, e Lexie se ligou que precisa falar com Mark.

Mas o que mais me tocou foi o caso de Clementine, a namoradinha de Nico. Amor puro e inocente. Caracterizado pela entrega. Que coisa mais fofa do que oferecer a mão para a namorada apertar muito forte, caso necessário? Ou do que deixar uma carta extra fofa como prova de amor – de mãos dadas pulando no trampolim?! -, já que foi arrastado pela mãe para casa? Ou que continuar amando a pessoa que te deu os chocolates que quase te mataram, sem se importar nem um pouco com isso. Amoleceu geral os corações, inclusive o do Karev.

Além dos casos, também acompanhamos os “dramas” românticos do pessoal do Seattle Grace.

Achei interessante a dinâmica entre Bailey e Ben. O anestesista é o oposto de Bailey, em questão de romantismo. Ter planejado o jantar no hospital mostra que, realmente, ele conhece a namorada. E, principalmente, que ele não exigirá que ela mude (lembro que esse era um ponto de tensão com Tucker). Tenho gostado das cenas entre o casal, diferentemente da 1ª vez que eles namoraram. Então, torço pra que o relacionamento continue bem.

Aliás, tenho gostado mais de Miranda. Acho que ela tem ganhado mais destaque, especialmente depois da parceria com Meredith. As duas funcionam bem juntas, na cirurgia geral. Ambas são muito qualificadas e “chutam traseiros” por aí. Vida longa e próspera à parceria (embora eu achasse a Mer a diva da Neuro).

Meredith e Derek, procurando um local “livre de bebês” para fazer sexo também foi divertido. E, ao mesmo tempo, me lembrou algumas coisas, como a fase – depois que reataram na 3ª temporada – em que tentaram começar por outro momento que não o sexo – e que envolvia banhos de banheira; a vez que foram pegos por Bailey fazendo sexo dentro do carro de Derek na frente da casa de Mer; e a aquela fase deliciosa e cômica, após o casamento post-it, na qual “qualquer lugar era lugar” – e Lexie sofreu com os efeitos de ambas.

Pra mim, uma das melhores coisas da 8ª temporada é como ela tem despertado lembranças e me feito recordar momentos dos 8 anos de Grey’s Anatomy.

E o plot de MerDer abriu caminho pra Lexie. Foi divertido ela cuidando de Zola. Ri no final do episódio, enquanto ela caminhava pela casa “debatendo” com a garotinha o que ela deveria falar para Mark. Adorei quando ela bateu na porta de Sloan e anunciou que precisava dizer algumas coisas. E que saia justa, né?! Sloan e Avery, juntos? Mas gostei de ver que Mark não deixou Lexie ir embora, e a cara dele quando disse que poderia mandar Avery embora denuncia que ele ainda tem sentimentos pela ex. Pelo visto, poderemos ver Sexie juntos novamente.

A escolha de Mark como babá também foi divertida. Adorei Arizona no episódio. Acho legal a relação dela com Mark, essa coisa meio “caras”. E achei muito divertida a tensão dela com o “acampamento” bolado por Callie. Foi bonitinha a interação das duas no episódio, também.

Do outro lado do muro que separa casais felizes dos “nem tanto”, Webber e Adele e Owen e Yang.

O Chief se esforçou para comemorar a data com a esposa – juntamente com o aniversário de casamento – mas não foi reconhecido por Adele, graças ao Alzheimer. Achei de cortar o coração o diálogo dele com a Bailey. Peninha.

E se uma doença deixou a noite do Chief menos feliz, as diferenças entre Owen e Yang estragaram a deles. Aliás, não somente o Valentine’s Day foi estragado pelo casal, que está muito abalado já há algum tempo. E depois do barraco da festinha de Zola a coisa degringolou. Foi legal a cena do elevador (um clássico de Grey’s), e – como sempre – Sandra Oh deu um show na interpretação. E a cena na saída de ar (olha mais lembranças aí!) também foi bacana. Embora eu não goste de Owen, entendo que Yang o ama e quer viver com ele, mas sem abrir mão da sua personalidade. Eu não acredito neles como casal, acho que é muita coisa para eles superarem e eles não tocam na questão a ponto de tornar isso possível. Mas acho que Yang não desistiria sem tentar tudo que é possível – assim como nas cirurgias – então entendo a atitude de implorar.

Enfim, mais um episódio redondinho, recheado de bons momentos. E que nos permite dizer que dá gosto – e muito – assistir Grey’s Anatomy.

Semana que vem episódio de duas horas (na verdade emendaram Grey’s com Private Practice), com o tradicional crossover nosso de cada dia. Então, até lá.

Vídeo – The Big C – Promo legendada da 3ª temporada

Data/Hora 12/02/2012, 13:06. Autor
Categorias Notícias, Spoilers


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The Big C retorna para sua terceira temporada em 08/04/2012.

E parece que tempos melhores virão para os Jamison. Teria Cathy um futuro mais longo, ou mais momentos de drama ocuparão os episódios do dramédia da Showtime?

Vale lembrar que na 3ª temporada, Gabourey Sidibe foi promovida ao elenco regular do seriado, então veremos muito mais de Andrea.

Quer conferir uma prévia de momentos felizes que estão por vir? Então confira o vídeo a seguir, legendado pela equipe InSubs (@InSUBs), e não deixe de comentar sobre sua expectativa para o retorno do seriado:

Vídeo – Awake – Promo legendada da 1ª temporada

Data/Hora 08/02/2012, 22:22. Autor
Categorias Notícias


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Em março tem estréia na NBC. No dia 1° a emissora exibirá o episódio piloto de Awake, o drama criminal de fantasia criado por Kyle Killen.

Awake conta a história de Michael Britten – vivido pelo aclamado ator inglês Jason Isaacs – que passa a viver em realidades alternadas após o acidente que vitimou Rex, seu filho, e Hannah, sua esposa. Na realidade vermelha, a esposa está viva. Já na realidade verde, quem sobreviveu é o filho.

Rex será interpretado por Dylan Minnette (Saving Grace, Lost), enquanto que Laura Allen (Dirt, Terriers) interpretará Hannah. E em cada realidade, o detetive Britten estará cercado por diferentes pessoas.

Na realidade verde, seu parceiro será o Detetive Vega (Wilmer Valderrama); enquanto que sua terapeuta será a Dra. Evans (Cherry Jones). Já na realidade vermelha, o parceiro será o detetive Bird (Steve Harris), e seu terapeuta o Dr. Lee (B. D. Wong).

Ficou curioso com o plot de Awake? Então confere o vídeo a seguir, legendado pela equipe InSubs (@InSUBs) e nos conte se vai assistir a série:

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