Grey’s Anatomy – The Lion Sleeps Tonight e Support System

Data/Hora 15/04/2012, 11:22. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Em primeiríssimo lugar, preciso me desculpar por ter falhado a review na semana passada. A excelência dessa oitava temporada de Grey’s Anatomy não merece uma furada dessas, mas estava em processo de mudança – e que mudança – e a coisa apertou. Estou perdoada? Então vamos a(s) review(s).

Em The Lion Sleeps Tonight um leão – o kirby – esteve a solta em Seattle. Causando inúmeros estragos, físicos e emocionais. E muita perplexidade – especialmente em Bailey e Avery.

E, além de um leão, quem também esteve a solta foi o ciúme de Callie. A morena descobriu que Arizona teve casinhos com várias mulheres do staff do Seattle Grace Mercy West, e suou pra segurar as pontas e não fazer uma cena clássica. Simplesmente adorei as palavras de Mark para Callie. Difícil não é saber que “sua pessoa” deu uns peguinhas em umas enfermeiras ou residentes. Difícil é acordar todos os dias e ver o ex da “sua pessoa” na cozinha, segurando o bebê fruto desse relacionamento. Ainda mais esse ex sendo Mark “Deus” Sloan, que além de lindo é modesto. A trama rendeu boas risadas, e ainda serviu para reacender o fogo de Calzona. Adorei.

E enquanto Callie se escondia de seu ciúme, Karev se escondia de Morgan. A interna está MESMO interessada em Alex, e devido ao momento difícil que vivia acabou deixando responsabilidades típicas de pai a cargo de Alex. Pobrezinho do pequeno Tommy, que tem tantos problemas de saúde que não caberiam na review. Mas apesar de eu ter ficado com uma pontinha de pena de Morgan, acho que Alex agiu muito corretamente. Dessa vez, não houve déjà vu. Karev amadureceu, e soube conduzir a situação muito melhor que com Ava/Rebecca. O coração da Morgan ficou devastado, mas raiva passa, e a médica acabará compreendendo que as palavras de Alex, por mais duram que fossem, eram corretas e, sobretudo, necessárias.

E, como não esteve com Arizona, Alex deu as caras na Cardio – já que Cristina buscava a resposta para a questão “devo perdoar o Owen?” fazendo corações através de celúlas-tronco. E foi muito triste o caso do casal de velhinhos que morreu de emoção ao avistar um leão, encará-lo, e sobreviver para contar a história. Martin, o enfartado, foi salvo pelo brilhante trabalho da viúva Teddy. Mas Emma, sua esposa, acabou morrendo na sala de espera. Triste e inesperado, pelo menos pra mim. E o luto de Martin fez bem à Teddy. Melhor que sua participação no grupo de terapia. Ela encarou o fato de ser viúva, talvez pela primeira vez, e deu um passo importante em direção ao futuro.

Outro que tenta mover-se em direção ao futuro é Mark, que está pensando seriamente em morar com Julia, a oftalmologista. Obviamente que Lexie não curtiu a história, e buscou aconselhamento no cunhado Derek. Que até fez jogo duro (à propósito, adorei a forma como ele ensinou Lexie e a motivou, mesmo após o grave erro dela no episódio anterior) e frisou ser atendente dela, mas acabou conversando francamente com a cunhada e dizendo que Mark poderia desistir de morar com Julia. Lexie acabou desistindo de falar com o ex, talvez por saber que ele está feliz no novo relacionamento. Mas agora temos ainda mais certeza de que há um relacionamento ali, e ele é recíproco.

E, falando em relacionamento, Owen e Cristina seguem lutando para evitar o fim do seu. Owen acabou comentando com Meredith sobre a traição. Ela frisou para ele que o desconhecimento significava uma coisa: que Yang pensava em perdoá-lo. Mas, antes do perdão, era necessário uma tigelada de cereal no rosto. Foi a explosão de Yang. E Mer aproveitou para deixar Derek ciente do seu destino no caso de traição.

Essa batalha pelo relacionamento continuou em Support System. Adorei a estratégia usada pela produção – os flashbacks – para nos situar na briga, ao mesmo tempo que nos trazia recordações do relacionamento Crowen. Mais uma vez Sandra Oh mandou muito bem, e Kevin McKidd igualmente. A cena da confissão detalhada, com Cristina chorando compulsivamente na cama, antes de se refugiar no banheiro, foi ótima. Assim como o foi a cena final, de Owen partindo com a mochila nos ombros, deixando Yang devastada em casa. Ela poderia perdoar uma traição por amor. Mas não uma traição-revide. Será esse o final definitivo do casal?

E é aí que entra Mer, que tocada com as palavras do transplantado Neil resolve se fazer presente, mesmo com a aparente resistência de Yang. E é isso que tira Cristina do seu doloroso processo de final de relacionamento, e a coloca na jornada em busca da aprovação nas provas para atendente.

Adorei ver Meredith compartilhando seus conhecimentos com os colegas, que continuam mal nos estudos, apesar de escravizar a memória fotográfica de Lexie. Depois da assimilação do Método Torres, o compartilhamento do Método Grey. São esses pequenos detalhes da personalidade de Meredith que me fazem amaá-la mais a cada episódio. Sou fã de carteirinha de Mer.

E, deixando de lado o drama de Yang e Hunt, foi bem divertido ver a programação das mulheres para sua noite. Bailey e Torres, safadinhas, preferiam dançar salsa – a.k.a. dar uns pegas nos parceiros – ao invés de ajudar a viúva Teddy. Mas depois da bronca da meiga Arizona – que tava animadona pra “salsa” também -, houve um sacrifício coletivo em prol do bem estar da colega. (Falando em salsa, o que foi a cena entre Ben e Miranda? Aquela música latina, aqueles olhares insinuantes. Alguém não riu?).

Tão engraçado quanto foi ver Mark como chefe de cirurgia, após dar o golpe e não oferecer o cargo ao Chief e ao Derek. O poder literalmente subiu a cabeça (ocupada por frases de Aristóteles), e ele alternou momentos de liderança participativa, motivadora e tirana. Ri muito com o personagem nesse episódio. Carne com o Chefe?! Divertidíssimo.

E, no final dessa dobradinha de episódios, alguma coisa mudou. Aparentemente, o foco agora será os estudos dos residentes para as provas. E faz um tempinho que nenhuma tragédia médica envolve algum deles. Seria agora a hora? Temo que sim.

Faltam apenas cinco episódios para o final dessa temporada magnífica. Muita coisa ainda vem por aí. E tenho certeza que os acontecimentos só abrilhantarão ainda mais a trama. Então, manda ver, Shonda.

Game of Thrones – The Night Lands

Data/Hora 12/04/2012, 14:37. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

O segundo episódio da segunda temporada de Game of Thrones. Mais um ótimo episódio, com tramas envolventes e que deixa aquele gostinho de quero mais pro episódio do próximo domingo. E, obviamente, mais um episódio lindamente produzido, com cenários de tirar o fôlego – e o chapéu.

O episódio começou mostrando Arya, cuja sorte investigávamos ao final de The North Remembers. A menina continua corajosa e impetuosa, e agora tem um novo amigo, o bastardo Gendry. A visitinha das tropas reais deixou bem claro que a longa jornada para o norte será mais arriscada e cheia de percalços do que a dupla desejaria. Adorei as cenas da “revelação” do sexo de Arya, Gendry brincou legal com a pequena. Tudo para depois reverenciar a pequena Stark, que fica fofa até mesmo furiosa. E ainda fomos apresentados a Jaqen H’ghar, o prisioneiro que deve ganhar importância, em breve.

Conhecemos, também Balon Greyjoy, o pai severo de Theon. E fomos apresentados, também, a sua irmão, em uma cena típica de Game of Thrones. O desespero de Theon ao perceber que a moça que ele assediara é a irmã só não foi maior do que o desgosto que ele teve ao perceber que o pai o considera praticamente um Stark, e que por isso colocará a filha a frente de suas tropas. O acordo pretendido por Theon entre Starks e Geyjoys foi frustrado, e Balon vai à guerra, mas não contra os Lannisters. Quem vai se dar mal, nessa trama toda? Para qual lado Theon penderá? Estou curiosa para descobrir.

E já que surgiu um Lannister por aí, aproveito para falar do meu favorito. Tyrion é valente, ardiloso e inteligente. O papo dele com Varys deixou bem claro que ele sabe jogar o jogo do poder, embora a resposta da “Aranha” tenha sido muito boa e quase ameaçadora. Se não bastasse ter enfrentado o eunuco, Tyrion promoveu Bronn ao posto de líder da guarda real, e enfrentou com piadinhas a ladainha da irmã sobre a expulsão do antigo líder (bela cena, também. O anão realmente sabe o que faz). Ele está crescendo em importância, e creio que essa é – deliciosamente – uma estrada sem retorno.

Stannis está buscando um poder sobrenatural para vencer as tropas do irmão. E a bitch da Melisandre, super sugestiva e insinuante, promete um herdeiro ao “Deus de Davos”.  Falando em Davos, o personagem é uma delícia. Acho que é, de longe, o mais “certo” do grupo de Pedra do Dragão. Ele, porque o filho… esse passa longe da sanidade, aparentemente. E alguém mais ficou curioso com o que Melisandre sussurrou no ouvido do rapaz?

E enquanto Stannis fazia um novo herdeiro, Daenerys… quase não apareceu. Só deu tempo de chorar rapidamente a morte de um de seus irmãos de sangue exploradores. Será que a Khaleesi ainda sofrerá por muito tempo nas terras áridas, ou sua sorte começará a mudar logo?

E a trama de Jon Snow não será, enfim, salvar bebês indefesos das mãos do pai/avô. Os bebês são – aparentemente – levados pelos seres além da muralha. E a descoberta do fato causou uma pancada na cabeça à Snow. Qual será o destino do nosso bastardo favorito?

Novamente, muita gente pode se perguntar cadê fulano, cadê ciclano. Volto a salientar que são muitos os personagens de GoT, tanto novos como antigos. E claro que nos apegamos a vários deles e queremos mais e mais. Mas The Night Lands distribuiu o tempo entre várias tramas de uma forma legal, e a ausência de alguns personagens chave no episódio só nos deixa mais curiosos acerca de suas empreitadas. Então, que venham os personagens de What is Dead May Never Die, e suas histórias. Mal posso esperar.

P.S.1: notícia linda linda linda: Game of Thrones foi renovada para a terceira temporada.

P.S.2: no primeiro episódio eu pensei “nossa, a HBO cortou bem as cenas de sexo”. Ledo engano. Nesse segundo episódio o velho ritmo voltou, pelos 4 cantos de Westeros. O epicentro do terremoto é o bordel do Mindinho, com cenas tão dispensáveis. Mas fazem sentido dentro da produção, então quem ousaria reclamar?

Fox Internacional Channels Brasil anuncia novas produções originais

Data/Hora 12/04/2012, 11:09. Autor
Categorias Notícias


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23

No dia 10 de abril a Fox Internacional Channels Brasil promoveu uma coletiva para a apresentação das novas produções originais dos canais Fox, FX, Nat Geo, Fox Life e Bem Simples. A entrevista contou com a presença dos talentos do canal Bem Simples, além dos “novatos” Rafinha Bastos, Palmirinha, Ticiane e Helô Pinheiro, Minotauro e Minotouro e Lawrence Wahba, entre outros.

Gustavo Leme, vice-Presidente Sênior da Fox Internacional Channels Brasil, ressaltou que, reafirmando o compromisso com o público brasileiro, a FIC Brasil irá investir em programação nacional e de qualidade, além de continuar trazendo para o telespectador brasileiro as maiores produções mundiais.

Na Fox, a maior novidade será a estréia da série Se eu fosse Você, inspirada no grande sucesso do cinema nacional. A produção será realizada em parceria com a Total Filmes e a 20th Century Fox, e ainda não há informações sobre elenco ou data de estréia. Ainda na Fox, estreiará o CineFox Brasil, voltado à exibição dos maiores sucessos nacionais.

No FX, duas novidades. O canal exibirá a série A vida de Rafinha Bastos, com humor afiado e provocante. Serão 13 episódios, com a exibição do piloto em maio, e dos 12 restantes no final do ano. Falando sobre a produção, Rafinha salientou que não se trata de um reality, mas sim de uma obra ficcional com alguns aspectos coincidentes com sua própria vida, já que o seriado é inspirado nela.

A outra novidade é a série de ficção Contos de Edgar, uma releitura das obras de Edgar Allan Poe. A série terá produção executiva de Fernando Meirelles.

No Net Geo, muitas estréias. Os irmão Nogueira apresentarão ao público brasileiro o lado cultural das artes marciais, através de viagens pelo mundo. O casal Tony e Ana Paula Rangel estrelará o seriado Aquanautas, no qual viajarão pela costa brasileira de Corais, do Maranhão à Bahia, a bordo de um catamarã. O documentário exibirá a viagem de 8 homens e uma mulher, que permanecerão à bordo 3 meses.

Ainda no Net Geo vai ao ar 360, o documentário jornalístico de Fernando Meirelles. Serão 5 episódios, exibidos no 2° semestre, que prometem tratar de assuntos polêmicos, mostrando ao telespectador o ponto de vista de vários personagens envolvidos nas tramas.

No canal, Lawrence Wahba comemora seus 20 anos de carreira com uma série especial; enquanto que Alexandre Rossi (ex-Doutor Pet) irá estrelar um programa ao lado da mascote Estopinha, no qual promete adestrar até mesmo insetos e animais selvagens. O trio de cientistas Daniel, Gerson e Wilson (do quadro Ciência em Show) e o biólogo Richard Rasmussen – que falará sobre a biodiversidade nacional – fecham o quadro de estréias do Nat Geo.

No Fox Life irão ao ar o Fox Life Music, um espaço para os maiores eventos musicais do Brasil e do Mundo; e o Fox Life Retrô, que irá reexibir grandes sucessos da televisão brasileira. A primeira atração ao ir ao ar no programa será Bela, a Feia, da Record. O canal ainda aposta na versão nacional de Man vs. Food, ainda sem data de estréia.

Por fim, foi apresentada Palmirinha, que fará parte do casting do Bem Simples. A culinarista estreiará um programa ao lado de seu assistente Guinho. As outras atrações do canal são Tici e Helô Pinheiro, que estão lado a lado na terceira temporada do programa Ser Mulher. É a primeira vez que mãe e filha trabalham juntas. A atração, que foi gravada em Porto Alegre, em 15 dias, estreiou em 02 de abril e vai ao ar de segunda a sexta, as 22:45.

Ainda no canal as novas temporadas de Brasil no Prato, Cozinha Caseira, Homens Gourmet, Tudo Simples, A Confeitaria, e Show de Bebê.

Finalizando a coletiva, Paulo Franco, Vice-presidente Sênior de Programação e Conteúdo da FIC Brasil, salientou que a Fox objetiva se aproximar ainda mais do telespectador brasileiro, mantendo a essência dos canais e através da parceria com grandes produtoras independentes nacionais.

Castle – The Limey

Data/Hora 06/04/2012, 14:03. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Em The Limey,  Lanie disse tudo aquilo que os fãs de Castle queriam dizer para Beckett. Ela foi a voz do fandom. Se eu já amava a legista, agora sou completamente apaixonada por ela. O papo entre as duas amigas sintetiza o sentimento de muitos dos fãs do seriado: chega de enrolação. Mas ainda não foi dessa vez. Não da forma como esperávamos.

As palavras de Lanie confrontaram a detetive. Kate se viu compelida a agir, a arriscar, a dar um passo adiante no relacionamento entre ela e Castle (afinal, o que eles tem? Um mega rolo). Finalmente, Beckett pensou em tomar a dianteira, já que os sentimentos de Castle por ela são muito óbvios, assim como o são os sentimentos dela por ele. Kate resolveu abrir seu coração, já que Castle já não é mais aquele fanfarrão que anda com uma mulher pendurada em cada braço. Depois das palavras de Lanie, a detetive decide que é aquele o momento de fazer a revelação. E aí…

… não mais. Castle, procurando superar o trauma da “rejeição”, voltou para a fase “loirosa a tiracolo” e ficou exibindo a comissária de bordo por aí. Ou melhor, esfregando a menina na cara de quem estivesse por perto. Aquele Castle canastrão e mulherengo da 1ª temporada esteve de volta. Compreensível? Creio que sim. Ele não imagina que magoa ou ofende – tanto – Beckett com esse comportamento. Pra mim, ele está apenas tentando passar a imagem de um homem completamente feliz com sua companhia “divertida e descomplicada”. É a sua forma de lidar com as coisas, ainda que isso signifique esperar Martha arrumar a lancheira e brigar com os coleguinhas da pré-escola (o que também pode explicar a lentidão de Rick em compreender que todas as frases e ações de Kate gritam o ciúme que ela sente).

E a dinâmica dos dois (sim, eles costumavam ser melhor do que isso) mudou. Já não há mais oferta de café, já não há mais momentos fofos. Um não completa mais as frases do outro, e as teorias para a resolução dos casos não estão mais afinadas. Eu dizia que as coisas entre eles precisavam mudar. Até clamava por isso. Pois bem, mudaram. E em The Limey o plot até que funcionou bem. E credito isso, também, à presença do gatíssimo Agente Bauer (desculpem-me, só consigo pensar nele assim). Assim, não foi aquele velho repeteco do triângulo amoroso. Houve, no episódio, uma prévia de um quadrado amoroso.

Eu ansiava por um embate, então fiquei um pouquinho decepcionada. Mais uma vez ele não veio. Mas houve evolução, então a decepção não foi a mesma de outras vezes. Digo e repito: as coisas não podiam continuar na mesma. Aceito até mesmo uma ruptura temporária, mas não mesmice. E The Limey não foi mais do mesmo, definitivamente.

Eu gostei do caso, também. O charmoso e desenvolto consultor da Scotland Yard foi uma ótima companhia para Beckett. A linha de investigação deles foi bem interessante, e os dois tiveram momentos divertidos. Mais do que isso: a química entre ambos rendeu. As cenas do baile foram ótimas, e aparentemente o agente inglês conseguiu captar um pouco da essência da reservada Kate. E eu não esperava, mesmo, que tudo fosse acabar em uma vítima investigadora do tráfico internacional de armas que vitimou seu amado, e com o envolvimento da embaixada. As reviravoltas foram interessantes, mas um pouco naquele estilo “perdi alguma coisa importante para ligar o ínicio do caso à sua solução?”. Mas senti um ar de filme de “Bond. James Bond” que me manteve interessada do início ao fim. E adorei que Kate, num momento “Bond Girl” total, aceitou o convite para um drink. Super glamuroso. Pena que essas cenas não foram ao ar.

O próximo episódio de Castle vai ao ar em 16 de abril. Em Headhunters, a dinâmica entre a dupla mudará ainda mais. É no episódio que vai ocorrer a participação de Adam Baldwin, como o detetive Ethan Slaughter. Quem é ligado nos spoilers, sabe no que essa participação resultará. Quem prefere a surpresa na hora do episódio, aguentará esperar até lá? Quem viver, verá.

P.S.1: por que o homem negro precisa ser o mendigo? Ri muito da colocação de Espo, como de costume.

P.S.2: alguém mais ficou feliz em saber que Esposito e Lanie ainda tem seus momentos? Seus lindos!

P.S.3: a audiência do seriado está se mantendo na casa dos onze milhões. Muito bom.

Game of Thrones – The North Remembers

Data/Hora 02/04/2012, 15:59. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

O dia em que Peter Dinklage foi o 1° nome a aparecer na abertura de Game of Thrones. Os holofotes estão sobre o premiado e aclamado ator, que interpreta o único Lannister amado da saga épica. Um forte indício de que Tyrion, a nova Mão do Rei, terá papel ainda mais importante nessa segunda temporada. E deu para perceber, já nesse episódio, que o bom senso e as tiradas sarcásticas mas verdadeiras, marcas do duende, ainda o acompanham.

Game of Thrones voltou em grande estilo, com um bom episódio. Foram muitos os reencontros, e muitas as apresentações. É claro que ficou um gostinho de quero mais, muitos de nossos queridos personagens – como Snow, Catelyn e a Khaleesi Daenerys – apareceram pouco, mas isso é compreensível quando se tem muita história para contar, e muito enredo novo para introduzir.

O príncipe platinado Joffrey tá tocando o terror na capital. Sansa tem comido o pão que o Rei Louco amassou e precisa proclamar diariamente seu amor pelo prometido, que ordenou que rolasse a cabeça de Lorde Stark. A menina bem que merece. Espero que logo Sansa deixe de vez de ser sonsa e se mostre mais resistente ao domínio do Reizinho, embora isso seja complicado quando o único plano é se manter viva. E até contra a mãe o platinado arrogante colocou as asinhas de fora.

E falando em Cersei, nunca gostei tanto dela quanto nesse episódio. Ela bateu de frente com o ardiloso e odioso lorde Baelish, e colocou o duas caras no lugar que lhe é de direito. Desejei que a garganta do infeliz fosse mesmo cortada, mas não foi dessa vez. (A propósito, ótima a cena do diálogo entre Cersei e Petyr. Foi tenso e cheio de alfinetadas). Como se não bastasse ter dado um sustinho no traidor de Ned, Cersei ainda deu na cara do filho abusado, que nem assim recolheu suas armas. Se Cersei acha que vai manter a influencia sobre o filho por muito tempo, está redondamente enganada. O menino não é flor que se cheire, e creio que não demonstrará compaixão nem mesmo pela mãe.

Além da nova dinâmica na capital dos Sete Reinos, The North Remembers ainda mostrou como Robb Stark, o Rei do Norte, está se articulando para fazer frente à Joffrey. Theon Greyjoy fará uma visitinha ao pai, Balon Greyjoy, Senhor das Ilhas de Ferro, buscando apoio (alguém sente o cheiro de mais traição no ar?). Enquanto isso, Lady Stark parte ao encontro do auto-proclamado Rei Renly Baratheon. E não posso deixar de citar a visitinha do lobo de Robb a Jaime, que deve estar procurando sua coragem até agora. A olhadela do lobo foi de dar medo.

E já que falamos em Baratheon, finalmente conhecemos o mais velho dos irmãos, Lorde Stannis – que agora também se considera Rei, e o seria, de direito. É evidente a influencia da ardilosa e perigosa Melissandre sobre Stannis, e creio que veremos muitos momentos de tensão e manipulação envolvendo a feiticeira. Ficou bem claro que a morena que veste vermelho não leva desaforo para casa, e coitado de quem cruzar seu caminho – Meistre Cressen que o diga. Vamos ver até onde Stannis chegará, na sua jornada rumo ao trono de ferro. Creio que a importância de ambos os personagens aumentará, e veremos muito deles nos próximos episódios.

Ainda deu tempo de matar um pouquinho da saudade do novo Senhor de Winterfell, Bran. Vimos até um pequeno passeio do menino, com seus parceiros habituais Osha e Hodor. E demos uma passadinha nas terras além mar para constatar que Daenerys – embora suja e maltrapilha – está bem, assim como seus dragões. Mal posso esperar para que eles deixem de ser bebês e façam uma entrada triunfal na capital real.Vai dar pra aquecer qualquer inverno. Além disso, Snow também “fez uma ponta”, e só nos resta aguardar pra ver se a história dele com Craster vai render. Pessoalmente, espero ver mais das terras além da muralha. E quanto mais sobrenatural e aterrorizante, melhor.

O final do episódio foi um daqueles encerramentos a la Game of Thrones. A matança generalizada dos bastardos de Robert, para que não ameacem o trono de Joffrey, e o corte para Gendry – o bastardo restante – e Arya em sua jornada rumo ao norte. Certeza que várias emoções devem aguardar a dupla de viajantes.

O hiato entre a 1ª temporada de Game of Thrones e a temporada que estreiou ontem foi longo e cheio de informações. A produção manteve muito viva a curiosidade dos fãs, e alimentou semanalmente a expectativa dos mesmos. A chance de The North Remembers decepcionar era muito grande. Mas David Benioff e D.B. Weiss cumpriram o prometido e nos entregaram mais um ótimo episódio, que manteve a trama intrigante, fiel à obra original e nos fez ainda mais ansiosos para o que virá a seguir. Podemos pedir mais?

Na semana que vem vai ao ar The Night Lands. Mais alguém ansioso?

Fringe – Nothing As It Seems

Data/Hora 02/04/2012, 12:52. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Fringe é o seriado mais bem amarrado, atualmente. É impressionante como episódios que não fizeram muito sentido dentro de um contexto na época em que foram exibidos se revestem de importância, de uma hora pra outra. Como detalhes aparentemente sem importância se tornam vitais, e explicam muita coisa. É muito incrível como coisas das primeiras temporadas retornam com coerência e nexo, deixando evidente a qualidade dos roteiristas do seriado.

Aliás, esse reset vivenciado na 4ª temporada, na qual “nem tudo é o que parece ser”, nos faz revisitar constantemente a 1ª temporada e suas tramas. Aí, percebemos que não recordamos como deveríamos, e temos que correr para reler textos, rever vídeos e episódios, e olhar de forma mais atenta para tramas que deixamos passar.

Dessa vez, a referência de Nothing As It Seems foi expressa. O início do episódio foi quase um replay de The Transformation, o 13° episódio da 1ª temporada. E tudo era muito parecido, até que Bowman conseguiu controlar a transformação e o vôo pousou em segurança. Agora, a transformação se deu no aeroporto, e a criatura morreu em razão da transformação sem segurança e rápida, e não em função das chamas do avião. Naquele episódio, a resolução do caso passou pela visitação de Olivia às lembranças de John Scott, e naquela oportunidade as criaturas não tinham qualquer ligação – que se conheça – com David Robert Jones.

Mas o vilão, falecido na Season Finale da 1ª temporada, está de volta, e cada vez mais forte. Além dos danos que ele pode causar a ambos os universos, aparentemente Jones pretende, com seu complexo de Deus, formar uma nova ordem mundial, com seres humanos mais evoluídos – os porco-espinhos alados, ou morcegos com espinhos nas costas, ou qualquer coisa do tipo. Com crianças do novo mundo.

Aquela espécie de “arca de Noé” do final do episódio foi de dar arrepios. Imaginem todos aqueles seres “evoluídos” a solta por aí. Será que é esse o futuro ao qual o Glyph Code “future” nos indica? Será que Jones tem relação com as outras criaturas melhoradas e alteradas mostradas nessas 4 temporadas, como o híbrido que atacou Charles na 1ª temporada, ou os “polvos” que atacaram os imigrantes na 2ª? Parece que alguns desses animaizinhos simpáticos estão confinados no navio, assim como vários outros.

Ainda vimos o retorno de Markham, o colecionador de livros galanteador que caiu no joguinho de Peter e Liv e ajudou a desvendar a escrita cuneiforme. Com certeza veremos o homenzinho em breve, e largando mais informações relevantes.

O fato do caso ser da “realidade passada”, da linha temporal original, favoreceu que não houvesse mimimi excessivo quanto a nova personalidade/lembranças de Liv. Como disse Broyles, a divisão Fringe sem Olivia Dunham não seria a mesma. E nós sabemos que todas as versões dela dão conta do serviço. Então relaxa, Broyles. Preciso confessar que achei mega engraçado tratarem o caso de Liv com tanta estranheza. Afinal, eles são da Fringe Division. Há algo mais estranho?

Adorei as cenas no laboratório. Fiquei com a mesma impressão do Walter, de que há uma família se construindo. Peter e Olivia recordam de tudo, mas Astrid e Walter, que não lembram, estão se encaixando na dinâmica do casal e as coisas estão ficando mais parecidas com o que éramos acostumados. Claro, há diferenças que estarão sempre ali, mas adorei essa nova proximidade. E, como bem ressaltou Walter, Lee é parte integrante dessa família, e tem conquistado cada vez mais a simpatia dos fãs.

A forma como ele se portou foi bem condizente com a questão do amor. Se é esse sentimento a explicação para a permanência de Peter, se é o que o une com a “sua Olivia”, nada mais compreensível que esse amor seja enorme e evidente aos olhos do mundo. E isso fica explícito na fala de Lee. Ele não lutará pelo amor de Olivia por que compreende a magnitude do sentimento que liga o casal. E, ainda assim, ele agiu de forma correta – ou nem tanto – permitindo a permanência de Olivia, ainda que contra as ordens de seu superior. Lee recebeu destaque nesse episódio, e segurou bonito a onda. Espero ver mais do agente, na sequencia.

Na semana que vem descobriremos que Everything In Its Right Place. O episódio promete. Mal posso esperar.

P.S.1: dá um pouco de dó da mamãe Nina Sharp ao ver que ela espera de Liv uma reciprocidade de sentimentos que não virá.

P.S.2: a magnitude da trama que está sendo desenvolvida significa que ela não cabe em apenas 6 episódios. Então, cadê a renovação, Fox?

P.S.3: Walter é ótimo. O que eram os presentes de Peter?

Castle – 47 Seconds

Data/Hora 28/03/2012, 21:43. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23

Ele sabe. Mas ela não sabe que ele sabe que ela sabe. Essa é a nova dinâmica de Castle, instaurada após a descoberta de Rick em 47 seconds. E apesar de eu desejar – sim, a palavra é essa – que um embate casckett ocorresse quando o segredo viesse à tona, achei bastante compreensível a postura de Castle.

Tenho lido muitas opiniões nas redes sociais no sentido que o escritor deveria ter procurado a detetive após tê-la ouvido falando que lembra de tudo, a fim de confrontá-la. Discordo. Ficou bem claro, na conversa entre Martha e Castle, que ele acha que Kate não tem o mesmo tipo de sentimento que ele, por isso escondeu dele que lembrava do “eu te amo”. E quem, em sã consciência, se sentindo rejeitado e traído – sim, porque esconder algo de tal magnitude do “parceiro” pode ser encarado dessa forma – vai procurar a fonte da rejeição para pedir explicação? Castle não ficou bravo com Kate. Ele ficou decepcionado por perceber (na sua percepção) que ela não se sente da mesma forma. O sentimento foi de tristeza, não de fúria. Completamente compreensível, então, o afastamento, a tentativa de seguir adiante, “deletando” o sentimento.

Ainda acho que deve ser levado em consideração, para compreender a atitude de Castle, que praticamente todas as ações no “relacionamento” Casckett partem dele. A própria história mostrada em 47 seconds ilustra isso. Tocado com o drama dos mortos no atentado à bomba, Rick conversa com Martha, que o encoraja a revelar seus sentimentos para Kate. E ele parte para – mais uma vez – contar para a detetive que a ama. Se não fosse Ryan, ele teria revelado seus sentimentos para uma Kate eufórica. Ficou bem claro que Beckett estava feliz e cheia de expectativa em relação ao que Castle falaria. Se ele tivesse contado seus sentimentos naquele momento, ela não precisaria dar o 1° passo, confessando seu amor ou que lembrava das palavras dele. Muito conveniente.

Ou seja: mais uma vez a iniciativa partiu do escritor. Então, acho muito bom que agora Kate, acostumada a ser destinatária das ações, e não remetente, tenha que correr atrás e ralar um pouco. E dizer isso não significa que eu não entenda o drama de Kate, ou o quão difícil foi para ela superar o trauma do tiro, e como é duro para ela deixar alguém adentrar o perímetro definido pelo tão falado muro. Reconheço tudo isso. Mas acho que é chegada a hora dela mostrar mais que se importa, que gosta. E quando digo isso, estou falando em mostrar para ele. Por que todos nós sabemos que ela se importa, é hora dele descobrir também.

E embora tenha entendido e até gostado da forma como a descoberta foi tratada no episódio, torço para que esse “ela não sabe que ele sabe que ela sabe” não dure. Pra mim o momento do embate é em The Limey. Castle mudará com Beckett, e quanto a isso não há dúvidas. E as reações de Kate que determinarão se ela está pronta para revelar seus sentimentos e manter um relacionamento com Castle. E aí que Casckett se una, ou que rompa – ainda que momentaneamente, para se unir depois. Mas que não continue o mesmo. Mesmice gera desinteresse, por mais deliciosa que a mesmice possa ser.

Quanto ao caso da semana, gostei bastante. A dinâmica do episódio foi bem legal, através da exibição do ponto de vista de vários dos envolvidos no atentado. O fato da jurisdição ser do FBI não significou menos trabalho pro NYPD, e as reviravoltas do caso prenderam a atenção do início ao fim. Sem contar que esses episódios que envolvem tragédias em massa e a precariedade da vida humana – que acaba sem motivo, no melhor “local errado na hora errada” – sempre mexem com as emoções e nos levam a refletir, assim como Castle.

Gostei da participação de Gates. Fazia um tempinho que ela não aparecia, acho que a dinâmica entre ela e Castle funciona bem. E é delicioso ver que ela – apesar dos seus protestos negativos – está se rendendo ao charme do escritor. E gosto também da forma que ela conduz a equipe, e como se porta perante a terceiros. Ta aí. Achei que odiaria o personagem pra sempre, mas estou criando afeto por ela.

Semana que vem outro episódio que promete muito. The Limey antecede um novo hiato – provavelmente de duas semanas – então acho que essa nova tensão entre Castle e Beckett será explorada. Será que o episódio conduzirá para uma season finale na qual o casal será de fato um casal? Que sejam feitas as apostas. Quem viver, verá.

P.S.1: e no maior momento wonderstruck do episódio, deu vontade de abraçar Castle e confortá-lo, dizer que Kate estava blefando com o suspeito. Foi tipo um soco muito bem dado no meio do rosto. Pensei que o vidro estilhaçaria. E, agora, sem mais café para Kate. Ela não tá mais merecendo.

P.S.2: sim, estou criticando Kate de montão em razão do segredo. Castle tá posando de “bom moço” essa semana. Mas a vez dele ser o criticado “bad guy” chegará. Esperem só o segredo dele ser revelado.

P.S.3: amo completamente a relação mãe e filho amigos de Martha e Castle. E acho legal perceber que Castle adota a mesma postura com Alexis. É legal ver mais das duas.

Fringe – A Short Story About Love

Data/Hora 25/03/2012, 17:59. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

A Short Story About Love. O nome já dizia tudo. E, no final das contas, o amor era a resposta. Há muito os roteiristas deixaram claro o quão importante o amor era, dentro da cientificidade de Fringe. Afinal, foi por amor que Walter cruzou os universos e “raptou” Peter, dando origem a todos os acontecimentos Fringe Division que sobrevieram. Foi por amor que Olivia e Peter se buscaram, tantas vezes. Foi por amor que Peter permaneceu no lado A, quando descobriu que era do lado B. E foi por amor, e só por isso, que Peter se manteve vivo. Pela resistência das pessoas que lhe amam em esquecê-lo, deixá-lo partir. E pela resistência dele em esquecer delas.

A maioria dos fãs esperava uma teoria científica intrincada e complicada. Mas os roteiristas, com a ousadia que lhes é peculiar, jogaram o amor na nossa cara. Era para ter sido um daqueles momentos bem wonderstruck, mas acabou que todos nós, inclusive aqueles que juraram execrar os roteiristas caso a explicação fosse bobinha, compramos a resposta. E ficamos, de certa forma, felizes por ela. Acabou a jornada de Peter de volta para casa. Acabaram as teorias A/B – C/D. Acabou a especulação sobre “onde está Peter Bishop?”. Nós obtivemos a resposta que esperávamos e, no final das contas, Peter sempre esteve no lugar ao qual pertence.

É claro que as respostas oferecidas não significam o fim dos questionamentos. Ainda há muito o que se teorizar. Walter lembrará do filho, ou apenas ficará cada vez mais envolvido pela ideia de que aquele é o “seu Peter”, e acabará aceitando-o e amando-o? E Astrid, Broyles? E os duplos do B, lembrarão, em algum momento, ou isso será um privilégio de Liv, “criada” a base de Cortephixan? E Henry? O bebê nunca existiu, efetivamente? Ou agora que Peter sabe que realmente teve um filho, e que não há como retornar para a realidade anterior, partirá numa busca que acabará lhe levando até o filho? Não sei a resposta para nenhuma dessas perguntas. Mas creio que nos 7 episódios finais dessa temporada (que tem chance de ser os últimos da série, também), descobriremos muitas delas.

Outro questionamento que carrego: Lee trará problemas para Polivia? Ele tentou ajudar Olivia quando percebeu sua tristeza relacionada a Peter. E quando a viúva contou que o marido sempre a ajudava, antes do casamento, a superar seu coração partido por algum outro cara, foi inevitável observar o olhar de identificação de Lee. Será que ele vai apoiar o casal, ou ficará revoltadinho?

As palavras da viúva, sobre a diferença entre amar alguém e estar apaixonada por alguém também foram decisivas para Olivia decidir manter suas lembranças de Peter e (re)embarcar na paixão. E a decisão foi tomada a alto custo, já que isso significa apagar todas as lembranças com a mamãe Nina Sharp, que terá que seguir o conselho de Olive e tentar se reconectar com a filha. Isso não deve ser muito difícil pois Olivia, apesar de não lembrar dos acontecimentos em si, continuará lembrando que optou por esquecer.

Vale referir que o caso da semana foi pouco relevante e ficou meio em 2° plano em meio a trama de Olivia e a trama de Peter/September. Acho que ele serviu, MESMO, pra mostrar que Olivia estava apaixonada por Peter. E que paixão é algo pelo que vale correr certos riscos.

E, no final do episódio, o papo esclarecedor entre September e Peter. O Observador, graças a ajuda de Bishop – que foi bem orientado para a tarefa, inclusive com direito a endereço gravado no olho -, saiu do banimento imposto pelos outros Observadores (alguém entendeu como Peter ativou o sinalizador?). E, graças às respostas de September (quem não abriu um enorme sorriso quando ele disse “she is your Olivia”?) Peter foi atrás de sua amada, para um final de episódio pra shipper nenhum colocar defeito – embora o corte do beijo tenha sido prematuro, quem viu as fotos do episódio sabe do que estou falando.

E agora, como as coisas caminharão nos sete episódios restantes? Quanto mal David Jones e sua braço direito Nina Sharp causarão? Como será desfeito o destino de Olivia, que é a morte?  E o que QUILL, o glyph code da semana significa? A tradução da palavra pode ser dobrar. Será que tem referência com os eventos de And Those We’ve Left Behind, e a capacidade de se “dobrar” o tempo, ou as linhas temporais? Especulação pura. Não faço ideia do que signifique.

E na semana que vem, Nothing As It Seems. Será que, mais uma vez, descobriremos que em Fringe nada é o que parece?

P.S.1: o vilão mostrengo que queria disseminar o amor foi interpretado por Michael Massee, mais conhecido pelos fãs de Rizzoli & Isles como Charles Hoyt. O ator já é especialista em dar vida a vilões, e esteve envolvido, não intencionalmente, na morte de Brandon Lee, nas filmagens de O Corvo.

P.S.2: O que September aprontará, agora? Rolará uma vingançazinha básica contra o time de carecas? Estou louca para descobrir.  

P.S.3: super interessante a cena de Peter no quarto de September. As paredes forradas de jornal, indicando que os carequinhas de fato se fazem presentes em todos os eventos importantes. Bacana.

P.S.4: e as tulipas brancas na mesa do café da manhã? É tanta referência incorporada no cenário, em Fringe, que minha mente não dá conta de tudo não. Tem como falar algo de ruim de um seriado no qual nenhum ponto dos roteiristas é dado sem nó?

P.S.5: agora que é oficial que estamos vendo os lados A/B remodelados, preciso confessar que sinto falta de algumas coisas “como eram antes”. A maior delas é a relação profunda de amizade entre Astrid e Walter, que eu gostava tanto. Fico triste de saber que isso não voltará mais.

P.S.6: o sinalizador já havia aparecido na 1ª temporada, e deve voltar a aparecer. Qual será a importância do objeto?

CBS anuncia datas dos finais de temporada

Data/Hora 22/03/2012, 19:18. Autor
Categorias Notícias


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23

Após antecipar-se às outras emissoras e anunciar a renovação de vários de seus shows, a CBS anunciou as datas das season finales dos seus programas. E as despedidas já começam no próximo mês. Em 29 de abril a já renovada The Good Wife se despede dessa Fall Season. Na seqüência, é a vez do reality de competição The Amazing Race, cujo último episódio, de duas horas de duração, vai ao ar em 6 de maio. No dia seguinte a comédia estreante – e já renovada – 2 Broke Girls também encerrará a temporada de sucesso, com um episódio de uma hora de duração.

Em 8 de maio vai ao ar a season finale de Unforgettable, que tem poucas chances de renovação. Em 9 de maio CSI se despede da temporada atual, e no dia 10 é a vez de The Big Bang Theory. Ambos os seriados tem retorno garantido na próxima Fall Season.

11 de maio é a data da despedida de um trio. Undercover Boss, CSI:NY e Blue Bloods terão suas season finales exibidas. Das três, apenas a última tem retorno garantido. No dia 13 de maio é a vez de outro reality de competição se despedir da temporada atual. Com um especial de duas horas de duração, mais uma hora da “live reunion” ao vivo, Survivor: One World encerra a temporada.

Em 14 de maio, mais 4 seriados encerram suas temporadas: as já renovadas How I Met Your Mother, Mike & Molly e Hawaii Five-0, e Two and a Half Men, que tem boas chances de renovação.

No dia 15 de maio vão ao ar os últimos episódios das arrasa-quarteirão NCIS e NCIS: Los Angeles. Ambas as séries, que são fenômeno de audiência, estão renovadas para mais uma temporada. No dia seguinte, é a vez da também renovada Criminal Minds, que terá episódio especial com episódio de duas horas de duração.

As despedidas encerram em 17 de maio. Nessa data Rules of Engagement, que ainda está “em cima do muro”; Person of Interest, a estreante de maior audiência da Fall Season, já renovada; e The Mentalist, também com mais uma temporada garantida, terão suas season finales exibidas.

As estreantes Rob e A Gifted Man já encerraram a temporada. O sitcom tem chances de renovação, enquanto que A Gifted Man deve ser cancelada. Já CSI: Miami, que finaliza a temporada em 8 de abril, ainda tem destino incerto.

Com informações do TV By The Numbers.

NBC renova ‘Smash’ para a 2ª temporada

Data/Hora 22/03/2012, 18:59. Autor
Categorias Notícias


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23

O presidente da NBC Entertainment, Robert Greenblatt, anunciou hoje que Smash foi renovada para uma segunda temporada. O drama musical segue a sorte de Grimm, e é a 2ª série da NBC com renovação garantida.

A renovação se deve ao sucesso de Smash com a crítica e com a audiência. A série é o drama n° 1 da NBC em espectadores totais e na faixa de audiência de 18-49 anos. Comparado com o período pré-Smash, o número de telespectadores totais cresceu 100%, e a audiência qualificada (faixa dos 18-49 anos) cerca de 160%. E embora os números tenham caído após a excelente noite de estréia, se mantiveram em um patamar que agradou a NBC.

O seriado, que estreou em 6 de fevereiro nos Estados Unidos, é produzido pela Universal TV e pela DreamWorks TV, e a produção executiva está a cargo de Steven Spielberg, Theresa Rebeck, David Marshall Grant, Craig Zadan, Neil Meron Darryl Frank, Justin Falvey, Marc Shaiman e Scott Wittman. No elenco, Christian Borle, Megan Hilty, Katharine McPhee, Jack Davenport, Jaime Cepero, Brian d’Arcy James e Raza Jaffrey, além das consagradas Debra Messing e Anjelica Huston.

No Brasil o seriado estréia dia 28/03, no Universal Channel, às 23 horas.

Com informações do Deadline, do TV by the Numbers e da página oficial do seriado no Brasil.

Castle – A Dance With Death

Data/Hora 22/03/2012, 13:14. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23

Se Once Upon a Crime foi uma espécie de “tributo”, ou apologia à Once Upon a Time, A Dance With Death foi claramente uma “homenagem” ou uma referência ao novo lead in de Castle, Dancing With the Stars. O reality de competição voltou ao ar nessa segunda-feira, após um hiato de quatro meses, para sua 14ª temporada. E a dobradinha “dança com a morte”/“dançando com as estrelas” rendeu um ótimo saldo para Castle: uma audiência de 11,52 milhões, a maior desde o excelente Cops & Robbers, o 7° episódio dessa temporada.

Mas se a audiência foi fabulosa, o mesmo não se pode dizer sobre o episódio. Referência por referência, preferi Once Upon a Crime. Mas A Dance Wiht Death foi um bom episódio, leve e divertido, com elementos clássicos do seriado – exemplo? A dobradinha Espo e Ryan.

Adorei o caso de Odette, cheio de reviravoltas mas ainda assim plausível. E com um assassino que realmente tinha motivos, e que não apareceu no episódio apenas para ser preso, ao apagar das luzes.

Quem imaginaria que a “queridinha da América” Odette era na verdade Barbra, uma stripper contratada para se passar pela garota problema? (Aqui preciso confessar que a teoria de Castle, complementada por Kate, das irmãs gêmeas separadas no nascimento era ótima). Que sua mudança de comportamento não foi causada pelo seu “encontro com a morte”, mas sim pela falsidade ideológica? E que Odette era, na verdade, a mandante do assassinato do avó, cometido pelo inventariante, que também era seu namorado? Namorado este que resolveu se vingar da stripper suja que estava se passando pela sua amada tresloucada, tirando a pureza de tudo que era de Odette?

Eu não imaginava, mesmo. Embora pudesse apostar no inventariante, mas por outros motivos, como dinheiro. E gostei de terem brincado com o clichê do mordomo no final do episódio. Enfim, um caso legal e bem construído, com um final bem lógico. Adoro.

Assim como adorei a dupla Espósito/Ryan e sua comicidade. Ryan, exalando cheiro de lua de mel, é ignorado pelas suspeitas, testemunhas e interrogadas. Esposito diz que a felicidade causa isso. Mas Ryan decide tirar a prova real e passa sua aliança para o amigo. Era óbvio que ia ficar entalada no dedo, mas nem a obviedade tornou as coisas menos divertidas. Conselho para Ryan: sossegue, e evite o risco de dormir no sofá. Ah, e não preciso nem dizer que ri muito de Esposito dizendo que muitos – NÃO ele – trocariam a visibilidade pela felicidade.

Outra coisa que me agradou foi termos visto mais de Martha nessa semana, e isso sempre é uma coisa boa. Foi engraçado vê-la superando as críticas da afiada Oona, em prol de sua escola de interpretação. A cena do almoço foi muito divertida, e eu ria só de pensar na Martha balançando a cabeça e “batendo asas” com as mãos. Não deve ter sido tão ruim, se ela foi indicada ao Tony. Mas é estranho, ainda assim.

De brinde, ainda vimos mais de Alexis. Tá certo que é bem forçado que ela, a assistente “recém-contratada” de Lanie – e sem qualificação médica, diga-se de passagem – consiga perceber todos aqueles sinais e descubra a morte do vovô. Mas ainda assim gostei de ver Alexis mais presente, participando mais. E orgulhando papai Castle.

E ainda vimos alguns daqueles habituais momentos casckett de troca de olhar, perguntas e respostas fofas. Pra aquecer o coração, ainda que de leve.

Enfim, um episódio bom de assistir, que proporcionou bons momentos de diversão. Bem diferente do que deve ser 47 seconds. O episódio promete bons momentos de tensão. Promete, e eu vou cobrar. E, dessa vez, tenho certeza que Castle pagará. Torço pra que com juros e correção monetária. Então, até lá.

P.S.:Quem não gostou de saber um tiquinho mais de Lanie? Uma bailarina? Adorei! Assim como foi bem bacaninha a cena inicial, na qual ela confessa ser uma fã do reality. Mandou bem, Dra. Parish.

Olivia Wilde volta à ‘House’ para episódio final

Data/Hora 20/03/2012, 21:50. Autor
Categorias Notícias


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Olivia Wilde foi confirmada no episódio final de House. A atriz, interprete da personagem Thirteen, deixou a série para ficar na sua carreira no cinema, e estava afastada de House desde outubro do ano passado, quando fez sua última aparição como a controversa médica.

No seriado, Thirteen, que tem a doença de Huntington, foi demitida pelo Dr. House, para que possa aproveitar plenamente o tempo que lhe resta.

Para os fãs que ficaram tristes pela confirmação de que Cuddy (Lisa Edelstein) não retornará mais para House, a volta de Olívia poderá animar um pouco a despedida do seriado.

Com informações do Zap2It.

 

« Textos mais antigos | Topo da Página | Textos mais novos »