TeleSéries
’30 Rock’ perto de ser renovada para uma temporada final
07/05/2012, 21:39.
Mariela Assmann
Notícias
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De acordo com o Deadline, a NBC está perto de renovar 30 Rock para uma 7ª e final temporada. A emissora já teria renovado o contrato de vários dos roteiristas principais, e garantido a permanência dos co-produtores executivos Jack Burditt e Josh Siegal & Dylan Morgan. A temporada seria reduzida, e teria 13 ou 14 episódios.
O site ainda informou que a novata Whitney não deve retornar para uma segunda temporada, e que o futuro de Up All Night seria incerto, já que seu produtor executivo Jon Pollack co-produzirá Go On, o novo projeto da NBC estrelado por Matthew Perry. Para Community, as chances de renovação seriam de cerca de 50% e a elogiada Parks & Recreation estaria mais próxima da renovação do que do cancelamento.
Vale lembrar que recentemente a NBC anunciou que exibirá Save Me, comédia de Anne Heche; e New Normal, comédia de Ryan Murphy, e Revolution, novo suspense de J.J. Abrams. Com tantas novidades na grade da emissora, alguns cancelamentos deverão ser anunciados. Quais suas apostas?
Grey’s Anatomy – Let the Bad Times Roll
07/05/2012, 18:12.
Mariela Assmann
Reviews
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Tentei bravamente resistir, mas preciso iniciar a review elogiando mais esse episódio de Grey’s Anatomy. A tensão das entrevistas foi muito bem dosada com os momentos cômicos – especialmente de April -, o drama de Arizona foi contrabalanceado pelos momentos fofos de Derek estimulando Mer e Lexie declarando – finalmente – seu amor por Mark.
Primeiro, preciso falar da Bailey. Ela, a Nazi que recebeu os internos lá na saudosa 1ª temporada. E que agora é babá de futuros atendentes (não ficou muito claro se aqueles eram residentes para substituir Karev, Mer, Yang, April e Avery; ou se eram residentes de outros hospitais em busca de vagas para atendentes, no caso de todos os residentes aceitarem empregos em outros hospitais. Mas acho que é a segunda opção que tá valendo). A condição de Miranda me desgosta, um pouco. Antes ela era toda badass e confiante, e agora ela é insegura, surta em momentos de tensão e tá longe de ser AQUELA cirurgiã geral. Se tem uma coisa que quero ver na próxima temporada, acreditando que Chandra permanecerá no elenco, é o renascimento da Bailey “quase Nazi”. Ela merece.
E confesso que torço para que os cheiradores de pão fiquem bem longe do Seattle Grace. Impossível aceitar que algum daqueles almofadinhas esnobes (como se desse pra perceber isso daquelas poucas cenas. Mas ainda assim, achei isso) substitua nossos queridos. Se algum deles aceitar oportunidades profissionais fora do SGMW, que contratem alguém capaz de substituir o “fujão” à altura.
Dito isso, preciso confessar que também estou torcendo pra que a Julia fique bem longe do Mark. Alguém mais achou muito bonitinha a declaração da Lexie pro Sloan? Alguém mais achou hilária a cara de “e agora, o que eu faço?” do Mark? A declaração da Lexie foi meio “adolescente apaixonada”, mas é natural que seja assim. Ela sempre é meio atrapalhadinha nos relacionamentos afetivos dela, e as palavras dela foram uma espécie de desabafo, depois de meses e mais meses fingindo não sentir mais nada pelo amor da vida dela. Eu, que estava cética quanto ao retorno do casal, tô torcendo muito pra que eles reatem ainda nessa temporada. E ganhem bastante destaque na próxima.
Falando em destaque, o desse episódio ficou com Avery, April, Yang, Karev e Meredith. Todos eles se submeteram à prova de fogo que foram as baterias de teste, e alguns sairam mais chamuscados que outros. Mas antes de falar do resultado final, é preciso falar das reações de cada um.
Alex – como já suspeitávamos por aqui – acabou conseguindo fazer os testes. Perdeu a 1ª parte da prova, mas demonstrou competência e atitude nas seguintes, inclusive quando foi mais duro com seus avaliadores. Ele passou pelas provas, e o resultado foi muito merecido. E é inegável que nosso adorável ogro evoluiu e amadureceu muito como médico, e que não mede esforços para salvar seus pacientes – ou permanece com eles até o final. Parabéns, Karev. Torcíamos por você.
Yang não teve problemas com conteúdos e procedimentos, como esperado. Seu problema foi quanto à sua atitude, o que também não é novidade. A postura “sei de tudo e estou ciente disso” de Yang não agrada à todos. E o examinador “velha-guarda” não ficou nem um pouco empolgado com as atitudes de Cristina. Mas ela passou, e qualquer resultado diferente disso seria uma tremenda injustiça. Então parabéns, Cristina. Nós já sabíamos.
Avery sentiu o peso do sobrenome e do comportamento da mãe e quase dançou. Médicos precisam estar atentos, ainda que o mundo esteja ruindo à sua volta. Mas depois do empolgante encontro do pretendente à cirurgião plástico com April, no banheiro masculino, as coisas se acalmaram e Jackson manteve a tradição da família. Parabéns, Avery. Esperamos que você e sua mamãe se cruzem muito pelos corredores do Seattle Grace na próxima temporada.
April surtou. E suou. Misturou ciência e religião, Jesus e sexo. Fez uma salada de todos os ingredientes e comeu até se lambuzar. A menina surtou, simplesmente. Demonstrou todo seu despreparo emocional perante situações de estresse e sucumbiu. Quer dizer, ao que tudo indica. Porque podemos, por enquanto, apenas supor que ela reprovou nos testes, já que tínhamos a informação de uma reprovação. Mas houve apenas uma cara de espanto, nada mais que isso. Então podemos ter algum tipo de surpresa no próximo episódio. Se ela realmente não passou, que receba o nosso “sentimos muito”. Mas ela mereceu falhar, na minha opinião.
Meredith mostrou garra, fibra, determinação (méritos dela, ainda que o maridão querido tenha dado aquela ajudinha com a metáfora do espelho). Amo mais a personagem a cada episódio. Mesmo vomitando, ela foi lá e fez. E, sadicamente, respondeu só perguntas sobre estômago. Mas deu seu recado, mandou os avaliadores lidarem com o vômito – afinal, eles são médicos – e foi aprovada. Parabéns Mer! Você mereceu, e muito. Torcíamos demasiadamente por você.
O mais triste do episódio foi ver Arizona, a doce, sofrer com o drama do amigo de infância, que está à beira da morte. E isso serviu para a loira reviver a morte do irmão. Acho que vem mais drama por aí, que essa história ainda não está finalizada. Só nos resta aguardar as emoções, literalmente, do próximo episódio.
Semana que vem vai ao ar Migration. Será que finalmente descobriremos quem migrará do Seattle Grace? É, as despedidas estão chegando.
P.S.: você também estão achando bonitinho o “namorinho” do Chief com a Mamãe Avery? Eu tô curtindo demais.
Castle – Headhunters e Undead Again
04/05/2012, 17:20.
Mariela Assmann
Reviews
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Estou muito em dívida com os leitores das reviews de Castle. Meu tempo diminuiu consideravelmente nas últimas semanas, e acabei não tendo muita disposição para escrever. Mas as coisas estão entrando nos eixos, o que significa que a review da finale sairá rapidíssimo. Podem cobrar. Então, como não falei de Headhunters, vou dar uma comentada – rápida e básica – sobre o episódio, antes de falar de Undead Again.
Em Headhunters tivemos a aguardada participação de Adam Baldwin, que dividiu com Nathan Fillion os sets de gravação de Firefly. O ator deu vida ao detetive Ethan Slaughter, o novo parceiro – temporário, graças! – de Castle. E essa parceria só foi possível porque a dinâmica de Castle e Beckett ficou bem comprometida após o escritor descobrir que ela lembra da declaração de amor.
O episódio foi uma comédia só. A dinâmica entre a dupla Slaughter e Castle foi ótima, e rendeu cenas divertidas e engraçadas. O detetive Ethan tem métodos bastante diferentes de investigação, e a coisa ficou tão séria que foi preciso aquela intervençãozinha básica de Beckett pra livrar a cara – e garantir a sobrevivência – de Castle. E, ainda por cima, pra garantir que um inocente não fosse parar atrás das grades.
Mas a intervenção de Beckett não significou que as coisas voltassem ao normal entre nossa amada dupla. E em Undead Again Castle parte para aquela que promete ser sua última investigação junto de Kate. E isso só porque Martha cobrou maturidade do filho, alertando que sua ausência nada mais era do que uma forma de punir Beckett pela dor que ele estava sentindo. Senão ele teria ficado em casa, fazendo birra.
Foi, mais uma vez, um episódio divertido. É sempre tão engraçado quando Castle embarca nas teorias furadas que ele cria, nem que seja apenas para ver Beckett contrariada – como ele mesmo confessou para Ryan. O caso foi interessante, e no final das contas o culpado era o playboy, e não o zumbi. Mas durante a investigação pudemos viver todo aquele clima The Walking Dead com recursos financeiros limitados e nos divertir bastante. É cada filosofia de vida que aparece em Castle…
E Castle, que se dedicou ao máximo para encerrar satisfatoriamente as investigações do seu último caso, permaneceu. Porque assim como quem não quer nada Beckett achou um jeitinho de pegar um gancho numa fala sobre terapia e dizer para Castle que através dela conseguiu lidar com tudo – sim, TUDO – que aconteceu no fatídico dia do tiro, e que aquele famoso muro já não é tão mais resistente assim. É, ela não retribuiu o eu te amo, ainda. Mas deixou bem claro para Castle que a assimilação de todos aqueles eventos levou um tempo, mas que o processo está encerrado.
Ou seja, as coisas estão mudando entre eles. Evoluindo. Sairam daquela mesmice que eu tanto mencionei. Agora só não pode haver retrocesso. Ainda que nada aconteça entre eles, a dinâmica não pode voltar para aquele antigo “raspas e restos me interessam”. Por que não nos interessam mais. (Exagerei, interessam sim. Mas se quiserem servir a refeição completa, não me oporei).
Outra coisa que mudará, agora, é a dinâmica entre Castle e Alexis. A garota definitivamente cresceu, e é chegada a hora de ir para a faculdade. E o distanciamento exige amadurecimento de Castle, também. Ele precisará respeitar o espaço da filha, que é também sua maior parceira de brincadeiras. E vai ser bem interessante acompanhar essa nova fase de Alexis na 5ª temporada, e ver as reações de Castle e Martha à ela.
Na semana que vem, o último episódio da inconstante – para mim – 4ª temporada. Assisti a promo e posso afirmar que o episódio promete – e muito. Se entregar tudo aquilo que está vendendo, deve ser o melhor da temporada, e ainda nos deixar ansiosos por setembro. Então, até semana que vem!
P.S.: em menos de duas semanas a ABC deve anunciar os cancelamentos e renovações. A renovação de Castle é dada como certa, e os altos índices de rating e de audiência do seriado fazem os fãs respirarem mais aliviados.
CW renova ‘The Vampire Diaries’ e ‘90210’
03/05/2012, 17:11.
Mariela Assmann
Notícias
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Hoje é dia de renovações na CW. Além de anunciar a renovação de Supernatural, a emissora também garantiu novas temporadas para The Vampire Diaries e 90210.
O drama sobrenatural vai para sua 4ª temporada, enquanto que o drama adolescente teve garantida sua 5ª temporada. Ainda não houve nenhum pronunciamento sobre a renovação das outras atrações do canal (Nikita, The Secret Circle, Hart of Dixie e Gossip Girl).
Game of Thrones – The Ghost of Harrenhal
01/05/2012, 17:17.
Mariela Assmann
Reviews
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E eis que chegamos, prematuramente, à metade da 2ª temporada de Game of Thrones. The Ghost of Harrenhal foi um episódio com um ritmo um pouco mais lento, mas que deu um bom andamento na trama e sugeriu por quais caminhos andará o restante da temporada.
E logo no início do episódio, uma surpresa (ou teria sido, se eu não tivesse visto um spoiler ingrato no Twitter. É pra ter esse tipo de surpresa que tenho evitado a leitura do 2° livro): a morte de Renly pelo belo filho de Melisandre e Stannis. A sombra do mal adentrou a tenda do autoproclamado Rei e assassinou o jovem Baratheon. Isso tudo logo após ter ficado alinhavada uma aliança entre ele e o Rei do Norte, o que garantiria a vitória sobre Stannis e até mesmo a tomada de Porto Real. E como desgraça poupa é bobagem, a leal Brienne foi culpada pela morte do seu Senhor, e nem mesmo as palavras de Catelyn seriam suficientes para garantir a sobrevivência da guerreira. Resultado? A fuga das duas. Agora Brienne tem uma nova Senhora – a brava Catelyn Stark. União muito bem vinda, que trará bons frutos, creio eu.
Outro resultado da morte de Renly foi a rendição dos seus vassalos (com exceção dos Tyrrels, que voltaram para Jardim de Cima, após a intervenção rápida de Mindinho) à Stannis, que agora ruma para Porto Real – por terra e mar – para tomar a capital e derrotar os Lannister, pegando de volta o Trono de Ferro. Quem não está curtindo nem um pouquinho essa maluquice de filho das sombras e Senhor da Luz é Sor Davos – o único que consegue ver claramente, naquele antro de fanáticos -, que tenta abrir os olhos de Stannis e fazê-lo perceber que Melisandre é uma ardilosa estrangeira, e que levá-la para a capital significaria entregar a vitória nas mãos dela. Stannis até prometeu deixar a bruxa de vermelho longe da capital, mas duvido que ela aceite essa decisão passivamente. Agora é aguardar os desdobramentos dos próximos episódios.
Quem também partiu para a guerra foi Theon Greyjoy, que na melhor vibe “mostrar que é um homem das Ilhas de Ferro” resolve atacar o Norte, para surpreender o pai e ganhar a lealdade dos seus comandados. É, ser o capitão da Cadela do Mar mexeu com a cabeça do menino (com o auxílio do esperto Dagmer), que resolveu bagunçar com tudo e atacar as terras do seu “irmão” Robb. E agora cabe à Bran tentar resolver a situação – alguém mais achou o cúmulo da fofura ele discursando sobre defender os vassalos? Não sei se os 200 nortenhos serão suficientes para tal tarefa, nem faço ideia do que virá a seguir. Só sei que tenho medo – e muito – dos sonhos esquisitos do menino. E tenho medo de Rickon, que tá muito estranho (mais ainda). Catelyn, corra para casa. Seu caçula precisa mesmo de você.
Outra que está ainda mais esquisita é Cersei. A Lannister tem andando com muita cara de louca, e não está lidando bem com o fato de ver Myrcella enviada para fora de Porto Real. Além disso, a loira não confia no irmão, e acaba acobertando as burradas do Rei (estúpido e arrogante) Joffrey. E chegamos, nesse ponto, à Tyrion, inevitavelmente. Lancel Lannister mostrou que tem seu valor, e entregou a informação ocultada por Cersei. Joffrey pretende defender a capital com fogovivo, substância perigosa – e quente – preparada pelos Pyromancers, e que garantiu, segundo a lenda, o poder dos Targaryen por muito tempo. E Tyrion, do alto de sua astúcia, dominou a situação e agora possuiu, em seus domínios, um estoque considerável da “poção”. Ainda não sei como ela será utilizada, mas vindo do Duende, a coisa só pode ser boa.
Coisa boa também resultará da “aliança” entre Jaqen H’ghar e Arya. O papo entre eles foi interessante, e mais ainda o fato de que a pequena pode escolher 3 homens para morrer, em troca das vidas que poupou do Deus Vermelho. O primeiro foi o Cócegas, quem serão os dois seguintes? Torço para que a Arya use melhor seu poder de escolha, por que Jaqen já mostrou que pra ele promessa é dívida.
E falando de Arya, não sei se a esperteza dela será páreo para a de Tywin, que é astuto que só. Mas a pequena merece todos os aplausos do mundo por manter a tranquilidade mesmo quando sob inquirição. E ainda acho que ela achará uma forma de usar a seu favor todas as informações sobre a guerra de Robb contra os Lannister a que está tendo acesso. Torço por isso.
Minha torcida também vai para Khaleesi. Para que ela mantenha a cabeça no lugar e não se deixe levar pelas promessas “fáceis” de Xaros. Eu ainda não consegui decidir se podemos confiar ou não no habitante de Qarth, mas se eu fosse a platinada segurava mais um pouco e dava ouvidos a Mormont. Também acho que rola uma paixãozinha básica ali, mas isso não impede que o cavaleiro tenha a cabeça no lugar e dê os conselhos mais sábios para Daenerys, sempre. E também não estou preparada para ver a loirinha casada com outro que não Drogo (que o grande Khal cavalgue eternamente). Então, acho melhor ela esperar os dragões crescerem mais um pouquinho e tomar Westeros. Porque se tem uma coisa que concordo com Mormont é o fato de que além de temida, a loirinha seria admirada. Dany é admirável, espero que continue assim.
Finalizando os comentários, é preciso falar das tropas da muralha, que estão em jornada pela imensidão branca. Qhorin Meia-Mão chegou para ajudá-los, e o embate com os selvagens se aproxima. Snow, que agora é um patrulheiro, ajudará a abater os sentinelas. To ansiosa para ver essa batalha, e pelos três toques de chifre. Que o inverno chegue, definitivamente, com o soar das trombetas. Eu sei que já disse isso, mas mal posso esperar.
P.S.1: tive que rir de Tyrion vendo a população chamá-lo de macaco demoníaco. O povo, cego como usual, não consegue ver que a maldade de Joffrey não é controlada nem controlável. Realmente, o Rei é podre. A mais perdida das causas.
P.S.2: Arya muito séria, olhando para Tywin com um olhar penetrante: “qualquer um pode morrer”. Quem mais sentiu o tom de ameaça? Tem como não amar a pequena Stark?
P.S.3: para evitar a fadiga dos fãs a 3ª temporada de Game of Thrones já foi anunciada pela HBO. E a emissora foi brindada, no último domingo, com a maior audiência do seriado – 3,9 milhões de espectadores. A produção merece.
Fringe – Worlds Apart
01/05/2012, 14:14.
Mariela Assmann
Reviews
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26 de abril de 2012, o dia do tão esperado anúncio: Fringe foi renovada! Teremos uma 5ª temporada com 13 episódios, o que significa que a série encerrará exatamente no 100° episódio. Será épico ou será épico? Mas mais do que o fim do nosso sofrimento com o medo da despedida prematura, o cancelamento significa que os roteiristas terão o tempo necessário para dar ao seriado o final que ele merece, depois de 4 temporadas tão brilhantes. Então, obrigada Fox. Seremos eternamente gratos pela chance.
E a renovação não foi a única boa notícia da semana. A outra foi saber que Worlds Apart foi mais um belíssimo episódio, com uma atuação magistral do Noble – todos os prêmios do mundo para ele – e que deu bom andamento na trama do nosso adorável vilão. Mas como nem só de boas notícias vive o mundo – ou melhor, os mundos -, tudo indica que nos despedimos de Bolivia e companhia, e não veremos mais o universo B, azul ou alternativo. Walternate, Lee e Astrid Biônica? Não mais. E o sentimento de vazio ainda é grande. Eu estava definitivamente apegada no povo do lado de lá.
Walter sonhou. E como ele é brilhante até mesmo sonhando, sua teoria foi levada em consideração. Jones pretende colapsar os universos, causando a destruição de ambos. Mas além disso que criar um novo mundo, que será devidamente repovoado com suas criaturas bonitinhas e amáveis, que estão na “arca de Noé” do vilão. Aqui poderíamos pensar: e como ele sobreviverá para tanto? A resposta está em Welcome to Westfield, o lindo 12° episódio dessa temporada – ele criará um vórtice que o manterá a salvo. Nada como ter sonhos pertinentes…
O caso da semana, que envolveu as duas Fringe Division, teve relação com as crianças cortexiphan, e explicou o caminho que Jones está fazendo para destruir os universos. E o destaque Nick Lane, que em um dos universos foi colega de Lee, e no outro foi amiguinho de Liv. O Lane tratado a base de cortexiphan teve graves efeitos colaterais. Ele se transformou em um empata, e suas emoções afetavam aqueles a sua volta. O suicídio da irmã o traumatizou. E é aí que entra Jones, que ensinou Lane a controlar suas emoções e permitiu que sua vida melhorasse. E que, além disso, incutiu no empata um ódio irracional pelo lado B e a guerra causada por ele. Assim, Jones passou a ser o cara bonzinho – como já havia acontecido no controle à Canaan. Do outro lado, os malvados Bell e Walter, que utilizaram o menino como cobaia – a cara de culpa de Walter foi de dar dó.
Ainda assim, eu acreditei que Lane colaboraria com Olivia. Mas me enganei feio, e o que temíamos aconteceu: a ponte entre os universos precisou ser fechada, para evitar o perecimento de ambos. A cura do universo B ficará suspensa. E eu também, assim como Walter, temi que Peter desaparecesse quando a máquina fosse desativada. A cena na qual o pessoal do lado A é exibido, em fila, me causou tensão demais. Foi crueldade ficar esperando a hora do Peter aparecer, mas ele estava lá. Ufa.
E vocês notaram que aparentemente os planos de Jones só serão possíveis graças às crianças cortexiphan (vilão inteligente esse!)? Pra mim, isso pode explicar a ligação de Bell com a história toda. Nós estávamos indagando qual a participação dele nos eventos de Letters of Transit. E as especulações cresceram assim que descobrimos que o o código da semana foi ALIVE. Considerando que Bell teria ligação com o que aconteceria/acontecerá com Olivia em 2015, ele precisa estar vivo – lembremos que ele ficou preso no âmbar. Assim, o alive pode dizer respeito a ele. E uma possível explicação da participação dele na destruição do mundo – como o conhecemos – poderia ser no sentido de fornecer à Jones, conscientemente, as armas das quais ele necessita para causar o “apocalipse”. Tudo, desde 1980 e poucos, teria sido feito de caso pensado, por Bell. Faz sentido? Pouco, já que essa teoria tem muitos furos, como por exemplo o porquê de Walter desconhecer as intenções do parceiro. Mas não consigo pensar em nada menos mirabolante e mais plausível, então compartilhei com vocês. Por que em se tratando de Fringe, nunca me importo de estar errada, de levar bordoada dos produtores. É uma das coisas mais belas de assistir a série, pra mim.
Acho que o ponto alto do episódio foi a interação entre os duplos (o ponto altíssimo, porque ponto alto foi o episódio inteirinho). Adorei muito a dinâmica entre Walter e Walternate. Achei que os dois superaram, à sua maneira, os problemas que os colocaram em lados opostos, e conseguiram encontrar um equilíbrio respeitoso. Com o tempo, talvez até mais que isso surgisse da relação dos dois, embora eu considere que eles nunca seriam amigos. Mas – eu chorando – talvez nunca tenhamos a oportunidade de comprovar essa minha suposição.
Amigas se tornaram as Astrids. E amigas se tornariam as Olivias, tenho certeza. Apesar de ter sido meio esquisito, adorei o papo sobre arco-íris. Amei uma confessando para a outra que desejaria ter características que a outra tem. Foi lindo ver aonde elas chegaram, depois de tanta coisa. Sei que muito do que afastou elas no passado não aconteceu, mas Olivia tinha a recordação de tudo. E mesmo assim houve cumplicidade, e até afeto. Torcida mútua por um futuro melhor. Foi lindinho.
Assim como foi lindinho ver a confirmação do que todos já sabíamos: Lee pertence ao lado B, o seu lar. E mesmo arriscando queimar a língua, creio que shippar ele e Bolivia seria um negócio de sucesso. Vai rolar a procura por apartamento. Mas no futuro, para evitar a fadiga – e as contas duplicadas – o endereço de ambos acabará sendo o mesmo. E mais uma vez fico chateada de pensar que talvez não vejamos isso. Vocês percebem a crueldade do destino? As coisas continuarão acontecendo, no lado B. Pessoas nascerão, pessoas crescerão, pessoas se relacionarão. Nós simplesmente não veremos isso – o que explica o fato de em 2036 só ter aparecido o Universo Azul. Ou talvez veremos. Por que esse clima de despedida pode ser apenas um joguinho, e nos reencontrarmos todos no futuro. Cruzei os dedos na sexta-feira, já.
Na semana que vem vai ao ar a 1ª parte de Brave New World. Pela promo, vai ser um episódio daqueles.
P.S.1: e a audiência cresceu mais um pouco essa semana. A renovação fez bem para a audiência, afinal. Aparentemente pessoas mais felizes assistem mais televisão.
P.S.2: Brave New World é o nome da famosa obra de Aldous Huxley publicada em 1932.
Grey’s Anatomy – Moment of Truth
30/04/2012, 00:25.
Mariela Assmann
Reviews
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É chegada a hora da verdade. E a verdade é que seguindo a tendência dessa 8ª temporada, Moment of Truth foi mais um excelente episódio. Cheio de momentos de tensão, em razão das provas dos nossos cinco “guerreiros”. Com alguns momentos fofos e outros mais quentes, de pegação. Com a triste partida de Tommy. Mas leve e divertido, por outro lado.
A maior responsável pelos momentos cômicos da semana foi Callie. Ela incentivou Mer a ir para São Francisco, mesmo com Zola doente. O incentivo foi a promessa de que Zola ficaria muito bem cuidada por todos os médicos da “grande família” que Derek e Mark formaram. Tudo isso só para virar as costas no momento seguinte, com medinho da infecção viral da Zola. Papai Derek teve que se virar sozinho, e o resultado disso foi Zola vestida de abelha no final do episódio, pois suas roupas estavam todas vomitadas. E ficou tão bonitinha nossa abelhinha Zozo. Callie ainda passou o episódio inteiro dramatizando a briga entre Owen e Teddy, tudo para garantir que Miranda tentasse colocar um fim na disputa entre os ex-amigos. E a morena conseguiu o que queria. Ponto para Callie.
Também ri muito da April em Moment of Truth. E desde o início do episódio, confesso. Ela chorando e sendo incentivada por um já impaciente Owen foi impagável. O fora da ruivinha com o concorrente à vaga de emprego também foi engraçado, mas ainda mais hilário foi o surto dela no bar, distribuindo socos e agindo como uma perfeita louca. E não é que a confusão toda serviu para acender algo há muito apagado naquele corpo, e a chatinha oficial de Grey’s Anatomy deixou o time das virgens – que agora está sem representante, pelo que me consta -? As risadas finais foram para o papo de Jesus. Como assim, April? Estava claro que o pós-sexo com Kepner não seria normal, mas eu nunca cogitei essa explicação para a virgindade dela. A ruiva perdeu o controle, e prevejo momentos tensos na prova oral.
E se Kepner perdeu o controle, acho que o mesmo não aconteceu com Jackson. Apesar de pegar a mãe vestida com a camisa de Richard, ser ignorado por April e ver seu lápis da sorte esfacelado, acho que ele vai se dar muito bem na prova, já que manteve a confiança. E torço por ele, de verdade. De todos os residentes oriundos do Mercy West, ele é o que tem meu afeto.
E além do meu afeto, ele tem toda a afeição de Sloan, que andava meio sem rumo ao perder seu residente favorito. Tão sem rumo que ele resolveu procurar a dona do seu coração – Mark, esse rolinho com a Julia não nos engana – e confessar que sente sua falta, rendendo os momentos mais fofos da semana. Os fãs de Slexie certamente ficaram mais felizes e esperançosos após Moment of Truth, ainda que tenha havido aquele momento básico “Lexie sofrendo por Mark” no final do episódio. Momento que eu adorei, e não por sadismo, mas por achar muito legal quando rolam esses momentos “irmãos” entre Lexie e Derek. Acho que logo Mark ficará solteiro, Lexie conseguirá dizer que não ama o Avery, mas sim seu mentor, e eles se pegarão. Ainda nessa temporada.
E rivalizando com a fofura de Slexie, Meredith e Cristina. Sério, como lidar com a amizade das duas? O papo pela porta foi lindinho demais, especialmente a parte em que Mer diz que se Yang for embora, não será apenas Owen que ficará para trás. Tem como não amá-las? Não tem, especialmente porque elas estão sempre ao lado uma da outra nos momentos de precisão, ainda que isso signifique visitar a amiga com máscara e luvas cirúrgicas. Graças a Yang foi possível Meredith ir fazer a prova, ainda que os cuidados de Cristina não tenham resultado na cura de Meredith. O que leva à uma teoria inevitável: os culpados pelos enjoos seriam Zozo e o maléfico vírus, ou Derek e o bebê que vem por aí? Pois é, acho que agora que Mer e Der não se preocupam mais em garantir uma gravidez, eles conseguiram. É apenas uma teoria, e estou tentando não me apegar muito nela. Mas seria lindo demais, e ainda garantiria – eu acho – a permanência do casal em Seattle e, com isso, Pompeo e Dempsey na próxima temporada.
E por falar em amizade, acho que finalmente Teddy tentará se reaproximar de Owen. Depois de ouvir as sábias palavras de Bailey e voltar para a realidade, Teddy se aproximou de Hunt, ainda que rapidamente. Eles se reaproximarão logo, creio eu. O que pode ser um indício de que as especulações daqui e daqui estão corretas.
Falando em especulações, muito se falou que algum dos residentes não passaria nas provas. E creio que Alex não passará, de fato, já que não chegou a tempo para o teste. Talvez Arizona mexa os pauzinhos e consiga que o coração de manteiga seja entrevistado, já que a ausência dele se deveu ao zelo excessivo com um paciente. Mas não sei se isso irá acontecer mesmo. Só sei que é a cara do Alex voltar para Seattle para acompanhar Tommy, ainda que isso custe a sua carreira – ele vive fazendo coisas que poderiam custar a carreira. E é por essas e outras que amamos tanto Karev, o ogro com o maior coração do mundo.
Nessa quinta-feira tem episódio novo, Let the Bad Times Roll. Descobriremos como foram as temidas provas orais, e quem segue adiante e quem fica. Mais alguém suando frio?
P.S.1: R.I.P Tommy. Estávamos torcendo por você.
P.S.2: pra evitar a fadiga, não falarei de Crowen nessa review. Só afirmo que acho que, contrariando o que eu afirmei anteriormente, eles voltarão. Em breve, e após uma decisão consciente de Yang.
P.S.3: só mais três episódios para o final de temporada? Quero uma 8ª temporada eterna, tem como?
P.S.4: adorei o plot de Richard e Mamãe Avery. Quero ela fixa na 9ª temporada. Favor providenciar, produção.
Game of Thrones – Garden of Bones
26/04/2012, 12:10.
Mariela Assmann
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Sentimos saudade dela na semana passada então… bem vinda de volta, Khaleesi. A mãe dos dragões mostrou que mesmo suja e esfarrapada tem fogo correndo nas veias. Achei sensacional o papo de Daenerys com os trezes, guardiões de Qarth. A loirinha achou que tudo seriam flores, já que ela é uma Targaryen e possui 3 simpáticos dragõezinhos. Mas o mercador deixa bem claro pra ela que as coisas não são bem assim, e que se de onde ela vem é tão melhor, ela que retorne para lá. A sorte da Khaleesi foi ter arrumado um aliado de peso, que deu seu sangue – literalmente – para permitir a entrada de Dae e seu khalasar na magnífica cidade de Qarth. Tivemos apenas um vislumbre do cenário mas UAU, que vista. Parabéns, mais uma vez, para a produção de Game of Thrones, sempre perfeita na escolha dos cenários e nos efeitos visuais. E, por fim, Só nos resta agradecer a Xaro Xhoan Daxos por não permitir que a brava platinada perecesse no jardim dos ossos.
Outro que deu as caras no episódio após uma folguinha na semana passada foi Robb. E em grande estilo, mandando lobos e homens pra cima do acampamento Lannister. Cena bacaninha. Acho interessante quando eles mexem com essa questão dos lobos, só de imaginarmos que há um lobo gigante por perto o clima da cena é outro. Pena que de luta vimos pouco, o resto foi paquera entre Robb e a enfermeira, que acha que a guerra do Norte contra Joffrey é a mãe de todos os males do mundo, mas que apesar disso deu um toque valioso para o Stark: e depois de derrotar o Rei, o que ele fará com o Trono de Ferro? A enfermeira deve voltar, e essa história promete render.
E, falando em Joffrey, o que dizer das cenas do petulantezinho? Nossa, minha raiva por ele cresce muito a cada episódio. Primeiro, ele mandou dar uma surra em Sansa, para “gritar mais alto” e mandar uma mensagem ao Rei do Norte. Depois, ele comandou uma sessão de tortura com as prostitutas, que deveriam acalmar sua sede por sangue. A maldade mora naquele corpo. Repugnante, asqueroso.
E se odeio mais o Joffrey a cada segundo que passa, meu amor por Tyrion segue o mesmo caminho. Todos os prêmios para Dinklage, que está fazendo um trabalho ainda melhor que na primeira temporada, o que parecia impossível. Tyrion defendendo Sansa foi incrível (e constatando que a “submissão” da garota talvez permita que ela viva). Adoro quando ele coloca o sobrinho no chão – ainda que isso tenha despertado a ira do idiota platinado. Mas a cena dele com o primo que ocupa o leito de Cersei, na ausência de Jaime, foi ainda mais brilhante. Que raciocínio, Tyrion. Que capacidade de ler o jogo do poder. Que astúcia. Assim, o nosso amado duende vai longe, muito longe.
Quem, aparentemente, terá uma jornada não muito longa assim é o simpático Renly – a piada do reino, já que leva espetadas inofensivas de Loras há muito tempo. Apesar de suas tropas serem maiores, dele contar com o apoio de boa parte do Reino e de algumas de suas principais casas, de sua guarda contar com a feroz Brienne, e de sua esposa ser muito esperta, seu irmão Stannis tem um trunfo em seu favor. E que trunfo.
Um trunfo sobrenatural, saído diretamente do ventre da ardilosa Melisandre, que despiu o vermelho para parir uma criatura enviada pelo Senhor da Luz, embora tenha cara de Senhor das Trevas. Muito asquerosa aquela coisa. Ainda não sei como o bichinho será utilizado na guerra pelo Trono de Ferro, mas ele deve fazer alguma diferença. E sinto que o próximo a se assustar com sua aparência – pobre Davos! – será Renly.
E por falar em Renly, seu acampamento anda movimentado. Semana passada Catelyn apareceu por lá. E agora Mindinho resolveu dar as caras, e ouviu umas verdades do jovem Baratheon. Mas sua missão era com sua amada Lady Stark, e Mindinho mentiu na cara dura ao afirmar que Sansa e Arya estão na Capital, e bem. Nossa, esse é outro que só desperta meu asco. Além de mentir sobre Arya estar cativa, ele ainda sugeriu que a morte de Ned tenha sido um facilitador pra sua união com Lady Stark. Nojo! Pelo menos ele entregou os restos mortais do Stark pra esposa, que ficou bem balançada com a proposta de entregar Jaime em troca de Arya e Sansa. Mal ela sabe que a pequena brava anda em terras distantes…
… e fétidas, feias e amedrontadoras. Conhecemos Harrenhal, forjada pelo fogo dos dragões que a atacaram. E e lá que as tropas Lannister fiéis a Joffrey fazem de tudo um pouco com os prisioneiros, em se tratando de tortura. E o estômago de Gendry só não virou comida de rato graças ao timming de mais um personagem que resolveu dar as caras nessa temporada: o poderoso Tywin Lannister. Ele, que é mais esperto que todos os seus subalternos e percebeu, prontamente, que Arya é menina e deve ser copeira. Essa proximidade da pequena Stark com Tywin não tem como trazer bons frutos. Quanto tempo mais Arya conseguirá esconder seu sobrenome e sua origem?
No próximo domingo será exibido The Ghost of Harrenhal, o 5° episódio dessa segunda temporada. E chegaremos a metade dela – tão cedo? – com uma certeza. Será mais um episódio daqueles, que nos fará ansiar loucamente pelo próximo domingo. Nunca os domingos foram tão aguardados.
P.S.1: alguém sentiu muita falta de Snow? A história além da muralha, cujo desenrolar eu esperava com tanta ansiedade, estava meio chatinha e paradona. Espero que no próximo episódio esse plot volte com tudo.
Grey’s Anatomy – The Girl With No Name
24/04/2012, 17:43.
Mariela Assmann
Reviews
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O dia das provas está chegando. Nossos amados residentes estão se fazendo entrevistas e se preparando para a mudança. Estão mudando. Se preparando para partir, talvez. Ou ficar, quem sabe. Até o final da temporada, em 17 de maio, são mais 4 episódios. Só mais 4 episódios. E o clima de nostalgia começa a tomar conta dos fãs do seriado, assim como a apreensão. Shonda é conhecida como Drama Queen e não é de graça. Sempre que uma season finale se aproxima, os canais lacrimais começam a trabalhar mais, e os corações batem descompassados.
Quem não sobreviverá? Quem irá partir? Quem fracassará, e ficará? E quem irá optar por ficar? São tantos questionamentos, e tantas incertezas. De certeza, apenas uma: mudar é preciso. E é para isso que estamos sendo preparados.
Nesse momento de Grey’s Anatomy, todos somos um pouco Holly. É óbvio que não estou falando da parte da tortura, do abuso físico e psicológico. Estou fazendo uma relação com a resistência à mudança. Assim como Holly teve medo de enfrentar o desconhecido e ficar presa em uma rotina – ainda que extremamente cruel para ela -, nós também temos. Temos receio de, ao apagar das luzes, deixar nossos personagens tão queridos partirem. Acompanhamo-os há oito longos anos. Sofremos e vibramos com eles, rimos e choramos. E agora é chegada a hora de encerrar um ciclo. E sabem porque tenho tanta certeza do “fim”? Porque essa deslumbrante 8ª temporada tem cara disso. De encerramento de ciclo. De junção de pontas separadas, de pingos nos is. De pontos finais. De largar o coelhinho de pelúcia para trás e rumar para o desconhecido.
Está se falando por aí em uma season finale mais traumática que a da 6ª temporada (Deus, isso existe?). Está se falando em morte relevante. Está se falando em saída de atores importantes do elenco. E aí todos nós nos perguntamos “o que será de Grey’s Anatomy?” Lutamos bravamente, mesmo que no nosso íntimo, e não queremos deixar “o nosso seriado”, como o conhecemos, ir embora. Nos achamos no direito de decidir quem vive e quem morre. Mas não o temos.
É chegado o tempo, então, de sermos mais Richard. Precisamos olhar para a série, aceitar que as coisas mudam e que, muitas vezes, mudam para algo com o qual não estamos acostumados, para algo que não desejamos, até. Mas devemos aceitar que certas coisas fogem do nosso controle. Devemos nos resignar, e torcer pelo melhor. Ainda que o melhor não seja o melhor que nós sonhamos. Ainda que isso signifique ver a esposa com Alzheimer infeliz nos seus braços, e gentilmente cedê-la para sua nova paixão.
Devemos ser mais Meredith Grey. Temos, agora, e depois de tanto drama e perda, nossa família feliz. Nossa amada personagem sombria e obscura anda toda sorridente pelos corredores do Seattle Grace Mercy West. Mas ainda assim, ela precisa seguir adiante, mover-se para a frente. Permanecer no lugar não é a melhor opção, não sem antes tentar o novo. Deve-se mostrar amadurecimento, crescimento. Fazer escolhas – ou no nosso caso, aceitá-las -, ainda que isso coloque em risco tudo aquilo a que estamos acostumados. Nossa pequena e adorada família feliz. Temos algo ótimo, relutamos em abandoná-lo. Mas é preciso, pois o futuro pode nos reservar algo ainda melhor – como desejo realmente que seja o futuro de Mer, Derek e Zola.
Se eu conseguirei fazer isso? Provavelmente não. Chorarei agarrada em uma caixa de lenços de papel em nos últimos episódios, e xingarei muito a Shonda se morrer quem eu achar que deveria viver, ou partir quem eu achar que deveria ficar. E é essa a graça de ser fã. É essa a graça de amar um seriado com todo seu coração – nos sentimos um pouco roteiristas, assim como todo torcedor é se considera um pouco técnico do seu time.
Então, só nos resta aguardar. Contentes, pelo material que a produção de Grey’s nos tem entregado ao longo dessa oitava temporada. Agradecidos, por Grey’s Anatomy ter voltado ao que estava acostumado a ser: o maior drama médico da atualidade – ou seria de todos os tempos? Com aquele meio sorriso de expectativa nos lábios, esperando o que o futuro nos reserva. E com o coração um pouquinho mais tranquilo, por que do jeito que as coisas vão, ainda que doa, será coisa boa.
P.S.1: que dó, que dó da Miranda. Ela surta nesses momentos de pressão.
P.S.2: mais alguém acha que não há cesta de chocolates ou frutas capaz de tirar Yang de Seattle? Com essa reaproximação dela com Owen, acho que ela optará por ficar. E sem que isso signifique sacrificar a carreira. E por falar em Owen, ele foi um ótimo chefe ao lidar com a situação de Holly, e um péssimo amigo ao lidar com Teddy. Mas, no final das contas, foi ela que escolheu assim.
P.S.3: desculpem-me, a review ficou meio desabafo dramático. Mas é impossível dominar a sensação de “the end” que toma conta de mim.
P.S.4: representantes da Kleenex no Brasil, façam contato caso a empresa tenha interesse em patrocinar a review do episódio final, ou caso queiram fazer a gentileza de distribuir lenços de papel na residência dos fãs. Tenho certeza que serão necessários.
Fringe – Letters of Transit
24/04/2012, 16:56.
Mariela Assmann
Reviews
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Após esgotar o planeta, em 2609, os Observadores deixaram de fazer o que sabiam fazer melhor – observar. Os seres humanos do futuro resolveram interferir, voltaram ao passado e no ano de 2015 dominaram o mundo, dividindo os humanos restantes entre nativos e lealistas (devidamente tatuados no rosto, para demonstrar que apoiam o governo careca). Aos que resolveram resistir ao novo governo, um destino cruel: a morte. Pessoas caçadas, arrancadas de suas casas e mortas publicamente. O expurgo.
A divisão Fringe original lutou contra os Observadores, mas foi derrotada. Virou mito, virou lenda. Vivia apenas no imaginário coletivo dos habitantes do estranho planeta Terra de 2036, que têm toque de recolher, comem em carrocinhas de comida apimentada e mascam café como chiclete. Mas não para a agente Etta, uma das integrantes da remodelada e “pelega” equipe Fringe.
A loirinha tem um propósito na vida: achar os integrantes originais da Fringe Division. E cabe a Rick, um nativo “cavalheiro”, lhe dar a tão desejada informação – o paradeiro dos heróis desse novo tempo.
E lá estava ele, nosso querido Walter, preso no ainda inexistente (no tempo atual do seriado) âmbar de 3ª geração. Duradoura, a substância amarelada conservou o cientista maluquinho por 20 anos. E coube ao genial Simon, outro agente da nova Fringe Division, trazê-lo de volta à vida. Mas seu cérebro está desgastado, e já não funcional mais como antes. De cientista brilhante, Walter está reduzido num simpático velhinho ainda viciado por doces. Um problema?
Não. Por que como quem não quer nada os roteiristas, os roteiristas solucionaram a questão em segundos. Como se nos perguntassem “Seus bobos, vocês não lembram dos pedacinhos do cérebro do Walter, guardados por aí?” Que gafe a nossa, nos preocuparmos com algo de tão fácil resolução.
E o velhinho simpático ainda viciado por doces (e em LSD, é claro), após ter o cérebro “melhorado”, vira uma mistura do Walter e do Walternate. Tira com a cara das pessoas, dá esporo, tem aquele olhar e postura mais altivos. Mas conserva aquela candura, aquele satisfazer-se com as pequenas coisas da vida. E permanece apto, obviamente, a fazer um dispositivo de anti-matéria em minutos, como se montasse um lego para crianças de 5 anos.
A felicidade em ver Astrid livre do âmbar foi enorme. Já a felicidade pela liberdade de Peter foi abrandada pela tristeza em ver Simon (que eu já tava adorando) se sacrificando pela possibilidade de libertação do mundo e dos seus habitantes dos carecas vilanescos.
Mas querem saber o que foi maior que a felicidade em ver a equipe Fringe resurgindo do âmbar? A curiosidade em saber o que Willian Bell fez com Olivia. O que ele fez com Olivia, pessoas? Duvido muito que o tiro que vitimou a loira tenha sido dado por ele (a morte de Olivia por um tiro é uma suposição, com base no cartucho do colar da Etta). Mas ele pode ter alguma relação com o evento da morte. Será que David Robert Jones faz parte dessa equação maligna? E que porta a mão decepada de Bell abrirá?
A trama do episódio foi tão boa que criou uma rápida identificação dos telespectadores com os personagens, especialmente com Ella e Simon. Foi fácil entender seus motivos, compartilhar da sua dor, das suas escolhas. E por isso foi bem legal o final do episódio, com a confirmação de que Etta é filha de Olivia e Peter – sim, os indícios estavam lá desde o início de Letters of Transit, a começar pela fixação da jovem em tirar a equipe do âmbar, passando pelas semelhanças físicas da jovem com os pais,pelo seu desabafo com Simon e chegando no olhar de reconhecimento de Walter. Foi como se tivéssemos acompanhado os 20 anos nos quais a menina ficou sem ver os pais. Bacana e tocante.
Tão bacana quanto percebermos que cientificidade e amor continuam andando muito bem lado a lado. Fica bem óbvio no episódio que a busca de Etta e Simon por justiça, por um mundo livre, é guiada pelo amor de ambos pelos pais. No caso de Simon, vingança ou justiça em virtude da morte dos genitores. E no caso de Etta, busca pela possibilidade de rever o pai e interagir com ele. Além disso, quando a equipe Fringe salvou o mundo, e quais as consequências disso? Saberemos em breve, receio.
E acho que é o amor pela sua antiga equipe que fará Broyles se distancie das garras do malvado e debochado Windmark, que ama os animais. O olhar de compreensão do agente ao encontrar o alcaçuz deixou em aberto a possibilidade dele partir para o lado dos insurgentes, já que ele não baixa a cabeça para Windmark.
E toda essa movimentação insurgente causaria um abalo no sistema dos Observadores. Daí o code da semana, quake. Eu acho. Por que em se tratando de Fringe, nunca consigo ter certeza.
Ou melhor, de uma coisa eu tenho certeza. O episódio foi bom, muito bom. Fantástico desde a excelente abertura, que é um show a parte. Mostrou mais uma vez porque a equipe de roteiristas de Fringe é das melhores da atualidade – talvez a melhor. Pequenas questões do passado voltam constantemente, pequenos detalhes que parecem irrelevantes retornam para nos provar que não é dado ponto sem nó. Um viva aos roteiristas, aqueles lindos.
Se continuaremos acompanhando os desdobramentos dos eventos mostrados em Letters of Transit no futuro, só o futuro dirá. Muita coisa ficou em aberto, muitos personagens não foram mostrados nem mencionados. Nem mesmo a existência dos universos A e B fica muito clara. Mas, por hora, voltaremos para 2011 em Worlds Apart.Só mais três episódios, e fim de temporada. E a renovação?
Bom, ainda não há nada de oficial, mas os boatos do retorno da série para uma 5ª temporada mais curta são cada vez maiores. E está se falando pelas redes sociais que há indícios no episódio – a senha usada para entrar no antigo prédio da MD – que a estreia da mesma poderia acontecer em 21/09/2012. Preciso dizer que estou torcendo para ser verdade?
P.S.1: o futuro só não é 100% bacana porque Olivia não está nele. Fato.
P.S.2: assustador o uso da habilidade dos Observadores em 2036. Ler as mentes das pessoas e usar isso pro mal me assustou um pouquinho, especialmente na parte do “primeiro atirem, depois eu leio”.
P.S.3: o cabelo da Nina pode estar bizarro, ela pode estar na cadeira de rodas e não ser mais a bam bam bam da Massive Dynamic. Mas eu gostei mais dela assim.
P.S.4: se esses acontecimentos do futuro correspondem à realidade do presente, significa que Henrietta, a irmãzinha do Henry, está a caminho?
Game of Thrones – What Is Dead May Never Die
17/04/2012, 20:54.
Mariela Assmann
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Sobre em astúcia o que falta em tamanho. Sim, estou falando de Tyrion Lannister. O anão é de longe o personagem mais esperto, o que sabe ler melhor o jogo de poder, seja ele com seus reais personagens ou suas sombras. E sim, sua sombra é gigantesca.
What Is Dead May Never Die foi um ótimo episódio, na minha opinião. Ele seguiu a mesma forma de contar a história dos dois anteriores, saltando daqui pra lá, e de lá para acolá com uma maestria quase que inigualável. A cena de Tyrion conversando com Pycelle – o traidor -, Varys e Mindinho foi um exemplo de como fazer a transição de forma a deixar o espectador ansioso para saber o que viria depois. E o modo como estão contando a história dos personagens e viajando por Westeros também me agrada.
Muito ao Norte, vimos o destino de Snow – o episódio começou exatamente do ponto que acabou The Night Lands. Cressen expulsou os irmãos de negro de seus domínios, já que Snow meteu o nariz onde não era chamado. Com essa história toda nós aprendemos que se os selvagens são malvados, os seus deuses são mais ainda, e sua fúria só é aplacada com bebezinhos homens em sacrifício. Essa história ainda deve render, especialmente porque Snow está aprendendo, a duras penas, que nem só de integridade moral viverá o homem. Ele está aprendendo que para viver em território inóspito, é preciso fazer vista grossa e concessões. E quando o inverno chegar, qualquer território será inóspito. Então, quando o tempo esfriar, as coisas prometem esquentar.
Em What Is Dead May Never Die também reencontramos personagens que há muito não víamos – Rei Renly e seu “fiel escudeiro’ Cavalheiro das Flores – e fomos apresentados a novos personagens – Brienne de Tarth, a Bela; e a Rainha Margaery Tyrrel. Renly está mais altivo e feliz que na primeira temporada. Acho que se auto-proclamar Rei fez bem para seu ego. Brienne aparenta ser um personagem bem interessante, e vai ser no mínimo curioso vê-la fazendo parte da Guarda Real. E Margaery já deu provas de que conhece os meandros do poder, e que não medirá esforços para assegurar os domínios do marido, nem que isso signifique chamar Loras para dividir o leito conjugal com ela e Renly.
Lady Stark chegou até Renly, mas é um pouco dura na sua fala. Então não faço ideia do êxito que a Senhora Stark terá – ou não terá – nessa empreitada. 100 mil homens adicionais – embora cavalheiros do verão – para o exército de Robb seriam uma boa, ainda mais agora.
Ainda mais agora que Theon falhou na própria empreitada, e Balon resolveu aproveitar que o Norte anda meio deserto para “tomar o que é seu” de volta. Poxa, Theon. Era para ter enviado a carta, e não sido batizado com sal e prestado juramentos ao Deus afogado. Achei que o discurso de Theon, sobre o pai tê-lo oferecido para os Starks, significava que ele se colocaria ao lado do “irmão” Robb. Mas Greyjoy escolheu tentar fazer parte da família das Ilhas de Ferro. Não curti, mas ainda assim fiquei com dó dele.
Dó que também tive de Sansa – para na sequência pensar “quanta petulância!!”. Sansa está comendo o pão que o Rei Louco amassou, e vive sob os humores de Cersei, que de certa não tem nada. A Rainha faz questão de lembrar à Stark que aconteça o que acontecer ela precisará honrar seu “compromisso” e casar com o amável Joffrey. Eu sinto pena da ruivinha, mas o posto de Rainha lhe cairia muito bem. A forma como ela tratou a aia/prostituta mostra que ela leva vocação pra Cersei Lannister. E isso faz com que eu não consiga estabelecer uma ligação afetuosa com ela.
Isso porque em se tratando das irmãs Stark, meu coração pertence à brava Arya. Ela é pequenina, meio traumatizada. Mas não foge de uma boa briga e nem de ajudar seus amigos, mesmo que isso a coloque em risco. Achei boa – porém triste – a cena na qual os Mantos Dourados e os vassalos de Tywin Lannister acabam com as tropas da Muralha. RIP, Yoren. E obrigada por levar nossa Arya tão longe na jornada de volta para casa.
Agora, Arya e o bastardo Gendry – que viverá graças à astúcia e lealdade da Stark – irão para a muito mencionada Harrenhal. Mal posso esperar para conhecer esse pedaço de terra desejado, embora “amaldiçoado”.
No próximo domingo vai ao ar Garden of Bones. O nome do episódio me dá arrepios. Mal posso esperar pelo domingo, novamente.
P.S.1: os sonhos de Bran são os mais esquisitos. Fico sempre tensa esperando pela próxima coisa que o garoto irá sonhar.
P.S.2: adoro como Tyrion tira Cersei do sério todo santo episódio. Te adoro, duende!
P.S.3: khaleesi platinada, sentimos sua falta. Volte badass no próximo episódio, ok?!
Fringe – Everything In Its Right Place e The Consultant
17/04/2012, 15:49.
Mariela Assmann
Reviews
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Sabe aquela sensação de que você não pertence a determinado lugar? Que se você desaparecesse, não faria falta? Que as pessoas que convivem com você prefere outras, e não se importam tanto assim com você? Se você não conhece, Lincoln Tyrone Lee conhece.
Lee, segundo ele próprio, sempre teve dificuldade em fincar raízes e chamar determinado local de lar. Chegou perto disso com o ex-parceiro. E chegou perto disso ao conhecer a Fringe Division do lado A e se encantar com Olivia. Mas com o retorno de Peter, o esquecimento de Olivia e a crescente interação entre Liv, Peter, Astrid e Walter, o lar ruiu e Lee ficou, novamente, sem um lugar para chamar de seu.
E foi esse desconforto, essa sensação de não pertencimento que fez com que ele se oferecesse para ir para o lado B intercambiar informações sobre David Robert Jones. E não é que lá “nosso” Lee se encaixou perfeitamente? Foi o melhor episódio do personagem, sem sombra de dúvida.
E a química entre Lee com a Bolívia e com o Hot Lee foi determinante para o sucesso do episódio. Os papos entre os Lees foram ótimos. Foi interessante saber mais desse personagem “novo”, descobrir como ele cresceu e se tornou agente. E, principalmente, o porquê dos Lees serem tão diferentes. Ou não descobrir, claramente, o porquê.
Hot Lee, do alto de sua sabedoria, disse para nosso Lee que, talvez, o que os diferencie seja o fato do Lee que gosta de Tyrone ter feito uma escolha de ser o homem que queria ser. Profundo, bonito. Cada um é como é por opção própria. E isso fica bem claro ao compararmos os duplos, tão iguais mas tão diferentes.
E se a interação entre os personagens foi legal, o caso também foi. Jones continua agindo através dos metamorfos. Broyles metamorfo continua tentando estragar todas as operações ligadas ao vilão. E Bolívia continua com aquele senso de humor que adoramos (meninas, parem de fofocar… ri tanto!).
A história de Canaan foi comovente. Ele seria o 1° dos seres do novo mundo, de acordo com Jones. Ele sonhava – DREAM, o glyph code da semana, provavelmente foi uma menção ao sonho do “assassino”, e ao próprio “sonho” de Lee de ter um lar – em ser diferente (dá até para fazer alusão à Canaã, a Terra Prometida da Bíblia), e o cientista prometeu transformá-lo em um ser único, com uma luz brilhante e inesquecível. Mas as promessas de Jones não foram cumpridas. E a persuasão e a busca de Lee pela verdade motivaram Canaan a entregar o vilão. E graças a isso evil Nina está detida. É claro que Broyles pode atrapalhar tudo e o trunfo pode não valer nada. Mas muitas informações acerca de Jones foram coletadas, e essa é uma grande vantagem. E Canaan será estudado/ajudado pelos Bishop. Mais vantagem.
A parte ruim do epiódio? Hot Lee se foi. Está morto, acabado. Fico triste que ele tenha morrido sem ter nada com Bolivia. Ele se foi, e deixou a amada parceira sozinha.
Ou não. Lee, do A, achou seu lugar no mundo. Pulou de universo, ofereceu-se para lá permanecer. Para ficar ao lado da ruiva. Porque lá, ele é herói (mais alguém ficou super feliz ao saber que a cooperação entre os universos está restaurando o lado B e zonas de quarentena estão sendo reabertas?). Porque lá, ele é querido e necessário. Porque o lado B é o lugar para ele chamar de lar.
Agora, assim como Peter, só há um Lincoln Lee. E há duas duplas A-B. Liv e Peter, Lee e Boliv. Será que, ao contrário do que imaginávamos, o Lee certo para a Bolívia é o A? Será que veremos, em breve, mais um casal interuniversal?
Foi com esse questionamento que passei para The Consultant. E o episódio me deixou com a impressão que sim, haverá uma aproximação ainda maior entre Bolivia e Lee. Mas não sei se eles virarão um casal. Aparentemente, a reaproximação e a cooperação mútuas são as palavras de ordem nesse novo momento vivido em Fringe: a luta pela salvação de ambos os universos.
E o caminho para isso, arrisco-me a dizer, é o amor. Mais uma vez foi ele a mola propulsora do episódio. Sábias as palavras de Jones, que supôs corretamente. Afinal, sim, o amor nos faz vulneráveis – e em Fringe isso fica muito evidente. Mas também nos faz humanos – e a série também é expert em mostrar isso.
Assim como as de Walter, as “más” atitudes de Broyles são em razão do amor pelo filho. Afinal, ele não era um metamorfo, como eu pensava – e acho que boa parte das pessoas também. Ele era apenas um pai apaixonado, que chega até as últimas consequências pelo bem estar de um filho. Mas, no final das contas, o “amor holístico” preponderou. Broyles presenciaria o sofrimento de um universo todo – sabemos que dos dois –, inclusive do seu filho. A razão falou mais alto, e ele se entregou.
As cenas entre Broyles e Jones foram ótimas, e passaram bem a dúvida que o Capitão estava sentindo. Assim como a cena entre pai e filho. Como condenar alguém que busca que o filho seja feliz, pela 1ª vez na vida? Foi mais ou menos esse o recado de Walter para Bolivia. Há coisas que transbordam a compreensão humana, até que o ser humano em questão se veja envolvido em uma situação do tipo.
E falando em Walter, o consultor se saiu muito bem em sua aventura pelo lado B. Mais uma vez foi muito bem dosada a parte comédia/drama dele, e os momentos de brilhantismo. E é uma delícia completa ver a interação dele com a Bolivia. Impressionante como eles passaram daquela fase “asco” para essa quase pai e filha. Adorei que Boliv se abriu para o simpático velhinho com roupão feminino, e que este colocou o avental e tratou de curar as dores de Bolivia com ovos mexidos (mais alguém pensou em algo mais alucinógeno?). Bolivia é mais afetuosa que Liv. Demonstra mais suas emoções. Por isso fica tão legal esse tipo de cena entre os dois.
Interação delicinha também entre Bolivia e Lee. Parece cada vez mais evidentes que eles são um par que se complementa e funciona bem junto. E a interação entre as Astrids foi bacana, também. Adorei a cena do café. Quanta gentileza, Astrid.
E, além disso tudo, em The Consultant descobrimos o que Jones pretende – o colapso de ambos os universos. E isso seria obtido caso o vilão conseguisse fundi-los, exterminando com todos os duplos. Sobrariam poucas pessoas após o evento, e certamente os monstrengos “evoluídos” de Jones estariam lá, para inaugurar esse novo mundo.
O glyph Code de The Consultant foi Simon. Isso mesmo, Simon. Confesso que as teorias quanto a ele estão escassas. Mas sei que pode ter relação com um dos ex-colegas cortephixan de Liv, e com Willian Bell. Tudo muito fraco e mal construído no meu pensamento. Então deixo a missão de teorizar com vocês.
O que os episódios finais nos reservam? Como o final dos universos será impedido? Quem mais perecerá nessa luta sem fim? E, principalmente, quando a Fox anunciará a renovação da série? Não dá mais pra esperar. Resolve logo, produção. Queremos dormir mais tranquilos. Até semana que vem, pessoal.
P.S.1 Gene voltou! E, apesar de deprimida, super fashion, de botas e boné.
P.S.2: Batman não existe no universo alternativo. Em compensação, Mantis é o que há por lá. Esquisito. Só não mais que os jornais animados a La Harry Potter. Sherlock Holmes e caixa preta também não existem lá no lado B. E, apesar disso, amo aquele universo a cada dia mais. Pode, produção?
P.S.3: existe alguém mais badass que Bolivia? Exageros a parte, a ruiva manda muito bem!
P.S.4: nem pedirei perdão pelo atraso das reviews. A falha é tão grave que beira o imperdoável.
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