Sarah Jessica Parker e Kate Hudson participarão da 4ª temporada de ‘Glee’

Data/Hora 14/05/2012, 11:20. Autor
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A Fox anunciou hoje a programação para a temporada 2012-2013, e uma surpresa para os fãs de Glee: a série vai passar as quintas-feiras, após The X Factor ou American Idol.

E mais novidades foram anunciadas. A primeira delas é a participação especial de Sarah Jessica Parker no seriado, como convidada especial. Será a primeira aparição da estrela, em um seriado, após o final de Sex and the City.

Outra participação confirmada é a de Kate Hudson, que se juntará ao elenco para um arco de seis episódios. Não foram divulgadas maiores informações sobre os personagens que serão interpretados pelas atrizes.

Kevin Reilly, o presidente da Fox, ainda afirmou que o seriado vai apresentar uma espécie de “show dentro do show”, no qual serão retratadas as aventuras de alguns dos formados. A expectativa é que a vida de Rachel e Kurt, em Nova Iorque – presumivelmente – será demonstrada.

Com informações do TV Line.

NBC libera vídeos promocionais das estreantes da temporada 2012-2013

Data/Hora 13/05/2012, 18:27. Autor
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A NBC anunciou hoje sua programação para a temporada 2012-2013. E vários vídeos promocionais foram liberados para ajudar na divulgação das novatas.

Entre as novidades está Revolution, o novo projeto de J.J. Abrams, que ficará a cargo da produção executiva da série. A criação fica por conta de Eric Kripke, de Supernatural. No elenco, Billy Burke (Twilight), Giancarlo Esposito (Breaking Bad, Once Upon a Time) e Andrea Roth (Ringer).

O drama conta a história de um improvável grupo de pessoas que luta para sobreviver em um mundo onde todas as formas de energia deixam de existir misteriosamente.

Outra estreante é Go On, a sitcom estrelada por Matthew Perry. O ator interpretará Ryan, um locutor esportivo que tenta superar uma perda, encontrando consolo junto aos membros de um grupo de terapia freqüenta por obrigação.No elenco, Julie White (Law & Order: SVU), Suzy Nakamura (10 Things I Hate About You), Allison Miller (Terra Nova e Kings) e Laura Benanti (The Playboy Club). O projeto é criado por Scott Silveri, que produziu Friends e Joey.

Outra atração será 1600 Penn, uma comédia que se passará na Casa Branca e contará a história da família disfuncional do presidente, interpretado por Bill Pullman (Torchwood) e da primeira dama e madrasta das crianças, interpretara por Jenna Elfman (Accidentally on Purpose). A série é escrita, estrelada e produzida por Josh Gad (do musical da Brodway, Book of Mormon).

A criação de Stephen Falk, Next Caller, também ganhou seu espaço na grade da NBC. Estrelada por Dane Cook, trata-se de uma comédia de gênero câmera única, com foco em um ousado DJ (Cook) e sua nova co-anfitriã feminista (Collette Wolfe), cuja cenário são escritórios de uma rádio via satélite.

Ryan Murphy, criador de Glee, também emplacou um seriado na nova grade da NBC. Trata-se de New Normal, uma comédia sobre um casal gay, Andrew Rannells (Book of Mormon) e Justin Bartha (The Hangover), que pede ajuda de uma mulher (Georgia King) para formar uma família.

Ainda no ramo das comédias, Animal Practice. No seriado Justin Kirk (Jack and Jill, Weeds) dará vida ao Dr. George Coleman, um veterinário que ama os animais mas odeia seus donos.

Para quem gosta de ação, a pedida é Chicago Fire, série sobre os bombeiros de Chicago. A produção da série ficará ao encargo de Dick Wolf, responsável por toda a franquia Law & Order. O drama será protagonizado por Jesse Spencer (House) e focará nos homens e mulheres que tragalham no Chicago Fire Department. O elenco ainda conta com Eamonn Walker (OZ), Monica Raymund (The Good Wife), David Eigenberg (Sex and the City), Taylor Kinney (The Vampire Diaries), Lauren German (Hawaii Five-0), Merle Dandridge (Sons of Anarchy), Teri Reeves (Rules of Engagement) e Charlie Barnett (Law & Order: Criminal Intent).

No ramo das séries de investigação, Infamous. A série acompanha uma detetive que retorna para a rica família na qual ela foi criada, só que disfarçada como uma empregada, para resolver o assassinato da notória herdeira que um dia foi sua amiga. A produção da série é de Liz Heldens, de Mercy. Meagan Good (Californication) será a protagonista. O elenco ainda conta com Victor Garber (Alias), Tate Donovan (Damages) e Neil Jackson (Make It or Break It).

Para os apreciadores de dramas “fantasiosos”, Do no Harm. A série inspirada em O Médico e o Monstro é uma produção de David Schulner (The Event) e Peter Traugott (Samantha Who?). A história acompanha um brilhante neurocirurgião que luta com seu perigoso alter ego que constantemente ameaça causar estragos em sua vida pessoal e profissional. O drama é protagonizado por Steven Pasquale (Rescue Me).

Por fim, a NBC nos apresenta Save Me. A série estrelada por Anne Heche, ex-estrela de Men in Trees, conta a história de uma mulher que depois de uma experiência traumatizante acaba “se salvando” de uma vida sem sentido. O roteiro e a produção executiva são de John Scott Shepherd.  Alexandra Breckenridge, Heather Burns, Davenport Madison, Lamman Rucker e Michael Landes completam o elenco.


Ansioso para alguma estréia em especial? Qual sua aposta, entre as novatas da NBC, para fazer a emissora alcançar altos índices de audiência? Queremos saber sua opinião.

Fringe – Brave New Worl (part 2)

Data/Hora 12/05/2012, 12:59. Autor
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E o momento de nos despedirmos da 4ª temporada de Fringe chegou. Momento feliz esse, apesar da despedida. Feliz porque Fringe é forte e, mais uma vez, triunfou sobre os nefastos índices de audiência e foi renovado. Momento triste esse, por causa da despedida. E não da despedida de hoje, já que sabemos que o reencontro é “breve”. Despedida definitiva que teremos na próxima temporada, após 13 episódios. Despedida que se dará após 100 episódios, e após milhares de teorizações.

Então, alegria e tristeza se misturam no peito. Mas um sentimento reina soberano, não disputa espaço com ninguém. É o orgulho de assistirmos uma das séries mais bem estruturadas, com uma afiadíssima equipe de roteiristas que pensou tudo tão detalhadamente que até o que não fazia sentido nenhum fez sentido, no final das contas – e que se preparou muito bem para um possível cancelamento, ao contrário de muitas outras por aí. Se Fringe tivesse encerrado ontem, teria encerrado bem, praticamente fechadinha, já que o cliffhanger ficaria de fora, creio eu.

A 2ª parte de Brave New World foi ótima. Maravilhosinha mesmo. Altamente explicativa, ordenada. Tensa na medida certa. Ofegante na medida certa. E feliz. Muito feliz.

Tudo começou com os BFFs Bell e Walter olhando para uma tela, com uma linda imagem. A imagem do novo mundo criado por William Bell. Ele, o possuidor do complexo de Deus que já havíamos conferido ao Jones. E a 1ª “surpresa” da noite: descobrimos que a ideia de destruir os Universos, porque Deus era malvado, foi de Walter, após perder Peter duas vezes (tal ódio só seria possível nessa nova linha do tempo, assim). E que isso que motivou o pedido para se livrar de partes do seu cérebro – 0 medo do que estava se tornando. Mas Bell se desiludiu com o mundo, também. E ele resolveu brincar de Deus – e não era o que eles faziam desde o princípio, como William bem colocou? – e criar um novo mundo. Sem seres humanos, como ficará claro na sequência.

Pausa dramática: e não é que o vilão foi bonzinho? Permitiu que Astrid fosse removida e salva. Como já era previsto, nossa querida agente não morreu. E ainda conseguiu dar para Peter e Olivia as pistas necessárias para chegar ao galpão esquisitão.

E eis que, nesse momento, temos a 2ª surpresa da noite – pelo menos para mim. A doce e amável Jessica era mais uma das serviçais de Bell, e atraiu Peter e Liv para uma armadilha. E uma armadilha daquelas, já que até o September – querido, ele está de volta! – caiu, e ficou preso na esquisita figura do chão (uma espécie de runa, tecnologia além de Bell, pelo que entendi, o que poderia indicar que ela veio do futuro, dos Observers. E aí nasce um possível link entre a ação de Bell e os carequinhas do futuro). Adorei a cena no galpão. Foi tensa, bem construída. Jessica testou os limites de September, e conseguiu ultrapassar sua habilidade de prever o futuro com uma das criações de Bell (e September foi baleado, e talvez tenha sido esse o tiro apresentado na Opera House). O que ela não contava é que Liv, nossa Jean Grey, estivesse tão poderosa – e super rápida. Completamente adorável. Sim, já havíamos comentado sobre os poderes de Olivia aqui, mas talvez não imaginássemos a magnitude deles.

Igualmente bacana – e intrigante – foi o papo de September com Olivia, sobre a Opera House. Interessante saber que a conversa deles sobre Olivia ter que morrer em qualquer possibilidade de futuro ainda não tinha acontecido. September precisaria buscar no futuro a explicação para isso.

E como “conversar” com os mortos é normal em Fringe – ou pelo menos já foi, um dia, lá pelas primeiras temporadas -, Jessica forneceu as dicas necessárias para que o paradeiro de Bell fosse “localizado”. Pra mim essa foi uma das mais assustadoras e esquisitas cenas dessa temporada, senão da série inteira. Vou dormir uma semana toda lembrando do “ding ding ding”. E descobrimos o que era bastante óbvio – a utilidade de Olivia, para Bell, era ser a fonte de energia que destruiria o mundo. Ela foi reativada bem no momento conveniente.

BINGO! Por isso Liv precisava morrer. Porque sendo ela a causadora da destruição, nenhum tipo de futuro seria possível com a existência dela. Tudo explicadinho.

A procura por Bell – a gota de água no oceano – também rendeu ótimos momentos. Curti muito a participação da Nina nesse episódio, e acho que meio que definiu que ela não estava, definitivamente, ao lado de Bell. (Mas como já me enganei muitas vezes, com muitos personagens, não tenho nada consolidado na mente). As palavras dela pra Olivia, sobre ela ser capaz de atravessar o universo, foram super bacanas. Momento meio mãe e filha, mesmo. E Liv e Peter pulando juntos para o “nada” foi meio assustador, embora fofo. Mas é claro que nossa garota super poderosa poderia fazer a travessia de forma segura. Facinho pra ela.

E o que falar das cenas no navio? Walter mexendo no revólver enquanto Bell divagava, e os “novos Adão e Eva” chegando pra festa? Adorei. Foi formidável mais essa analogia com questões bíblicas, bastante presentes nessa temporada. Reforçaram o complexo de Deus de Bell – que nem pretendia viver nesse novo mundo. Tudo isso no meio da tempestade causada pela Phoenix Olivia, bem no vórtice, na origem do novo mundo.

Outra pausa dramática, e dessa vez mais longe. Porque esse foi o momento mais surpreendente do episódio. Eu não imaginava que Walter atiraria em Olivia, e acho que nem Bell (sempre que Olivia é baleada, o atirador é o “mesmo”. Ora o Walternate, ora o Walter). Bell aproveitou para “tocar o bell” e desaparecer, ainda falando da sua ideia de, junto com Walter, recriar o mundo. E a partir daí os momentos mais doídos da finale. Era óbvio que Liv não morreria? Sim, muito óbvio. Mas o tiro foi muito impactante, e o desespero de Peter deixou todo mundo com o coração na mão (grande interpretação de Joshua). E Walter tentando ajudar e sendo repelido pelo filho foi de cortar o coração, igualmente. O tapa no rosto de Peter restabeleceu o clima de tensão sem desespero, e Walter partiu para o processo – tão desesperador e triste – de retirar a bala do cérebro de Olivia com um abridor de cartas e uma antena devidamente mordida. O pedido de desculpa para “Olive” foi de cortar o coração pela segunda vez em poucos minutos.

Mais linda foi a cena na qual, finalmente, o buraco de bala fecha. Foi tudo. O alívio de Peter e Walter foi comovente. Olivia estava viva, e sobrou apenas uma bala amassada pra contar a história (seria essa a bala que Etta levava em seu colar, em 2036? Se era ela, Olivia não necessariamente estaria morta naquela realidade).

O mundo foi salvo. Os Universos foram salvos. E finalmente o Governo Americano reconheceu a grandiosidade da Fringe Division e resolveu investir fundos para equipar melhor a mesma. E o agora General Broyles não hesitou em chamar Nina para se juntar ao time, numa cena que lembrou muito um encontro dos dois, naquelas escadarias, lá na primeira temporada. O diferencial foi o beijo, que agora não aconteceu. Portanto, veremos mais de Nina na 5ª temporada, e isso me deixou feliz.

No hospital, mais momentos felizes e fofos. O papo de Peter e Walter sobre possíveis sequelas em relação ao tiro. Walter e Astrid – que teve seu nome falado de forma correta, pela 1ª vez – e suas balas, e o abraço super fofo no momento família. E Peter e Olivia, a procura pela casa e a revelação – não surpreendente, mas extremamente bem-vinda – de que Etta está a caminho. Sim, eles serão uma família, e o berçário é agora super necessário. Podemos ter esperanças que corra tudo bem na gravidez, já que Etta apareceu em 2036. Mas podemos ter esperanças de que todos sobreviverão após os 13 episódios que restam?

E no final do episódio, um cliffhanger bacana. September chegou, e não para compartilhar os sanduíches do “vovô” Walter. Foi para dar o aviso: eles estão vindo. Assim, a 5ª temporada deve focar na chegadas dos Observers, para expugar o mundo de humanos. O que combina com o código da semana, que foi PURGE.

Mas também há que se levar em consideração, dentro do contexto bíblico, ou ainda sob o ponto de vista da moral, que a purgação pode se referir a Walter, que havia dado a ideia de destruir os universos e no final das contas consegui exorcizar seus próprios fantasmas e se transformar no redentor. Ele venceu seus próprios medos, e triunfou sobre eles. Foi bonito, lindo de se ver. E acredito que na próxima temporada teremos um Walter mais confiante em suas próprias habilidades e no seu caráter.

Agora, é esperar até setembro. Com aquele grande sorriso no rosto, afinal teremos Fringe de volta quando a próxima temporada começar. E para mais 13 episódios épicos, alucinantes e de alta qualidade. Tenho certeza. Então, até lá!

P.S.1: se Liv pode atravessar para o outro Universo facinho, e de forma segura, isso significa que poderemos ver o pessoal do “Lado B”em alguma de suas visitinhas? Diz que sim, produção! Ou a ponte será reaberta? YAY!

P.S.2: acho que veremos Bell novamente, já que Walter não conseguiu atirar nele, e em 2036 ele estava devidamente preso no âmbar, após ter feito algo horrível com Olivia. Agora, o questionamento? Esse algo horrível foi ter utilizado Liv para causar a destruição dos Universos ou vem algo ainda pior por aí? A posição de Bell no âmbar indica que ele empurrou algo para fora, como se tivesse tomado o lugar de alguém. Seria esse o seu gesto horrível? Veremos.

‘The River’, ‘Missing’ e ‘Pan Am’ são canceladas pela ABC

Data/Hora 11/05/2012, 23:30. Autor
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Após anunciar sete novos seriados para a próxima temporada, cancelar GCB e renovar Apartament 23, Private Practice, Body of Proof e Scandal, a ABC se pronunciou sobre o destino de The River, Missing e Pan Am. Os três seriados foram cancelados na 1ª temporada.

Vale lembrar que ontem a emissora renovou suas principais atrações, como Once Upon a Time e Happy Endings.

Na próxima semana a ABC anuncia seu Upfront, e faremos um post especial falando de todas as atrações da emissora.

Com informações do TV Line.

 

‘Harry’s Law’ é cancelada pela NBC

Data/Hora 11/05/2012, 19:08. Autor
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Após anunciar o cancelamento de Are You There Chelsea?AwakeBest Friends Forever e Bent, a NBC anunciou que Harry’s Law também não retornará na próxima temporada.

Vale lembrar que a emissora já havia cancelado Free AgentsThe Playboy ClubPrime Suspect e The Firm, e renovado boa parte de suas comédias.

Com informações do TV Line.

The CW anuncia cinco novos seriados para a próxima temporada


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A The CW acabou de anunciar cinco novas séries para a próxima temporada, que começa em setembro.

The Carrie Diaries, o prequel de Sex and the City que será estrelado por AnnsSophia Robb, é a nova aposta da emissora para cativar o público mais jovem. A série que contará a vida da jovem Carrie na década de 1980, e suas descobertas sobre amor, sexo, amizade, família e Manhattan. A série é baseada nos livros The Carrie Diaries e  Summer and the City, de Candace Bushnell. O elenco da série é completado por Austin Butler, Ellen Wong, Katie Findlay, Stefania Owen, Brendan Dooling, Chloe Bridges (“90210”) as Donna LaDonna, Freema Agyeman e Matt Letscher.

No gênero dramas médicos a aposta da CW é First Cut, protagonizado por Mamie Gummer. No seriado, a personagem de Gummer será  Emily Barnes, uma médica em seu primeiro ano de residência, que logo descobrirá que sua nova vida não será mais fácil que a anterior, no tempo de faculdade, que ela quer deixar para trás. O elenco da série ainda conta com Justin Hartley, Michael Rady, Aja Naomi King, Kelly McCreary e  Necar Zadegan.

No gênero “fantasia”, a CW exibirá Beauty and the Beast, uma releitura do clássico conto de fadas. A série será protagonizada por Kristin Kreuk , que dará vida a Detetive Catherine Chandler, protetora de Vincent, criatura que salvou sua vida há muito tempo e que – quando bravo – se transforma em uma besta. Completam o elenco Jay Ryan Max Brown, Nina Lisandrello, Nicole Gale Anderson, Austin Basis e Brian White.

Para quem gosta de super heróis, a pedida é Arrow, que contará a história de  Oliver Queen e seu processo de readaptação no retorno para casa, após passar cinco anos em uma remota ilha do Pacífico. Queen, como forma de corrigir os erros que vê na sociedade à sua volta, cria o alter ego Arrow, uma espécie de protetor. O protagonista da série será Stephen Amell, e completam o elenco Colin Donnell, Katie Cassidy, David Ramsey, Willa Holland, Susanna Thompson e Paul Blackthorne.

A última atração anunciada foi Cult, que trata da saga de um jornalista investigativo para reencontrar seu desaparecido e paranóico – ou nem tanto – irmão. A série focará em um suspense psicológico e macabro, que promete agradar a um público mais específico. O elenco de Cult é composto por Matt Davis, Jessica Lucas, Alona
Tal e Robert Knepper.

Com informações do TV Line.

Grey’s Anatomy – Migration

Data/Hora 11/05/2012, 17:53. Autor
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Só mais um episódio e a 8ª temporada, essa linda, acabará. A boa notícia é que Grey’s Anatomy foi oficialmente renovada para a 9ª temporada, e os principais atores renovaram seus contratos por dois anos (vem uma 10ª temporada por aí?).

Em Migration, continuamos acompanhando a saga dos nossos residentes. O clima ficou mucho loco após a aprovação de Alex, Jackson, Meredith e Yang. A festa rolou solta, devidamente acompanhada das bebidinhas clássicas de Grey’s. Me lembrou os velhos tempos do seriado, no qual a casa de Mer era praticamente um antro de festas inesquecíveis e muita tequila. Saudades.

E a mais empolgada de todos com a festa foi April, que não soube lidar com sua reprovação, muito menos com as inúmeros retornos negativos de suas entrevistas de emprego que vieram na seguida. Ela surtou, de verdade. E apesar de toda a chatice de Kepner, não pude deixar de sentir pena da residente quanto até Owen a dispensou. Nem Avery conseguiu consolar a amiga – com benefícios – e fiquei com peninha dele também. Depois do sexo, a situação entre ele e Kepner ficou bem esquisita, e não o ajuda o fato da habilidade de Kepner para lidar com o assunto ser zero, ou negativa. Será que Sarah Drew tá saída? Ou April acabará ficando por Seattle? É esperar para ver.

E se os testes ferraram com a vida de April, o mesmo não se pode dizer de Alex. O médico conseguiu que sua dedicação aos pacientes fosse reconhecida, e foi bacana saber que o Hopkins quer ele. Levantou a moral dele, algo que sempre é bacana, ainda mais em se tratando do Karev. E foi legal ver a interação dele com o Chief, que ensinou ele a se posicionar nessas ocasiões, barganhando sempre que possível. Fiquei super feliz por ele, queria ter dado o abraço que a Yang deu nele – Yang abraçando pessoas? Tudo em nome da nostalgia!

Achei compreensível a reação da Arizona, gritando e acusando Alex, afinal ela é uma das grandes responsáveis por ele ter se tornado o profissional que é atualmente, e na Pediatria. E a loira tá super sensível por causa de todo o drama envolvendo seu amigo, que está em uma situação irremediável. Foi de cortar o coração ver Arizona tendo que lidar com tudo aquilo, numa fase tão feliz para ela, após superar todo o trauma vivido com o acidente de Callie – que estará sempre ali pra mulher, que lindo!

Mer resolveu ir para Boston – e em dia de season finale de Fringe, só consigo pensar num encontro dela com a Fringe Division -, colocando a família sobre sua vontade de permanecer em Seattle, especialmente por Yang – ainda que Lexie também tenha entrado na ciranda. Cortou um pouquinho meu coração quando Yang disse que Owe era a “person” dela, mas compreendo a médica e todo o esforço que ela estava fazendo para decidir seu futuro. No final das contas, Mer resolveu priorizar sua relação com Derek, que tem uma ótima proposta em Boston, e poderia voltar a pesquisar a cura para o Alzheimer. Isso pesou na decisão, sem dúvida.

E Yang surpreendeu a todos. Porque quando parecia que ela estava atrás da reconciliação com Owen – com direito à sexo e tudo – ela simplesmente anunciou que estava de partida. Mayo ganhou, e a Dra. Yang está de partida. E não estão todos eles? Quem fica, ficará com um quadro praticamente branco, e muita dor no coração. Que o diga Hunt.

Mas nem só de decisões profissionais é feito esse final de temporada. Também há algumas decisões amorosas que devem ser tomadas antes do apagar das luzes. Miranda não entende direito os propósitos de Ben, e acaba dando showzinho da sala de operação, sob os olhares de Der e Mer. Praticamente jogou as palavras cruzadas de Ben no chão e sapateou. O que ela não sabia é que as cruzadinhas eram um pedido de casamento. Deu peninha do anestesista. Bailey se produziu toda para dizer o sim – junto com o pedido de desculpas – mas aí tinha outra decisão na jogada (sim, daquelas profissionais) e as coisas já não eram tão simples assim.

Complicadas também estão as ideias do Mark, que tá agindo super esquisito por que não sabe o que quer da vida. É inevitável rir toda vez que ele e Lexie trocam palavras, dado o estado que os dois ficam. É sem jeito demais, hilário demais. É amor puro entre esses dois. Torço muito pra que se a Mc House não for de Derek e Mer, ela seja de Lexie e Mark. Seriam moradores substitutos à altura.

No final do episódio, o prometido gancho com Flight, a season finale que promete ser a mais dolorida da série – quer confirmar isso? Assista esse promo, mas se prepare antes. Derek, Meredith, Cristina, Lexie, Mark, Arizona. Todos eles embarcaram no vôo da morte. Alguém – ou “alguéns” – deverá morrer. E todos os personagens que embarcaram são muito queridos, fariam muita falta na próxima temporada. Shonda, a Rainha do Drama, ataca novamente. É muito bitch, mesmo. Então preparem os lencinhos de papel. Dia 17/05 é dia de despedidas. E dia 18 nos reencontramos na última review da temporada. Até lá!

ABC renova ‘Happy Endings’

Data/Hora 11/05/2012, 17:00. Autor
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Ontem foi a vez da renovação de Once Upon a Time, de Modern Family, de Suburgatory, de The Middle, de Grey’s Anatomy, de Revenge e de Castle. Hoje são os fãs de Happy Endings que podem comemorar.

A ABC acaba de confirmar a renovação da comédia para sua 3ª temporada, que contará com 22 episódios.

Com informações do TV by the Numbers e do SpoilerTV.

ABC renova ‘Once Upon a Time’ para a segunda temporada

Data/Hora 10/05/2012, 22:10. Autor
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Agora é oficial. Adam Horowitz , co-criador de Once Upon a Time e produtor executivo da série acabou de usar seu perfil no Twitter (@AdamHorowitzLA) para confirmar a renovação do seriado para sua segunda temporada.

Na mensagem, Adam ainda agradeceu aos fãs pela audiência e afirmou que todos estão muito animados para a continuação da série.

Vale lembrar que o episódio final do seriado será exibido nos Estados Unidos no próximo domingo, e os criadores de Once Upon a Time prometeram alguns retornos para o episódio. No Brasil, Once Upon a Time é exibido pelo canal Sony, às quintas, 21 horas.

Com informações do Tv By the Numbers.

Game of Thrones – The Old Gods and the New

Data/Hora 09/05/2012, 19:30. Autor
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Loucura. É esse o estado de espírito que define The Old Gods and the New. E explico agora o porquê dessa minha opinião.

Theon Greyjoy, na vibe de impressionar o pai, enlouqueceu. Resolveu invadir e ocupar Winterfell e ser chamado de príncipe, tratou todos aqueles que o rodearam a maior parte da vida com despeito e maldade, e matou Sir Rodrik. O olhar insano dele foi algo. Traidor. Eu ainda acreditava que ele iria enxergar a luz e escolher o lado certo. Mas não, escolheu errado. Para mim, a única vantagem da invasão foi o fato dela ter colocado medo no Rickon, que tava chatinho há muito tempo (tadinho, “abandonado” pela mãe, pelas irmãs e pelos irmãos). Mas, falando sério agora, é curioso observar como a personalidade fraca do Theon faz com que ele seja altamente ,manipulável. Fica bem claro que ele não está invadindo Winterfell com a pior das intenções, mas sim para conquistar o lugar que acredita ser seu, de direito, no coração do pai. E essa busca desenfreada por atenção e poder leverá Theon para uma estrada sem volta, creio eu.

Robb, o “irmão”, já está sabendo da invasão, e quer a cabeça de Theon (só uma notícia desse gabarito pra fazer o Rei do Norte largar da paquera com a misteriosa enfermeirazinha). Um de seus vassalos foi enviado para retomar Winterfell e livrar os pequeninos Starks que ficaram para trás. O que Robb e Lady Stark não sabem é que os selvagens podem ser domados e criar vínculos de afeto e lealdade. E graças a Osha e sua selvageria na cama Bran e Rickon conseguiram escapar do castelo, devidamente seguidos por Hodor e protegidos pelos lobos. Ou seja, Theon se ferrou. Quero que as tropas de Robb entrem em Winterfell e esmaguem o inseto Greyjoy.

Loucura a gente também viu lá por Qarth. Dany está mais sedenta por poder, quase encarnando um Viserys. Mas, embora veja a insanidade da busca desenfreada de Daenerys pelo Trono de Ferro, eu entendo sua motivação. A Khaleesi perdeu tudo que já teve na vida (1° praticamente toda a família e a pompa, quando bebê; e depois seu grande amor e eterno marido), e não está conseguindo digerir a informação que indica que ela precisa ter calma e começar pequenininha, e não sair pedindo toda a frota de navios dos imortais de Qarth. Alguém, no juízo de suas faculdades mentais, cogitou a hipótese de entregarem tudo pra ela com base no “se”? Duvido. E agora que a pessoa misteriosa roubou os dragões da platinada, e ela perdeu o restante do seu khalasar, as coisas devem ser ainda mais difíceis. E Xaro – o homem mais rico de Qarth, conforme nos informaram à exaustão – deve ter uma nova esposa em breve, pra desgosto do meu coração shipper que tá esperando drogo retornar do mundo dos mortos, com cavalo, trança e tudo.

E loucura, loucura, loucura também em Porto Real. Que pandemônio foi aquele? Pessoas furiosas, com fome. Com sangue nos olhos. O momento valeu demais. Pelo cocô de vaca que jogaram na cara do Joffrey, e pelo tapa que ele levou de Tyrion – que não perdeu a mão. É, realmente é um Rei cruel e idiota, que merecia ser ele o esquartejado. Nem a hombridade de mandar buscar a Sansa ele teve. Por falar nela, ela tá sofrendo a cota parte que lhe cabe por ter sido tão idiota no início da 1ª temporada. Agora está lá, odiando o Rei secretamente, e tendo que fingir sonhar ser a Rainha pra permanecer viva. Sorte dela que, aparentemente, o Cão tá ficando mais mansinho, e resolveu ajudar a garota – ou a pombinha – mesmo sem ordens de Joffrey. Será que a resposta de Clegane para Tyrion significou que a auxiliada era Sansa, ou será que ele agiu estritamente visando os interesses do Rei? Tenho minhas dúvidas, mas acho que o Cão simpatiza com a pomba.

Tenso foi o papo entre Cersei e Tyrion. Deu até medinho da Rainha, que está sofrendo com o afastamento de Myrcella – assim como o principezinho, que chorou e chorou. Só não temo maiores consequências para o acontecimento porque o ameaçado é o Tyrion, o mais astuto dos astutos. Isso significa que ele não será facilmente enganado, e também não acho que haja alguém que ele ame tanto assim, nem a prostituta/aia.

Já que estamos falando de astúcia, é bom falar de Arya. A situação da pequena tá cada vez mais enrolada, tipo novelo de lã. Mas ela continua dando seu jeitinho de permanecer viva e incógnita dentro do covil de Tywin – que tem “mágoa” do pai, quem diria! -, mesmo após a visitinha de Baelish. Mas a decisão de roubar os planos de guerra dos Lannister foi extremamente estúpida – o que diabos ela faria com o papel? Ilusão achar que ela mandaria um corvo – e ela precisou gastar o 2° nome “da morte” pra não ser descoberta – que eficácia do Jaqen! Resta saber até quando esse disfarce de copeira culta perdurará. Estou louca pra saber qual o destino da brava Stark após sua farsa ser descoberta. Será que Gendry livrará a pequena?

E agora, chega de falar de astúcia. Vamos falar de vacilo, de bobeira. Caramba, Jon. Você pode mais do que isso (e mais que Theon também, que precisou dar 90 golpes de espada para arrancar a cabeça de um velhinho). Foi vacilo puro ele ter peninha de Ygritte. E inevitavelmente eles se envolverão. O patrulheiro e a selvagem. O que o futuro revelará para Snow, que pretende manter a honra, e está disposto a morrer pela muralha? Algo ruim, se ele não ficar mais esperto rapidamente.

Só mais 4 episódios e tchau, Game of Thrones. Creio que o ritmo do desenrolar da história ficará mais rápido nesse final de temporada, e mais eventos chocantes deverão acontecer, tal qual na temporada de estréia. E que venham os episódios finais.

Castle – Always

Data/Hora 08/05/2012, 20:20. Autor
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Como promessa é dívida, cá estou eu. Escrevendo essa review ainda no calor do momento – e que calor, e que momento – para dizer que Always foi um ótimo episódio. Que apesar de tratar do “plot principal” da morte de Johanna Beckett, o fez sob outro ângulo. É claro que a investigação foi mostrada, e o caso era instigante e interessante, afinal todos queríamos descobrir a identidade de quem ousou mandar uma bala no peito de Kate. Mas o episódio foi muito mais sobre a detetive aceitando seguir adiante, aceitando suas limitações frente ao poder do “lado do mal”. E dando novo peso para as coisas da sua vida. Kate Beckett não é mais uma mulher presa ao passado – todas pira!

Mas, antes de falar do episódio em si, preciso falar – rapidamente, prometo – dessa quarta temporada. Não foi uma nem duas vezes que vocês me “ouviram” reclamando, dizendo que as coisas estavam lentas, que histórias estavam sendo requentadas. Que essa 4ª temporada não era tudo aquilo que tinha sido a 3ª. E depois da exibição de Always, tenho certeza que muitos de vocês pensaram “pagou com a língua” ou “vai ter que se retratar”. Continuo pensando que a 4ª temporada poderia ter sido bem melhor que foi. Que alguns casos foram muito desinteressantes, para o padrão Castle. Que houve excesso de enrolação, sim – embora agora, olhando para trás, eu consiga entender um pouco melhor o andor lento da carroça. E episódios brilhantes, como Rise, Cops & Robbers, Kill Shot e Always não mudam isso.

Sei que vocês estão pensando “como ela é chata”. E sou mesmo. E além disso, exigente. E mimada por Castle. Porque as 3 primeiras temporadas foram ótimas, e vieram num crescente lindo. E, pra mim, a 3ª foi a melhor delas. Eu esperava que a 4ª temporada elevasse tudo isso à enésima potência, e o fato da ABC promover lindamente suas séries não me ajudou muito (seus trolls, parem de fazer promos lindas e mirabolantes, ou sites que são mentirosos). Criei expectativas e muitas vezes não recebi o que esperava. Problema meu, é óbvio. Mas como escrevo pra vocês, prefiro deixar tudo bem claro. Isso significa que não curti a 4ª temporada? Longe disso, continuo gostando de Castle, e muito. Continuo achando os casos consistentes, rindo e chorando com o show. E, obviamente, shippando, e me contentando com as migalhas que prometi varrer para o lixo.

Quer dizer, eu me contentava com migalhas. Por que o que tivemos em Always foi um lauto banquete. Não tem como reclamar do andamento que a história teve no episódio. Inclusive, como já vinha falando nas últimas reviews, acho que o “rompimento” da dupla serviu muito bem para dar a chacoalhada que as coisas precisavam, mudar a dinâmica que estava enraizada na mesmice. Castle e Beckett foram até o fundo do poço (exagerada sou eu). Mas eis que lá, inteligentemente, tinha uma corda com nós (porque se fosse uma mola ou uma escada, a subida seria muito fácil e pouco emocionante). E os dois foram escalandos, ora solo, ora juntos. Na subida, as feridas se abriram. E doeram. E todo esse processo fez com que quando eles sairam do poço, as coisas não fossem mais as mesmas. As cicatrizes do processo os modificaram, os amadureceram. E os deixaram prontos para dizer aquilo que deveria ser dito e, sobretudo, para serem um casal – ainda que por uma noite.

E foi magnífico ver o encerramento do processo da Beckett. Ela saiu de um universo no qual resolver a morte da mãe era a coisa mais importante, ainda que sem ter uma vida, propriamente dita;  para outro no qual ela quer viver, em plenitude. Ela compreendeu a importância de Castle na vida dela. A magnitude dos sentimentos – do amor companheiro, porém quente, de Rick; do amor urgente, represado, dela. E ela escolheu ter isso na sua vida. Porque sem isso nada mais teria sentido – nem mesmo a resolução do crime. É muita coisa, não é? Muita mudança. As palavras de Alexis, que também vive um processo de transição e reavaliação de prioridades, foram perfeitas para o momento de Kate. Coroaram a linda cena da detetive decidindo que nada mais daquilo importava mais. Porque quando a pessoa está pendurada em um prédio e só pensa em ficar com a pessoa amada, alguma atitude precisa ser tomada. E ela foi.

Foi de cortar o coração ver Kate voltando sozinha – e na chuva – nos balanços que ela frequentou com Rick. Castle foi duro com ela, talvez como devesse ter sido há muito tempo. Mas dizem por aí que o amor tudo revela, e praticamente tudo perdoa. Só não suporta ver o processo de “morte” da pessoa amada. Foi demais para Castle. E foi demais para Beckett. Porque ela só conseguia suportar esse processo todo em razão de dividí-lo com o escritor. Por isso a urgência no “invadir” o apartamento de Castle, se desculpando e o beijando. Por que ali ela deu vazão a um sentimento há muito represado. O muro caiu e as águas fluiram. Rolaram, invadiram, inundaram.

E nem aquela fechada de porta nervosa foi capaz de impedir o tsunami que viria a seguir. Parabéns aos atores e à produção pela cena. Ficou nada menos que perfeita. Linda mesmo. Esteticamente, inclusive. Ficou bem quente, mas não apelativa. Ficou fofa – e a pegada de mãos deixou claro que é paixão, mas também é amor. Espero que vejamos mais 200 milhões de cenas como essa, na série. Repitam esse plot, produtores. Prometo não reclamar.

Agora a dúvida que fica é sobre como as coisas se desenvolverão, a partir daí. Eu achava que eles se tornariam um casal, mas logo romperiam, já que o segredo de Castle viria a tona. Mas Kate já sabe e, como ela mesma disse, nada disso importa mais. Então, aposto que o início da próxima temporada mostrará eles tentando achar o tom do relacionamento. Óbvio que nem tudo serão flores, haverá tensão de sobra. Mas creio que teremos nosso shipper como casal, pelo menos por um tempo. E nos deleitaremos com inúmeros momentos entre eles.

Pronto, eu poderia parar por aqui e creio que ninguém reclamaria. Mas pra ninguém pensar que esqueci de um pedaço do episódio, vamos dar uma comentadinha sobre o caso.

Houve pouca evolução, apenas a identidade do atirador foi descoberta. E teve aquele cliffhanger com a possível morte do tiozinho amigo do Castle (só consigo pensar nele assim), que deixou todo mundo de coração na mão, já que Beckett ficaria bem desprotegida caso ele morra. Aí, vai ser tudo com Castle mesmo – e com Javi e Ryan (to com dó dele, ainda), óbvio). Mas acho que a proposta de Always não era evoluir muito na história, mesmo. Mas sim mostrar a reação de Beckett à ela. Propósito completamente diferente de Knockout, por exemplo. Portanto, duas grandes season finales, muito diferentes entre si, embora parecidas.

Pra próxima temporada, a promessa que o pai de Castle será introduzido na história. Ele deve estar ligado de alguma forma à morte de Johanna, ou a manutenção da vida de Beckett. Não consigo pensar nesse plot de outra forma, a não ser que comecem a introduzir um novo caminho dentro do seriado e não foquem apenas nesse drama misterioso. Ainda não sei o que pensar.

Mas terei cerca de quatro meses para isso. Outro hiato chegou, e com ele a saudade e o questionamento “o que farei 4 meses sem Castle?”. Rever, re-surtar, re-teorizar. Criar novas teorias. Fazer tudo isso de novo. E aguardar, ansiosamente, a liberação do material promocional da 5ª temporada. Quando menos esperarmos será dia de season premiere, que continuará de onde Always parou. Até lá, nos “vemos” pelas redes sociais. Obrigada pela companhia, pela audiência. E que venha a próxima temporada.

P.S.1: esse P.S. foi só pra justificar o uso da imagem acima. Foi mal!

Fringe – Brave New World (part 1)

Data/Hora 08/05/2012, 19:11. Autor
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Já disse isso muitas vezes, mas não me canso de repetir: adoro a forma que os roteiristas de Fringe “brincam” conosco. Sempre fico perplexa ao observar que coisas antes desimportantes e sem sentido ganham muita importância e se tornam altamente explicativas. E como nossa perspectiva muda a cada novo episódio. Quem era bonzinho já não é mais, e quem era vilão… bom, quem era o vilão deixou de existir.

E nossas especulações estavam corretas. William Bell é o vilão mor de Fringe. E agora a batalha é de gigantes. Por mais inteligente que Jones fosse, ele não é páreo para o brilhantismo e a cientificidade de Walter. Mas com Bell na área – mais diretamente -, as coisas mudam de figura. Agora, é correr rápido, ou o bicho pega. E estraçalha – se os amigos não são poupados, o que será dos inimigos?

O reaparecimento de Bell também traz implícito o questionamento “de que lado estaria Nina Sharp?”, já que a ligação dela com Bell é enorme. Prova disso foi a relutância dela em aceitar que o cientista escondeu sua morte. Será que a adoção de Olivia teria sido apenas mais uma etapa do plano de Bell, ou Nina está limpa, dessa vez? E os Observadores, que andam meio sumidos ultimamente? Qual seria a ligação deles com Bell, se é que existe uma?

E se Bell é o Super-Vilão, Olivia é a nova “Menina Superpoderosa” do pedaço. As doses massivas de cortexiphan resultaram em mais habilidades do que estávamos acostumados, e aparentemente ela pode controlar moléculas – além de gerar combustão, pode impedí-la – e pessoas – vide o momento marionete com Peter. Quais os outros poderes que Olivia terá? Vale lembrar que o código da semana foi POWERS, uma menção às habilidades recém-descobertas de Liv e, principalmente, àquelas que ainda desconhecemos. Será que Olivia vai fazer a Jean Grey – a.k.a Phoenix, de X-Men – e virar tão poderosa que causará destruição massiva? A loirinha perecerá, nessa batalha?

Nós sabemos que Peter vai fazer de tudo para proteger a amada. Especialmente depois de já ter perdido Olivia antes, como ele mesmo pontuou, e por eles estarem planejando construir uma família feliz (e morar em uma casa com berçário). Mas me preocupa a possibilidade de êxito do Mr. X na tarefa de matar Dunhan. E mais, quem será Mr. X? Muito se especula que seria Peter ou Bell. Ou ainda um dos “serviçais” de William. Confesso que não vejo como seria Peter, mas Fringe me surpreende tanto, sempre, que não duvido de mais nada. Mas julgo muito mais apropriado que seja um cara malvado do lado dos vilões.

E acho que a ênfase tão grande que deram no bolo de limão se regenerando, e à informação de que cortexiphan serve para regeneração celular pode significar que um dos poderes da agente é a regeneração, o que evitaria sua morte (como nessa linha do tempo ela recebeu bem mais da substância, isso não significa que nas outras experiências de “quase morte” ela devesse ter se regenerado). Enfim, é esperar para ver. E tentar crer. E, mais ainda, entender tudinho. A parte dois de Brave New World promete ser super bacana, eletrizante, e colocar um fim nessa temporada de forma que faça jus ao transcurso da mesma, que foi maravilhoso.

Quanto à relação de Walter e Astrid, esse episódio foi diferente. Lembrou muito a interação deles nas três primeiras temporadas, na linha do tempo azul “original”. Mais afeto, mais carinho, mais companheirismo. E mesmo sem acreditar que Bell estivesse vivo, Astrid seguiu com Walter atrás do cientista. Resultado? Eles encontraram o “esconderijo” – notaram que o lugar se chamava Eden? É a gênese do Novo Mundo – das criaturas da “Arca de Noé” moderna, que repovoarão o mundo. E na 1ª sequência de ação pura de Astrid desde o início do seriado, ela é baleada. E desfalece nos braços de Walter, que tem o tão aguardado reencontro com o mui amigo Bell.

Creio que seja cedo para dizermos “descanse em paz” para Astrid (Asterisco, Astro, Alex), até porque nos eventos futuros, em 2036, ela estava viva. Então não deve ser confirmada a morte dela. O que eu agradeço demais, já que ainda estou de luto pelo Hot Lee do B.

Na sexta-feira, acabará essa temporada. A season finale não será series finale, e estamos todos felizes e saltitantes. E aguardando a explosão mental que virá a seguir. Pois que venha. Estamos preparados.

P.S.1: no dia 19/05 vai rolar em São Paulo o Fringe Event, no qual os fãs da série vão teorizar sobre a season finale e sobre a 4ª temporada do seriado. Quer mais informações sobre o evento? Então acessa o Facebook e aproveita para confirmar presença. Nos vemos lá!

P.S.2: Olivia super poderosa é bem legal, mas senti uma pontadinha de vergonha alheia da loira brincando de marionete com Peter. A produção é tão inteligente, poderiam ter achado uma forma melhor de Peter ser salvo. Mas está tudo tão bem que relevaremos.

P.S.3: achei super interessante o papo de Bell e Jones sobre o Bispo. O ‘Bishop’ acabou confundindo geral, e quando Bell falou que o bispo precisava ser sacrificado, logo pensei no Walter. Mas aí Jones foi atrás de Peter, e fiquei meio surpresa. No final das contas, nenhum dos Bishops era o bispo, mas sim o próprio Jones. Que tornou essa temporada de Fringe tão linda com suas vilanias. RIP, Jones.

P.S.4: ver o lado B vermelho no “previouslly” me deixou feliz e triste, ao mesmo tempo. Quero eles de volta, já!

P.S.5: sexta quero todo mundo assistindo online. A review da finale sai no sábado de manhã, eu prometo. Assim podemos divagar bastante, juntos.

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