Rizzoli & Isles – Dirty Little Secret e This Is How a Heart Breaks

Data/Hora 27/06/2012, 23:15. Autor
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Preciso dizer que amei esses dois episódios de Rizzoli & Isles? Definitivamente as duas amigas – SIM, elas voltaram às boas – alegram nossa Summer Season com suas ótimas tiradas, casos redondinhos e corações partidos.

Fico impressionada com a qualidade da série da TNT. Isso porque é muito, mas muito raro o seriado deixar a peteca cair. Os episódios são sempre tensos, dramáticos e divertidos na medida exata, de forma muito balanceada, o que os torna deliciosos de assistir. A dinâmica entre o elenco é perfeita. Angie Harmon e Sasha Alexander funcionam muito bem juntas, e Lorraine Bracco é uma das coadjuvantes mais queridas de todos os tempos. Por isso preciso confessar que torço de montão pela renovação da série. Como a audiência tem sido bacana, acho que a tendência é a renovação, mas meu coração não descansará enquanto não sair o anuncio oficial.

Os casos de Dirty Little Secret e This Is How a Heart Breaks foram instigantes, cativantes. Bem construídos mesmo.

No 2° episódio da temporada, vivemos a tensão de ver Maura e Jane em perigo, caindo nas garras de um professor de yoga mafioso. A tensão que o episódio trouxe, somada ao fato das amigas ainda estarem estremecidas, deu o tom certo para que ficassemos apreensivos por mais de 40 minutos, desejando que as duas ficassem logo à salvo, e de preferência voltassem à ser BFFs. E isso aconteceu, depois de tiroteio, acidente de carro, inundação e “operação improvisada” no meio do nada. Claro, com direito a final fofo, com abraço e confissão de “senti saudade”, tudo sob olhares atentos da “mamãe Angela”.

Para contrabalancear a tensão, presenciávamos a cara de pau do Sr. Rizzoli, que resolveu dar uns pegas numa amiga de Tommy (mui amiga, diga-se de passagem), e queria renegar a ex-mulher e os filhos para poder se casar na igreja com a novinha. Foi engraçado, embora um tantinho triste.

Em This Is How a Heart Breaks as coisas entre Maura e Jane já haviam se normalizado, e isso significou ótimos momentos de parceria entre as amigas. E aMaura rebelde (cavalgar nua em protesto pela redução das verbas da equipe de é a cara dela), pixando com o “cara da ereção” – sério, produção?! Não tinha uma forma mais convencional de descobrirem a vida do bonitão? – foi a cereja do bolo. Ri demais. Mas nem só de momentos divertidos e engraçados viverá o homem, e o retorno de Casey trouxe aquele draminha de amor necessário em todo seriado.

Além disso, o episódio abordou um assunto super atual e importante, que é o problema dos veteranos de guerra que, desestabilizados após presenciar o horror dos conflitos armados. E esse drama, misturado com o controverso e polêmico – embora muito belo – ambiente da arte de rua, rendeu um ótimo e emocionante caso, com um homicídio triplo de dar pena. E como Casey traz as marcas da guerra, acho que esse assunto continuará rendendo. Ponto pra produção, que consegue aprofundar assuntos sem perder a leveza do seriado.

Ah, adorei a aparição do Rondo. Foi muito divertido ver ele e seus informantes dando as pistas pra resolução do caso da forma mais esquisita possível, mas foi bem tocante descobrir um pouco mais sobre o drama do sem-teto.

Enfim, dois episódios bacanas demais, super ilustrativos da qualidade de Rizzoli & Isles, meu passatempo favorito da Summer Season.

Rookie Blue – Class Dismissed e Good Shoot

Data/Hora 11/06/2012, 22:16. Autor
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Mais dois bons episódios pra lista de episódios gostosinhos de Rookie Blue. Acho que esse início de 3ª temporada tem sido bem sólido, e a série está mantendo a qualidade apresentada anteriormente, especialmente na temporada passada, que superou – e bem – a temporada de estreia. É, leitores. Definitivamente, Rookie Blue não é só um rostinho bonito que aquece nosso inverno com o clima do verão norte-americano.

Se comentei que a season premiere havia dado muito destaque pra Gail e Andy, preciso dizer que os episódios seguintes foram mais “democráticos”. Epstein e Nash tiveram um bom destaque, ela especialmente em Good Shoot. Mas preciso deixar minha indignação registrada: quando vão desvincular a policial Nash da mãe Nash? Cansa que o plot dela esteja SEMPRE relacionado aos dramas de conciliar a maternidade e a vida na policia, como aconteceu, mais uma vez, em Class Dismissed. Pelo menos em Good Shoot Leo teve apenas uma rápida menção no final do episódio. É óbvio que eu compreendo que as coisas se relacionam, mas acho que forçam um pouquinho a barra, nesse ponto.

Tô louca pra ver como vai ser ver a Nash detetive. Espero que ela se dê bem, faça escolhas certas. Aproveite bem os seis meses. Mas, cá entre nós, não sei se ela virará detetive, no final das contas. Ela é super competente, mas não acho que seja ela a detentora do perfil para o cargo.

Outra coisa que sempre acontece é o Epstein dar mancada. Ou ser o policial mais zicado do mundo dos seriados. Em Class Dismissed ele conseguiu a façanha de perder a viatura para um bando de adolescentes. E em Good Shoot ele “matou um cara”. Tá certo que esse segundo caso não se classifica como mancada, já que o menino estava mesmo armado. Mas podemos esperar que a morte do rapaz se manifeste em Dov de um jeito ruim. Talvez todo o trauma da morte do irmão dele volte, já que ele está enfrentando mais um “evento morte”. Talvez, ele tenha problemas em lidar com o trauma. E por um lado, gosto disso. Podemos esperar mais de Epstein, e apesar da zica que ele carrega, considero ele um bom personagem, que merece o destaque, sempre que o recebe.

Chris continua sendo um fofo do tipo mais gracinha. É muito engraçado ver os “eu de papelão” dele espalhados pela cidade, mas ao mesmo tempo é tão bonitinho. Acho que ele ama proteger as pessoas, faz por profundo prazer e altruismo. Ele é super boa gente, e a relação dele com o garotinho “rebelde” de Class Dismissed mostra isso muito bem, assim como o papo dele com a Traci. Aí, nos perguntamos: se esse doce não fez a Gail deixar de ser bitch, quem poderia fazer?

A resposta é Nick Collins. Até porque o novato bonitão tem um “quê” de cafajeste que deixa a loirinha bem mais mansa que de costume. E, de quebra, ainda descobrimos que ser bitch faz parte da personalidade dela, embora antes ela fosse uma “vadia” de outro tipo, e mais feliz. E era óbvio que ia rolar pegação entre os bonitos. Eraóbvio que Gail não daria o braço a torcer. Agora, vamos ver onde vai dar esse relacionamento. Creio que ele será construído ao longo da temporada, e a ideia me agrada. (Confesso, ainda me estressa um poquinho o “final sem final” entre Dov, Chris e Gail. Mas superarei isso, prometo).

Outra coisa que me agrada é como as coisas estão fluindo para Andy e Sam. Em Class Dismissed, houve alguns momentos de “dúvida”. Natural, já que como Swarek bem lembrou, há seis meses ela estava pronta pra se casar com Luke. Óbvio que Sam prefere ir devagar, checando todas as possibilidades do romance dar certo. E ele, mesmo sendo todo fechadão, tá se abrindo pra Andy, deixando ela – com seu jeitinho cativante de ser – ganhar espaço. Prova disso foi a carinha fofa que ele fez ao observar ela indo comprar sorvete, e o jeitinho que ele pega na mão dela, no final de Good Shoot. E o olhar de orgulho dele, quando ela coloca banca pra cima da testemunha da “lambança” de Dov, também foi muito legal.

À propósito, preciso dizer que Andy amadureceu, e muito. Ela já não comete mais os erros de novata que costumava cometer de balde na primeira temporada, e eventualmente na segunda. Ela é uma ótima policial, e seu progresso é notável. Só não acho que ela é a melhor candidata ao cargo de detetive porque gosto muito dela como policial.

E os episódios foram tão democráticos que até Barber, Noelle e Best tiveram seus momentos sob a luz dos holofotes. Bacana de ver o destaque que eles recebem, ainda que por poucos momentos. E nem teria como exigir mais tempo, já que Rookie Blue tem muitos protagonistas, e acho que nenhum desses três se enquadra nessa categoria. O mais apagado, até agora, é Shaw, mas até ele teve seus momentos de estrela, ainda que sejam eles perdendo o carro junto com Dov e sofrendo com a distância das filhas.

Por fim, preciso dizer que curti bastante os dois casos apresentados nesses episódios. A trama do mecânico apaixonado que faz a namorada de refém, no meio de uma caça ao tesouro escolar, rendeu. E nem preciso dizer que a trama “tinha uma arma, ou não?”, de Good Shoot, me cativou profundamente. Bom tiro, equipe de roteiristas. Com essa mira, Rookie Blue vai longe!

P.S.1: O dois episódios marcaram, respectivamente, 5,84 e 5,42 milhões na audiência. Houve uma pequena queda, se compararmos com a estreia da temporada. Mas são bons números para esta época do ano. Afinal, como diria a Andy, “qual é, vamos lá. É verão!” – lá no hemisfério norte, porque aqui “winter is coming” – e os americanos colocam o bloco na rua. Consequentemente, vêem menos televisão.

P.S.2: é tempo de finais da NBA, o campeonato nacional de basquete do EUA – o mais importante campeonato nacional do mundo. Então, nessa quinta-feira, nada de Rookie pra nós. Só nos resta torcer pras finais acabarem logo e termos episódio inédito dia 21/06. Caso isso não ocorra, só no dia 28/06. Infelizmente.

P.S.3: ADORO a Sue. Acho que ela e Epstein funcionam muito bem juntos, e torço pra ver cada vez mais dela em Rookie Blue.

Rizzoli & Isles – What Doesn’t Kill You

Data/Hora 10/06/2012, 01:28. Autor
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A série mais delícia da Summer Season está de volta. Foram longos seis meses de espera. E depois de assistir What Doesn’t Kill You, creio que ela valeu a pena. Nossa duplinha favorita de investigadoras está de volta, mas não vimos aqueles momentos de amizade e companheirismo que estávamos acostumados a presenciar.

Depois de Burning Down the House, e do tiroteio entre FBI, Polícia de Boston e Doyle, as coisas ficaram meio tensas entre Maura e Jane. E não poderia ser diferente. Foi difícil ver as duas tão estremecidas, e mais difícil ainda foi escolher um lado.

Ambas as amigas tinha razão, e não tinham razão, ao mesmo tempo. Jane foi meio turrona, mas agiu certo ao atirar em Doyle. O cara é criminoso mesmo, e o fato de protegera filha não significa que iria ficar amiguinho de todos os policiais que a rodeiam. E Maura, que tem tanto problema em gerenciar as emoções, teve sua razão em ficar magoada com Rizzoli, ainda que racionalmente soubesse que a amiga tinha agido dentro do que sua função exigia.

Gostei do fato de What Doesn’t Kill You ter começado exatamente no ponto que Burning Down the House parou. Assim pudemos ver todos os desdobramento dos tiros. Maura tentando lidar com o fato de ter que decidir sobre a vida do pai, enquanto a mãe ainda estava internada, e tendo que suportar o afastamento de Maura – e depois de Angela. Rizzoli lidando com o fato de ter sido aberta uma investigação na polícia, à procura do “tira sujo”. A detetive foi parar até no “almoxarifado”, em busca de evidências. E como nas séries policiais tudo sempre dá certo com base nas coincidências, a caixa de evidências que ela averiguou continha a arma do crime.

A trama por trás do tira sujo foi bem bacana – como são todas as de Rizzoli & Isles. Me arriso a dizer que é o seriado que tem os melhores e mais constantes casos -, embora tenha ficado evidente desde o início o envolvimento do cara do FBI (especialmente depois da reação de Doyle no hospital). E essas coisas sempre deixam uma tensão à solta, já que o perigo é constante.

Para contrabalancear essa tensão, sobraram cenas divertidas – o que dizer do 1° “encontro” de Maura e Jane; e das cenas de Rizzoli com o legista? Angela, mais uma vez, esteve perfeita. A dinâmica dela com Jane é excelente, e com Isles também. As cenas dela sempre me fazem rir, apesar de geralmente me deixarem com lágrimas nos olhos. Frost e Korsak também tiveram cenas divertidas, e esse último teve algumas das clássicas cenas “pai e filha” com Jane. Ou seja, o episódio foi extremamente bem balanceado, como costumam ser todos os do seriado. Prova disso foi a cena da “briga de gatas”, que nos deixou em estado de alerta, mas dando risadinhas.

Apesar de termos certeza da reconciliação entre Rizzoli e Isles, as cenas fofinhas e engraçadas de flashback me deixaram com o coração na mão, querendo que isso acontecesse logo. No final do episódio, as coisas estavam um pouquinho melhor que no começo – especialmente porque Doyle confirmou que atiraria em Jane -, mas ainda longe de ser o que já foram um dia. Voltarão ao que era? Certamente. E um forte indício disso é que Maura resolveu manter seu cargo, e não se afastar da Polícia.

O desfecho do caso também foi legal. Constance realmente tinha uma ligação com Doyle, mas não é a mãe biológica de Maura. Conforme ficamos sabendo através de Jane, a amiga foi entregue pelo bandido à Constance, sob alegação que a mãe biológica dela havia morrido. Mas na verdade foi um ato de amor de Paddy, que sabia que a filha acabaria morta. Foi triste ver Maura no cemitério, chorando sobre o túmulo da “baby Maura Doyle”. Isles está num momento de extrema confusão e vulnerabilidade, e como ela mesmo disse, ela se acostumou a ser uma pessoa sozinha, o que faz com que sua habilidade social seja reduzida. Normal, portanto, ela se afastar um pouco. Mas creio que logo ela buscará amparo em Jane, e nos deliciaremos com mais momentos entre elas.

A audiência do episódio foi de cerca de 5,62 telespectadores. Um bom número, ligeiramente menor que o da season finale da 2ª temporada. A série continua como uma das maiores audiências da TNT, e torço pra que seja renovada em breve.

Na semana que vem vai ao ar Dirty Little Secret. Será que teremos momentos divertidos e bacanas entre nossa dupla querida? Creio que sim. Então, até lá!

P.S.: o agente Dean se foi, mais uma vez. Resta saber quando ele voltará. Se é que voltará, já que Billy Burke está escalado para Revolution.

Game of Thrones – Blackwater e Valar Morghulis

Data/Hora 07/06/2012, 12:39. Autor
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Essa que vos escreve, imperdoavelmente, atrasou as review de Game of Thrones. Então, Valar Morghulis terá a honra de dividir esses breves comentários com Blackwater, que foi um episódio daqueles. Pode-se dizer que a dupla de episódios nos proporcionou duas horas de qualidade e boas histórias, que fecharam bem esse segundo ano da grande produção televisiva da HBO.

Mas antes de falar dos episódios em si, preciso dizer que achei, em termos gerais, a 1ª temporada melhor que essa segunda. Mas isso não significa que a 2ª tenha sido ruim, longe disso. Foi boa, boa demais. Mas ela não contou com os elementos ‘surpresa’ e ‘estreia’, que acompanharam sua antecessora. As críticas à adaptação do 2º livro também foram maiores, já que a obra televisiva se afastou um bocadinho da literária, o que não tinha acontecido até agora. O temor, segundo me consta, é que as pequenas modificações feitas agora – muitas delas necessárias ao bom andamento do seriado, diga-se de passagem – possam resultar em alteração drástica nos rumos futuros.

É fato que a 1ª temporada foi mais cheia de surpresas e reviravoltas. Mas essa segunda temporada foi sólida o bastante por nos fazer clamar aos Deuses – os antigos e os novos – pela chegada da 3ª temporada. Mais uma vez, uma longa espera nos aguarda. Só nos resta torcer pra que a próxima temporada chegue logo, e que com ela venha o inverno.

Mas há que ser dito, com absoluta certeza, que Game of Thrones se manteve, na 2ª temporada, como uma das melhores séries em exibição, com uma das melhores produções. E, certamente, continua sendo uma obra magnificamente adaptada.

E Blackwater é um exemplo disso. Foi o homem – sim, o próprio Martin – que escreveu o episódio. E conseguiu deixar a coisa toda tão redondinha que rendeu ótimas cenas, resultando naquele que é um dos melhores episódios de Game of Thrones.

As cenas de batalha foram bem gravadas, de forma que os recursos ‘limitados’ da produção não ficaram evidenciados – filmar batalhas sempre custa muito caro. E as histórias foram mais que bacanas. Cersei e Tiryon deram um show. A ‘Rainha’ completamente transloucada, mais humanizada em razão do medo. Uma personagem mais palatável, eu diria. E Tyrion, nosso adorado e venerado Meio-Homem, que se mostrou mais bravo do que os “homens inteiros” e liderou as tropas para a vitória de Porto Real. Bem feito, Stanis. Muito bem feito – só lamento a morte do Cavaleiro das Cebolas (que se foi cedo demais, na minha opinião. Por que a bitch de vermelho não embarcou no navio, Senhor da Luz?), na cena lindona do fogo vivo.

E o tratamento dado a Tyrion foi uma das coisas que mais fez doer meu coração, em Valar Morghulis. Depois de tudo que ele fez, Cersei e Joffrey deram mais uma prova que gratidão não é o seu forte e jogaram o pequenino numa “cela”. Sorte que a Shae é bacana demais, e que ela ama mesmo o anão – creio eu. Se não fosse ela, Tyrion seria o cordeiro no meio dos leões, e do Meistre, que se divertiu à beça com o “castigo” imposto ao anão.

Enquanto Tyrion amargava o esquecimento Real, Joffrey distribuia honrarias. Tywin – que não recolhe os dejetos de seu animal do chão – é a nova Mão do Rei, e Protetor do Reino (totalmente injusto o velho ter levado os louros pela vitória. Mas o mundo não é justo mesmo, então…). O ardiloso Mindinho é o novo dono de Harrenhal – rolou um momento “quero ser seu dono” com Sansa, também. E Margaery (tadinho do Loras, vocês viram o sofrimento dele ao falar do Renly?) é a nova noiva de Joffrey – agora entendi o desejo dela em ser A Rainha -, liberado pelos deuses de seu compromisso com a sonsa Sansa, que insiste que Porto Real é seu lar.

E por falar em lar, alguém mais teve muita pena de Rickon e Bran? Os menininhos perderam tudo, e acabaram tendo que deixar Winterfell para trás. As palavras do insano Theon Greyjoy viraram pó, assim como a fortaleza, que deixou de ser eterna. Agora, os pequeninos Stark partem rumo ao Norte, para encontrar Snow, sem imaginar o quão ao Norte ele está.

Lar que também é a obsessão da khaleesi. E essa obsessão que fez a loirinha triunfar na Casa dos Imortais. Cenas instigantes, bonitas. E nem preciso dizer que adorei ver Drogo, depois de uma temporada inteirinha. Eu sabia que ele voltaria do mundo dos mortos, mais cedo ou mais tarde, ainda que só em sonho. Os dragõezinhos de Dany estão crescendo, e já cospem fogo – muito medo do que Dracarys fará quando crescer. No final das contas, a loirinha ficou livre, deu à Xaros o que ele merecia, e ainda conseguiu um pouco de ouro. Na terceira temporada devemos acompanhar a saga de Daenerys para cruzar o mar, em busca do trono de ferro.

E por falar em trono, Robb arriscou o seu. O coração do Rei do Norte falou mais alto – assim como o ressentimento com a mãe pela ‘fuga’ de Jaime – e ele casou com a enfermeirazinha. A palavra dada aos Frey foi violada, e certamente haverá consequeêcias disso, no Norte.  O mais provável é que as alianças se enfraquecem e, consequentemente, os exércitos nortenhos seguirão pelo mesmo caminho. Ou seja, problemas e ação – oba – de sobra.

Arya continua em fuga. E Jaqen agora é Morghulis, com direito a cara nova e tudo – será que o veremos novamente? Espero que sim! – Fico pensando nas peripécias de Arya em Bravos… e me deu uma saudade do “professor de dança”. Para onde a esperta Stark irá, só o futuro dirá. Mas espero que sua jornada seja longa e próspera, e que, eventualmente, ela cruze com Tywin novamente.

E por falar em jornada, interessante está sendo a de Jaime e Brienne. Gosto da interação deles, essa mistura de momentos quase ternos de compreensão com outros mais brutais e sarcásticos. E Jaime faz um pouco as vezes de telespectador, já que pergunta à “moçoila” tudo aquilo que queremos saber. Como será o restante da jornada deles até Porto Real? Muitos homens perderão suas vidas pelo caminho? Creio que sim, porque com Brienne não tem moleza. E acredito que quando ela e Jaime finalmente se enfrentarem – se é que isso irá acontecer – não restará pedra sobre pedra.

Snow tá cada vez mais longe de “casa”, e contou com a ajuda de Qhorin para ganhar a confiança dos selvagens. Acabou matando o lendário patrulheiro, e Ygrite ficou bem impressionadinha. No final das contas, os selvagens são mais organizados do que se pensava, e Jon chegou no “QG” nos caras. E ele vai conhecer o famoso e temido Rei além da Muralha, desertor da Patrulha da Noite. Vai ser legal? Sim ou claro? A propósito, espero MUITO que na próxima temporada a jornada de Snow seja mais bacana e cheia de elementos surpresa. E espero que o mesmo ocorra com a trama de Daenerys.

No final do episódio, o impactante gancho para a próxima temporada: as três trombetas soaram – seriam do apocalipse? Os white walkers apareceram, em bando. Bando mesmo. Com suas aparências sombrias, assustadoras e gélidas. Quero só ver o que acontecerá quando eles cruzarem a muralha. A guerra contra as criaturas colocará Lannisters, Baratheons e Starks lado a lado, combatendo um inimigo em comum? Creio que sim. E mal posso esperar por esse dia. Por que o inverno, finalmente, chegou.

Pena que teremos que esperar cerca de um ano para nos embrenhar nele!

Agradeço a companhia de vocês por aqui, em mais Game of Thrones. Quando o inverno chegar, venham para a fogueira do TeleSéries. Estarei por aqui!

Rookie Blue – The First Day of the Rest of Your Life

Data/Hora 28/05/2012, 22:14. Autor
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Rookie Blue está de volta. Nossos novatos favoritos chegaram para tornar a Summer Season mais delicinha. E chegaram marcando presença, naquele que prometia ser The First Day of the Rest of Your Life. Bom, pelo menos pra Andy, ele foi.

O episódio foi centrado, principalmente, em McNally e Swarek – e não poderia ser diferente. O episódio retomou a história 3 meses após os acontecimentos da season finale da 2ª temporada. E a nossa 1ª surpresa foi que Andy seguiu as regras, à risca, e ficou esse tempo todo longe de Sam. O afastamento foi compreensível, é claro. Afinal, a carreira dela na polícia – que ela tanto ama – estava em jogo. Mas achei meio bobinho que ela tenha ficado todo esse tempo sem ao menos falar com ele, tendo em vista que ela quebrou regras bem piores, e reiteradas vezes. Por isso entendi a birra do Sam. E foi tão bonitinho quando ele disse que enquanto ela pensava em não quebrar as regras, ele pensava em ficar com ela. Vacilou, Andy! Quem consegue ficar três meses longe do Swarek – mesmo que se jogando nos esportes radicais? QUEM?!

Feito o desabafo, o importante é que, no final das contas, a casualidade – acho engraçado como nos seriados as coisas mais aleatórias acabam levando os policiais a desvendar AQUELES casos – acabou fazendo com que a policial fosse reintegrada. E o melhor e tudo: ela não precisa mais ficar longe de Sam. Finalmente os veremos como um casal, e creio que muitos momentos de fofura virão. Mas muitos momentos de tensão, também. No final do episódio, vimos o começo da relação. Passos de formiguinha, Sam agindo da forma mais blasé possível, e os dois em um namorinho adolescente no sofá. Quanta inocência depois daquela pegação.

Outra que ganhou algum destaque no episódio foi Gail, que tem uma trama todinha renovada, e parte importante dela é o novato Nick Collins (gostei de Peter Mooney, achei uma boa adição ao elenco). Peck, aparentemente, ainda usufrui de benefícios relacionados à posição de sua mãe, e continua com a personalidade meio bitch (a tiradinha dela pra Andy, sobre o Luke, nos fez recordar BEM disso). Ficou meio evidente que agora os dramas da loirinha serão aqueles relacionados ao ex-noivo, que é insano no cumprimento ao dever, e quebrou o coração da loira – cabe um bem feito aqui? Eu gostei da dinâmica Gail-Nick, mas achei que a trama Chris-Peck-Epstein ficou meio “em aberto”. Não ficou bem claro se eles resolveram as coisas ou simplesmente seguiram adiante sem falar mais do assunto. No final do episódio, a piadinha de Tracy, no bar, deixou indícios de que as coisas não foram tão bem resolvidas. Mas isso foi só um palpite meu, já que a coisa não foi tão explícita e eles estão sempre fazendo piadas mútuas, mesmo.

Chris até teve algum destaque, foi escolhido, ao lado de Noelle (que está com complexo, agora que está grávida), garoto propaganda da polícia – mas a alegria durou pouco, já que ele seria apenas “um rostinho bonito”. Tudo porque ele coloca o dever acima de tudo, principalmente de questões pessoais que poderiam tirar seu foco – isso ele faz MESMO. No limbo ficaram Dov e Traci, totalmente apagadinhos no episódio. Mas isso é completamente compreensível, é impossível um episódio – quem dirá uma premiere – focar em vários personagens ao mesmo tempo, de forma satisfatória. Ainda mais quando tantos são os “personagens principais”.

Eu gostei bastante do caso, as tramas envolvendo desaparecimento de crianças costumam ser tensas e bem bacanas, em virtude disso. O avô alcoolatra deu um peso dramático bem vindo à história, e a coisa conseguiu até mesmo ser um pouco emocionante. Não foi aquilo tudo, não nos levou às lágrimas, nem nos deixou sem fôlego. Mas foi um bom começo.

The First Day of the Rest of Your Life foi, então, um bom episódio. Não chegou a empolgar, mas passou longe de ser ruim. Resta saber se o que vem por aí segurará o nível do seriado, que cresceu muito na 2ª temporada. Eu acho que sim, e torço pra isso. Até o 2° episódio, pessoas.

P.S.: o episódio marcou 6.09 milhões na audiência, menos do que a premiere do ano passado. Mas são bons números. Teremos que acompanhar aevolução dos números durante a temporada para saber qual será o destino da série.

P.S.2: quero que Luke volte logo e veja o casal Sandy. Morrerei de felicidade.

Grey’s Anatomy – Flight

Data/Hora 19/05/2012, 10:58. Autor
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Chegou o dia de nos despedirmos da 8ª temporada de Grey’s Anatomy. Essa temporada linda que fez reacender o amor pelo seriado, e que foi uma verdadeira homenagem aos seus fãs e às primeiros anos da série.

E, como não poderia deixar de ser, o encerramento da temporada foi muito bom. Sim, eu adorei o episódio. Vi uma comoção nas redes sociais, pessoas afirmando que essa foi a pior season finale de todas. Que o roteiro foi ruim, que o episódio ficou sem final e o gancho utilizado foi ruim. Discordo veementemente de tais opiniões. E essa review é, tmabém, para explicar o porquê da minha opinião.

Desde a 2° temporada de Grey’s, no famoso episódio-bomba, temos certeza de uma coisa: a série não é UM drama. A série é O drama. Isso significa que deveria existir uma categoria própria pra Grey’s Anatomy – o drama do drama. E logo nos descobrimos outra característica marcante de Shonda: ela faz os personagens sofrer, e mais, ela mata nossos personagens favoritos. Sempre foi assim, e sempre será. Na cabeça da Rainha do Drama saída de ator significa, constantemente, morte. Por que ela gosta de drama. Quanto mais dramático melhor. Então, não é surpresa a morte de um dos personagens mais amado pelos fãs. Lexie se foi. Ela não seria a minha escolha, obviamente. Pra começar eu teria mandado a April no avião, pra mim ela que deveria ter morrido. Talvez, Avery. Ou, no máximo, Teddy. Nunca a Lexie. Mas a Chyler Leigh, segundo informações que rodam por aí, na web, pediu pra sair, para se dedicar a um novo projeto. Aí é dar munição para a Shonda, que juntou a fome com sua vontade de comer.

E a cena da morte foi muito bem feita. Mesmo. A atuação da Chyler foi perfeita, ela se despediu em grande estilo. Foi muito, muito triste. Na verdade, foi quase desesperador. E por isso a cena foi tão boa. Ela ganhou o devido destaque na hora da morte. O que significa que Shonda gosta dela. Senão ela só mandava um ônibus passar por cima dela (piadinha infame).

Claro que xinguei Shonda até a miléssima geração. Especialmente porque se ela pretendia matar Lexie, não devia ter dado falsas esperanças para os nossos corações shippers. Eu estava plenamente convencida que Slexie vivaria casal novamente ainda nessa temporada. Não foi assim que o destino – leia-se drama bitch – quis. E isso tornou tudo mais triste – e inaceitável também; mas somos fãs e infelizmente, nos cabe aceitar as decisões que os escritores fazem, já que reclamar também não adianta. Ou abandonar a série, e não conheço ninguém que pretende abandonar Grey’s por causa desse episódio.

E eu, do alto do meu romantismo, espero um final poético. No melhor estilo Romeu e Julieta, já que achei tão bonito o discurso “de despedida” do Mark pra Arizona. Sei lá, seria uma forma de redenção da Shonda, pra mim. Se outro ocupante do avião morrer, em setembro, creio que deva ser ele. Lexie o estará esperando.

Eu gostei muito do discurso de Yang, sobre bombas, ônibus atropelando amigos e tiroteios. Ela falou um pouquinho do que nós, fãs, pensamos. O Seattle Grace Mercy é realmente um atrativo para a morte. E curti que ela conseguiu manter a calma – embora procurasse feito louca pelo tênis – e dar a volta por cima. Depois de uma 7ª temporada de estresse pós-traumático, Yang conseguiu assumir o controle em uma situação de caos.

Mer também esteve muito bem (à propósito, uma grande atuação da Pompeo). É claro que ela se desesperou. Mer é uma pessoa cheia de perdas, na vida. Mas ela conseguiu colocar as ideias em ordem, fazer uma série de procedimentos em Derek e em Mark, e os dois devem sua vida à ela, principalmente. Foi desesperador ver ela chorando pela irmã, achando que o marido estava morto e ainda dizendo pra Cristina que ela continua sendo sua “person”. De cortar o coração, profundamente.

Arizona, que era a principal aposta dos fãs para ir para a terra dos pés juntos, sobreviveu. E apesar de estar enxergando o próprio osso e cuspindo sangue, ela também manteve o controle e até acalmou o piloto do avião. E suas palavras para Mark, sobre sua família, foram belas. Acho legal que ela, depois de todos os problemas que os dois enfrentaram, seja a pessoa que está ali por Mark, nesse momento tão devastador pra ele.

Antes de comentar as outras tramas do episódio, preciso dizer que adorei a forma como a transição de cenas foi feita, mostrando o hospital e a mata. Mostrou a posição antagônica de ambos, a calma conflitando com o desespero.

Gostei da trama da Teddy, e do desfecho que deram pra ela. Gostei mesmo. Não acho que foi desperdício de tempo de episódio ou coisa assim. A redenção dela veio naquele discurso sobre lealdade, pra Owen. Embora eu ainda ache que o Owen não agiu totalmente correto (agora, achei louvável ele demití-la, mas ficar sem checar os recados foi mancada!), Altman supervalorizou a situação toda, compreensivelmente. Foi ótimo vê-los novamente como amigos, e sentirei falta da Teddy na próxima temporada – se não houver reviravolta nenhuma e ela não decidir ficar. A beleza do final do episódio é justamente essa: tudo pode acontecer quando setembro chegar. E adoro surpresas.

Não gostei do tempo que dedicaram à Bailey e Ben. Pra mim foi excessivo. Fico triste em ver Miranda reduzida à um personagem secundário. Mas fiquei feliz que, aparentemente, os dois acertaram os ponteiros e na próxima temporada não haverá mais mimimi.

Callie e o Chief serviram como o alívio cômico do episódio – ainda acho que Callie ficou “cômica” demais. Esses momentos eram necessários pra que conseguíssemos secar as lágrimas antes de recomeçar a chorar. Mas é óbvio que as tramas que eles estavam envolvidos eram de menor importância.

Em April e Jackon nem prestei muita atenção, só sei que eles falaram sobre amizade. E curti bastante a cena da ligação do Alex, explica bem a motivação dele pra sair. E talvez explique o porquê dele ficar, na 9ª temporada – minha aposta.

No final das contas, um episódio “inacabado”. Um ótimo cliffhanger (gancho é exatamente isso, minha gente. Final sem final), na minha opinião. Além de deixar as perguntas “quem mais morrerá?”, ainda deixa a pessoa pensando “quem permanecerá na próxima temporada?”. E como reagirão os outros médicos, quando soberem? Ótimas perguntas, pra mim. E que deixarão todos os fãs ansiosos pela season premiere da próxima temporada.

Finalizando, preciso dizer que adorei escrever pra vocês sobre meu seriado favorito, especialmente sobre essa8ª temporada, que foi o renascimento da série. Obrigado a todos pela companhia. Até a nona temporada, pessoal!

P.S.: críticas abaixo em 3…2…1!

Vídeo promocional legendado da 2ª temporada de ‘Episodes’

Data/Hora 16/05/2012, 19:47. Autor
Categorias Notícias


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O Showtime divulgou um vídeo promocional da 2ª temporada de Episodes, que volta a ser exibida, nos Estados Unidos, em 1° de julho.

Na promo, bastante divertida, a emissora enfatizou o Globo de Ouro vencido por Matt LeBlanc, “o homem que tem tudo”. Confira o vídeo, legendado pela equipe InSubs (@InSUBs):

Vídeo promocional legendado da 3ª temporada de ‘Louie’

Data/Hora 16/05/2012, 19:39. Autor
Categorias Notícias


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O FX divulgou um vídeo promocional da queridinha Louie, que volta para sua 3ª temporada em 28 de junho, nos Estados Unidos.

O vídeo, que enfatizou a qualidade da série, foi legendado pela equipe InSubs (@InSUBs), e você pode conferí-lo abaixo:

Nessa temporada Louie terá reviews semanais aqui no TeleSéries. Não deixem de conferir.

Vídeo promocional legendado da 3ª temporada de ‘Covert Affairs’

Data/Hora 16/05/2012, 18:24. Autor
Categorias Notícias


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A 3ª temporada de Covert Affairs vem aí, e o USA divulgou um vídeo para divulgá-la. Nas imagens, podemos ver uma retrospectiva rápida das ações de Annie na temporada passada, e há grande questão que fica é: como se desenrolará o “relacionamento” entre ela e Auggie na próxima temporada?

Quer conferir o vídeo? Confira-o a seguir, legendado pela equipe InSubs (@InSUBs):

A temporada estréia em 10 de julho, nos Estados Unidos, e vocês conferirão reviews semanais da série aqui no Teleséries. Fiquem ligados.

Vídeo promocional legendado do último episódio de ‘House’

Data/Hora 16/05/2012, 17:23. Autor
Categorias Notícias


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O drama médico House chega ao final nessa segunda-feira, nos Estados Unidos, depois de 8 temporadas e 177 episódios.

E a Fox liberou um vídeo promovendo o especial de duas horas. A primeira parte será uma retrospectiva acerca dos acontecimentos passados, e a hora final será de Everybody Dies, o derradeiro episódio de House.

Confira o vídeo, legendado pela equipe InSubs (@InSUBs):

Vale lembrar que muitas são as especulações sobre o final da série, e vários retornos foram confirmados. E nesse final de semana o TeleSéries inicia uma série de posts especial para homenagear o seriado e seus fãs. Fiquem ligados.

Game of Thrones – A Man Without Honor

Data/Hora 16/05/2012, 09:22. Autor
Categorias Reviews


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Menos ação, mais conversa. Foi de conversas – e um pouco de sangue espirrando – que A Man Without Honor foi feito. Sobrou diálogo pesado e tenso no episódio, e quase todos os papos foram interessantes, embora alguns tenham sido um tanto quanto repetitivos,oque acarretou em um episódio mais “lento”. Além disso vimos a confirmação do que eu falava na semana passada. Robb e Snow não tem um quinto da esperteza de Arya.

Tá, a culpa nem foi do Robb, dessa vez. Ele não poderia imaginar que enquanto negociava a rendição, Jaime tentaria fugir – nem coberto da própria *palavra censurada* ele deixa a empáfia de lado, né? -. Mas levar a enfermeira com ele foi uma espadada no pé – pra manter as coisas na época certa – e abriu brecha pra seus vassalos, que querem sangue, se rebelarem e questionem suas atitudes. A sorte dele é que Catelyn é praticamente uma Pagu – aquela que é mais macho que muito homem –  e colocou todos em seus devidos lugares, com a assessoria sempre bem vinda de Brienne. A cena dela com Jaime, o homem sem honra em questão, que tá pra morrer mas continua com a língua afiada, foi ótima. Como assim questionar a honra de Stark? Apesar de concordar com boa parte do discurso de Jaime acerca da dificuldade em se manter a honra em Westeros, eu faço um pedido: estraçalha ele, Catelyn (embora eu tenha certeza que isso não ocorrerá, já que a morte dele pode significar a morte de Sansa e – até onde Cat sabe – de Arya).

E não pensem que Robb é o mais tapado da família. Esse privilégio é de Snow, que passou o episódio inteiro discutindo sua masculinidade (porque quando Game of Thrones não mostra, ela precisa referir, detalhadamente) com a selvagem Igritte, que manipulou o sonso de bom coração direitinho. Agora ele está lá, sem seus irmãos da muralha e sem Fantasma, perdido no meio da imensidão branca e gelada e cercado de selvagens. Como ele sairá dessa?

Antes de falar dos espertos da família Stark, pausa pra comentar o drama de Sansa – que não é esperta demais nem de menos. A garota menstruou, e o pavor de gerar monstrinhos filhos do Joffrey tomou conta dela. E com razão – cá entre nós, Tyrion sabe escolher mulher, né? Adoro sua “prostituta”. E isso ainda gerou um dos melhores diálogos do episódio, entre Sansa e Cersei, que finalmente percebeu o monstro que o filho é. Os conselhos dela para a “nora” foram ótimos, especialmente aquele pedaço referente ao amor enfraquecer a pessoa. Mostrou uma Cersei mais humana, quase amedrontada diante da vida, que sofreu nas mãos de um Robert fanfarrão e sem amor, e que se culpa por amar ao irmão (que, pelo jeito, foi um ótimo “marido”). E por falar nisso, adorei os momentos dela com Tyrion. Foi a primeira vez que percebi afeto entre eles.

Bran Stark é esperto que só. Adorei ele priorizando a estratégia à fome. Tomara que eles consigam correr muito a frente de Theon e seu séquito enlouquecido. Sim, porque não acreditei nem por um minuto que os corpos carbonizados são de Bran e de Rickon. Se forem eles, cadê Osha e Hodor? Agora, se forem elesmesmo, há um problema a vista. O choro chegará atrasado.

Mas Arya ainda é a mais esperta dos Stark, embora a cada dia que passe Tywin esteja mais perto de desvendar a verdade. Ele já sabe que a garotinha não é plebéia, e Arya não tem feito muito esforço para esconder sua cultura. E apesar da cena da faca, e da vontade de ver o Lannister pai morto, acho que Arya se sente a vontade com ele. Gosto muito dos papos deles. Só torço pra que eles não acabem entregando a pequena – fã das mulheres guerreiras.

E por falar em guerreira, Daenerys está enlouquecida após o roubo dos dragões. E com razão, já que quase todo seu pequeno khalasar foi morto na ação. Ela está desconfiando de todos, até de Jorah (já entendemos que ele ama a khaleesi, produção). Mas pelo menos ela tem se mantido afastada de Xaro. Eu temia que se “afastando” de Mormont ela acabasse caindo na lábia do mercador. Que, no final das contas, é pior do que eu pensava. Dos imortais sobraram poucos (por falar em sobrar, sobram cenas de assassinato coletivo em GoT).  Só o alpinista social e o charlatão, mesmo. Um mais louco que o outro. E preciso confessar que não vejo a hora de descobrir a identidade da mascarada, e rever os dragõezinhos, é claro.

Por fim, é preciso falar de Theon. Que perdeu completamente a razão. Nessa vibe de querer deixar o lado “tolo” de fora da equação, o Greyjoy tem se mostrado cada vez mais irritadiço e cruel. É claro que esses aspectos da personalidade dele estavam lá já na primeira temporada. Mas os Starks controlavam eles. Agora, com incentivo, isso tudo aflorou e tem crescido exponencialmente. Não sei qual é o limite do idiota nervosinho, mas creio que teremos uma ideia no próximo episódio, que se chamará The Prince of Winterfell. Então só nos resta esperar o próximo domingo chegar!

ABC anuncia sua programação para a temporada 2012-2013


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A ABC foi a terceira emissora a divulgar sua programação para a temporada 2012-2013, na manhã desta terça-feira. A maior novidade na grade da emissora é a mudança de dia de exibição de Revenge. O drama passará a ser exibido nos domingos, às 21h, horário que nos últimos oito anos foi ocupado pela dramédia Desperate Housewives.

Confira abaixo os novos programas da ABC:

How to Live with your Parents for the Rest of your Life

Sarah Chalke, ex-estrela de Scrubs, dará vida a uma mulher recém-divorciada que acaba indo morar com seus pais Elaine (Elizabeth Perkins) e Max (Brad Garrett). Acidentalmente ou de propósito, Claudia Lonow escreveu o piloto vagamente baseado em sua própria vida. Ela produz a série juntamente com Brian Grazer, Ron Howard e Francie Calfo. No elenco Jon Dore, Orlando Jones, Rebecca Smith Delgado e Rachel Eggleston.

Mistresses

Drama provocante e emocionante sobre a vida escandalosa de um grupo sexy e atrevido de quatro amigas, cada um em seu próprio caminho para a auto-descoberta, mas ainda com uma viagem turbulenta a enfrentar, juntas. No elenco Alyssa Milano, Yunjin Kim, Rochelle Aytes, Jes Macallan, Jason George,  Brett Tucker e Erik Stocklin. A série é baseada na produção britânica de mesmo novo, e foi criada por K.J. Steinberg (Gossip Girl). Produção executiva a cargo de  Robert Sertner, K.J. Steinberg, Rina Mimoun e Douglas Rae.

Last Resort

Uma equipe renegada de um submarino nuclear, liderado por André Braugher (Men of a Certain Age), precisa  partir após desafiar uma ordem para disparar mísseis nucleares. Eles encontram refúgio em uma base da NATO, onde se autodeclaram a menor nação nuclear do mundo. Shawn Ryan vai produzir o piloto, que ele escreveu com Karl Gajdusek (Dead Like Me). Autumn Reeser, Scott Speedman, Daisy Betts, Sahr Ngaujau, Dichen Lachman, Jessy Schram, Robert Patrick, Camille de Pazzis e Lissing Dan completam o elenco.

Malibu Country

Reba McEntire estrela como uma divorciada que se muda com sua família para Malibu, onde ela tenta reviver sua carreira musical, mantendo seus filhos a salvo de serem corrompidos pela cidade. Kevin Abbott vai escrever e produzir o piloto. Lily Tomlin, Sara Rue, Jai Rodriguez, Owen Teague, Juliette Angelo e Justin Prentice também estão no elenco.

Family Tools

Um homem (Kyle Bornheimer) coloca seus sonhos em espera para assumir o negócio da família de seu pai (JK Simmons). BobbyBowman (My Name is Earl) vai escrever e co-produzir a série, junto com Mark Gordon e Andrea Shay. Leah Remini, Edi Gathegi, Danielle Nicolet e Johnny Pemberton completam o elenco.

Nashville

Uma novela familiar, no cenário da cena musical de Nashville. O seriado segue a vida de duas cantoras, uma que já é uma estrela (Connie Britton) e outra que está em ascensão (HaydenPanettiere). Callie Khouri (Thelma & Louise) e RJ Cutler vão escrever e co-produzir o seriado. Jonathan Jackson, Powers Boothe, Robert Wisdom, Eric Close,Clare Bowen, Charles Esten e Sam Palladio completam o elenco.

The Neighbors

Uma família (Lenny Venito, Jami Gertz, Isabella Cramp, Clara Mamet e Max Charles) se muda para uma bela comunidade em Nova Jersey apenas para descobrir que todos os vizinhos são, literalmente, de outro planeta. Dan Fogelman (Crazy, Stupid, Love) irá escrever e ficará a cargo da produção executiva. Simon Templeman, Toks Olagundoye, Tim Jo e Ian Patrick também estão no elenco.

Red Widow

A viúva (Radha Mitchell) de um criminoso assassinado é forçada a adotar o papel de seu marido em um sindicato do crime, a fim de proteger sua família. Melissa Rosenberg (Dexter) vai escrever, baseado no formato holandês, e também ficará a cargo da produção executiva, ao lado de Howard Klein (The Office). Lee Tergesen, Rade Sherbedzija, Wil Traval, Luke Goss, Suleka Mathew, Jaime Ray Newman, Sterling Beaumon, Jacob Salvati, Erin Moriarty e Mido Hamada completam o elenco. Anson Mount participará como ator convidado.

666 Park Ave.

Um inocente casal do Centro-Oeste, interpretado por Dave Annable e Rachael Taylor, é contratado como zeladores de um edifício de apartamentos no Upper East Side, em Nova York, cujo proprietário será interpretado por Terry O’Quinn, de Lost. Detalhe: todos os moradores fizeram acordos com o diabo para realizar seus desejos. A série será adaptada por David Wilcox da série de livors de Gabrielle Pierce, e também co-produzirá a série, ao lado dos produtores executivos Leslie Morgenstein e Girolamo Gina. Completam o elenco Vanessa Williams, Mercedes Masohn, Helena Mattsson e RobertBuckley. Como convidado especial, Erik Palladino.

Zero Hour

Um cético editor de revista (Anthony Edwards) se verá no meio de uma das mais interessantes conspirações da história humana.Paul Scheuring (Prision Break) escreveu o piloto e o produzirá, ao lado de Lorenzo DiBonaventura e Dan McDermott.  ScottMichael Foster, Addison Timlin, Jacinda Barrett, Michael Nyqvist e Carmen Ejogo completam o elenco.

 

Abaixo a grade completa:

Segunda

20h-22h –  Dancing with the Stars

22h-23h –  Castle (5ª temporada)

 

Terça

20h-20h30 – Dancing with the Star Results (14ª temporada)

20h30-21h – Happy Endings (3ª temporada)

21h-22h – Don’t Trust the B—– In Apartment 23 (2ª temporada)

22h-23h – Private Practice (6ª temporada)

 

Quarta

20h-20h30 – The Middle (4ª temporada)

20h30-21h – Suburgatory (2ª temporada)

21h-21h30 – Modern Family (4ª temporada)

21h30-22h The Neighbors

22h – 23h – Nashville

 

Quinta

20h-21h – Last Resort

21h-22h –  Grey’s Anatomy (9ª temporada)

22h-23h – Scandal (2ª temporada)

 

Sexta

20h-21h – Shark Tank (4ª temporada)

21h-22h – Primetime: What Would You Do?

22h-23h – 20/20

 

Sábado 

20h – Saturday Night College Football

 

Domingo

19h-20h – America’s Funniest Home Videos

20h-21h – Once Upon a Time  (2ª temporada)

21h – 22h – Revenge  (2ª temporada)

22h – 23h – 666 Park Avenue

 

The Bachelor (segundas-feiras, das 20 as 22 horas) , How to Live with your Parents for the Rest of your Life e The Family Tools (terças-feiras, das 20 as 20h30, e das 20:30h as 21h, respectivamente), começarão a ser exibidas em janeiro de 2013. E a partir de novembro, a programação das sextas-feiras muda, passando a ser essa:

Sexta

20h-20h30 – Last Man Standing (2ª temporada)

20h30-21h – Malibu Contry

21h-22h – Shark Tank (4ª temporada)

22h – 23h – Primetime: What Would You Do?

 

Não foram dadas maiores informações sobre o retorno de Body of Proof ou sobre a estréia de Mistresses.

Vale lembrar que para a próxima temporada a ABC cancelou Charlie’s Angels, GCB, Man Up, Missing, Pan Am, The River e Work It, e que Cougar Town será exibido pela TBS.

Com informações do TV Line, do TV by the Numbers e do TV Guide.

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