Veja o vídeo promocional de ‘Under the Dome’ exibido no comercial do Super Bowl

Data/Hora 04/02/2013, 18:03. Autor
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Under the Dome tem umas das premissas mais instigantes da próxima temporada de séries americanas e conta com o aclamado diretor Steven Spielberg na produção. Na noite de ontem, a CBS resolveu aproveitar a exibição do Super Bowl, final do campeonato de futebol americano que para os Estados Unidos, para divulgar um primeiro vídeo promocional do seriado.

O trailer não mostra quase nada, mas dá um gostinho de ansiedade aos amantes das séries de TV.

O ator mirim Colin Ford (Supernatural) é um dos protagonistas da nova atração. Ele interpreta Joe, um menino descrito como “brilhante” e que enlouquece quando descobre que foi separado de seus pais por uma cúpula gigante que recobre a cidade de Nova Inglaterra. A situação logo se torna caótica, já que toda a comunidade está presa debaixo de uma enorme barreira transparente e seus moradores não podem sair do município. A série é inspirada no livro de mesmo nome de Stephen King, lançado em 2009.

Under the Dome terá treze episódios e é produzida pela empresa do cineasta Steven Spielberg, a Amblin Entertainment. A data de estreia está marcada para o dia 24 de junho, nos Estados Unidos, às 21h.

Com informações do Deadline.

Novas atrizes são confirmadas em ‘Hannibal’ e ‘Dracula’, na NBC

Data/Hora 04/02/2013, 17:32. Autor
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Para quem gosta de assassinos a sangue frio, a TV americana tem sido um prato cheio (ou uma taça cheia?) nos últimos meses – e pelos próximos também. Dentre as séries que prometem esquentar o sangue de seus espectadores estão Hannibal e Dracula, cujos personagens dispensam qualquer apresentação e que debutam em breve no canal NBC.

Hannibal, que estreia muito em breve no hemisfério norte, é protagonizada pelo ator dinamarquês Mads Mikkelsen (007: Casino Royale), que já até apareceu em algumas fotos de bastidores da atração.

Agora, um novo nome se junta à produção: Ellen Muth foi confirmada como participação especial em um episódio da nova série. A atriz já apareceu em Dead Like Me, produzida por Bryan Fuller – e atual criador de Hannibal – como a personagem Georgia. Não por acaso, o papel da atriz, agora, se chame Georgia.  Qualquer outra informação acerca da aparição de Muth na série não foi revelada.

O seriado Hannibal ainda não tem data de estreia definida para os Estados Unidos, mas, segundo a NBC, ela pode debutar no verão americano. No elenco, estão nomes como Hugh Dancy (The Big C), Gina Torres (Firefly), Gillian Anderson (X-Files) e Carolina Dhavernas (Wonderfall).

NOTÍCIAS | ‘Dracula’: NBC encomenda série com Jonathan Rhys Meyers

Dracula, provavelmente, é o vampiro secular mais charmoso e famoso do mundo. Por isso mesmo, incumbiram o talentoso – e polêmico – Jonathan Rhys Meyers, da série The Tudors, para interpretar o lendário personagem na nova série da NBC.

Jessica De Gouw (Arrow) é a co-protagonista que arrasa o coração do vampiro, enquanto Katie McGrath (Merlin) e Nonso Anozie (Game of Thrones) também já estão confirmados no elenco.

Mas a personagem de De Gouw não terá Dracula – que chega em Londres disfarçado como o americano “Allen Grayson” – com facilidade. É que a atriz Victoria Smurfit (The Clinic) foi escalada para interpretar a bela Lady Jayne, uma mulher que fará de tudo para conquistar o coração de Grayson.

Apesar de chegar à Londres disfarçado de cidadão americano, Dracula retorna à cidade com sede de vingança – e de sangue, é claro. Ele quer destruir pessoas que, séculos atrás, arruinaram a vida dele. A nova atração é descrita como Dangerous Liaison meets The Tudors – na tradução literal, Ligações perigosas encontram The Tudors. Vale lembrar que Rhys Meyers protagonizou a série The Tudors, entre 2007 e 2010, que falava sobre a famosa dinastia inglesa de mais de 500 anos atrás.

Dracula ainda não tem data de estreia prevista.

Com informações do Deadline e TV Line.

Conheça os atores da série ‘The Tunnel’, versão franco-britânica de ‘The Bridge’

Data/Hora 04/02/2013, 16:24. Autor
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Novidades no elenco da série The Tunnel (Le Tunnel), uma nova versão da série escandinava The Bridge (Bron/Broen, no idioma original). Depois da francesa Clémence Poésy (a Fleur, de Harry Potter) e o inglês Stephen Dillane (Game of Thrones) terem sido anunciados como protagonistas da série franco-britânica, uma verdadeira lista de atores regulares e recorrentes da história foram revelados.

Segundo informou a imprensa americana, as gravações do seriado tiverem início no dia de hoje, segunda-feira. Na história, Karl Roebuck (Dillane) e Elise Wassermann (Poésy) são dois detetives incumbidos de investigar o assassinato de um político francês. Quando eles descobrem algo inesperado na cena do crime, a dupla é obrigada a assumir uma parceria conturbada e perseguir um serial killer de políticos, que determina os passos dos dois detetives conforme lhe convém. A atração, uma parceria entre as empresas Sky Atlantic HD e Canal Plus, é descrita como a primeira série bilíngue tanto na Inglaterra como na França.

NOTÍCIAS | Clémence Poésy, a Fleur de ‘Harry Potter’, está em versão franco-britânica da série ‘The Bridge’

Por isso, os novos nomes divulgados no programa são de atores ingleses e franceses, conforme publicou o Spoiler TV. Vamos começar com os astros da França. Por isso, se você é amante do cinema francês, fique atento, você pode reconhecer alguns rostos.

Jeanne Balibar (a primeira na imagem, do filme Va savoir) interpreta Charlotte Joubert, cujos problemas do marido a levam até os protagonistas Karl e Elise. Quem dá vida ao marido em questão é Mathieu Carrière (quarto na foto, de O Jovem Törless), cujo personagem se chamará Alan. Thibault de Montalembert (o último na imagem, de La sentinelle) será um Chefe de Polícia. Já os atores Cédric Vieira (Dis-moi que je rêve) e Sigrid Bouaziz (Les Meutes), respectivamente o segundo e a terceira na foto, foram confirmados na atração, mas não tiveram seus papéis divulgados.

Para disputar com o encanto dos cenários parisienses, o charme do sotaque britânico ficará por conta de:

Na ordem da imagem: Joseph Mawle (de Game of Thrones) interpreta o assistente social Stephen Beaumont. Tom Bateman (Da Vinci’s Demons) será um jornalista que, sem querer, acaba preso na “teia” do serial killer da história; o repórter vai se chamar Danny Hillier. Angel Coulby (Merlin) vive a mulher do protagonista Karl, Laura Roebuck. Tobi Bakare (The Shadow Line) vive Chuck Akinades, que trabalha com o protagonista. Finalmente, Jack Lowden (Mrs Biggs) dá vida ao filho de Karl, Adam.

Além disso, a atriz Keeley Hawes (Upstairs Downstairs) participa do segundo episódio da série como a acompanhante da viciada em drogas Harriet (personagem da vencedora do BAFTA Liz Smith, de The Royle Family).

The Tunnel tem entre os produtores-executivos Anne Mensah, Fabrice De La Patellière, Jane Featherstone, Karen Wilson, Manda Levin, Ben Richards, Nora Melhli e Lars Blomgren. Ruth Kenley-Letts, de The Hours, atua como produtora e Dominik Moll (O Monge) é o diretor de todos os dez episódios encomendados. A data de estreia – tanto no Canal + quanto Sky Atlantic, não foi anunciada, mas deve acontecer simultaneamente nas duas emissoras.

Com informações do Spoiler TV.

Elementary – The Deductionist

Data/Hora 04/02/2013, 14:39. Autor
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Foi só as luzes do Super Bowl se apagarem, que a piada nas redes sociais e em sites americanos estava pronta: Sherlock Holmes era responsável pelo ocorrido (já que Elementary tinha sido escolhida pela CBS, transmissora do jogo, para ser exibida depois do evento esportivo). O site TV Line chegou a publicar uma lista de possíveis conspirações acerca do incidente e, dentro os tópicos, se destacava “Em um crossover inteligente, Sherlock Holmes de Elementary vai solucionar esse mistério ao vivo. Lá vem Jonny Lee Miller, chegando de helicóptero”. Morri de rir por um bom tempo, ainda mais que o último episódio da série se tratava exatamente disso: conspirações.

[SUPER BOWL] Atores comentam a escolha de ‘Elementary’ para ser exibida depois do jogo

Com muito atraso, o episódio pós-Super Bowl de Elementary finalmente começou e de forma bastante intensa. Primeiro, porque a trilha sonora da série estava mais “pesada”, parecia nos preparar para algo forte que estava por vir. E veio. Em uma das primeiras cenas, o assassino – que havia saído da prisão, provisoriamente, para passar por uma cirurgia em que doaria um órgão à irmã doente – consegue deslocar a agulha colocada em sua veia, burlar a anestesia e, então, pular no pescoço de uma das enfermeiras da sala e cortar a artéria da mulher. É claro que não houve uma cena em que o sangue jorrava da enfermeira, mas, ainda assim, é um tipo de violência que não é comum para os padrões de Elementary. As emoções, no entanto, pararam por aí.

Durante um tempo, depois que o episódio acabou, fiquei pensando se havia gostado dele ou não. Foi uma boa história… Talvez, para aqueles que estivessem assistindo à série pela primeira vez, como os seriados exibidos após o Super Bowl estão sujeitos, pode ter sido bem decente. Mas quem acompanha a série desde o começo sabe que o potencial era muito maior que o apresentado.

O enredo

Basicamente, um serial killer mitológico e super temido escapou da prisão e a irmã dele, boa moça, que estava no hospital à espera do rim, renega essa parte má da família. Como se tratava de um assassino em série, o FBI é acionado e uma agente bem bonita (Kari Matchett, de Covert Affairs), que tem “história” com o Holmes – assunto para mais adiante – é chamada para trabalhar no caso. Ela publicou um livro sobre o famoso criminoso, no passado, em que explicava o comportamento violento dele. Uma das informações que ela dá como certa é a de que Ennis (Terry Kinney, de Oz), como ele se chamava, foi estuprado pelo pai. A hipótese, negada por ele, destruiu a família do criminoso, que saiu da cadeia com um único motivo: matar a agente. Pois é, criatividade e profundidade, em qualquer aspecto que seja, não é o forte de Elementary, mas temo que, dessa vez, eles tenham sido rasos demais. Clichês mesmo. Mas, em seguida, eles se redimiram, mais ou menos.

A agente foi ao quarto da irmã de Ennis, que continuava internada, pedir desculpas pelo que fez. Enquanto ela escrevia o livro, não tinha como provar que o serial killer sofreu abuso do patriarca e, para ganhar credibilidade, fingiu que um vizinho havia lhe passado a informação. Como os pais do criminoso a processaram, ela, então, pagou um dos moradores da vizinhança de Ennis para se passar por esse informante. Tudo na maior cara de pau e lágrimas de crocodilo. Não me comovi com ela. Uma agente mau caráter, fria e calculista, apenas. A irmã de Ennis pede para que ela se aproxime da cama, pois quer falar com ela. A agente, muito espertinha na hora de escrever o livro, mas bem tapada na hora de confessar o crime, atende o pedido – e tem uma tesoura enterrada em seu pescoço. Nesse momento, fiquei pasma. Confesso que não esperava que os dois irmãos estivessem planejando a vingança juntos e foi um dos poucos enredos de Elementary, até hoje, que me surpreendeu completamente. Por isso, disse que os roteiristas se redimiram “mais ou menos” do clichê que haviam começado.

O problema é que a tal da agente não morreu, foi parar no hospital, mas iria ficar bem. Não gosto que os roteiristas da série sejam tão “certinhos”. Depois de tudo o que a agente fez, não acho que alguém iria se comover caso ela morresse. O sentimento de justiça não está nela manter-se viva, bastava os dois irmãos serem presos novamente. Achei a personagem fraca e nenhum pouco cativante. E olha que o Sherlock nem gostava dela, transbordava implicância… Podia ser uma participação especial dessas marcantes, hilárias. Foi apenas dispensável.

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“Sim, eu dormi com ela”

Quando soube que a personagem de Kari Matchett cuidaria do caso, junto com ele, Holmes se desesperou e nem disfarçou. O primeiro motivo era óbvio: ele teve um caso sexual com ela no passado – aparentemente, seria um erro classificar como “amoroso”, ele repugnava a moça, com sinceridade. A segunda – e verdadeira – razão era que a agente, mesquinha que só ela, também escreveu um artigo sobre o detetive, tentando decifrá-lo e fez uma previsão certeira: de que Holmes teria problemas com drogas. O fato dela ter acertado deixou Sherlock muito, muito bravo e com o orgulho, tipicamente enorme, ferido. Por isso, ele passou o episódio tentando provar que, durante toda a resolução do caso, ela estava errada, decifrando o criminoso de forma imprecisa – e, portanto, tendo decifrado ele mesmo, Sherlock, com equívoco também. A situação colocada era bem interessante, mas faltou profundidade. Ao invés de nos divertimos com a “birrinha” entre os dois, a vontade que dava era de entrar na tela e acabar com a agente, de tão chata e intrometida. O Holmes também não estava se divertindo ao pegar no pé dela… Ela estava incomodado com a presença dela. Tão incomodado quanto eu. Ele até desenhou chifrinhos em uma foto dela, ídolo!

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A palavra é: evidenciar

A Watson (Lucy Liu), vendo o quanto o artigo da agente perturbava o Sherlock, fez um discurso bonito, dizendo que ela só havia tido UM acerto em meio a um artigo inteiro. E que, nessas páginas, ela ainda havia afirmado que o detetive jamais seria capaz de fazer um amigo, e ele fez… Ela, Watson. A médica ainda argumentou que a única previsão, com certeza, que alguém pode fazer é a de que as pessoas mudam. Que o Holmes e a Watson têm a maior química, a CBS explora há algum tempo. A relação dos dois, misteriosa e cheia de potenciais, é um dos grandes atrativos da série. Mas as coisas entre ambos os personagens sempre foi sutil, insinuando certas coisas. Nunca de forma tão direta. Ainda que na posição de amiga, a Watson se declarou, por assim dizer, para o Holmes. Não acho que seja apenas uma questão de dar um passo adiante na relação deles. O diálogo aconteceu justamente após o Super Bowl, quando muitos “estranhos” assistiriam ao programa. Ou seja, eles deveriam evidenciar, com firmeza, todos os aspectos importantes da história. E a amizade entre Joan e Sherlock é, de longe, um deles.

Depois, enquanto a NYPD estava em reunião, tentando prever os passos do criminoso, a Watson interrompeu a discussão e deu sua versão sobre o caso, mostrando todos os seus talentos investigativos. Não me lembro de ver a personagem interromper a fala dos oficiais de polícia antes. Outro ponto forte da série, sempre estimulado por Holmes: o lado detetive genial da ex-cirurgiã.

O aspecto mais intencionalmente evidenciado no episódio, no entanto, aconteceu logo nos primeiros minutos da história. Ao entrar na sala de cirurgia e se deparar com os corpos ensanguentados no chão, a câmera dá um close no rosto do Sherlock, que tem os olhos marejados e engole em seco, completamente abalado com o que testemunha. Não duvido que a CBS quisesse mostrar aos espectadores esse lado “super humano” do Holmes, que é muito mais sentimental do que o esperado por quem apenas o conhece dos livros. O personagem ter se solidarizado tanto com uma cena daquelas foi exagerado até para o Sherlock Holmes fofinho do Lee Miller. Pelo que eu me lembre, em outras ocasiões, ele comemorava ao saber de um assassinato a solta e, inclusive, ao ver um corpo ensanguentado. Aquilo tudo, aquele choro contido, não fez sentido.

No final do episódio, Holmes descobriu onde Ennis estava e foi ao encontro dele. A essa altura, o criminoso já sabia que a irmã havia falhado ao tentar matar a agente e ainda tinha sede de vingança. Holmes coloca um revolver e uma algema em frente ao assassino, que deve escolher entre ir atrás da mulher ou se entregar à polícia. O detetive tenta comover o criminoso, mostrar que entende o que se passa na cabeça dele, já que as palavras publicadas da agente também prejudicaram sua vida. Nesse momento, é impossível não lembrarmos de um capítulo anterior, da cena em que Holmes estava frente-a-frente com quem ele acreditava ser o assassino da sua Irene, situação em que se deixou levar pela emoção e acabou suspenso da polícia. Parece que, mais uma vez, ele vai se contaminar pelos sentimentos e agir de maneira anti-ética. Quando o assassino escolhe o revólver, no entanto, e consequentemente, matar a agente, Holmes o golpeia e faz a coisa certa: o entrega para as autoridades. Fim da história.

[SUPER BOWL]Episódios inesquecíveis do pós-jogo

Pornô na Watson

A Watson, ultra atarefada, sempre tem investigações à parte para fazer. No episódio desse domingo, um amigo estava gravando filmes pornôs em seu apartamento. Pobre Watson! A situação toda foi bem engraçada e, provavelmente, foi o que o episódio teve de melhor para oferecer no quesito “humor”. Sem falar no presente que Holmes deu à amiga (agora, eles são oficialmente amigos) antes de entrar no taxi: uma escumadeira nova, já que, nos vídeos pornôs – que Sherlock obviamente roubou e assistiu -, o talher estava sendo usado para finalidades às quais ele não é fabricado.

Twitter

Depois que Elementary terminou, pesquisei o nome da série na busca do Twitter, para ver o que as pessoas diziam sobre o programa. Muitas estavam vendo a série pela primeira vez e estavam achando bem legal. Algumas disseram que o enredo era previsível e que adivinharam a história toda nos primeiros minutos. Outros tentaram dar ao seriado uma segunda chance na noite passada e, mais uma vez, falharam. Havia, ainda, o grupo que comparava Elementary a Sherlock, da BBC, e, em todos os casos, diziam que a série britânica era muito superior. O que dizer? Nem Sherlock Holmes é unanimidade.

No geral, achei o episódio de ontem bom. Por ser transmitido depois do Super Bowl, poderia ter sido mais eletrizante. Mas eles fizeram tudo de forma correta, evidenciaram o que essa história de Sherlock Holmes tem de mais peculiar. Quem assistiu à série, pela primeira vez, ontem à noite, foi muito bem apresentado ao seriado, a CBS soube explorar isso. Mas, bem lá no fundo, acho que eles perderam uma excelente oportunidade de, finalmente, introduzir Moriarty à história. Fica para a próxima.

[SUPER BOWL] Atores comentam a escolha de ‘Elementary’ para ser exibida depois do jogo

Data/Hora 03/02/2013, 16:56. Autor
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Provavelmente, quando assinou contrato para protagonizar Elementarye arriscar a amizade com o “outro” Holmes, Benedict Cumberbatch, segundo a imprensa americana -, Jonny Lee Miller não imaginava que seu “futuro” seriado seria escolhido, pela CBS, para ser exibido depois do Super Bowl, um dos maiores eventos esportivos na TV americana.

Aconteceu. Por isso, a emissora divulgou um vídeo em que os atores da série comentam o episódio de logo mais tarde, que vai se chamar The Deductionist. Na história, Sherlock vai enfrentar seu pior inimigo até hoje – e uma agente do FBI (ex-namorada dele, ao que tudo indica) reaparece na vida do detetive, que não fica nem um pouco feliz em vê-la.

REVIEWS | Elementary – The Red Team

“Qualquer ajuda que seu show ganhe é incrivelmente apreciado, estamos muito animados”, disse Lee Miller sobre a escolha de Elementary para a exibição estratégica, que tem como objetivo alavancar ainda mais a audiência da série, que já é uma das melhores do canal. “É fantástico”, acrescentou Aidan Quinnn, que interpreta o Capitão Gregson.

Depois, Lee Miller, que é britânico, disse que mora nos Estados Unidos já há algum tempo e aderiu à febre ao esporte tipicamente americano.

VÍDEOS | [SUPER BOWL] Vídeo promocional da 3ª temporada de ‘The Walking Dead’

A co-protagonista da séria, Lucy Liu (Dra. Watson), falou da experiência em trabalhar na televisão, já que ela também é famosa pelos papéis no cinema, como em As Panteras. “O legal da mídia televisiva é que ela permite que as pessoas se tornem íntimas de seu personagem, elas ligam a TV toda a semana para te ver, isso faz com que elas sintam uma familiaridade maravilhosa”, argumentou.

A julgar pela importância do Super Bowl, o número de pessoas íntimas a ela vai aumentar bastante. Pelo menos, essa noite. A final do campeonato de futebol americano acontece às 21h, no horário de Brasília.

Elementary – The Red Team

Data/Hora 03/02/2013, 15:38. Autor
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No décimo segundo episódio de Elementary, logo depois de sermos apresentados – ainda que só pelo nome – à figura de Moriarty, a série entrou em um hiato de duas semanas e nos deixou ansiosos em relação ao que estaria por vir na história, agora que o inimigo de Holmes mais famoso da literatura também existia… em Nova Iorque.

Pois é. Mas para desespero geral da nação – ou, pelo menos, da nação ligada à CBS -, Sherlock (Jonny Lee Miller) mal tocou no nome de seu rival no episódio da semana passada. E, ao contrário de um capítulo cheio de revelações, confrontos e segredos, fomos apresentados a um enredo morno, bem abaixo daquele eletrizante apresentado no episódio anterior.

Não achei que The Red Team tenha sido ruim. Elementary mantém um padrão de bons episódios. É que o anterior, M., tinha sido incrível, de tirar o fôlego. E esse último foi apenas decente.

Logo nos primeiros minutos da história, nos mostraram que o enredo se trataria de conspirações. E vamos combinar que não existe nada mais legal do que teorizar sobre fatos envolvendo o governo americano! Citaram até aquela famosa conspiração de que o homem nunca pisou na lua, que eu simplesmente a-do-ro. Poderia fazer uma review inteira só sobre ela. Mas prossigamos. O episódio, que tinha um potencial incrível, não engrenou. O caso de polícia não teve profundidade, a história ficou rasa, mal contada, simplista diante de um assunto tão complexo e… Poderia ter sido bem melhor.

O episódio só não foi ruim porque, na quinta-feira passada, Sherlock estava, como a gente diz por aí, “atacado”.

Família

Uma coisa que eu acho bem bacana na série é que o Holmes e a Watson (Lucy Liu) sempre se encontram na cozinha, conversam enquanto tomam chá, o que dá uma atmosfera bem familiar à história. Eles não dividem apenas a casa, são amigos. O que dá uma sensação de aconchego, carinho pelo enredo mesmo, que, muitas vezes, é o sentimento que nos leva adiante, nos faz persistir no seriado.

Falando na relação deles, enquanto a Watson estava na terapeuta, a psicóloga deu a entender que a ex-cirurgiã estava gastando suas economias com alguém que nem era mais seu cliente. Essa frase quase me passou despercebida, mas entendi o impacto dela na história. Holmes é de suma importante para a Watson. Ninguém gasta as economias com qualquer um. Tem que ser com alguém especial. E a frase da terapeuta mostrava que os roteiristas faziam questão de enfatizar essa condição aos espectadores. Sinto que coisas interessantes estão por vir no relacionamento dos dois personagens.

Saco vazio não para em pé… Né?

Maas… Quem diria! Nesse episódio descobrimos que Holmes, além de ser um fofo, inteligente, bem humorado e até bonitinho, ainda cozinha (aliás, alguém reparou no TAMANHO da frigideira que ele usou? Cozinha MUITO!). Um partidão a solta em Nova Iorque, Watson que não fique esperta! Achei o máximo descobrir isso sobre o detetive, porque era a última coisa que pensei que ele faria no universo. Sempre achei que o Holmes fosse daqueles que passasse dias em jejum caso a Watson tivesse que fazer uma viagem de emergência, por exemplo, e o deixasse sem comida. Um Sherlock cada vez mais próximo de um ser humano comum. E o que poderia tornar o personagem (conhecido pela excentricidade) entediante, se torna, na verdade, um atrativo.

Sei que muita gente que assiste Sherlock, da BBC, não consegue se afeiçoar ao Holmes de Elementary, porque o que a CBS fez foi tentar “massificar” a história clássica. (Quem estudou Comunicação sabe – e quem não estudou deveria ler – “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica”, de Walter Benjamin e “Apocalípticos e Integrados”, do Umberto Ecco).

O personagem de Lee Miller não é tão distante, nem tão inteligente, nem nos deixa na defensiva como o de Benedict Cumberbatch. Minha irmã estava me dizendo que assistiu ao primeiro episódio de Elementary essa semana e achou o Holmes completamente diferente daquilo que ela imaginava que ele seria. De fato, ele é diferente. Mas, ainda assim, ele tem a aura do Holmes, bem no fundinho. Com todo aquele charme e ironia, que é tudo que o personagem precisa.

E o Emmy vai para…

Clyde, a tartaruga. Sério, acho que esse réptil deveria ser promovido a personagem regular! Foram incontáveis as diversões que a tartaruga rendeu ao episódio.

Primeiro porque o Holmes disse que ela daria uma ótima sopa – mostrando seus conhecimentos de culinária mais uma vez. Depois, no maior estilo João e Maria, alimentou o bichinho para que ele engordasse e, assim, pudesse cozinhá-lo. Quando você achava que já tinha visto tudo, eis que ele encontra uma nova função para a tartaruga: a de peso de papel. Só no final do episódio, é que Holmes fez questão de dizer que era tudo brincadeira e que as tartarugas são seres magníficos. Claro, a CBS não quer problemas com o PETA ou qualquer outra organização, não é? Esse Holmes é, antes de qualquer coisa, politicamente correto – e isso é um pouco chato, mas okay.

Outros momentos engraçados

– Sherlock Holmes usando um sapato como martelo para destruir uma escuta implantada na casa da vítima;

– Passou a se apresentar como “Consultor de polícia temporariamente suspenso”, sendo que “essa aqui é a Watson, ela me impede de usar heroína”;

– O mural de investigação na sala da casa do Holmes está cada dia mais bagunçado e cheio de caras e nomes novos. Quando você acha que Moriarty era a maior emoção que aquele painel iria ver, eis que surge a foto de Napoleão Bonaparte. Fiquei ansiosa para saber o motivo. Assim como a Watson, que ouviu um “em uma das minhas cinco noites sem dormir, posso ter delirado”. Eu é que fui ao delírio com as façanhas do Holmes nesse episódio, que, com certeza, foi o que o capítulo teve de ponto mais alto.

Hoje, tem mais!

Lembrando que, logo mais à noite, um novo episódio de Elementary irá ao ar, depois do Super Bowl. Segundo a CBS, Sherlock vai enfrentar seu pior inimigo… Não é Moriarty (ainda), mas já estou me corroendo de curiosidade. Por isso, a gente se encontra de novo, numa nova review, mais cedo do que o esperado. Até breve, meus caros leitores! 🙂

P.S.: A Watson continua a arrasar nos figurinos! Quero o guarda-roupas dela para mim! Simples, feminina e jovem s2

HBO lança novo trailer de ‘Game of Thrones’ com cidades latinas ao fundo

Data/Hora 02/02/2013, 16:16. Autor
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No início de janeiro, a HBO liberou um trailer de Game of Thrones cheio de poesia, em que um corvo sobrevoava as ruas de uma cidade e, entre uma imagem e outra, a seguinte frase aparecia na tela: o mundo deles retorna ao nosso. Ao fundo, a música Rains of Castamere, interpretada pela banda indie The National, era tocada em uma versão com bateria.

Agora, o canal na América Latina resolveu mexer com o sentimentos ufanistas dos espectadores por aqui e divulgou uma nova versão parecidíssima com o trailer anterior; só que, dessa vez, o corvo sobrevoa cidades como o Rio de Janeiro e São Paulo. Ao final do vídeo, um aviso… “É hora de escolher um bando”.

VÍDEOS | Vídeo de ‘Game of Thrones’ revela bastidores das gravações na nova temporada

Na Internet, o comercial dividiu a opinião dos internautas, já que, muitos deles, acharam que a história da série não faz o menor sentido quando contextualizada em cidades brasileiras ou qualquer outra latina. E você, o que achou?

A terceira temporada de Game of Thrones  estreia no dia 31 de março nos Estados Unidos e no Brasil, pelo canal HBO.

CBS desenvolve nova versão da série britânica ‘Second Sight’, que foi estrelada por Clive Owen


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Assim como muitos outros canais, a CBS também resolveu fazer sua própria versão de uma série britânica, que são conhecidas pela qualidade. Só que, dessa vez, a emissora fez uma pequena viagem ao passado e escolheu Second Sight – que ficou no ar pela BBC entre 2000 e 2001 – para ganhar um segundo olhar, por assim dizer.

A história, que foi protagonizada por Clive Owen (Sin City, Closer) na versão original, narra o cotidiano de um detetive que é contaminado por um vírus autoimune que o faz ter alucinações sobre coisas que estão em seu subconsciente. O que ele não imaginava é que a nova condição o ajudaria a capturar assassinos, seu trabalho.

Second Sight terá produção-executiva de Carol Mendelsohn (CSI), em parceria com Michael Cuesta (Homelad, Dexter), que ainda dirige o piloto e escreve ao lado do irmão, Gerald Cuesta. Paula Milne, criadora da versão britânica da série, Nick Reed, Phil Goldfine e Julie Weitz também servem de produtores-executivos.

A série original teve um total de oito episódios. Ficou curioso? Confira o trailer da série da BBC e comece a entender essa história…

 

Com informações do TV Line.

Roteirista espera manter Benedict Cumberbatch e Martin Freeman “um pouco mais” em ‘Sherlock’

Data/Hora 02/02/2013, 09:29. Autor
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Essa notícia contém spoilers para quem não assistiu ao segundo ano da série.

Martin Freeman pode ser o “Bilbo Bolseiro” para muita gente, já que o ator estrelou o filme O Hobbit recentemente. Mas para os fãs das séries britânicas, Freeman é, antes de mais nada, o intérprete do simpático Dr. Watson em Sherlock, da BBC. E a série, cuja segunda temporada terminou em janeiro de 2012 na TV inglesa, já tem o terceiro ano garantido, que deve estrear (apenas) no final de 2013 ou início de 2014.

Pois bem. Depois do “Dr. Watson” especular sobre essa terceira temporada da série – sobretudo como Holmes (Benedict Cumberbatch) conseguiu forjar a própria morte, depois de cair de um prédio -, foi a vez de Mark Gatiss, o roteirista da atração, dar sua versão dos fatos. E olha que, nesse caso, estamos falando daquele que tem a história, literalmente, nas mãos…

Ao site Radio Times, Gatiss revelou que o primeiro (re)encontro entre o detetive e Watson não se dará em condições inusitadas, em que Holmes esteja vestindo um figurino elaborado. É que no enredo original dos livros, Sherlock reaparece disfarçado como um livreiro idoso. “Ele [Sherlock] tem uma fala em The Great Game [terceiro episódio da segunda temporada] em que diz  ‘A arte do disfarce é saber como se esconder à vista de todos'”, começou Gatiss. “O Sherlock moderno não colocaria um nariz de plástico. Ele, basicamente, ficaria atrás de você e você não saberia que ele estava lá. Ben [Cumberbatch] usou muitos figurinos ao longo da série, entretanto, é mais uma questão de estar invisível”, refletiu, misterioso.

Última temporada

As gravações de Sherlock devem ser iniciadas em março – os sets de filmagens começaram a ser construídos há alguns dias – e a estreia pode acontecer apenas em 2014, dois anos depois de a segunda temporada ter ido ao ar. A demora tem bons motivos: tanto Martin Freeman quanto Benedict Cumberbatch estão envolvidos em grandes produções do cinema, que ocuparam suas agendas nos meses em que gravariam o seriado. Por essa razão, acredita-se que o terceiro ano de Sherlock seja, também, o último. Sobre isso, o roteirista da série deixou escapar uma certa apreensão, mas mostrou-se otimista. “Esse é um problema.  Nós temos duas das maiores estrelas do cinema mundial como protagonistas  do nosso show. Mas eles parecem gostar de fazer a série e nós esperamos poder mantê-los um pouco mais”, confessou.

Cumberbatch tem oito filmes anunciados, incluindo o aguardado Star Trek Into Darkness, e Freeman tem outros cinco; ambos os atores ainda estão nos próximos dois filmes da trilogia O Hobbit.

Além disso, Steven Moffat, produtor do seriado, postou três palavras no Twitter, em agosto passado, que serviriam como dica para as novas histórias do programa: “Rad. Wedding. Bow.” (Rato. Casamento. Reverência.). Com isso, a imprensa especializada concluiu que a terceira temporada de Sherlock, composta por três episódios, seria inspirada nos contos O Rato Gigante de Sumatra, O Nobre Solteiro O Último Adeus de Sherlock Holmes – o que, obviamente, indicaria que este seria o último ano da série.

Será que (assim como Sherlock Holmes) a esperança é mesmo a última que morre?

Com informações da BBC America.

Emily VamCamp, da série ‘Revenge’, pode co-estrelar sequência de ‘Capitão América’

Data/Hora 02/02/2013, 08:32. Autor
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Os mais velhos e nostálgicos se lembram dela como a adolescente bonita de Everwood. Os mais antenados acompanham sua saga de vingança em Revenge, série que vai ao ar na ABC. Os amantes do cinema, no entanto, poderão conhecê-la como acompanhante do Capitão América.

É que segundo o site Deadline, a atriz Emily VanCamp está em negociação para estrelar a sequência de Capitão América (Captain America: The Winter Soldier, no título original), ao lado do ator Chris Evans. Maiores detalhes sobre a participação não foram divulgados.

A data de estreia do longa-metragem ainda não foi definida, mas os planos são de que o lançamento seja feito já no ano que vem, no dia 4 de abril de 2014. A direção do filme ficará a cargo de Joe e Anthony Russo, dupla responsável pela série Community.

Apesar de uma carreira longa dedicada às artes cênicas, VanCamp apareceu, sobretudo, em trabalhos na televisão. No cinema, seu papel mais importante foi em O Chamado 2, de 2005.

Com informações do Deadline.

Lifetime aprova o piloto de ‘Witches of East End’ e faz encomenda da série


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Não é feitiço, nem toque de mágica. Mas o canal Lifetime aprovou o piloto de Witches of East End e acaba de encomendar dez episódios da série “encantada”.

A emissora ordenou o piloto da atração em julho do ano passado e, em seguida, a atriz Jenna Dewan (American Horror Story: Asylum) foi escolhida como protagonista da história.

Witches of East End é baseada no livro de mesmo nome da escritora Melissa de la Cruz e narra o cotidiano de Freya (Jenna Dewan), uma bruxa que não sabe que possui poderes sobrenaturais. A condição nunca foi revelada pela mãe dela, Joanna (Julia Ormond, deMad Men). Até que, um dia, Freya decide se casar com o filantropista Dash (Patrock Heusinger, de Royal Pains) e Joanna se vê obrigada a revelar toda a verdade para as duas filhas – Freya tem uma irmã mais velha, Ingrid (Rachel Boston, de American Dreams).

O elenco do novo seriado conta ainda com Madchen Amick (Gossip Girl), Glenne Headly (ER) e Daniel DiTomasso (que fez uma aparição-relâmpago no piloto de Beauty and the Beast).

Maggie Friedman, que esteve à frente de outra série sobre bruxas, Eastwick, é a showrunner de Wicthes of East End, que deve esterar ainda esse ano, nos Estados Unidos. As filmagens acontecem em Vancouver, no Canadá.

Será que você também vai se encantar com mais esse feitiço em forma de série?

Com informações do TV Line.

Ator de ‘Harry Potter’ está em telefilme sobre a criação de ‘Doctor Who’

Data/Hora 01/02/2013, 16:56. Autor
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Doctor Who, série da BBC britânica que comemora meio século esse ano, não é um sucesso apenas na Inglaterra, onde foi criada. O seriado clássico virou uma febre “cult” em todo o mundo, ao longo de décadas e gerações. Não é diferente nos Estados Unidos, onde a BBC America consegue altos índices de audiência com a exibição do programa.

Não por acaso, a emissora trabalha como co-produtora em um novo projeto para comemorar os 50 anos de Doctor Who: o telefilme em desenvolvimento, An Adventure in Space and Time (Uma Aventura no Espaço e no Tempo, na tradução literal), será escrito por Mark Gatiss, que também servirá de produtor-executivo ao lado de Steven Moffat e Caroline Skinner, trio que também está por trás da série britânica.

NOTÍCIAS | ‘Doctor Who’: série ganhará filme para comemorar seus 50 anos

O ator veterano David Bradley (o Argus Filch de Harry Potter) vai interpretar o primeiro Doutor de Doctor Who, William Hartnell, que trabalhou na série entre 1963 e 1966 e faleceu em 1975. “Estou extremamente entusiasmado. Eu ouvi falar do personagem, pela primeira vez, pelo Mark [Gatiss, roteirista]. Quando ele me perguntou se eu estaria interessado em fazer, quase mordi a mão dele”, brincou Bradley sobre a experiência que lhe foi dada.

O telefilme vai ter enfoque na criação do seriado e já tem outros atores confirmados no elenco. Brian Cox (A Supremacia Bourne) dará vida a Sydney Newman, o então presidente da BBC e criador da atração, Jessica Raine (Call the Midwife) será a produtora Veity Lambert e Sacha Dhawan (After Earth) interpreta Waris Hussein, o diretor do primeiríssimo episódio da série (chamado An Unearthly Child).

As filmagens de An Adventure in Space and Time começam no mês que vem e o telefilme deve ir ao ar ainda esse ano. A produção terá 90 minutos, mas promete ficar gravada, para sempre, na memória dos fãs do seriado. Doctor Who foi exibida, pela primeira vez, no dia 23 de novembro de 1963.

Com informações do Deadline e TV Line.

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