Primeiras Impressões – Bates Motel

Data/Hora 19/03/2013, 09:42. Autor
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Bates Motel é dessas séries super antecipadas, que fazem a gente olhar no calendário, religiosamente, pra ver quantas semanas faltam para a estreia. Mas ontem, 18 de março, as portas do hotel se abriram oficialmente para a multidão – ainda não há números exatos sobre a audiência, mas é fato que a série, por se tratar de um produto da TV a cabo americana, chamou mais a atenção da mídia e dos espectadores do que se poderia imaginar.

O canal A&E se aproveitou da situação, é claro, e tratou logo de usar a criatividade para divulgar ainda mais seu novo filho, digo, empreendimento. Quer dizer… série. Há um mês da estreia do programa, a emissora colocou no ar um site interativo, que permitia ao usuário fazer check-in em cada um dos 12 quartos do hotel usando o aplicativo Get-Glue – e ainda tinha outras ferramentas que funcionavam com Twitter e Facebook. Divulgação gerando divulgação.

Eu, que estava ansiosa por adentrar pelos corredores macabros uma vez retratados no filme PsicoseBates Motel se passa antes do longa metragem clássico e explora a vida do assassino do filme, Norman, ainda na adolescência, tentando convencer de que o amor materno em demasia transformou o garoto em um assassino à sangre frio – já havia feito minha reserva com antecedência. Por isso, quando dei o “play” para ver o primeiro episódio da série, precisei dizer em voz alta “Com licença, que eu estou entrando!”, como se a Norma e o Norman Bates, da história, pudessem me ouvir e vir me receber para mostrar o meu quarto. Não vieram.

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A série é protagonizada pela experiente Vera Farmiga, que viveu a mãe de uma psicopata antes no filme A Órfã. Na nova atração da A&E, ela é a matriarca Norma – que, na obra cinematográfica, já estava morta. Norma é uma mulher meiga, mas manipuladora. Já Freddie Highmore, o ex-prodígio de A Fantástica Fábrica de Chocolate, vive a versão jovem de Norman Bates, um menino doce, porém influenciável, sem personalidade. Mas é quase impossível acreditar que esse Norman vá se transformar no personagem do filme, um assassino frio – como os produtores da série, inclusive, anteciparam. Assistindo ao piloto, foi possível perceber que, em nenhuma entrevista, eles fizeram propaganda enganosa.

O relacionamento de mãe e filho é bastante intenso, transborda cumplicidade (às vezes, parece até que Norman deseja a mãe), mas não está livre de crises. Logo na primeira discussão entre os dois, foi possível notar que o semblante dos personagens ficou sombrio, distante de uma briga de família corriqueira… Havia quase uma psicose naquela discussão.

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Durante a divulgação de Bates Motel, achei que a série fosse se tratar de um suspense psicológico, uma história densa, tentando mostrar, de um lado, o amor materno doentio e, de outro, um menino meigo se transformando em um monstro. Mas é muito mais do que isso. Bates Motel tem cenas de sangue, de violência, feitas para dar sustos no espectador. E, para isso, se utiliza das maiores fragilidades da sociedade: desde uma cena de estupro à personagem que carrega um balão de oxigênio pela escola por sofrer de uma doença respiratória. Dizendo assim, pode parecer grotesco, mas a série não é, nem de longe, uma história de mau gosto. Tudo carrega uma melancolia cheia de inspiração e propósito.

A tensão também é uma sensação que deverá ser experimentada pelos frequentadores do lugar. Em determinada cena, enquanto Norman e Norma estavam em dos quartos do hotel em que eles haviam escondido um cadáver, a polícia chegou. Norma conversou rapidamente com eles e tentou encerrar o encontro. Não adiantou, eles quiseram “dar uma olhada” no lugar. Tensão aumentada. Não bastasse isso, o xerife pediu para usar o banheiro justamente em que o corpo havia sido colocado e, em certo ponto, morto e vivo estavam separados apenas por uma cortina de retângulos. Coração acelerado. Do lado de fora, Norma, Norman e um policial mais novo (interpretado pelo bonitão Mike Vogel) ouviam o oficial fazer xixi (tive que colocar isso na review, porque dado o som do xixi nessa cena, eles queriam mesmo enfatizar o que estava acontecendo… Aquilo não era xixi, era uma cachoeira. Então, deve ter sido um acontecimento importante).

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Pois bem, mesmo diante de todo o conflito colocado naquela cena – e Bates Motel cria conflitos muitíssimo bem – Norma ainda teve tempo para paquerar. Enquanto os três aguardavam ansiosos a saída do xerife do sanitário, a moça fez questão de dizer ao bonitão que ela estava disponível.

– [Sobre o design do carpete] Nada entendiava mais o meu falecido marido, que Deus o tenha – diz ela balançando as perninhas e fazendo charme.

– Oh, você é viúva… Sinto muito. – respondeu o policial imediatamente, quase sem deixar Norma terminar a frase, mas disfarçando o olhar para o canto.

Aham, sente nada! E Norma tem muito a nos ensinar sobre as técnicas de sedução, amiguinhas. Só que não.

Não vou contar como a cena em questão, uma das mais eletrizantes desse primeiro episódio, terminou, já que muita gente lê as “Primeiras Impressões” sem ter visto o episódio e eu não quero ser a estraga-prazeres. Mas foi uma noite de altas emoções para a Norma e o filho!

 A construção das personagens…

Além de Norman e Norma, fomos apresentados a alguns outros habitantes da cidade de White Pine Bay. Num primeiro momento, Nicola Peltz que interpreta ela mesma se apresenta ao personagem de Highmore. Na série, ela será Bradley, a filha de um homem rico da cidade (na vida real, ela é filha de um bilionário americano). Ela é bem moderninha para uma menina de município litorâneo pequeno, dessas que usam delineador preto nos olhos, shorts desfiados e meia calça escura.

Já Olivia Cooke dá vida à Emma, uma menina que sofre de fibrose cística e, por isso, anda com um balão de oxigênio. Nada que ofusque a menina, ela faz piada das próprias tragédias. É isso, de um lado, a típica garota moderninha, que a cidade inteira conhece e, de outro, a pobrezinha que tem uma doença rara, mas sabe se divertir com a própria desgraça. É clichê, mas os clichês são uma ótima alternativa quando bem utilizados.

Norma também recebeu a ligação do filho Dylan, que sequer sabia que ela havia mudado de cidade, já que a relação dos dois é uma catástrofe. O personagem é inédito no enredo, pois, no filme, Norman era filho único. Max Thieriot (de A Última Casa da Rua) ficou com o papel em questão, mas ele não apareceu nesse piloto – o que me deixou chateada, gosto muito do trabalho dele e estava ansiosa para ver os conflitos intensos entre ele e a Vera Farmiga.

Trilha sonora

Para começar, queria dizer que escrevi esse texto sobre Bates Motel ouvindo Tiago Iorc. Quão paradoxal isso pode ser? Segundo que, logo no começo do episódio, tocou a música Sweet Dreams, da banda Eurythmics (anos 1980), que foi a música que embalou também o episódio piloto de Grimm ( <3 ).

Mas, de maneira geral, a trilha sonora da série é bem imponente, cria a atmosfera perfeita para cada uma das cenas – já que o programa tem momentos sombrios, de tensão, mas também tem poesia, melancolia e afeto. Na cena em que Norma ouve um barulho no exterior da casa, a música de fundo foi essencial para criar o suspense que o momento pedia. Já em um dos últimos takes do episódio, enquanto mãe e filho estavam em um barquinho fazendo um balanço da vida, uma música de melancolia bem bonita tomou conta do momento. Na ocasião, Norman citou até Jane Eyres (filme inspirado em um romance da escritora inglesa Charlotte Brontë).

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Fotografia

A fotografia dessa série é propositalmente linda. Já nos primeiros minutos, enquanto os protagonistas pegavam estrada para a nova cidade, uma paisagem de tirar o fôlego foi apresentada ao espectador: o carro velho de Norma tinha o oceano, encoberto por nuvens, à sua frente. Bem vintage.

Outra hora, do lado de fora do hotel, as folhas amarelas de outono, caídas das árvores, forravam o chão e davam um charme ao lugar macabro (e dava vontade de pisar ali, fazendo barulho com as folhas secas).

Figurino

Existe um romance, uma poesia nos figurinos dos personagens, sobretudo nas vestimentas da Norma. Estampas florais, de cores suaves e tecidos fluidos reforçam a ideia de que Norma tem sonhos, idealiza o tipo de vida que quer levar com o filho – ao mesmo tempo em que escondem seu lado obscuro, os meios que está disposta a utilizar para conseguir chegar às suas metas. Já Norman tem um visual certinho, bem filhinho da mamãe. Segundo a figurinista da série, o visual de Norma foi inspirado na década de 50, 60 e 70 – tomando por base o filme -, e as roupas do garoto deviam dar a impressão de que foram escolhidas pela mãe invasiva, por isso, eram tão “conservadoras”. (O vídeo com entrevista da figurinista, diretor e elenco, contando como toda a história foi construída, está no final da página, é muito interessante).

As semelhanças com o filme

Os produtores de Bates Motel sempre disseram que, embora a história se baseie em Psicose, ela tem méritos próprios – e, apesar de ser um prelúdio, até se passa nos dias modernos. A construção do hotel, no entanto, foi bem fiel ao cenário do filme. Tanto a casa da família quanto os quartos dos hóspedes são parecidíssimos com aqueles do longa metragem de 1960. E acho que isso era mesmo necessário, para que a gente conseguisse fazer a ligação entre os dois projetos.

O Norman do Highmore e o Norman do Anthony Perkins (ator que interpretou o assassino no filme do Hitchcock) são até parecidos fisicamente (analisem a imagem acima).

Já no enredo mesmo, deu para notar algumas referências ao filme, alguns acontecimentos em comum:

– O cadáver na banheira de um dos quartos (apesar de, na série, o assassinato não ter ocorrido ali);

– A chegada do policial em um momento importuno;

– Na série, Norma diz que estão para construir um novo viaduto no vilarejo, que servirá como principal acesso à cidade, o que vai desviar a rota de carros do hotel. No filme, Norman diz que ninguém se hospeda ali desde que o viaduto foi construído;

– Assim como no filme, o cadáver foi retirado do hotel debaixo de chuva;

– Nas duas histórias, os corpos foram jogados no rio;

– Em um dos pôsteres do Bates Motel há a inscrição “O melhor amigo de um garoto é a sua mãe”. Essa é uma das frases mais célebres de Norman Bates no filme de 1960.

Então é isso. Bates Motel não fez propaganda enganosa para se promover: a série é mesmo tudo aquilo que seus produtores anunciavam. Um enredo que mistura diversos gêneros e tem atores interessantes. A história não se apoia exageradamente em Psicose – ainda bem, já que estamos falando de um filme de mais de 50 anos -, mas a alma do enredo, a essência do clássico, está lá, e pode ser sentida a todo momento.

Entrei e, agora, não quero mais sair do Bates Motel. O lado ruim é que o pacote máximo é de dez noites (total de episódios encomendados). Você pode desistir da sua estadia antes, mas não aconselho… Será que vai sobreviver até o final? Eu peguei o melhor quarto, não planejo sair tão cedo! Aceito visitas nas minhas reviews semanais, a partir de agora. Sinta-se em casa.

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p.s.¹: adorei como tudo nessa série tem uma cor neon. Desde a abertura – e os créditos de abertura, já que os nomes dos atores e equipe técnica são fluorecentes e p-i-s-c-a-m -, até a festa em que Norman apareceu e as pessoas tinham roupas que brilhavam no escuro. Hitchcock iria pirar no psicodélico!

p.s.²: para quem já assistiu Psicose e quer continuar a mergulhar na história, coincidentemente, o longa Hitchcock foi lançado há pouco tempo e narra a vida do diretor nos bastidores do filme clássico; Anthony Hopkins estrela.

Netflix divulga dois trailers inéditos da série gótica ‘Hemlock Grove’

Data/Hora 18/03/2013, 19:14. Autor
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Hemlock Grove é descrito como um drama gótico e estreia no dia 19 de abril no serviço de streaming Netflix.

A história – inspirada no livro de mesmo nome do escritor Brian McGreevy – gira em torno de uma jovem que é brutalmente assassinada  perto da antiga usina siderúrgica Godfrey. Os suspeitos do terrível crime são Peter Rumancek (Landon Liboiron, de Terra Nova), um cigano de 17 anos que andou espalhando por aí que é lobisomem, e Roman Godfrey (Bill Skarsgard), um dos herdeiros da fábrica onde a garota foi encontrada. Diante das suspeitas, Peter e Roman decidem investigar e chegar até o assassino por conta própria.

Dois novos trailers foram divulgados. No primeiro deles, a atriz Famke Janssen (Nip/Tuck) aparece como Olivia (que até lembra a Victoria de Revenge), a poderosa e imponente matriarca da família Godfrey, que não quer o filho (Skarsgard) andando como Peter (Liboiron).

Hemlock Grove é desenvolvida por Eli Roth (Bastardos Inglórios) e Brian McGreevy (autor do livro). Todos os seus 13 episódios serão disponibilizados de uma só vez no catálogo online da Netflix – incluindo para o Brasil – a partir do dia 19 de abril.

Com informações do SpoilerTV.

MTV anuncia a data de estreia da terceira temporada de ‘Awkward’

Data/Hora 18/03/2013, 17:38. Autor
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Boa notícia aos fãs de Awkward. A MTV – que renovou a série para um novo ano em julho de 2012 – acaba de anunciar a data de estreia da terceira temporada, que será estendida e terá 20 episódios: 16 de abril, às 22h, no fuso horário dos Estados Unidos.

Segundo uma sinopse divulgada, nas novas histórias, Jenna (Ashley Rickards) vai passar por uma onda de surpresas e oportunidades que irão impactar o futuro da personagem de um jeito inesquecível. Um trailer inédito também foi disponibilizado.

 

A terceira temporada ainda vai contar com outra novidade: uma websérie que será postada no site da emissora no mesmo dia em que a atração principal voltar à TV.

Awkward gira em torno de Jenna, uma menina que sofre um acidente no banheiro da escola e todos acreditam que ela tenha tentado cometer suicídio. Depois do ocorrido, ela se torna uma garota popular entre os estudantes. A série é protagonizada por Ashley Rickards, a Sam de One Tree Hill.

Com informações do EW.

‘The Bible’: semelhança entre ator que interpreta o diabo e presidente Obama gera polêmica

Data/Hora 18/03/2013, 17:02. Autor
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“As aparências enganam”. Depois de um episódio da série The Bible, do canal History, ser exibido na TV americana, neste domingo, uma polêmica se seguiu: a semelhança entre o ator que interpretava o satã e o presidente Barack Obama.

As comparações não agradaram os produtores da minissérie, que consideraram uma “bobagem” achar que a escolha do ator tenha sido provocativa. “O ator que interpretou o Satanás, Mehdi Ouzaani, é um artista marroquino aclamado. Ele já participou de várias produções bíblicas – incluindo personagens satânicos  – muito antes de Barack Obama ser eleito como nosso presidente”, declararam os produtores-executivos Mark Burnett e Roma Downey. The Bible conta com atores de diversas nacionalidades.

A polêmica tomou uma proporção maior quando, pelo Twitter, Glenn Beck (personalidade da mídia americana e conservador) sugeriu a semelhança do ator e do presidente dos Estados Unidos, perguntando se alguém mais havia notado isso. Depois, consciente da repercussão que seu comentário tinha tomado, ele tentou colocar panos quentes. “Mídia – relaxe. O ator esteve em personagens similares antes. Engraçado, nada mais do que isso. Por muitas razões, The Bible é um dos meus programas preferidos. Continuem assistindo”, escreveu.

 

Já o canal History declarou que tem “um respeito profundo pelo presidente Barack Obama”.

Com informações do TV Line.

Assista aos dois novos trailers de ‘Game of Thrones’

Data/Hora 18/03/2013, 16:36. Autor
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Falta muito pouco para a aguardada estreia da terceira temporada de Game of Thrones. No dia 31 de março, a série retorna à TV pela HBO em diversos países do mundo – incluindo o Brasil.

E, durante todo o tempo em que a série esteve em hiato, o que não faltou aos fãs foram trailers da nova temporada, para aumentar ainda mais a ansiedade do público (teve até vídeo com passagem pela América Latina).

Agora, mais dois trailers foram liberados e aquecem os espectadores para o grande dia! Segundo os produtores da série épica, o terceiro ano terá episódios mais longos.

 

Com informações do Deadline aqui e aqui.

Ator de ‘Under the Dome’ mostra os bastidores da série de Steven Spielberg

Data/Hora 18/03/2013, 16:18. Autor
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Under the Dome começa a ir ao ar no dia 24 de junho na TV americana, pelo canal CBS. Faltando três meses para a estreia da série dramática, as filmagens do programa, que acontecem em Wilmington, no estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, estão a todo vapor – e, pelo jeito, literalmente.

Hoje, algumas fotos dos sets de gravação e um pequeno vídeo dos bastidores da série foram divulgados. Nas imagens, é possível ver um pequeno incêndio e o ator Mike Vogel com um corte no rosto.

 

Vogel – que também está na série Bates Motel, que estreia hoje à noite, no hemisfério norte – é o protagonista de Under the Dome. Na trama, ele será um oficial do Exército que decide sair de Chester’s Mills, quando, inexplicavelmente, o lugar é encoberto por uma enorme cúpula transparente, isolando o vilarejo do resto do mundo – ninguém entra, ninguém sai da cidade.

O ator Dean Norris, que postou o vídeo no Twitter e aparece nas imagens, será James Rennie, um vendedor de carros e membro do conselho municipal.

NOTÍCIAS | Em vídeo, escritor Stephen King anuncia o início das filmagens de ‘Under The Dome’

A série é inspirada no livro de mesmo nome de Stephen King e tem Steven Spielberg (Lincoln) como produtor.

Under The Dome é uma parceria entre CBS Television Studios e a produtora de Steven Spielberg, a Amblin Television. Além de King e Spielberg, nomes como Neal Baer, Justin Falvey, Darryl Frank, Stacey Snider, Jack Bender e Brian K. Vaughan – que ainda escreveu a adaptação para a TV – são creditados como produtores-executivos.

Com informações do SpoilerTV.

Estreia hoje: “O Norman Bates pós ‘Sex and the City’ é diferente”, diz criador de ‘Bates Motel’

Data/Hora 18/03/2013, 14:44. Autor
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Hoje à noite, mais especificamente às 22h, no horário de White Pine Bay, cidade litorânea em que fica o Bates Motel, o hotel mais macabro da televisão irá abrir, oficialmente, as suas portas. É que nessa segunda-feira, 18, a série Bates Motel, que serve como prelúdio do filme Psicose e é, de longe, uma das mais antecipadas da temporada, faz sua estreia no canal americano A&E (embora o piloto já tenha caído na Internet).

Os atores Freddie Highmore (A Fantástica Fábrica de Chocolate) e Vera Farmiga (Amor Sem Escalas) serão os grandes protagonistas, em que ele interpreta Norman Bates, o serial killer do filme de Alfred Hitchcock ainda nas adolescência, e ela será Norma, a mãe do menino… Responsável por transformá-lo no psicopata que conhecemos (“mais tarde”) no longa-metragem.

Mas quem acha que a série vai começar hoje, se desenvolver ao longo de seus dez episódios encomendados, para terminar no filme, se engana. Os produtores do projeto, Carlton Cuse (Lost) e Kerry Ehrin (Friday Night Lights) garantem que, embora eles prestem uma homenagem a Psicose, a série deve ganhar o público por créditos próprios. “Nós certamente não faremos melhor do que Hitchcok fez”, confessou Cuse, como quem presta uma homenagem já nas entrevistas. “O filme não é um ponto que gostaríamos de habitar exageradamente. Se você é fã da versão original, você vai gostar de algumas referências [que fizemos], mas estamos tentando evitar recontar a história de Hitchcock”, disse.

Para a dupla de produtores – que também são roteiristas do projeto -, Psicose foi feito mais de 50 anos atrás, em um mundo totalmente diferente do que conhecemos hoje. “O filme é de uma época em que as coisas não giravam em torno do sexo. Então, o Norman Bates daquela época é uma tese diferente do Norman Bates em um mundo pós-Sex and the City“, argumentou Cuse, fazendo referência à série da HBO estrelada por Sarah Jessica Parker – e uma Nova Iorque de glamour e luxúria. “Pareceu muito interessante pegar esse personagem e colocá-lo em um mundo que, agora, é menos inocente”.

NOTÍCIAS | “Nós queremos que você se apaixone por Norma e Norman Bates”, diz criador de ‘Bates Motel’

Por falar em Norman, a condição de assassino do personagem não será enfoque nessa primeira temporada – mas sim a relação dele com a mãe. “Nosso objetivo, nesse primeiro ano, é estabelecer a mitologia entre Norma e Norman… E isso será muito diferente do que o público imagina”, começou Cuse. “Nossa meta é fazer com que os espectadores amem e se preocupem com esses dois papéis. A série é construída para durar muitas temporadas, um programa que enxergamos o começo, o meio e o fim. E a primeira temporada é só o começo”, garantiu.

Amar Norman e Norma não é diferente de amar uma pessoa do “mundo real” e, assim sendo, cultivar esse tipo de sentimento para com os dois personagens vai significar uma só coisa: sofrer. É que, embora os dois sejam o que a série tenha de convidativo aos espectadores, eles são, ainda, vilões, em determinados momentos. “A Norma tem visões idealizadas sobre como a vida deveria ser e ela acredita que terá essa vida idealizada. A maneira de construir isso, é claro, foi criar uma cidade que parecia linda na superfície, mas, bem lá no fundo, está longe de ser ideal”, disse o produtor. “Eles caem em um mundo cheio de personagens que possuem seus próprios segredos e desejos obscuros.”

NOTÍCIAS | Assista aos seis minutos iniciais de ‘Bates Motel’ e mais um novo trailer revelador

Dentre os moradores dessa cidade litorânea de tirar o fôlego – pelos trailers liberados, dá para ver que Bates Motel se trata de um thriller com fotografia bonita -, estão Bradley (Nicola Peltz) e Emma (Olivia Cooke). Norman vai conhecer as meninas na escola e se aproximará delas – algo que vai deixar a mãe enfurecida. “Ela é extremamente protetora. Ela é mãe, sobrevivente e não vai deixar que ninguém machuque o filho dela”, contou a outra produtora da atração, Kerry Ehrin, que ainda disse que a personagem acredita que deva sempre seguir o coração. “O problema é que o coração dela, muitas vezes, a leva a tomar decisões não muito inteligentes. “Nós amamos essa imprevisibilidade inerente da Norma… Isso a torna atraente.”

NOTÍCIAS | Repórter do The New York Times passa a noite nos sets de filmagem de ‘Bates Motel’

Quem gosta de histórias investigativas também encontrará lugar – literalmente – no Bates Motel.É que depois de achar um livro (com conteúdo de tortura e sexo) em um dos quartos do hotel, Norman e sua nova amiga, Emma, começam a investigar o passado da cidade, tentando descobrir se havia escravidão sexual no lugar. Uma investigação sobre plantações de maconha – que pode ser o que verdadeiramente move a economia do pequeno município – também está entre os mistérios a serem resolvidos pelos adolescentes.

Muito além de qualquer coisa que o espectador pudesse esperar, de fato…

O melhor amigo de um garoto é… Vera Farmiga

Quem assistiu ao material divulgado de Bates Motel, até agora, percebeu que a química entre Vera Farmiga, atriz de origens ucranianas já indicada ao Oscar, e Freddie Highmore é enorme. Em um poster da série, os dois atores aparecem sentados em uma cama e é possível ler “O melhor amigo de um garoto é a sua mãe” (uma fala do filme). Mas não é só na frente das câmeras, não. Segundo o ator, Farmiga é sua “mais nova melhor amiga”. De acordo com ele, Bates Motel é um território arriscado, já que os protagonistas, que devem ser amados pelo público, passam longe de serem “mocinhos” ideais e a participação de Farmiga no processo será essencial para que a meta de que o público se preocupe com os dois personagens seja atingida. “Acho que ela tem uma habilidade incrível de jogar com as emoções”, disse ele.

Na história, Norman terá um meio irmão (não existente no filme), que será interpretado por Max Thieriot (A Última Casa da Rua), e que não se dá bem com a matriarca.

Highmore assegurou que essa não será a única novidade na história. “Haverá uma grande revelação na metade da temporada”, antecipou o ator. “É legal poder ter aquela falsa esperança de que o Norman vai se tornar uma pessoa do bem ao longo da vida.” Será que isso vai acontecer e ele vai mesmo virar um bom homem? “As pessoas provavelmente irão esconder as facas da cozinha e tomar banho com a porta bem trancada”, respondeu o jovem ator, fazendo suspense – e mencionando uma das cenas mais icônicas do cinema: o assassinato no chuveiro do Bates Motel.

E você, já está com as malas feitas?

Com informações do EW e TV Guide.

Elementary – Déjà Vu All Over Again

Data/Hora 16/03/2013, 20:34. Autor
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Imagine a seguinte situação: você está lá, esperando o metrô como faz todos os dias – enquanto conversa ao celular com uma amiga, para se distrair -, quando um homem desconhecido te entrega um buquê de flores, dizendo que a namorada cancelou o encontro com ele e ele não queria desperdiçar o arranjo. Romântico, né? Seria, se a série fosse Beauty and the Beast e não Elementary. Nos segundos seguintes, o mesmo rapaz – que usava capuz, barba e óculos escuros, para não ser identificado – empurra a menina para os trilhos quando o metrô está quase chegando. A chegada trem anunciava, também, um episódio de emoções fortes.

Seis meses atrás….

Foi incrível passear para o “passado nem tão distante” nesse episódio. A gente pôde vivenciar o momento exato que a Watson atendeu a um telefonema recebendo a proposta de ser acompanhante de sobriedade do Sherlock (o que é quase o tempo real mesmo, porque a série estreou há 5 meses, mais o tempo em que tiveram que resolver as burocracias do contrato e afins, cerca de 6 meses). Achei bem bacana terem mostrado isso, porque nós, enquanto espectadores, nos sentimos ainda mais íntimos dos dois protagonistas. A contratação aconteceu na mesma época do caso do metrô.

Março de 2013

De volta aos dias atuais, a Watson estava tendo um treinamento especial com Alfredo (o ator Ato Essandoh, de Copper, da BBC America, voltou a aparecer), um ex-ladrão de carros. Foi muito engraçado porque, nitidamente, ela não tem talento para quebrar a lei!

Acontece que Sherlock recebeu um telefonema do pai – não do pai, exatamente – para que ele trabalhasse em um caso para um advogado do patriarca. Muito contrariado, ele vai à reunião e descobre do que se trata: a irmã da secretária do advogado está sumida há 6 meses e ela acredita que o cunhado, marido da vítima, tenha matado a moça. O casamento dela passava por problemas e, antes de desaparecer, ela gravou um vídeo se despedindo do marido, dizendo que estava muito impressionada com o caso da moça das flores no metrô e que parou para pensar na vida… E, por isso, estava indo embora. O problema é que, meio ano depois de partir, ninguém mais ouviu falar sobre a moça.

Holmes passa o caso para a Watson e essa se torna a primeira investigação dela sozinha, sem a ajuda do detetive veterano. Watson interroga o marido da desaparecida – que diz que também gostaria de ver a mulher novamente, vê-la bem, mesmo que não fosse com ele e mimimi – e logo fica desconfiada. Nesse momento, também desconfiei do rapaz bonito, bastante apresentável. Ele tinha uma fala tão ensaiada, sem nenhuma naturalidade, tão teatral, que, nesse ponto, não sabia se era intencional, parte do roteiro da série, ou por que o rapaz era mal ator mesmo. Até que, na cena seguinte, a Watson mostra uma antiga gravação da polícia, em que esse marido, prestando depoimento, havia dito exatamente as mesmas palavras, como quem decora suas falas. Ou seja, ele era ótimo ator e o personagem… Bem, o personagem se tornou o suspeito principal.

Tendo seu alvo definido, Watson se empenhou em provar a culpa do rapaz  e não quis nem saber do bom senso para atingir o objetivo (Go, Watson!). Lembra o treinamento para arrombar o carro? Pois bem, ela usou esse novo conhecimento técnico aqui. Seguiu o ex-marido da vítima e notou que ele estava colocando um baú – que pertencia à família da mulher e ele havia dito que ela levou com ela quando partiu – no porta-malas do carro. Ela, então, vai averiguar… Mas é “pega no pulo” e acaba na cadeia. Isso mesmo. Na primeira investigação, ela foi parar atrás das grades – quando, na verdade, ela deveria era colocar alguém lá. O feitiço virou contra a feiticeira, minha cara Watson.

Depois, enquanto estava presa, o Sherlock foi visitá-la e, mais uma vez, fomos presenteados com uma cena fofa. Pelo vidro, conversando através de um “telefone”, os dois trocarem olhares suspeitos e o detetive tentou justificar o que a Watson fez, levantar a auto estima dela, dar razão à amiga.

Com a ex-médica já fora da prisão, os dois se uniram para investigar os casos – a moça desaparecida e quem jogou a mulher do metrô no vagão; encontrar o assassino.

Os dois ocorridos, é claro, se completavam. Em uma grande reviravolta no final, a Watson descobre que, na verdade, o vídeo de despedida da mulher desaparecida foi feito há 18 meses, não há 6, como o marido alegava. A mulher das flores, que ela citava nas imagens, se tratava de um outro caso em que uma vítima havia caído no trem e morrido, também com um buquê nas mãos. Seis meses atrás, quando decidiu se livrar da mulher, o marido precisou cometer um crime parecido, também no metrô, para, então, tornar a vídeo legitimamente “mais recente” e, assim, sair ileso de qualquer suspeita. O que ele não contava era com a astúcia da nossa nova detetive. Que orgulho da Watson!

Altas emoções!

O que eu mais amei nesse episódio é que ele foi uma montanha-russa de emoções. Num primeiro momento, ficamos encantados com o ato do homem do metrô presentear uma estranha com flores – quem não gostaria que isso acontecesse com a gente? Aí, levamos o susto por ele empurrá-la para os trilhos – isso, a gente já dispensa. Aí, a todo momento, somos levados a mudar de opinião sobre o marido, que vezes parecia culpado, vezes, não. Confesso que torci que ele não fosse, porque me afeiçoei à figura dele.

Quando a Watson arrombou o carro, me senti bastante angustiada com aquele suspense todo, como se estivesse vendo um thriller no cinema mesmo. Gostei da experiência. Depois, quando os amigos da mais-nova-detetive-de-Manhattan começaram a duvidar dela, uma mistura de compaixão e identificação tomou conta do meu coração (ouin). Quem nunca se sentiu inseguro em relação aos próprios talentos? O que é mais legal é que, se ali colocam a figura da inteligência perfeita do Sherlock, os roteiristas tornam as coisas mais humanas na figura da Watson. Como Clark Kent e o Superman, em que é preciso humanizar “o super homem” através do jornalista tímido Clark (como explica “As Estrelas e os Mitos”, de Edgar Morin). Tanto que, ao final do episódio de Elementary, após obter êxito em seu caso, a Watson mudou seu status de trabalho nas redes sociais: de “acompanhante de sobriedade” para “detetive consultora”. Existe coisa mais humana que isso? Todo mundo adora expor os feitos, de alguma maneira, para os amigos verem nas redes sociais. É humano.

Claro que, no final do capítulo, o Sherlock ia aprontar. Ele entrou no quarto da amiga e, ao convidá-la para uma nova investigação, disse:

– Você atingiu um sucesso mínimo, Watson. Não vamos nos entusiasmar, ok?

Ele pode não ter se entusiasmado com os últimos ocorridos, mas… A gente, enquanto espectador, ficou empolgadíssimo! Eu fiquei. Que episódio incrível.

p.s.: só eu achei que a voz do Sherlock estava mais grave no início do episódio? Parecia quase rouca. Pode ser só impressão. Ou ele estava resfriado (como um episódio leva cerca de 8 dias para ser gravado, dava tempo da gripe ter se curado ao longo do capítulo, por isso a diferença do começo ao fim. Desculpa a conversa fiada, pessoal, estou tentando analisar meus instintos investigativos). Já estou acabanando… Por falar no detetive, ele estava mais no etilo “dirty jokes” em Déjà Vu, né?

p.s.²: já repararam que o Sherlock, quando está prestes a revelar o que descobriu, tem mania de ficar mexendo os dedos da mão freneticamente, com os braços esticados para baixo, como numa dança sincronizada? Muito fofo! Coisa de criança arteira.

Pronto. Acabei. Obrigada pelo tempo dedicado à leitura da review. Até mais!

James Lafferty, o Nathan de ‘One Tree Hill’, está em novo projeto da NBC


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Por quase uma década, ele fez adolescentes do mundo inteiro suspirarem por seus olhos azuis e cabelos negros, como o Nathan Scott, de One Tree Hill. Agora, o ator James Lafferty pode ter seu primeiro personagem na televisão desde que a série da CW acabou, em 2012 – para desespero de meninas e meninos.

Lafferty foi confirmado em um novo projeto da NBC, ainda sem título. O piloto é descrito como um suspense emocional que se passa na capital dos Estados Unidos, Washington D.C.  Na história, um agente especial do governo americano (interpretado por Lance Gross) se vê em meio a uma crise quando, em seu primeiro dia de trabalho como segurança do filho do presidente, o garoto e seus amigos de escola são sequestrados.

Lafferty será o Senhor Nash, um instrutor estudantil bonitão que desaparece junto com seus alunos.

O ator Michael Beach (Sons of Anarchy) também foi contratado para o projeto e vai interpretar um diretor do FBI, que entra em ação quando descobre o ocorrido.

O piloto, ainda em fase de aprovação, será produzido por Rand Ravich (Life, Enigma do Espaço). Se o projeto vingar, a série pode estrear no segundo semestre e marcar o retorno do ex-protagonista de One Tree Hill às telinhas. Está na torcida?

Com informação do Deadline.

Revelado o subtítulo da terceira temporada de ‘American Horror Story’

Data/Hora 16/03/2013, 15:58. Autor
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Os mistérios ao redor da terceira temporada de American Horror Story acabaram. Ou, pelo menos, parte deles. Na noite de ontem, durante uma convenção nos Estados Unidos, o criador Ryan Murphy fez a alegria (por mais paradoxal que isso possa parecer) dos fãs – e jornalistas – e revelou o subtítulo da próxima temporada da atração macabra: Coven.

Na tradução, Coven quer dizer “coventículo” ou “conciliábulo” e é usado para denominar um grupo de bruxas que se une em um laço mágico e emocional para louvar a um Deus. Isso só reforça aquela antiga informação de que a terceira temporada da série vai se passar em Salém, a casa das bruxas.

Vale lembrar que em seu primeiro ano, a série se chamava apenas American Horror Story (e se passava em uma casa mal assombrada) e a segunda temporada foi intitulada American Horror Story: Asylum, tendo um hospício como cenário.

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Por falar nisso, Murphy também contou onde o seriado será gravado desta vez, algo que vinha escondendo nos últimos meses. Segundo ele, uma parte de American Horror Story será filmada em Nova Orleans – e vai ser a primeira vez que os atores pegarão estrada para filmar, já que, anteriormente, a série era gravada em um estúdio e não numa locação de verdade.

“Essa será uma história muito legal, sobre a qual já vínhamos conversando há alguns anos e esse pareceu o ano certo para fazê-la”, contou Murphy.

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A veterana e protagonista Jessica Lange (que interpretou a irmã Jude na temporada anterior) também esteve presente no painel de entrevistas. Quando indagada se sua nova personagem seria uma “gata glamourosa” – Ryan Murphy havia definido o papel assim, dizendo que a condição foi essencial para que Lange aceitasse retornar ao show, já que a personagem religiosa era bastante básica e sem muitos adornos -, ela respondeu bem-humorada, “Não sei o que é uma gata glamourosa, mas estou empolgadíssima em fazer.”

Kathy Bates, a grande novidade no elenco da série na próxima temporada e que promete atormentar o papel de Lange, não quis entregar muito sobre sua personagem – quem Murphy já revelou que será “muito, muito, muito má” – mas também se disse bastante ansiosa para viver a experiência. E não é só ela. “Eu queria ver várias cenas entre Bates e Lange no programa. E assim vai ser”, entregou o criador do programa.

As filmagens de American Horror Story: Coven começam em breve e a nova temporada deve estrear no segundo semestre pelo canal FX, na TV americana. No Brasil, a série é exibida na Fox.

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Assista a um trecho do painel de entrevistas abaixo:

 

Com informações do TV Line.

“Nós queremos que você se apaixone por Norma e Norman Bates”, diz criador de ‘Bates Motel’

Data/Hora 15/03/2013, 21:08. Autor
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A apenas 3 dias da grande estreia de Bates Motel, o canal A&E disponibilizou um vídeo na página da série no Facebook em que a equipe – de frente e por trás das câmeras – conta os bastidores da atração.

O criador Carlton Cuse (Lost) começou explicando que a roteirização do seriado aconteceu de forma bastante pessoal. “O processo de escrita dessa série foi muito diferente de qualquer outro show que eu tenha feito. Nós desenvolvemos essa história de uma maneira mais pessoal do que normalmente fazemos. E a história reflete isso, há características pessoais muito reais nessas narrativas” disse Cuse, que escreveu praticamente todo o enredo à quatro mãos com Kerry Ehrin (Friday Night Lights).

“É como montar um quebra-cabeças. Como eu posso escrever esse personagem que todo mundo conhece colocando algumas novas características nele?”, relatou Ehrin sobre a experiência de recriar aqueles papéis tão conhecidos no clássico do terror Psicose. É que o seriado se passa antes do filme dirigido por Hitchcock e tenta explicar como o protagonista Norman Bates, ainda na adolescência, se transformou em um assassino a sangue frio e promete explorar a história dele com a mãe – já morta no longa metragem. “São grandes personagens icônicos, então, tomando isso como base, devemos nos manter verdadeiros a eles, mas não presos”, contou Ehrin, enfatizando que a versão da A&E, apesar de se passar antes do filme, é contemporânea. Licença poética.

Para Cuse, o que Bates Motel tem de mais instigante é justamente o fato de o público já estar familiarizado com o desfecho dos personagens principais. “Nós sabemos que Norman vai chegar a uma versão do personagem do filme e eu acho que isso dá ao programa uma tensão incrível, porque você sabe qual é o destino deles [Norman e Norma], mas como eles chegarão lá?”, perguntou.

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No novo projeto, Freddie Highmore (A Fantástica Fábrica de Chocolate) interpreta o serial killer Norman adolescente, enquanto Vera Farmiga (Amor Sem Escalas) vive a matriarca responsável por transformar o garoto em um monstro.

Em Bates Motel, depois que o pai de Norman morre, ele e a mãe se mudam para uma nova cidade a fim de recomeçar a vida, onde inauguram o hotel que dá nome ao seriado. Só que a cidade, por si só, já tem suas tragédias e não será fácil para a dupla se estabelecer no lugar. Nestor Carbonell interpreta o xerife Alex Rome, que vai ficar de olho aberto sobre os novos moradores. “Eu sabia que o programa seria bom, mas não tanto assim”, garantiu ele.

Max Thieriot (A Última Casa da Rua) ficou com o papel inédito de meio-irmão de Norman – no filme, ele era filho único -, personagem que tem suas diferenças com a matriarca de Farmiga. “É diferente de qualquer coisa que esteja aí”, disse o ator. Nicola Peltz, que vive a jovem Bradley no enredo, concorda. “Há centenas de cliffhangers”, começou ela. “No final de cada episódio, você vai querer ver mais”, completou a estrela Highmore.

NOTÍCIAS | Assista aos seis minutos iniciais de ‘Bates Motel’ e mais um novo trailer revelador

Para Cuse, o grande objetivo é fazer com que os espectadores gostem tanto dos personagens que comecem a torcer pelo improvável. “Nós queremos que você se apaixone pela Norma e pelo Norman Bates e tenham esperanças, com todas as forças, de que eles não cheguem a aquele destino inevitável”.

E você, vai abrir seu coração para eles? De qualquer forma, as portas do Bates Motel se abrem para o púbico na próxima segunda-feira, 18 de março, quando a série estreia no canal A&E dos Estados Unidos. Ainda não há previsão para a TV brasileira.

Estômago forte: trailer de dois minutos de ‘Hannibal’ transborda sangue e violência

Data/Hora 15/03/2013, 18:41. Autor
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Em um novo trailer de dois minutos e meio da série Hannibal, da NBC, o consultor do FBI Will Graham (Hugh Dancy) aparece, mais uma vez, como o protagonista do vídeo. Nele, a criatividade e o desequilíbrio emocional do agente são explorados, enquanto cenas de muito sangue e violência podem até embrulhar o estômago dos espectadores, digamos, mais fracos.

Hannibal é do mesmo criador de Pushing Daisies, Bryan Fuller, e tem o ator dinamarquês Mads Mikkelsen como o protagonista Hannibal Lecter – um serial killer canibal. Laurence Fishburne também está no elenco e, ao lado do personagem de Dancy, investiga os sucessivos casos de homicídio.

A série estreia no dia 4 de abril, pela NBC, nos Estado Unidos. No Brasil, o canal pago AXN  exibe a atração a partir do dia 16 do mesmo mês, às 22h.

Com informações do SpoilerTV.

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