TeleSéries
A poucas horas de encerrar campanha, ator de ‘Veronica Mars’ pede mais ajuda aos fãs
11/04/2013, 17:01.
Gabriela Pagano
Notícias
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A poucas horas de encerrar a campanha por doações em dinheiro para que um filme de Veronica Mars seja produzido, o criador da antiga série, Rob Thomas, recrutou o ator Jason Dohring para ajudar a tornar a campanha um sucesso ainda maior.
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É que no mês de março, Thomas e a atriz Kristen Bell, a protagonista da atração que ficou no ar entre 2004 e 2007, na TV americana, anunciaram que gostariam de produzir um filme da extinta série – que, apesar de nunca ter sido super popular, é considerada um verdadeiro sucesso cult, com seu público fiel.
Para isso, eles precisavam que os fãs fizessem doações em dinheiro através do site Kickstarter, a fim de financiar o projeto, e a meta estabelecida era de 2 milhões de dólares. Em apenas 10 horas no ar, o objetivo foi atingido e, agora, a menos de 30 horas de encerrarem a campanha, eles querem mais: esperam que, ao todo, mais de 87 mil usuários façam doações, para, então, baterem o recorde do site. Atualmente, mais de 80 mil pessoas já ajudaram o sonho a se tornar realidade (e o total arrecadado supera os 5 milhões de dólares).
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No vídeo, além de pedir por mais doações, Dohring ainda promete fotos autografadas a quem ajudar. Para refrescar a memória, na série Verônica Mars, o ator interpretou Logan Echolls, um típico bad boy cheio de sarcasmo e melhor amigo de Duncan, o ex-namorado de Veronica (Kristen Bell).
O sucesso da campanha é tanto que já inspirou outros atores e produtores de séries canceladas a tentarem se utilizar da mesma estratégia, conhecida como crowdfunding.
Zachary Levi, de Chuck, além dos criadores do drama esportivo Friday Night Lights e da fantasiosa Pushing Daisieis, foram alguns dos que andaram dizendo por aí que gostaram de produzir um filme de suas respectivas séries – com a ajuda do público, é claro. Você abriria o coração – e a carteira – para isso?
Com Bryan Fuller entre os produtores, Syfy anuncia séries de temática espacial
10/04/2013, 20:29.
Gabriela Pagano
Notícias, Novos Pilotos e Séries
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Bryan Fuller é uma mente ativa. Depois de estrear Hannibal, na TV americana, na semana passada – e dizer que já pensa em um filme da cancelada Pushing Daisies -, o canal Syfy revelou, hoje, que trabalha com o produtor em um novo projeto.
O piloto, intitulado High Moon, se baseia no livro The Lotus Caves, best-seller do escritor John Christopher. Na história, os seres humanos descobrem vida na Lua e alguns terráqueos partem para lá, a fim de colonizar e explorar os recursos naturais do satélite. A convivência entre as duas raças, no entanto, não será pacífica.
A Syfy descreveu o projeto como altamente imaginativo, emocional, com humor e suspense. A pretensa série ainda promete ter fortes características estéticas, uma marca do produtor Bryan Fuller. De acordo com o presidente de conteúdo da emissora, Mark Stern, a história ainda terá “personagens complexos em um drama de alto nível.”
Fuller terá a companhia de Jim Danger Gray – com quem trabalhou em Pushing Daisies e, agora, em Hannibal – na produção-executiva e no roteiro de High Moon. Cary Granat, Steve Granat, Don Murphy e Susan Montford também serão produtores-executivos. A empresa Universal Cable Productions está envolvida no novo projeto.
Extras
Além disso, o canal Syfy anunciou outros pilotos que podem estrear em breve em sua grade:
Orion: o projeto gira em torno Orion, uma caçadora de relíquias e aventureira, que rastreia artefatos valiosos ao tentar juntar o seu passado. Situada no meio de uma guerra intergaláctica, colocando humanos contra uma raça alienígena assustadora, Orion deve tomar uma decisão – se irá usar suas habilidades para salvar a própria pele ou se irá se comprometer com a causa humana e desenterrar artefatos escondidos que poderiam libertar toda a humanidade de um terrível destino. Ron Milbauere Terri Hughes Burton, da série Alfas, serão roteiristas e produtores-executivos.
Sojourn: Narra a trajetória do primeiro detetive enviado ao espaço. Ele é encarregado de investigar o assassinato de um tripulante de uma nave estelar. A vítima havia sido mandada ao espaço para colonizar outro planeta, mas acaba envolvida em uma grande conspiração. O terrível crime nos levará de volta ao lançamento original da nave, cinquenta anos atrás. O roteiro é de Phil Levens (Smallville) e a produção é de Jason Blum (Atividade Paranormal).
Clandestine: Depois de um clã de bandidos ser quase destruído e deixado à deriva da morte pelas forças da Coalizão, o grupo se refugia em uma nave abandonada pela facção, flutuando no espaço. Uma vez a bordo, eles se disfarçam de oficiais da Coalizão e continuam a cometer seus crimes – até que eles se deparam com um chocante acontecimento relacionado com a verdadeira natureza da Coalizão. Todd Stashwick e Dennis Calero escrevem o roteiro, enquanto Gale Anne Hurd (The Walking Dead) e John Shiban (Hell on Wheels) são produtores-executivos.
Infinity: Quando uma armada alienígena é avistado na região de Plutão, o governo da Terra está nas mãos de jovem industriário bilionário, o dono da única nave preparada para uma viagem interestelar. O jovem precisa ir ao encontro dos “estrangeiros” e, assim, evitar uma catástrofe. Equipado com a tecnologia alienígena secretamente descoberta na Terra em 1960, a nave que partiu do planeta Terra se envolve em um tiroteio, que acaba os enviando para uma região inexplorada do espaço. Perdidos no universo e em busca do caminho para a casa, a equipe luta para sobreviver, ao mesmo tempo em que encontram novos planetas e espécies alienígenas. O roteiro é de Javier Grillo-Marxuach (Lost) e a produção é da empresa Berman / Braun Television.
Silver Shields: Quando o pai de Caymer é morto por assassinos ligados ao governo da cidade metropolitana de Pont Royal, o jovem, vindo do interior, começa sua jornada para dar continuidade ao legado do pai como membro da força de polícia local – e também tentar decifrar o mistério acerca da morte do patriarca. Ele descobre que seu ponto de vista sobre a vida simples do campo está em desacordo com a cidade grande, cheia de criaturas mágicas. Robert Hewitt Wolfe (Alfas) escreve e produz a série – função que divide com Aaron Kaplan.
Shelter: Quando um meteorito gigante está à caminho da Terra, 30 mil humanos são escolhidos à dedo para viver em um abrigo subterrâneo e, depois do acontecimento apocalíptico, dar continuidade à raça humana. O que começa como uma utopia, rapidamente sucumbe às falhas humanas, como o ciúmes de certos membros da sociedade subterrânea, que começam a criar alianças para ganhar poder. Enquanto isso, as coisas na superfície também não seguem conforme o planejado. Os seres humanos “de cima”, lentamente, percebem que a chegada de um meteorito pode ter sido predestinada e desconfiam que “sobreviventes” tenham sido escolhidos com o propósito maior de reiniciar a vida na Terra, depois do ocorrido. A produção-executiva e o roteiro são de Bruce Joel Rubin (Impacto Profundo) e Ari Rubin.
Com informações do Deadline.
‘Being Human US’ está renovada
10/04/2013, 17:39.
Gabriela Pagano
Notícias
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Se os fãs da versão britânica de Being Human foram aos prantos com o cancelamento da série por lá, nos Estados Unidos, a situação é diferente. O canal Syfy renovou o seriado Being Human US para uma nova temporada, que será a quarta.
Segundo informou o site TV Line, 13 novos episódios foram encomendados, que devem estrear em 2014. “Being Human realmente acertou seu passo criativo esse ano. Esse programa se tornou uma marca registrada da Syfy e estamos extasiados com o retorno no próximo ano”, declarou o presidente de conteúdo da emissora, Mark Stern.
Being Human US estreou em 2011, na TV americana, e é inspirada na série britânica da BBC de mesmo nome. Embora a versão original seja bastante aclamada por público e crítica, a versão dos Estados Unidos é considerada, por grande parte dos espectadores, até melhor que a série original.
A terceira temporada da série americana estreou em janeiro de 2013 no hemisfério norte com 1.22 milhões de espectadores e, apesar de ter apresentado uma pequena queda na semana seguinte, conseguiu se manter estável a partir de então.
Os atores Sam Witwer, Meaghan Rath e Sam Huntington são os protagonistas. Na história, um lobisomem, um vampiro e uma fantasma dividem a mesma casa e tentam levar um vida dentro da normalidade.
Com informações do TV Line.
Bates Motel – Trust Me
10/04/2013, 17:25.
Gabriela Pagano
Reviews
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Apertei o “play” em Bates Motel e nem deu tempo de me ajeitar na cadeira: nos primeiros segundos do episódio, eu já estava sofrendo com a cena de suspense colocada – que, na verdade, era continuação dos minutos finais do episódio anterior.
O Norman, que estava em um estado de transe, nem acordado, nem dormindo, invadiu a casa do detetive Shelby e acabou encontrando uma menina presa no porão. Agora, através de outra perspectiva – diferente daquela que haviam mostrado para a gente na semana passada -, foi revelado que o irmão mais velho, Dylan, havia seguido o menino até a casa do policial. Portanto, quando ele, do lado de fora, avistou Shelby chegar ao domicílio, tratou logo de apertar a campainha e usar aquela velha desculpa do “acabou a gasolina da minha moto”, para dar tempo ao Norman de deixar o interior da casa. Aí, quando a gente pensava que estava tudo resolvido, eis que a garota presa no porão agarra a perna do Norman e dificulta a saída dele. Que aflição! Mas, como era de se esperar, deu tudo certo e ele não foi visto pelo Shelby.
Aos moderninhos de plantão, o canal A&E disponibilizou um aplicativo para celular que permite que o usuário faça download do “livrinho” que narra a mitologia da menina asiática e a escravidão sexual. Quem ficar interessado, é só clicar aqui e baixar gratuitamente.
Por falar no delegado, esse episódio foi dele. Em Trust Me, Mike Vogel, o intérprete do personagem, teve a chance de mostrar que não é apenas um rosto bonitinho na televisão. E acho que ele conseguiu. Mas, se de um lado, podemos confiar no (bom) trabalho dele, Mike, por outro, é cada vez mais difícil acreditar no Shelby. Na história, não deram como certo que havia uma menina presa no porão do personagem – o Norman tem muitos delírios e pode realmente ter alucinado, arranhando a própria perna ou, quem sabe, machucando enquanto tentava escapar pela janela. Além disso, a Norma esteve lá e não viu nada (se bem que, ainda que o Shelby não tenha visto o Norman no porão, ele percebeu que alguém havia estado dentro de sua casa e pode ter ficado em alerta). O fato é que eu estou com o Dylan, também não confio no policial.
Quando o Shelby e a Norma foram para o hotel viver sua paixão intensamente e, ao deixaram o quarto, às escondidas, deram de cara com o filho mais velho da moça, deu para notar o risinho de satisfação na cara do Shelby, que provocava o Dylan (então, enfurecido!) com o olhar cínico – além do fato de ficar muito claro que ele “obriga” a Norma a dormir com ele por ser o detentor do cinto que a incrimina. Que vontade de entrar na tela e dizer uma verdades para ele. Sou #TeamDylan, definitivamente… Apesar de já shippar muito o casal Shelby e Norma (Shorma?). Acho que os dois têm uma química das mais sensuais e interessantes! Como um filme de terror deve ter.
Essa série, aliás, estava parecendo uma novela do Manoel Carlos nesse último episódio. Primeiro, porque tem uma fotografia LINDA. Aquela cena em que a Norma vai ao encontro do Shelby, é charmosíssimo ver o carro antigo dela entre as folhas secas no chão – e o colorido das árvores, como se fossem Ipês (não sei o que era, não conheço bem nem a flora brasileira, quanto mais a canadense).
Mas gente… Encontrar o amante às escondidas, em um lugar pouco movimentado e entrar no carro dele, para, então, partir para o amor. Muito coisa das Helenas do Manoel Carlos. Norma deve gostar dos folhetins brasileiros, hein? Daqui a pouco, está jogando alguém lá do topo da escada da casa dela no melhor estilo Nazaré Tedesco (o cabelo já é quase igual).
Uma coisa que eu não entendi: por que esse circo todo, de ir encontrar o Shelby em carros separados, entrar no dele às escondidas, se os dois iam para o hotel dela? Qual o sentido disso? Tivesse ele entrado no carro dela, então.
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E a Norma está muito na mão do Shelby mesmo. Ela até obrigou o Norman a ir pescar com ele – e eu fiquei tensa, achando que o Norman ia empurrar o Shelby rio abaixo e resolver o problema, definitivamente. Apesar de o Shelby manipular a Norma desse jeito, em que ela precisa fazer “alguns favores” para ele, eu acho que, no fundo, ela gosta da situação, gosta de estar com ele (aquela coisa da mulher mais velha conquistando o garotão bonito e saudável). Além do mais, ela parece se sentir protegida ao lado dele, como se, pela primeira vez na vida, alguém cuidasse dela. Já o Shelby, ao que tudo indica, também gosta da Norma e culpa os filhos pela situação decadente que a mãe deles chegou. No fundo, o Shelby é tão louco e dissimulado quanto a Norma, aposto nisso!
Por falar em loucura, o que foi a Norma se dependurando no portão do lixão, quando percebeu que ele estava trancado e ela não poderia recuperar o carpete do hotel? – que seria usado na investigação policial sobre o assassinato do Keith. Aquilo foi épico, sem mais.
O Norman, até o momento, é muito normal perto dela. Ela manipula o filho e é realmente tóxica a ele. Tanto que, quando ela sugeriu que o Norman estivesse com ciúmes do Shelby, ele respondeu, sem pensar duas vezes “Não estou com ciume, você é minha mãe, não minha namorada”. Foi a primeira frase engraçada do Norman na série e isso só mostra que, na relação doentia dos dois, é ele quem tem seus momentos de lucidez.
Por falar nessa cena, que aconteceu exatamente na manhã seguinte em que ela dormiu com o Shelby, fiquei espantada. Gente, ela está pegando o garotão da cidade e o penteado que escolhe para usar “na manhã seguinte” é uma “pituca” (como diria minha avó)? Porque aquilo não era um coque, desculpa.
O Norman também teve uma noite de amor no episódio passado, que não foi só uma noite de amor, foi a primeira delas. A cena foi bem bonita, parecida com a de um filme antigo mesmo, com lençol branco como fundo, os corpos em silhueta, a música instrumental. Confesso que, enquanto assistia a isso tudo, eu, no auge da minha crise de idade e prestes a completar 23 anos, só consegui pensar: Meu Deeeeus! O menininho de A Fantástica Fábrica de Chocolate está fazendo uma cena de sexo??! Tô velha!
Enfim… Não imaginava que fossem explorar esse aspecto do personagem na história ou que a primeira noite dele aconteceria tão rápido. Acredito que, de agora em diante, isso vai representar mais um empecilho para a Norma e sua arte de manipular o filho, que está cada vez mais se desprendendo dela. Pegando carona no filme Psicose, dá para imaginar por que ele a assassinaria.
Também achei importante o Norman ter contatado tudo o que aconteceu na noite da morte do Keith ao irmão Dylan. No fundo, o Norman confia muito no irmão mais velho, que também quer o bem dele. Um significa o porto seguro e a salvação do outro. Mas sinto que nessa difícil missão de ajudar o Norman, o Dylan vai cavar a própria cova. Infelizmente!
Chegando ao fim do episódio, eu estava satisfeita com o que tinha visto. O capítulo tinha tido vários acontecimentos importantes, boas sacadas e, como sempre, me envolveu do começo ao fim. Bates Motel apresenta uma nova tensão a cada 5 minutos; conflitos não faltam ao enredo. Não fica naquela enrolação para desenvolver uma mesma situação colocada por semanas – como outra ótima série sobre serial killer, The Following, costuma fazer. Bates Motel é criativa, dinâmica, transborda charme e genialidade. Por isso mesmo, merece levar muitos prêmios, inclusive à Vera Farmiga, que está dando um show como a matriarca desequilibrada!
Pois bem, quando eu achava que já havia vivido todas as minhas emoções da noite, eis que, nos últimos segundos, a campainha de Norma toca e o xerife avisa: você está presa!
Diretor de ‘Hemlock Grove’ diz que série é “bonita e horrível”; veja cena prévia
09/04/2013, 18:21.
Gabriela Pagano
Notícias
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Na tarde desta terça-feira, 9, seis minutos da série Hemlock Grove, grande aposta do serviço de streaming Netflix, foram exibidos ao público presente em evento na cidade de Cannes, na França.
Na exibição, estavam presentes o diretor da série, Eli Roth, e a atriz Famke Janssen. Segundo informou o site Deadline, a resposta dos espectadores ao que viram foi bastante positiva e o site ainda assegurou que, no dia 19 de abril, quando a série será disponibilizada ao público geral na Netflix, os fãs do gênero gótico não ficarão decepcionados.
Em entrevista ao Deadline, o diretor Eli Roth, que é mais conhecido por dirigir filmes como Cabana do Inferno e O Albergue, disse que procurava um projeto televisivo já há algum tempo, mas foi difícil encontrar algo que considerasse bom. Segundo Roth, Hemlock Grove é “bonito e horrível” e acredita que o fato de a série ser uma produção da Netflix foi fator determinante para que a história – inspirada no livro homônimo de Brian McGreevy – não perdesse sua essência. “Você quer ver sexo, matança e violência. O que é ótimo da Netflix e da Gaumont [International TV, empresa produtora] é que você realmente pode ir nessa direção”, contou o cineasta.
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Hemlock Grove gira em torno de uma jovem que é brutalmente assassinada perto da antiga usina siderúrgica Godfrey. Os suspeitos do terrível crime são Peter Rumancek (Landon Liboiron, de Terra Nova), um cigano de 17 anos que andou espalhando por aí que é lobisomem, e Roman Godfrey (Bill Skarsgard), um dos herdeiros da fábrica onde a garota foi encontrada. Diante das suspeitas, Peter e Roman decidem investigar e chegar até o assassino por conta própria. Famke Janssen interpreta a mãe de Roman, Olivia Godfrey, uma matriarca de 150 anos…
É verdade que quem não esteve na cidade de Cannes, hoje à tarde, não poderá assistir aos seis minutos iniciais dessa série anunciada. Mas, na opinião de Roth, a transformação do personagem de Landon Liboiron é um dos pontos altos dos efeitos especiais da série, algo que ele acredita que vá marcar toda uma geração. Pois bem… A transformação do ator moreno de olhos claros em lobisomem já está disponível na Internet. Quer ver?
Como dito anteriormente, a série chega aos usuários da Netflix no dia 19 de abril, quando todos os 13 episódios serão disponibilizados de uma só vez – segundo a empresa, o seriado foi desenvolvido como um filme de 13 horas. Nos países em que a Netflix não trabalha, ela já negocia a transmissão com canais que tenham o perfil do projeto. Hemlock Grove é produzida pelos próprios Brian McGreevy e Eli Roth.
Canal A&E encomenda 10 episódios da série ‘Those Who Kill’
09/04/2013, 17:20.
Gabriela Pagano
Notícias, Novos Pilotos e Séries
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Agora é mesmo oficial: o canal americano A&E acaba de encomendar 10 episódios da série Those Who Kill, com estreia prevista para 2014.
Na semana passada, a notícia de que o piloto havia sido aprovado pela emissora já circulava pela Internet, mas a informação da quantidade de capítulos encomendados era desconhecida.
Those Who Kill conta a história da detetive de polícia Catherine Jensen (Chlöe Sevigny) que, ao lado de Thomas Schaffer (James D’Arcy), tem um profundo conhecimento sobre os assassinos em série que investiga. Thomas é especialista em analisar o comportamento desses criminosos. A nova série é uma adaptação de uma produção dinamarquesa de sucesso.
O tema de caça aos serial killers tem sido uma constante na TV americana – citando os sucessos Bates Motel, da própria A&E, The Following e a mais recente, Hannibal. Mas o presidente da A&E, Bob DeBitetto, garante que Those Who Kill é diferente. “Não é um drama procedural sobre assassinos em série – é uma retratação profunda de dois personagens fortes, porém danificados, se unindo diante da revelação de seus passados sombrios”, contou.
Joe Carnahan (Esquadrão Classe A) ficou responsável pela direção do episódio piloto e roteiro ficou por conta de Glen Morgan (The River). Os dois, ao lado de Brian Grazer (Arrested Development), Francie Calfo (The Great Escape), Peter Bose (Wallander) e Jonas Allen (Wallander), são os produtores-executivos do seriado, que ainda é uma parceria entre as empresas Imagine Television e Fox 21.
Com informações do Deadline.
‘The Bridge’: veja 5 vídeos da série que marca a estreia de Diane Kruger na TV
08/04/2013, 19:32.
Gabriela Pagano
Notícias
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The Bridge, série americana inspirada na atração escandinava Bron/Broen, marca a estreia da atriz Dianie Kruger na televisão – já que, até aqui, ela era conhecida pela extensa filmografia no cinema. Por isso, é de se imaginar que a aposta na série seja alta nos bastidores da TV estadunidense. Agora, o canal FX, que exibirá o novo programa por lá, divulgou cinco chamadas da série, disponibilizadas em um único vídeo:
Quem der o “play” para conferir a novidade, pode até estranhar ao ouvir diálogos em espanhol. Mas trata-se de um produção americana mesmo. É que, na história, Kruger interpreta Sonya North, uma detetive americana focada em seu ofício, enquanto o ator Demián Bichir será Marco Ruiz, um policial mexicano que fará dupla com Sonya. Os dois trabalham na fronteira entre o México e os Estados Unidos e precisam deter um assassino que tem assustado a região.
NOTÍCIAS | Diane Kruger vai protagonizar série no FX
O piloto de The Bridge é assinado por Meredith Stiehm (Homeland) e Elwood Reid (Hawaii Five-0) e foi dirigido por Gerardo Naranjo. O FX já encomendou 13 episódios da série, que ainda conta com nomes como Ted Levine ( O Silêncio dos Inocentes, Monk), Annabeth Gish (Pretty Little Liars), e Thomas M. Wright no elenco. A estreia acontece em julho no hemisfério norte.
Diane Krueger é uma atriz alemã popular por seus trabalhos em filmes como Bastardos Inglórios, A Lenda do Tesouro Perdido e Desconhecido (com Liam Neeson). Demián Bichir é mexicano e conhecido do público pela participação na série Weeds, como o personagem Esteban Reyes, além de ter atuado no filme Che 2 – A Guerrilha, em que contracenou com o brasileiro Rodrigo Santoro. Ele ainda foi indicado ao Oscar 2012 pelo filme Uma Vida Melhor (A Better Life).
Vale lembrar que uma versão franco-inglesa de The Bridge também está sendo desenvolvida, intitulada The Tunnel, e será protagonizada por Clémence Poésy (Fleur dos filmes do Harry Potter) e Stephen Dillane (Game of Thrones).
Com informações do SpoilerTV.
Transmissão da série ‘Hannibal’ no Brasil contará com tecnologia interativa
08/04/2013, 17:39.
Gabriela Pagano
Notícias
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Sente-se à mesa e pegue o drink vermelho: o assunto agora é a série Hannibal, nova produção da NBC com a Sony Pictures TV. Se você acha que assistir às novas histórias de Hannibal Lecter – em que o lendário serial killer é interpretado pelo dinamarquês Mads Mikkelsen – já é emoção o suficiente, é porque você ainda não leu essa notícia. O seriado, que estreou na emissora americana NBC, no último dia 4, chega ao Brasil na terça-feira, 16, pelo canal AXN – que prepara uma exibição mais do que especial aos usuários.
Segundo informou a emissora brasileira, todas as transmissões de Hannibal por aqui terão um aplicativo chamado second screen, uma segunda tela mesmo, que, no exato momento em que uma cena é exibida, dará informações adicionais ao espectador sobre os bastidores daquela passagem, curiosidades sobre o ator presente no momento e a ligação entre os personagens, dentre outras coisas. Hannibal será a primeira série exibida no Brasil com essa tecnologia interativa.
NOTÍCIAS | Saiba como a série ‘Hannibal’, que estreia hoje nos EUA, foi desenvolvida
Além disso, o aplicativo irá funcionar nos aparelhos móveis e permitirá a integração às plataformas digitais, como Twitter e Facebook, proporcionando que os usuários troquem experiências e opiniões entre si. O aplicativo SonyLiv já está disponível para download gratuitamente no iTunes, para todos os dispositivos móveis iOS e tablets.
A série Hannibal é produzida por Bryan Fuller (Pushing Daisies) e inspirada no livro Dragão Vermelho de Thomas Harris. O programa de TV conta a história do professor da Academia do FBI e agente especial Will Graham (Hugh Dancy, de Adam), que possui uma criatividade excepcional – ele consegue entrar na mente de um serial killer e imaginar a cena do crime exatamente como ela aconteceu, se colocando no lugar do assassino na execução do homicídio. Toda a genialidade, no entanto, vem com um preço: Will sofre com problemas de interações sociais.
Para ajudar a capturar um novo assassino em série à solta, que é também canibal, Graham – convidado pelo FBI especialmente para solucionar o caso – contará com a ajuda do psiquiatra Dr. Hannibal Lecter, que, na verdade, é quem ele mais procura. Uma amizade das mais complexas promete surgir a partir daí.
Laurence Fishburne (CSI: Las Vegas) é o agente Jack Crawford, chefe de Graham. Já Carolina Dhavernas (Waterfalls) é uma professora de psicologia e amiga de Will – com quem ela está muito preocupada, pois teme que Jack exponha o sensível agente à experiências traumatizantes. Ela também é uma ex-aluna de Lecter (com quem costuma bater de frente por não concordar com os tratamentos não-convencionais utilizados pelo mentor).
O episódio piloto se chama Apéritif e será exibido no dia 16 de abril, às 22h, pela AXN. Está na dúvida se dará uma oportunidade ao seriado? Confira as Primeiras Impressões do TeleSéries sobre Hannibal.
Veja algumas fotos do elenco abaixo:
Com informações da Assessoria de Imprensa da AXN.
‘Bates Motel’, prelúdio de ‘Psicose’, está renovada para o segundo ano
08/04/2013, 16:27.
Gabriela Pagano
Notícias
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Se você planejava fazer check-in no Bates Motel, coloque mais roupas na mala: a série do canal A&E acaba de ser renovada para o segundo ano – e, assim, a estadia dos hóspedes do hotel mais macabro da TV será estendida.
A série, que teve até agora 3 de seus 10 episódios encomendados exibidos – com o quarto programado para ir ao ar hoje à noite na TV americana -, serve como prelúdio do filme Psicose e tenta explicar como Norman Bates, o serial killer do filme (agora adolescente e interpretado por Freddie Highmore, de A Fantástica Fábrica de Chocolate), se transformou naquele adulto que conhecemos no longa metragem. Segundo a visão do seriado, foi o amor materno exagerado (a matriarca Norma Bates, que já estava morta no filme, é interpretada por Vera Farmiga, de A Órfã, na versão televisiva) o grande culpado e ela, literalmente, criou um monstro.
PREVIEW | Primeiras Impressões – Bates Motel
Nestor Carbonell (Lost), Mike Vogel (Under The Dome) e Max Thieriot (A Última Casa da Rua) também estão no elenco.
NOTÍCIAS | Segundo site, NBC deve anunciar renovação do ‘The Voice’, ‘Revolution’ e ‘Grimm’ nesta terça
Bates Motel estreou no dia 18 de março pela A&E dos Estados Unidos e conseguiu mobilizar mais de 4.5 milhões de espectadores, sendo a melhor estreia de uma série original na história da emissora. Carlton Cuse (Lost) e Kerry Ehrin (Friday Night Lights) são roteiristas e produtores-executivos. O novo programa tem sido um sucesso de público e crítica. A segunda temporada vai estrear em 2014.
Ainda não a previsão para a série começar a ser exibida no Brasil.
Com informações do Deadline.
Segundo site, NBC deve anunciar renovação do ‘The Voice’, ‘Revolution’ e ‘Grimm’ nesta terça
08/04/2013, 16:06.
Gabriela Pagano
Notícias
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O site especializado Deadline, um dos mais respeitados na imprensa americana, publicou uma lista de séries que poderão ou não ser renovadas pelo canal NBC, um dos maiores produtores de seriados nos Estados Unidos. Por isso, se ajeite na cadeira, porque a notícia a seguir pode causar choro ou euforia.
De acordo com o site, enquanto as outras emissoras populares na TV americana, como CW, Fox e CBS já renovaram algumas de suas séries mais famosas, a ABC e a NBC não fizeram nenhum movimento nesse sentido. Mas a NBC deve fazer anúncios importantes amanhã, terça-feira (9).
O reality show musical The Voice, o drama apocalíptico Revolution e a série sobrenatural Grimm devem ganhar mais um ano na grade da emissora, pois apresentam índices de audiência bastantes estáveis. Segundo o Deadline, uma numerosa equipe de roteiristas já estaria, inclusive, sendo formada para o terceiro ano de Grimm.
Além das três séries, que têm provavelmente os melhores desempenhos da casa, outras atrações devem ter sua renovação anunciada em breve. Da lista, fazem parte o seriado sobre bombeiros Chicago Fire (que pode ganhar uma série derivada), a comédia Parks and Recreation – que também já estaria tendo seu time de roteiristas mobilizado – e o drama jurídico Law & Order: Special Victims Unit – a NBC estaria em negociação com a protagonista Mariska Hargitay para que ela retorne com sua personagem Olivia Benson na próxima temporada, que será a décima quinta.
O Deadline ainda considerou a renovação de Parenthood como “provável”, ao mesmo tempo em que as comédias Go On, protagonizada por Matthew Perry (Friends), e The New Normal esperam ter a mesma sorte.
Já a série cômica estreante 1600 Penn e o musical Smash podem ser dados como “mortos”. Whitney e Guys With Kids seguem na chamada “bolha do cancelamento”, que, apesar do risco de serem cortadas da grade da emissora, ainda não é possível dar o acontecimento como certeiro.
A grande novidade mesmo é que, a partir do ano que vem Jimmy Fallon substitui Jay Leno no comando do programa de entrevistas The Tonigh Show, o mais importante da emissora.
Já o site TV Fanatic abrangeu outros canais e fez uma extensa lista analisando as condições das principais séries americanas. Vale ressaltar que, enquanto o Deadline afirma que a NBC fará anúncios até amanhã, o TV Fanatic apenas especula o futuro dessas séries.
Muito provavelmente serão renovadas:
Castle
Glee
Chicago Fire
Grey’s Anatomy
Scandal
Two and a Half Men
Mais do que provável que serão renovadas:
Go On
Criminal Minds
Chicago Fire
Grimm
The Middle
Once Upon a Time
Devem ser renovadas:
Parks and Recreation
Nashville
The Cleveland Show
The Carrie Diaries
Beauty and the Beast
Suburgatory
Parenthood
Hart of Dixie
Community
Muito provavelmente serão canceladas:
Cult
Smash
1600 Penn
Deception
Golden Boy
CSI: NY
Vegas
Touch
Red Widow
Malibu Country
The New Normal
Whitney
Já foram renovadas:
2 Broke Girls
The Amazing Race
American Dad
America’s Next Top Model
Arrow
Blue Bloods
Bob’s Burgers
Bones
The Big Bang Theory
CSI
Elementary
Family Guy
The Following
The Good Wife
Hawaii Five-0
How I Met Your Mother
The Mentalist
Mike & Molly
The Mindy Project
NCIS
NCIS: Los Angeles
New Girl
Person of Interest
Raising Hope
The Simpsons
Supernatural
Survivor
Undercover Boss
The Vampire Diaries
The Voice
The X Factor
Com informações do Deadline e TV Fanatic.
De Steven Spielberg: CBS divulga mais um vídeo promocional de ‘Under The Dome’
08/04/2013, 15:15.
Gabriela Pagano
Notícias
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A CBS, definitivamente, começou a trabalhar na divulgação de Under The Dome e, pelo jeito, quer deixar os fãs “debaixo da cúpula”, ansiosos pela série, dois meses antes da estreia na TV americana – que acontece no dia 24 de junho.
Mais um vídeo promocional da nova série produzida por Steven Spielperg e Stephen King (que escreveu o livro na qual a atração se baseia) foi divulgado. Nas imagens, é possível acompanhar a aflição de um casal separado por uma espécie de vidro. É que, na história, um enorme domo transparente, inexplicavelmente, cercou a cidade de Chester’s Mills, impedindo que qualquer pessoa entre ou saia de lá. No novo vídeo, é possível perceber, ainda, que as pessoas de dentro da cúpula estão praticamente incomunicáveis, por é como se o domo servisse como um grande isolamento acústico, que não permitisse que som o extravasasse seus limites.
NOTÍCIAS | Confira o novo vídeo de ‘Under The Dome’, série de Steven Spielberg e Stephen King
Além de King e Spielberg, a série ainda tem produção-executiva de Neal Baer, Justin Falvey, Darryl Frank, Stacey Snider, Jack Bender e Brian K. Vaughan – que ainda escreveu a adaptação para a TV. O ator Mike Vogel (Bates Motel, Pan Am) é o protagonista.
Com informações do SpoilerTV.
Elementary – Snow Angels
08/04/2013, 09:39.
Gabriela Pagano
Reviews
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O décimo nono (já?) episódio de Elementary teve um clima meio apocalíptico. Snow Angels, como o capítulo sugestivamente se chamava, apresentou uma Nova Iorque em duas condições catastróficas: uma nevasca que chegava à cidade, que obrigava todos os cidadãos a ficarem em casa, e um apagão de energia.
E em meio ao “apocalipse”, uma quadrilha se aproveitou para cometer um assalto muitíssimo bem planejado, que desafiou o detetive mais mal humorado da telinha, Sherlock Holmes (Jonny Lee Miller), e sua eterna conserta-grosseria, Dra. Watson (Lucy Liu). Em casa, eles não poderiam ficar, já que, como explicou Holmes, eles não são cidadãos, são detetives (achei a constatação genial e verdadeira!). E nós somos espectadores, então, fomos obrigados a pegar o casaco e nos aventurarmos na missão com eles, uma verdadeira fria, como diria minha avó… E eu digo isso em alguns aspectos!
Nesse episódio, o crime todo foi complexo, cheio de reviravoltas, que por vezes, nem prenderam minha atenção. Vez ou outra, me peguei prestando atenção em outra coisa, senão os detalhes que o Sherlock dava sobre o planejamento do assalto. O crime, na verdade, se apegou a uma única técnica: a do “parece, mas não é” ou popularmente conhecida como “engana-trouxa” (desculpa, Sherlock). Durante o tempo todo, a quadrilha levou a polícia a acreditar que fariam uma coisa, quando, na verdade, fariam outra. A menina que ajudou no assalto ao banco levou um tiro do vigia do local. Seu companheiro de crime, então, esfaqueou a ferida para que a polícia não desconfiasse de suas condições ao dar entrada no hospital. Depois, Sherlock foi levado a acreditar que o dinheiro roubado de uma empresa – que não era o banco, como inicialmente parecia -, seria transportado em uma ambulância com destino determinado. Não era.
Quando Sherlock se deu conta do “jogo” que os criminosos estavam fazendo com a polícia, ele simulou toda a trajetória da quadrilha usando um mapa estendido no chão da sala e a tartaruga Clyde (personagem regular já, tratar com seu agente-veterinário) representando a ambulância. Ele, assim, percebeu o que havia acontecido de fato – havia uma pessoa da quadrilha infiltrada no governo que foi desbloqueando as ruas impedidas pela nevasca e, dessa forma, abriu passagem para o carro que transportava o dinheiro, sem levantar qualquer suspeita.
Eles desconfiaram da personagem Denise Castor, uma representante do governo federal que estava no Departamento de Polícia auxiliando na gerência da situação caótica em que Nova Iorque se encontrava. Assim, armaram uma emboscada para ela, que foi pega tentando ajudar a Elle (a moça com tiro/esfaqueada) a escapar da sala de interrogatório. Depois disso, ela simplesmente entregou o restante da quadrilha e caso resolvido.
Ou seja, eles tentaram armar um crime tão complexo, cheio de reviravoltas, que das duas, uma: ou não tiveram tempo (entre os 43 minutos de episódio) ou não tiveram criatividade para desenvolver uma forma em que o próprio Holmes descobriria o paradeiro do dinheiro (já que a ambulância havia sido alarme fals0) e não a mulher contando tudo. Apesar da produção ter sido maior nesse episódio, com toda a nevasca e afins, achei esse caso desinteressante se comparado aos outros que a série apresentou. O Holmes também não estava tão engraçado. Acho que ele foi atingido pelo clima “lá fora” e também ficou frio.
A amiga aleatória
Paralelamente ao caso de polícia, uma amiga refinada (e de voz grave) do Holmes chegou para passar uns dias na casa dele e da Watson, enquanto curava a dor de cotovelo. Mas gente chique e estudada não tem dor de cotovelo, né? Como disse nosso ilustríssimo detetive, ela teve um “contratempo romântico”. Então, tá. Não entendi a participação da moça na série, não acrescentou em nada na história e poderiam ter utilizado o tempo gasto com ela para explorar mais o final do crime policial.
Mas o Holmes a contratou para fazer faxina todas as terças. Ou seja, pode ser que ela continue aparecendo na história e, aí sim, mostre a que veio. Vamos sentar e aguardar, galerinha.
Dear Pam
Se a “amiga” era aleatória, a Pam (Becky Ann Baker), a mulher que conduzia aqueles caminhões que “varrem” a neve da rua (não sei o nome), deu um show de carisma. Além de conduzir a Watson e o Holmes para todas as cenas investigativas que precisavam ir, ao final, ela entregou um cartão para a ex-médica, no caso de precisarem dos trabalhos dela em outro momento, pois ela amou a aventura. E a gente te amou, little Pam! Acho ótimo quando esses atores com papéis pequenos conseguem roubar a cena, cativar. Elenco é tuuudo! E, no fim das contas, precisaram dela mais cedo do que imaginávamos, já que ela se encarregou de levar a amiga do Holmes de volta para a casa.
Final do episódio
Lá estava o Holmes, pintando o chão e constituindo uma cena criminal fictícia para a Watson desvendar. Elementary respira arte – uns episódios mais do que outros. E existe coisa mais britânica e Sherlockista que isso?
Cenas sem importância, porém engraçadas
– 7 em cada 8 filmes ou séries começam com um guardinha assistindo ao noticiário (que sempre está falando da previsão do tempo, americano deve ser obcecado com isso).
– O Holmes acordou a Watson, jogou a roupa na cama dela e ordenou que ela se trocasse, pois precisavam sair. O que me fez pensar…. Ele escolheu a roupa dela?! Olha que ela é estilosa, hein?
– Holmes usa Instagram. Sem mais.
– O detetive reconheceu que o planejamento do crime pela quadrilha foi bastante engenhoso e disparou: se eles não tivessem cometido um assassinato em meio a isso, até os deixaria escapar, quase como um troféu pela perspicácia.
Cenas sem importância, porém intrigantes
– Algumas deduções sobre o crime, por parte do Sherlock, foram um tanto forçadas, quase obra da Mãe Diná. No momento em que ele e a Watson estavam observando a neve e ele concluiu que o dinheiro foi transportado de ambulância, foi a gota d’água. Pensei “Como assim, aí já é demais!”. Eis que, em seguida, a Watson constata a mesma coisa, dizendo algo como “sim, e o motorista era estrábico, tinha uma avó chamada Joana, etc., etc.”. Ele, então, explicou sua dedução, a lógica da conclusão, e eu aceitei o roteiro (como se isso importasse). Watson sempre sendo “a voz” das pessoas “normais” dentro da série!
– Voltemos à menina esfaqueada, só que não; levou um tiro. Mesmo com muitos pontos na barriga, ela ficou ali sentada (provavelmente por horas, no tempo fictício) prestando depoimento à Polícia. No Brasil, não funcionaria assim. Penso nas regalias que ela teria só por estar machucada. Será que nos Estados Unidos criminoso é criminoso e tem contas a acertar, fim de conversa, ou por ser ficção, fizeram a menina “sofrer” um pouco? Nem imagino…
É isso. Até a próxima! Espero que num clima mais ameno e charmoso, por favor.
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