TeleSéries
“Final Symphony”: assista ao novo trailer da oitava temporada de ‘Dexter’
24/04/2013, 18:42.
Gabriela Pagano
Notícias
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No dia 30 de junho, a oitava e última temporada de Dexter, drama sobre serial killer do canal Showtime, começa a ir ao ar na TV americana. A emissora, que analisa a ideia de lançar um spin-off do programa principal, começa a trabalhar na divulgação do novo ano.
Depois de um vídeo promocional contendo as primeiras cenas das próximas histórias, um novo trailer foi liberado hoje. O vídeo vem sob o título sugestivo de Final Symphony e, logo na primeira cena, o ator Michael C. Hall (que interpreta o protagonista Dexter) pergunta: você seria minha?
Dexter será exibida nas noites de domingo, às 21h, na TV americana.
Quarto episódio de ‘Hannibal’ é exibido apenas online, como websérie
24/04/2013, 18:21.
Gabriela Pagano
Notícias
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Depois dos atentados em Boston, na semana passada, o criador da série Hannibal, Brian Fuller, se reuniu com a emissora NBC, que exibe o seriado, e, juntos, eles decidiram não transmitir o quarto episódio da série – que iria ao ar amanhã (25) na TV americana. Assim, do episódio 3, pularíamos diretamente para o capítulo 5. De acordo com a emissora, não há problemas de continuidade ao adotar essa prática.
É que o enredo do quarto episódio girava em torno de uma personagem (participação especial de Molly Shannon) que persuadia crianças a matarem outras crianças. Segundo Fuller, ele e a emissora já discutiam não exibir o capítulo em questão há semanas, antes mesmo dos acontecimentos em Boston.
Com a decisão, a NBC passaria a disponibilizar o quarto episódio apenas na Internet, dividido em pequenas partes, como uma websérie. Os vídeos, que serão postados gradualmente, começaram a ser publicados hoje e a primeira parte está disponível aqui (apenas para usuários americanos).
De acordo com Fuller, esse episódio 4 detalha o relacionamento entre o Dr. Hannibal Lecter (Mads Mikkelsen) e a menina órfã Abigail Hobbs (Kacey Rohl), algo que continuará a ser explorado ao longo da série.
Grimm
Vale lembrar que outra outra atração da emissora sofreu mudanças na semana passada. Grimm, que não foi ao ar na última sexta-feira para que a NBC pudesse cobrir o atentato (o episódio irá ao ar neste dia 26), começará a ser exibidas nas noites de terça, a partir do dia 30 abril, até o final da temporada. A mudança se deve ao cancelamento do reality show Ready For Love, que, até então, detinha o horário no início da semana.
Com informações do Huffington Post.
‘Terminales’: ABC Family encomenda série e troca o título
24/04/2013, 17:14.
Gabriela Pagano
Notícias
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O piloto de drama Terminales, inspirado na novela mexicana de mesmo nome de Miguel Angel Fox, ganhou sinal verde no canal ABC Family e vai virar série.
O projeto, no entanto, recebeu um novo nome e, agora, está intitulado Chasing Life. Bem mais americano. No enredo, a atriz canadense Italia Ricci interpreta uma jornalista que descobre ter uma doença terminal, ao mesmo tempo em que vive uma história de amor recente.
A série recebeu a encomenda de 10 episódios, com uma hora de duração cada, e deve estrear no início de 2014 na TV americana. Ela se junta aos outros dois pilotos dramáticos já aprovados pela mesma emissora: Twisted (anteriormente chamada de Socio) e The Fosters (de Jennifer Lopez).
Aaron Kaplan, de Terra Nova, é o produtor-executivo de Chasing Life, ao lado de Susanna Fodel e Joni Lefkowitz, que também escrevem o roteiro. Mary Page Keller (Hart of Dixie), Aisha Dee (I Hate My Teenage Daughter), Richard Brancatisano (The Elephant Princess), Haley Ramm (Na Natureza Selvagem) e Abhi Sinha (A Rede Social) integram o elenco de atores.
Com informações do Deadline.
Bates Motel – The Truth
24/04/2013, 09:52.
Gabriela Pagano
Reviews
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Depois de assistir ao episódio de segunda-feira de Bates Motel, precisei parar alguns minutos e respirar fundo, antes de começar a escrever a review. Estava extasiada, boquiaberta, sem palavras. Os últimos acontecimentos foram, no mínimo, inesperados e quase fizeram meu notebook ir parar no conserto.
O título do episódio era The Truth e, assim, esperava que a verdade sobre o caso da menina oriental encontrada no capítulo anterior seria exposta em definitivo; Shelby era ou não culpado. Os roteiristas, no entanto, planejavam mais do que isso. Muito mais do que o meu coração de espectadora (e secretamente na torcida pelo Shelby) poderia prever ou desejar.
Já na primeira cena, depois de descobrir que Shelby era um explorador sexual, a Norma entrou no carro, ainda em estado de choque, e decidiu que iria ao encontro do ex-amante. O Norman tentou impedi-la e se dependurou em uma das janelas do automóvel, com a Norma berrando para que ele saísse. O carro rodava, rodava, rodava em volta do poço artesiano, enquanto Emma assistia a tudo. Uma verdadeira cena de ação!
Depois, mais calma, Norma reconheceu que era melhor mesmo esperar pelo momento certo e não “meter os pés pelas mãos” – e até convenceu Emma a não ir à polícia imediatamente. Um aspecto interessante dessa cena é que, no momento em que a menina contou para Norma que a mãe havia lhe abandonado, a veterana usou de toda sua psicologia e fingimento para comover a Emma – que, comovida, deu um abraço na Norma, que correspondeu… Manipulando. Ela precisava conquistar a garota para que ela não entregasse o Shelby naquele instante (afinal, ele ainda detinha o cinto que a incriminava pelo assassinato de Keith). Nessa hora, me dei conta de como a Norma é fria e calculista e só ama uma pessoa nesse mundo: o Norman.
Em seguida, ela e os dois filhos concluíram que precisavam dar um jeito de recuperar o cinto de Keith, para que, então, pudessem expor a verdade sobre o Shelby. O Dylan – que estava se esforçando ao máximo para convencer o Norman a ir morar com ele – decidiu que ele e o irmão deveriam voltar ao barco do falecido, já que, se o delegado havia escondido a menina oriental lá, então, o objeto da cena do crime deveria estar ali. E partiram.
Na busca pelo cinto, o Dylan levantou uma pergunta que havia sido esquecida lá nos primeiros episódios: quem matou o pai do Norman? Teria sido apenas um acidente? Ele achava que não, que Norma havia assassinado o marido. Achei interessante terem voltado a essa questão, mas, nesse momento, ainda não tinha percebido a importância que o diálogo teria para o episódio.
Enquanto isso, no Bates Motel, o Shelby apareceu de surpresa, cheio de vontade de amar a Norma. Ela ficou assustada, tentou fugir, mas percebeu que era melhor ceder logo, antes que o delegado – que de burro, não tem nada – desconfiasse de algo. E aí que, nos últimos minutos, começou a emoção do episódio. “Guenta coração” mesmo!
A Norma e o Shelby desceram para o quarto do hotel e começaram a namorar. O problema é que justo nessa hora, a menina oriental, que tinha passado o episódio inteiro dormindo, resolveu acordar e ligar o chuveiro. O delegado bonitão ouviu o barulho e foi logo investigar os outros quartos (foi engraçado ver a Norma tropeçando, tentando ir atrás dele, ao mesmo tempo em que tentava vestir sua peça íntima. Foi uma mistura de nervoso – com o que estava prestes a acontecer – e uma crise de riso, pela Norma no fundo do poço). Mas, gente, o que deu na cabeça da Norma em levar o namorado para tão perto da garota? Tivesse o levado para o próprio quarto, na casa principal. Diante das circunstâncias, era a coisa certa a fazer. Eis que Shelby parou em frente à porta em que a menina estava escondida e bateu, esperando que o “invasor” saísse de lá. Nesse momento de tensão extrema, pensei em tudo: que ela pularia pela janela, escapando sem ser vista, que o Dylan teria chegado antes e ele abriria a porta, que um rato, sei lá, fosse passar por ali, e o Shelby fosse concluir que não era nada demais, era só um roedor no encanamento. Afinal, se ele descobrisse tudo agora, como os roteiristas dariam continuidade à história? Ainda faltam 4 episódios para a temporada acabar. É isso! Nada vai acontecer…
Mas eu estava subestimando a capacidade e a criatividade dos roteiristas de Bates Motel. A menina abriu, sim, a porta do quarto e toda a verdade foi revelada ao Shelby. Ele correu atrás da garota, mas não conseguiu alcançá-la. Então, o moço retornou ao hotel e fez a Norma e os dois filhos (que, a essa altura, já tinham chegado) de reféns e disse que precisavam conversar. Achei que o Shelby fosse vir com uma história cheia de heroísmo, contando como planeja salvar a menina e toda a cidade dos negócios obscuros que acontecem por lá. Não, não. Eu estava sendo parcial, injusta, na torcida pelo bom caráter do personagem que tanto gosto. Mas Shelby era mesmo culpado e estava desesperado com a situação colocada – pois, no final das contas, ele amava, sim, a Norma.
O que se seguiu foram cenas de tiro, perseguição, psicose e sangue. Um nível de tensão, emoção e adrenalina muito acima daquele esperado para uma “simples” série de TV. Mais parecia um filme desses “ótimos achados” do Supercine, que, vez ou outra, exibe produções de suspense da melhor qualidade. Bates Motel seria essa raridade. O nível das atuações, do roteiro, da produção, efeitos sonoros e visuais… Tudo era da maior perfeição (fiquei pensando no quanto atores e técnicos merecem ganhar muitos prêmios). De deixar a gente desesperado, aflito, de fechar os olhos a cada tiro disparado, com medo de sua respectiva consequência. E foi assim que uma das últimas cenas do capítulo brincou com o espectador. Depois de uma troca de tiros equilibrada entre Dylan e Shelby – uma bala acertada em cada lado -, os dois personagens se viram no mesmo quarto, encurralados, em que estava claro: um dos personagens morreria ali (e eu já estava quase arremessando meu notebook no chão, de tanto que remexia na cama, tamanho o nervosismo).
A Norma, que arrastou o filho mais novo, desmaiado, por todo o andar inferior da casa, já tinha acordado o menino e o feito entrar no carro. Eles precisavam fugir dali. Quando ela foi dar partida no carro, percebeu que havia esquecido as chaves em seu quarto e os dois teriam que fugir caminhando. Ela disse, energética, ao Norman, que sequer reagia ao ambiente externo: GET OUT OF THE CAR, NORMAN! Mas aí, ela ouviu vários tiros vindo de dentro da casa e bateu a porta do automóvel novamente; lá fora, não era seguro. Cômico, se não fosse trágico.
Pelo para-brisa, ela acompanhou, ansiosamente, qual dois dois rapazes iria sair do hotel andando – anunciando, portanto, a morte de seu rival. E a gente, enquanto público, dividia essa agonia com ela. Eis que Shelby deixa a casa, mancando, cheio de sangue, sem um dos olhos. Fiquei feliz por ele estar vivo, porque gosto dele, mas sabia que era injusto o Dylan ter morrido, pois ele era o bom moço. Então, torci para que o Dylan também saísse andando de lá. Ele saiu, quase ileso (se não fosse um tiro no braço). E o Shelby… Bem, ele despencou no chão, não resistindo aos ferimentos. Fiquei desolada! Mataram o bonitão da série, como assim??! O Max Thieriot (Dylan) é okay, mas nada que se compare ao deus grego do Shelby. Quem eu vou shippar agora??! Achava a química entre a Norma e o delegado das mais contagiantes.
Por um momento, não quis acreditar no que os meus olhos viam! Fui checar no IMDB, para ver se o Mike Vogel (ator que interpreta o Shelby) apareceria em mais episódios – não. Mas, tudo bem. O IMDB tem algumas falhas. Fui assistir ao comercial do próximo capítulo, na esperança do policial ter resistido a aquilo tudo, afinal – não. Fui checar os sites de notícias americanos e veio o veredicto: em entrevista ao EW, o criador da série, Carlton Cuse, foi categórico ao dizer, “Acho que o público se surpreendeu por termos tirado da história o personagem que pareceu ser o protagonista no episódio 6”. Nesse momento, todas as minhas esperanças estavam acabadas. Eu tinha que aceitar, o Delegado Shelby, que me arrancou tantos suspiros e rendeu cenas intensas, se foi. Luto.
É difícil, mas é preciso reconhecer. Bates Motel inovou mais uma vez, foi ousada e se arriscou ao tirar um dos personagens chaves do enredo, na metade o caminho. Isso só faz dessa série ainda mais suprema. Dolorosamente suprema. Além disso, foi importante ver a reação da Norma ao notar que o filho “ignorado” estava vivo. Ela ficou realmente feliz, o abraçou com força, com afeto (apesar de eu ter ficado esperando um “Eu te amo”, que não veio). De qualquer forma, foi um enorme passo na relação de mãe e filho.
Depois, quando Dylan queria contar toda a verdade para a polícia, Norma revelou que não podiam, pois precisavam proteger o Norman. Então, ela contou a grande verdade (e era sobre isso que o título do episódio se tratava, não sobre o verdadeiro Shelby): Norman matou o pai, em um desses colapsos, apagões de memória, que ele costuma ter. E toda a cena foi reconstituída. Não sei para vocês, mas não me surpreendeu. Para mim, o Norman era o culpado pela morte do patriarca muito antes da série estrear, apenas pelos vídeos promocionais. Pelo jeito, é esse o conflito que vai mover a reta final do seriado.
Pelo comercial do próximo episódio, o Bates Motel finalmente será aberto aos visitantes – e o primeiro hóspede, ao que tudo indica, não vai chegar em missão de paz. Carlton Cuse já avisou que o novo personagem será fundamental nos 4 episódios restantes. E você, vai prolongar a estadia no hotel macabro?
p.s.¹: o que aconteceu com a menina chinesa?
Showrunner vai deixar ‘Malibu Country’ caso a série seja renovada
23/04/2013, 17:44.
Gabriela Pagano
Notícias
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Entra e sai no canal ABC. Depois do criador de Revenge anunciar, na noite de ontem, que está deixando a série, hoje, mais uma showrunner está de saída de um projeto da emissora americana.
Nastaran Dibai, que atuava como produtora e roteirista de Malibu Country desde novembro passado, não vai retornar ao programa caso ele seja renovado para o segundo ano. Dibai estava na cargo desde que o criador da série, Kevin Abbott, deixou a atração em outubro de 2012 para entrar em uma clínica de reabilitação.
O motivo do desligamento da produtora seria uma diferença criativa entre ela e a ABC. Dibai gostaria de fazer algumas mudanças na comédia para a segunda temporada, algo que a emissora não aprovou. Com isso, ela optou por deixar o trabalho ao final desse primeiro ano. Especula-se, agora, que Abott retorne à função que uma vez ocupou.
Com uma média de 7 milhões de espectadores nas noites de sexta-feira, quando é exibida, Malibu Country segue na chama “bolha do cancelamento”, com futuro incerto. A renovação da série depende da aprovação ou não de outros dois pilotos de comédia na ABC – King John, de John Leguizamo (ER) e Divorce, estrelada por Jason Jones, do The Daily Show.
Malibu Country é protagonizada pela cantora Reba McEntire, que interpreta uma estrela country recém-divorciada.
Com informações do Deadline.
Novo pôster de ‘The Killing’ revela tema da próxima temporada: serial killer
23/04/2013, 16:27.
Gabriela Pagano
Notícias
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Bates Motel, The Following, Hannibal. A TV ainda não se cansou dos serial killers. E quem estava com o pé atrás em dar uma chance às atrações estreantes de 2013, agora, poderá ver um assassino em série em um programa veterano e já consagrado: The Killing.
É isso mesmo. A terceira temporada do seriado do canal AMC, inspirado na série dinamarquesa Forbrydelsen, abordará os mistérios de um assassino em série. Tanto que um pôster promocional acaba de ser divulgado e, na imagem, é possível ler o número 17 seguido da expressão “e contando…”. Ou seja, os homicídios não vão parar por aí.
A vice-presidente executiva de marketing da AMC, Linda Schupack, revelou que The Killing, no entanto, será mais realista e humana que os demais shows com a mesma temática. “Nós realmente queríamos alcançar e agarrar as pessoas”, começou. “Queríamos que o pôster fosse gráfico,ousado e estiloso. A história é sobre um serial killer, mas, ao mesmo tempo, também gostaríamos de capturar a humanidade do enredo – que eu acho que o diferencia de outros dramas policial. Você realmente sente o que cada personagem sente, especialmente as vítimas”, contou.
Vale lembrar que a primeira e a segunda temporada de The Killing abordaram o assassinato da menina Rosie, em que o assassino foi descoberto apenas no segundo ano. Mireille Enos e Joel Kinnaman interpretavam os detetives responsáveis por desvendar o crime e retornam para o terceiro ano.
Netflix
A série policial The Killing havia sido cancelada pela emissora AMC, até que a empresa de streaming Netflix decidiu dar continuidade ao projeto – e, posteriormente, até fechou um acordo/parceria com o canal, em que a nova temporada chegará primeiro na TV, pela AMC mesmo, e depois no catálogo virtual. Com isso, a terceira temporada de The Killing estreia no dia 2 de junho na TV americana e chega em setembro aos assinantes da Netflix.
NOTÍCIAS | Ainda inédita na TV, terceira temporada de ‘The Killing’ chega em setembro à Netflix
Vale lembrar ainda que desde a semana passada, as duas primeiras temporadas da série (um total de 26 episódios) estão disponíveis aos usuários da Netflix no Brasil. Dá tempo de fazer maratona antes da estreia do terceiro ano. Faltam 4 meses. E contando…
Com informações do EW.
Netflix: ‘Hemlock Grove’ supera ‘House of Cards’ em visualizações
22/04/2013, 21:42.
Gabriela Pagano
Notícias
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Parece que a temática sobrenatural – que envolve lobisomens e afins -, apesar de explorada em demasia, ainda não está desgastada; pelo menos, aos olhos do público, não. Tanto que o co-fundador da empresa de streaming Netflix, Reed Hastings, confirmou que o número de visualizações de Hemlock Grove superou o de House of Cards, produzido pela empresa anteriormente.
Embora não tenha oferecido índices precisos, Hastings afirmou que Hemlock Grove atraiu um número maior de pessoas em seu primeiro fim de semana no ar do que atraiu a série antecessora no mesmo período e que a empresa “está muito empolgada com isso”. Só no primeiro trimestre de 2013, mais de 3 milhões de novos usuários se juntaram à Netflix – agora, já são mais de 36 milhões de assinantes do serviço.
Para contextualizar, Hemlock Grove é uma série paranormal dirigida por Eli Roth (O Albergue), que estreou no catálogo da Netflix na última sexta-feira (19). Na história, um cigano (que também é lobisomem) se une ao menino rico da cidade para desvendar um assassinato em condições, no mínimo, suspeitas para os habitantes do “mundo normal e real”. Alguns dos personagens tem mais de 150 anos de idade.
Já House of Cards é um drama político estrelado pelo renomado ator Kevin Spacey (do filme Beleza Americana), que foi disponibilizado pela Netflix em fevereiro de 2013, atraindo elogios da crítica e do público.
NOTÍCIAS | Confira 10 curiosidades sobre ‘Hemlock Grove’, nova série de terror da Netflix
Ambas as séries tiveram todos os seus 13 episódios colocados de uma só vez no catálogo da Internet – a diferença é que o primeiro episódio de House of Cards estava disponível para o público em geral (incluindo não-assinantes), enquanto todos o capítulos de Hemlock Grove, sem exceção, estavam acessíveis apenas para os assinantes da Netflix (através de uma assinatura mensal paga, os usuários podem ver filmes e séries online). Vale lembrar que House of Cards, no entanto, estreou no fim de semana do Super Bowl, evento esportivo que mobiliza os cidadãos americanos.
Já no próximo dia 26 de maio, a Netflix disponibiliza todos os 15 episódios da nova temporada da comédia Arrested Development, ressuscitada pela empresa depois de alguns anos. Apesar dos bons índices das duas séries anteriores, Hastings não acredita que o seriado cômico irá bater recordes de visualizações, pois a Netflix ainda está construindo sua tradição na produção de seriados. “[A série] É um fenômeno espetacular e vai ser ótimo para a gente”, ponderou.
Hastings também disse que a empresa deve ter seis ou sete produções originais ao longo de 2013, quantidade que deve ser superada em 2014.
Com informações do Deadline e Venture Beat.
Oitava temporada de ‘Psych’ pode ganhar episódios extras
22/04/2013, 18:46.
Gabriela Pagano
Notícias
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A sétima temporada de Psych, do canal USA, ainda está no ar na grade da emissora – mas os fãs do programa e a imprensa já especulam que o oitavo ano da série vai ser, também, o último.
A encomenda da oitava temporada da dramédia foi feita em dezembro de 2012, quando o USA revelou que oito novos episódios deveriam ser gravados. Agora, no entanto, devido à boa audiência que a sétima temporada vem registrando na TV americana, a emissora deve encomendar mais cinco episódios do seriado, totalizando 13 episódios na temporada que, ao que tudo indica, será de despedida. As informações são do site especializado Deadline.
O único problema seria a agenda da atriz Maggie Lawson, que interpreta a protagonista feminina Juliet O’Hara. Lawson já está escalada em um piloto de comédia do canal ABC – produzida pelos irmão Robb e Mark Cullen (Lucky) e ainda sem nome – e se o projeto ganhar encomenda de série no canal, a atriz não estará disponível para as gravações extras.
Psych está no ar desde 2006, na TV americana, e é estrelada por James Roday e Dulé Hill, dois integrantes do Departamento de Polícia de Santa Barbara. No Brasil, a série é transmitida pelo canal pago Studio Universal, toda segunda-feira, às 21h
Com informações do Deadline.
Alexis Bledel e Zachary Levi falam sobre filmes de ‘Gilmore Girls’ e ‘Chuck’
22/04/2013, 18:01.
Gabriela Pagano
Notícias
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A atriz Alexis Bledel (Gilmore Girls) e o ator Zachary Levi (Chuck) estão promovendo o telefilme Remenber Sunday, nos Estados Unidos – exibido ontem (21) pelo canal ABC. Na história, Levi interpreta um homem que, após um acidente de carro, “perde a memória” todos os dias, quando acorda. A partir de então, ele passa a se apaixonar diariamente pela personagem de Bledel.
Apesar da carreira em filmes independentes ou de pequeno porte, os atores são mais reconhecidos pelos trabalhos nos seriados. E, por isso, as atrações televisivas que os dois protagonizaram entraram em pauta em entrevista concedida ao jornal Huffington Post.
Diante da repercussão que o filme (da série) Veronic Mars, que será financiado pelo público, obteve nos últimos meses – com alguns produtores de TV planejando transformar outras atrações canceladas em longa metragem -, o jornal quis saber se, um dia, iremos ver Bledel e Lauren Gramam como tal mãe, tal filha de novo. Bledel, no entanto, jogou um balde água fria nos fãs. “Não sei. Parece que [Gilmore Gilrs] foi há tanto tempo e eu amo a maneira como terminaram a série. Eu amo nosso último episódio. Então, eu não sei. Não ouvi nada sobre fazerem um filme da série recentemente”, contou a atriz.
NOTÍCIAS | Zachary Levi, de ‘Chuck’, também quer transformar a série em filme com ajuda dos fãs
Já os fãs de Chuck podem viver com esperanças. O ator assegurou que uma reunião entre ele os produtores do programa está marcada para breve e eles discutirão essa possibilidade. “Acredito que [a indústria de] entretenimento seja esse lugar incrível. Acho que estamos entrando em um novo capítulo sobre artistas, consumidores, desenvolvimento, distribuição e marketing”, refletiu. “A tecnologia literalmente virou tudo de cabeça para baixo e eu quero tirar proveito disso, criar uma linha mais direta entre artista e o consumidor.”
Além de Veronica Mars, que arrecadou mais de 5 milhões de dólares em doações feitas através do site Kickstarter, os criadores da série de fantasia Pushing Daisies e do drama esportivo Friday Night Lights já disseram que planejam adaptar as séries para longas metragens (Peter Berg, do FNL, já estaria com o roteiro quase pronto, apesar da dificuldade em recrutar seus antigos atores). O crowdfunding , que constituiu na arrecadação em dinheiro, por pessoas desconhecidas, para concretizar um projeto (audiovisual ou não), tem surgido como uma nova tendência na indústria do entretenimento. Leia mais sobre isso aqui.
Já Alexis Bledel está escalada para um novo piloto de comédia da Fox em que fará por romântico com Jason Ritter (Parenthood).
Enquanto isso, confira o trailer do telefilme Remeber Sunday abaixo:
Com informações do Huffington Post.
Com a última temporada anunciada, ‘Dexter’ pode ganhar um spin-off
21/04/2013, 17:01.
Gabriela Pagano
Notícias
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Quando a oitava temporada de Dexter chegar ao fim na TV americana, os fãs se verão obrigados a se despedir, definitivamente, do protagonista de Michael C. Hall. Mas, talvez, uma personagem ainda possa habitar a vida dos seriadores de plantão.
É que de acordo com o presidente do canal Showtime, David Nevins, existe a possibilidade de Dexter ganhar uma série derivada – também conhecida como spin-off – que deve se centrar na personagem Deb (Jennifer Carpenter), irmã do serial killer Dexter. Tudo depende de como a história irá terminar nesse oitavo ano da atração. “Existe a possibilidade da franquia e as opções estão sobre a mesa. Precisamos passar por toda essa temporada, ver como a poeira abaixa e, então, analisarmos para onde iremos depois disso [final da série]”, contou Nevins ao site The Hollywood Reporter.
NOTÍCIAS | Vídeo promocional de ‘Dexter’ mostra cenas da oitava temporada
Final de temporada que, ao que tudo indica, será movido por uma grande mudança na vida de Dexter – desde que Deb descobriu algumas coisas sobre o irmão. “As consequências já começaram a atingi-lo. Seu relacionamento mais importante na Terra, com a irmã, está comprometido; os outros relacionamentos dele no programa serão tocados; ele está mudando”, analisou Nevins. “Parte do que você precisa fazer em um final é começar a trazer alguns dos diferentes aspectos da história juntos:. a irmã dele, o filho dele, a vida amorosa dele, a vida profissional e um trauma de infância.”
O canal Showtime anunciou que a próxima temporada de Dexter – que estreia no dia 30 de junho, nos Estados Unidos – será, também, a última na quinta-feira (18). O motivo do cancelamento não é a audiência, já que a série tem altos índices de público e, sim, criativo. Michael C. Hall se declarou satisfeito com a decisão tomada pela emissora em colocar fim ao programa que estrela.
Com informações do Huffington Post.
‘The New Normal’ e ‘American Horror Story’ são homenageados no GLAAD Media Awards
21/04/2013, 15:58.
Gabriela Pagano
Notícias
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Na noite de ontem, sábado, aconteceu o 24th GLAAD Media Awards, em Los Angeles, nos Estados Unidos, que premia artistas, personalidades e programas de TV que se destacaram na discussão de temas relacionados ao público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros). Os troféus são oferecidos pela organização não-governamental Gay & Lesbian Alliance Against Defamation (na tradução, Aliança Gay e Lésbica Contra a Difamação). Na edição de 2013, The New Normal e American Horror Story foram dois dos homenageados televisivos. O ex-presidente Bill Clinton também foi nomeado em uma das categorias.
Confira a lista abaixo:
Prêmio por defender a mudança: Bill Clinton
Prêmio Stephen F. Kolzak: Steve Warren
Filme Marcante: As Vantagens de Ser Invisível
(TV)
Programa de Comédia Marcante: The New Normal (NBC)
Episódio Individual Marcante: Don’t Ask, Don’t Tell Me What to Do, da série Raising Hope (Fox)
Telefilme ou minissérie marcante: American Horror Story (FX)
Drama diário marcante: Days of Our Lives (NBC)
Episódio marcante de talk show: At Home with Neil Patrick Harris, His Fiancé David Burtka, & Their Twins, do Oprah’s Next Chapter (OWN)
Peça de teatro marcante (Los Angeles): The Children by Michael Elyanow
Língua espanhola: Los transexuales buscan su identidad en medio de ignorancia y prejuicios, do Encuentro (CNN en Español) e La vida en rosa, do Aquí y Ahora (Univision)
Reportagem jornalística marcante: “Gays y padres excelentes”, de Pilar Marrero (La Opinión)
Com informações do Deadline.
Confira 10 curiosidades sobre ‘Hemlock Grove’, nova série de terror da Netflix
19/04/2013, 17:40.
Gabriela Pagano
Notícias
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Na madrugada desta sexta-feira (19), a Netflix disponibilizou em seu catálogo online os 13 episódios da série Hemlock Grove. A atração original da empresa de streaming foi produzida por Eli Roth, diretor conhecido no cinema pelos trabalhos “de terror”, como O Albergue e Cabana do Inferno.
Hemolcok Grove é baseada no livro homônimo de Brian McGreevy (também produtor do seriado) e tem início quando uma jovem é brutalmente assassinada perto da antiga usina siderúrgica Godfrey. Os suspeitos do terrível crime são Peter Rumancek (Landon Liboiron, de Terra Nova), um cigano de 17 anos que andou espalhando por aí que é lobisomem, e Roman Godfrey (Bill Skarsgard), um dos herdeiros da fábrica onde a garota foi encontrada. Diante das suspeitas, Peter e Roman decidem investigar e chegar até o assassino por conta própria.
O elenco ainda conta com nomes como Famke Janssen (Nip/Tuck), Lili Taylor (Six Feet Under), Kandyse McClure (Battlestar Galactica), Dougray Scott (Desperate Housewives) e Aaron Douglas (The Bridge, Battlestar Galactica).
O site especializado Huffinton Post publicou uma lista de 10 curiosidades que você deve saber antes de assistir o anunciado projeto. Quer ver?
1) Mais parece um filme de 13 horas. “O legal da Netflix é que não há pausas para o comercial. Você não tem as quebras em que é obrigado a assistir uma propaganda de sabão e, em seguida, esperar para descobrir o que acontece. É perfeita dessa forma”, argumentou o ator Aaron Douglas (Battlestar Galactica), que interpreta um policial na história, que investiga o assassinato da menina. Já o protagonista Bill Skarsgard acredita que a nova série seja diferente das muitas outras que exploram universos sobrenaturias. “Você ouve ‘lobisomem’, ‘vampiro’ e pensa ‘Ai, Deus, já vi isso milhões de vezes’. Mas acho que nosso programa pega [o tema] e o reinventa, fazendo com que a série seja estranha, especial e única”, disse o ator, que coincidentemente é irmão mais novo de Alexander Skarsgard, do drama vampiresco da HBO True Blood.
2) A casa usada na história existe de verdade. Em Hemlock Grove, a atriz Famke Janssen interpreta a mãe de Roman, Olivia Godfrey, uma matriarca de 150 anos, que vive em um verdadeiro casarão – a imponência das personagem, por vezes, até nos remete à Victoria Grayson de Revenge. Mas, diferente da série da ABC, em que os cenários são feitos em chroma key, a série da Netflix usou locações de verdade, que fazem parte de um sítio histórico em Ontário, no Canadá.
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3) Não é tão obscura assim. “Queríamos algo exuberante, uma paleta um pouco mais colorida mesmo”, revelou McGreevy, que fez questão de enfatizar a sensibilidade visual do show. “Até certo ponto, queríamos criar alguns ecos da ‘Velha Hollywood'”.
4) Há muitos dramas familiares. “Os Godfreys realmente discutem sobre o que há para o jantar”, contou Joel de la Fuente, que interpreta o DR. Johann Pryce. Já Landon Liboiron, que vive um cigano/lobisomem, é mais drástico ao constatar, “Sinto que os seres humanos, ultimamente, são piores do que os montros”. Segundo o jovem ator, todos os personagens da séries estarão reagindo aos acontecimentos sobrenaturais que eles sequer entendem e, consequentemente, irão mergulhar, lentamente, em seus instintos mais sombrios.
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5) Trata-se de um terror psicológico. E não físico. “Uma grande influência para mim, na adolescência, foi Alfred Hitchcock”, falou McGreevy. “A maneira como ele poderia escolher um cenário relativamente mundano e ajustar a câmera em um ângulo estranho, que me faria pensar sobre isso de uma maneira completamente diferente… Isso tudo me influenciou muito quando eu estava pensando sobre o livro.”
Para o produtor-executivo Lee Shipman, a série ainda tem uma “pegada” parecida com Roman Polanski (diretor de O Pianista, O Escritor Fantasma) e Stanley Kubrick (Laranja Mecânica).
6) Não é um programa sobre lobisomens e vampiros. “O pôster da série traz uma mão humana saindo da boca de uma criatura [com as inscrições ‘O monstro de dentro’]. Pelo menos para mim, é mais sobre a interação humana diante das coisas estranhas que começam a acontecer”, assegurou McGreevy.
7) Liboiron e Skarsgard têm química. Shipman é direto ao dizer: Hemlock Grove sobrevive ou morre baseado se a relação entre Peter e Roman, personagens dos dois atores, funciona ou não. “E quando você os assiste, você sabe – esses são os caras”, garantiu o produtor.
“Os dois [Peter e Roman] tem um ‘olho no olho’ que não tiveram com nenhuma outra pessoa. É como uma sintonia sobrenatural”, começou Liboiron. “E, de uma forma estranha, Bill e eu estamos conectados no mundo real também. Nós começamos a conversar sobre relacionamentos, amor e sobre todas as coisas ruins da vida pessoal quase que de imediato. Não houve barreiras, foi instantâneo”, confidenciou.
8) É a primeira série original da Netflix, de fato. Já que House of Cards, que marcou a estreia da empresa na produção audiovisual de streaming – até então, ela apenas exibia as séries de outras produtoras – é inspirada em uma atração britânica.
9) Pega fogo! Segundo os produtores, os três episódios iniciais são apenas uma apresentação da história, mas, em seguida, o enredo decola. “É como uma montanha russa. Depois desses três capítulos, fica muito mais emocionante. Mal posso esperar para que as pessoas vejam nosso filme de 13 horas”, contou o diretor Deran Sarafian.
10) Inspirada em clássicos como Drácula, Frankenstein e O Lobisomem (filme da década de 1940). “Eu queria tirar os grandes monstros arquetípicos da era moderna e colocá-los em minha escola do Ensino Médio”, disparou McGreevy, que, em seguida, fez até uma metáfora. “Resolver os meus sentimentos sobre monstruosidade e os meus sentimentos sobre a adolescência eram praticamente a mesma coisa”, comparou.
Ei, você, que está chegando agora do trabalho nesta sexta-feira: vai fazer maratona de Hemlock Grove no fim de semana? Todos os 13 episódios estão disponíveis aqui, apenas para assinantes da Netflix.
Com informações do Huffington Post.
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