Bates Motel – The Man in Number 9

Data/Hora 01/05/2013, 20:37. Autor
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The Man in Number 9 começou com uma atmosfera mais melancólica do que nunca, dado ao acontecimento trágico do final do episódio passado: a morte do delegado Shelby. Logo na primeira cena, em que a polícia chegava ao Bates Motel, fiquei comovida com o xerife Romero caminhando em direção ao corpo estirado no chão, ensanguentado, temendo que o cadáver se tratasse de seu amigo. Ele rolou o corpo horizontalmente e teve a certeza: embora estivesse deformado com um tiro no olho, aquele era, sim, o rosto bonito do Shelby.

Em seguida, um pouco surpreso, ele encarou a Norma e disse que precisava conversar com a família dela. Nós, enquanto espectadores, não tivemos acesso à versão do ocorrido contada por ela. Fato é que o xerife acreditou em tudo o que ela narrou e sugeriu uma nova versão dos acontecimentos, em que ele, policial honesto, havia liderado toda a operação contra o Shelby e era o salvador da pátria – mais uma vez, tivemos a demonstração de como as coisas funcionam em White Pine Bay.

A Norma e o Norman estavam extasiados, pareciam não acreditar no que ouviam. Pela primeira vez, desde que chegaram ali, teriam uma noite de paz, livres da suspeita de que foram eles que assassinaram o rústico Keith. Já o Dylan também estava estarrecido com o que escutava, mas era de indignação, vejam só:

Afinal, ele arriscou a vida pela própria família e, segundo a versão do xerife, ele teria tentado impedir que a polícia se aproximasse do Shelby. Piada, né?

Achei interessante e bastante promissora essa nova situação colocada, em que a Norma, agora, ficou nas mãos do xerife Romero. Algo me diz que coisas macabras podem sair dali. Também fiquei perplexa com a forma simplista com que o Romero lidou com toda a situação, incluindo a morte do colega de trabalho. Ele, conhecido pelo humor explosivo, manteve a calma, não questionou absolutamente nada que a Norma disse e parecia indiferente com o falecimento do amigo. Ou ele desconfiava do Shelby mesmo ou estava envolvido na escravidão sexual até o último fio de cabelo.

Com a confusão passada, ainda na sala, Norma abraçou o filho mais novo de forma efusiva, enquanto o Dylan, com o braço ferido, assistia à cena, como um “narrador-observador”, que não faz parte do enredo. Um filho carente. A Norma, por diversas vezes no episódio, até se esforçou em demonstrar algum afeto pelo primogênito. Mas os interesses dela nunca são apenas os de uma mãe preocupada com o filho. Ela é egoísta e quer apenas o bem estar dela e de seu filho Norman.

E o coraçãozinho, Norman?

Já a vida amorosa do jovem garoto ia de mal a pior. Primeiro, ele sonhou que estava tendo mais uma noite de amor com a Bradley, tudo retratado com uma realidade que fazia a gente se questionar – teria sido, a primeira vez deles, também um produto da criatividade do menino? Mais tarde, descobrimos que não. Norman foi atrás da garota e levou um fora. Ela agiu como uma menina tipicamente popular do colégio, que queria apenas sexo, aproveitar o momento. Eu não consegui sentir dó dele diante disso, tomei as dores da Emma.

A Emma, por sua vez, se ocupava em virar a BFF da Norma, que, estranhamente, estava tentando “arranjar” o filho para a menina. Ela também ficou indignada quando soube que o Norman estava interessado por outra e quando descobriu se tratar da Bradley (“uma locomotiva de energia sexual”, estou rindo até agora), ficou mais contrariada ainda. Não sei o que leva a Norma a torcer pela Emma. Pode ser pela doença, pela expectativa de vida da menina ser baixa. Ou ela pode estar sendo apenas a Norma mesmo; desequilibrada, aleatória e imprevisível.

Na cena em que o Dylan conheceu a Bradley, houve um clima especial ali. Nem preciso dizer que adorei. A relação do Norman e do Dylan, agora que começava a se tornar bonita e normal, como a de dois irmãos comuns, vai ganhar um motivo para ir ao inferno de novo? Tomara que sim.

De portas abertas

Pior que a vida amorosa do Norman, só os negócios no Bates Motel. Prestes a ser inaugurado, o hotel não tinha recebido ainda nenhuma reserva. A não ser “o homem do número 9”. Um cidadão esquisito, que, sem conversar com ninguém, tentou abrir a porta do nono quarto e se hospedar ali por conta própria. Depois, fez um pedido ainda mais inusitado: para que, uma vez por mês, tivesse todos os quartos do hotel reservados para ele. No maior estilo, “Coisas do trabalho, sem mais perguntas, por favor.” A Norma quis saber se era algo ilegal e ele apenas respondeu que não – como se ele fosse responder que “sim”, caso fosse. Com certeza, ele está ligado à obscuridade da cidade e já sabemos que ele será um personagem muito importante nos episódios restantes. Ele ainda não mostrou a que veio – sabemos que trabalha “com vendas”, vagamente. Só sei que a família Bates não está segura ali.

Mais amor, por favor

Precisando de afeto na história? O Norman encontrou uma simpática cachorrinha de rua, que, subitamente, ele até batizou de “Juno” – como a menina do filme. E morreu atropelada…

Tudo “9”

The Man in Number 9 foi, assim, um episódio nota 9. Não teve nenhum cliffhanger e, comparado com o que a série apresentou até agora, foi um pouco “parado”, sem nenhuma grande emoção ou cena de suspense. Mas era de se esperar. Com a morte do Shelby (um dos protagonistas, não dá para negar), uma nova era chegou à história e era preciso apresentar a nova situação. Tenho certeza que o episódio 10 será nota 11.

HBO renova a comédia política ‘Veep’

Data/Hora 01/05/2013, 16:48. Autor
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Aos fãs de Veep, a HBO reservou uma boa surpresa: a série foi renovada para o terceiro ano, que vai estrear em meados de 2014.

A comédia, que tem Julia Louis-Dreyfus como protagonista, recebeu a encomenda de dez novos episódios. Na história, ela interpreta a ex-senadora americana Selina Meyer, que, agora, ocupa o cargo de vice-presidente e está desesperada com a possibilidade de assumir a função principal, já que o estado de saúde do presidente dos Estados Unidos é crítico.

A segunda temporada ainda está em exibição na TV americana, onde vai ao ar todos os domingos, pela HBO. No último episódio transmitido, a série foi acompanhada por 1.3 milhões de pessoas, audiência considerada boa para os padrões da emissora. No Brasil, a HBO exibe o seriado de segunda-feira, às 22h (o segundo episódio da segunda temporada foi ao ar essa semana).

Com informações do TV Line.

Sensualizando, Hilary Duff aparece em primeira imagem de ‘Two and a Half Men’

Data/Hora 30/04/2013, 18:50. Autor
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Esqueça aquela menina loirinha, linda e meiga que cantava Why Not no filme Lizzie McGuire – inspirado na série da Disney Channel que ficou no ar entre 2001 e 2004. Hilary Duff, agora, é uma mulher madura, de 25 anos, casada e mãe do Luca (de um ano). E vai interpretar o par romântico de Ashton Kutcher na season finale de Two and a Half Men.

Ou mais ou menos isso. É que no episódio, que vai ao ar no dia 9 de maio na CBS americana, Duff vai viver Stacey, uma namorada de Walden (Kutcher). O problema é que o bonitão vai ficar interessado na avó dela, que, como a gente diz, ainda está “inteirona” (papel da atriz Marilu Henner, de Evening Shade). A partir daí, a confusão está armada!

A primeira foto da cantora e atriz na série foi divulgada hoje e Duff aparece fazendo pose sensual para câmera do celular, sob os olhares de Kutcher. Dê uma conferida você também:

Aqui no Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner Channel – e SBT, na TV aberta.

Com informações do EW.

Netflix estreia série ‘Orange is the New Black’ em julho

Data/Hora 30/04/2013, 18:37. Autor
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A partir do dia 11 de julho, laranja vai ser o novo preto. Não, não se trata de uma matéria sobre as tendências da moda para as próximas estações. É que nesse dia, a empresa de streaming Netflix estreia sua série de produção própria Orange is the the New Black. Como é de praxe, todos os 13 episódios do programa serão disponibilizados de uma só vez aos assinantes.

Orange is the the New Black conta a história de Piper (Taylor Schilling), um moradora do diversificado bairro do  Brooklyn, em Nova York. O seriado começa quando a vida da moça é virada de cabeça para baixo: ela se vê obrigada a trocar a boa vida em Nova York, que inclui seu noivo Larry (Jason Biggs), por um uniforme cor de laranja – daí o nome da série. É que complicações em seu relacionamento de dez anos com a traficante Alex (Laura Prepon) acaba em uma sentença de prisão de um ano em uma penitenciária federal. A partir daí, Piper precisa aprender a sobreviver na cultura prisional – e até forja alianças inusitadas com um grupo de detentas excêntricas e sem papas na língua.

Além de Taylor Schilling (do filme Um Homem de Sorte), Laura Prepon (How I Met Your Mother) e Jason Biggs (American Pie), a série conta ainda com os atores Kate Mulgrew (Warehouse 13), Natasha Lyonne (American Pie), Pablo Schreiber (Weeds), Danielle Brooks (Covert Affairs), Laverne Cox (Musical Chairs) e Taryn Manning (Hawaii Five-0).

Orange is the the New Black é inspirada na autobiografia de Piper Kerman, livro best-seller nos Estados Unidos.  A produção-executiva está a cargo de Jenji Kohan (Weeds), que também escreveu o roteiro do primeiro e último episódios da temporada. Lisa Vinnecour, Michael Trim e Sarah Hess são coprodutores executivos da série, que é produzida pela Lionsgate Television para a Netflix.

O seriado é apenas um de vários outros que devem ser lançados ainda em 2013 pela Netflix, seguindo os sucessos das já lançadas House of Cards e Hemlock Grove. A nova temporada de Arrested Development estreia nas próximas semanasOrange is the the New Black estará disponível para os usuários do mundo inteiro da empresa de streaming no dia 11 de julho, a partir das 4h01 da manhã (horário de Brasília).

Com informações da Assessoria de Imprensa da Netflix.

Canal TLC exibe série sobre médium nesta quarta-feira

Data/Hora 30/04/2013, 18:01. Autor
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Já pensou em conhecer a “Ghost Whisperer” da vida real? Amanhã, quarta-feria (1), o canal pago TLC estreia a série A Médium (Long Island Medium), uma espécie de documentário que narra o cotidiano da Theresa Caputo, uma americana capaz de conversar e transmitir os recados de pessoas mortas.

A série se passa em Long Island, no estado de Nova Iorque, nos Estados Unidos, e tenta mostrar como Theresa equilibra sua agitada vida profissional com a vida em família – ela é casada e mãe de dois filhos. Ela é uma mulher bastante requisitada e alguns clientes chegam a ficar um ano em sua lista de espera, aguardando manter contato com um ente querido já falecido. Outras pessoas, no entanto, são pegas de surpresa. No meio de um compra no supermercado, um espírito pode requerer que Theresa envie um comunicado para alguém próximo. “Para mim, ignorar um espírito é o mesmo que ignorar a mensagem de um amigo”, afirma ela, que ainda argumenta que os mortos não sabem a diferença entre trabalho e descanso e seu dom é requisitado nos momentos mais improváveis.

Nos Estados Unidos, a série já exibiu sua terceira temporada, está renovada para a quarta, e a atrai altos índices de audiência. O primeiro ano do programa tem 9 episódios.

A Médium estreia amanhã, 1º de maio, às 20h, no canal Travel & Living Channel (TLC), que pertence à Discovery Communications.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Discovery.

‘Dallas’ é renovada para a terceira temporada

Data/Hora 30/04/2013, 16:29. Autor
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A série Dallas, do canal TNT, foi renovada para a terceira temporada na tarde de hoje. “Dallas conquistou um público apaixonadamente leal com seus enredos habilidosamente tecidos, reviravoltas inteligentes e inúmeras performances maravilhosas com um elenco que se estende por gerações”, declarou o presidente da emissora, Michael Wright. O executivo ainda relembrou o ator Larry Hagman, que interpretou o vilão J.R. tanto na versão original (1978) quanto no atual remake/continuação de Dallas, e que faleceu em novembro de 2012. “Ainda que tenhamos dito adeus a Larry Hagman e seu lendário J. R. Ewing, Dallas tem muitas histórias para contar e o clã Ewing vai continuar a honrar a memória de J. R., mantendo a audiência surpresa e encantada”, disse.

O último episódio da segunda temporada de Dallas foi ao ar no dia 15 de abril, na TV americana, e foi acompanhado, ao vivo, por 2.9 milhões de espectadores – um aumento de 30% comparado à audiência da season finale de seu primeiro ano. As filmagens da terceira temporada se iniciam em 2014 e 15 episódios foram encomendados.

Já as séries Southland e Monday Mornings continuam sem uma palavra oficial da TNT, mas, ao que tudo indica, serão canceladas nas próximas semanas, quando o canal anuncia oficialmente seu calendário para 2013-2014.

Com informações do TV Line e Deadline.

Ator do ‘The Office’ participa de ‘Arrested Development’


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No dia 16 de maio, os fãs terão que dar adeus ao personagem Jim Halpert do The Office, já que o episódio final da série cômica vai ao ar nesse dia, pela NBC, na TV americana. Mas dez dias depois, em 26 de maio, os espectadores poderão conferir o trabalho do ator John Krasinski novamente – dessa vez, em Arrested Development.

Segundo informou o site Entertainment Weekly, Krasinski participa da próxima temporada da série, produzida pelo serviço de streaming Netflix. Detalhes sobre a participação dele – ou número de episódios – não foram divulgados.

NOTÍCIAS‘Arrested Development’: confira alguns pôsteres e outras novidades

Com isso, o veterano do The Office se junta a outras estrelas já confirmadas em Arrested Development: Ben Stiller, Seth Rogen, Kristen Wiig, Conan O’Brien, Andy Richter, Isla Fisher, John Slattery, Liza Minnelli, Carl Weathers, Ron Howard, Henry Winkler e Scott Baio.

Um novo pôster da quarta temporada da série – que levou mais seis anos para acontecer – também caiu na Internet na tarde de hoje.

A Netflix encomendou 15 novos episódios de Arrested Development, que serão disponibilizados de uma só vez, aos assinantes, no dia 26 de maio, em seu catálogo virtual. Originalmente, a série foi transmitida pelo canal Fox entre 2003 e 2006.

Com informações do InsideTV e SpoilerTV.

“Amaria que acontecesse”, diz Connie Britton sobre o filme de ‘Friday Night Lights’

Data/Hora 29/04/2013, 17:17. Autor
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Antes de Veronica Mars conseguir arrecadar dinheiro dos fãs para fazer um filme da série, Peter Berg, o criador de Friday Night Lights, já dizia por aí que trabalhava no roteiro de um longa metragem baseado em seu seriado extinto. Depois que Veronica Mars fez sucesso no site Kickstarter, a discussão sobre um filme da série esportiva ganhou, digamos, ainda mais fôlego.

Peter Berg já contou em entrevistas anteriores que tinha um roteiro praticamente pronto para o longa metragem, mas que teria dificuldade em assimilar a agenda de seu antigo elenco para as filmagens. Connie Britton, que interpretava a mulher do técnico Eric Taylor na história, no entanto, revelou que não será um problema tê-la de volta ao projeto. “Amaria que [o filme] acontecesse. Sou uma grande entusiasta disso. Mas não sei se o veremos ou não”, disse ela em conversa com o site E! Entertainment. “Sei que [o roteiro] estava sendo escrito e que o Peter Berg está muito sério quanto a esse projeto”, revelou.

Atualmente, Britton estrela a série country da ABC Nashville e ainda esteve na primeira temporada de American Horror Story, do canal FX.

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Kyle Chandler, que viveu o marido dela em FNL, não é tão otimista quando o assunto é transformar o seriado em longa metragem. “Eu ainda gosto de rever o programa, porque foi um processo tão criativo”, contou. “Mas terminou na hora certa, do jeito certo”, ponderou.

Taylor Kitsch, que interpretava o problemático Tim Riggins, também já disse que não sabe se aceitaria voltar, pois acredita que o final de seu personagem tenha sido perfeito. Já Adrianne Palicki, a Tyra, ficou em cima do muro. “Eu amo tanto a série, que tenho medo que o filme a estrague. E eu não quero que isso aconteça”, contou a atriz, ainda assegurando que o Kickstarter também poderia ser uma opção para a extinta série da NBC.

Friday Night Lights ficou no ar entre 2006 e 2011 e, apesar de nunca ter conseguido números exorbitantes de audiência, foi um sucesso de crítica, sendo considerado um dos melhores programas cults dos últimos anos.

Com informações do Huffington Post.

Elementary – Dead Man’s Switch

Data/Hora 28/04/2013, 02:34. Autor
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Se existe um (grande) ponto baixo em Elementary, ele diz respeito aos hiatos contínuos que essa série possui. Nos últimos meses, a CBS vem exibindo 1 episódio a cada 2 ou 3 semanas. Com isso, o espectador perde o pique, fica difícil manter “o vício” pelo programa; vício que, nem de longe, é “sustentado” semanalmente. O que a CBS pretende, afinal?

Pois bem. Três longas semanas depois de um hiato, o vigésimo episódio de Elementary foi (finalmente) exibido na TV americana, no dia 25 de abril, quase como um presente de aniversário para essa espectadora que vos escreve, agora mais velha (ui!). E o episódio foi de boa qualidade!

Para começar, gostei do tema escolhido para Dead Man’s Switch. O estupro, assunto sempre debatido nos seriados policiais, ainda não havia sido explorado na série e achei interessante terem abordado nesse final de temporada, já que o tema é importante e a violência – num mundo real onde não existem Sherlock Holme’s perfeitos – atinge até as pequenas cidades.

Em Elementary, no entanto, o tópico não foi abordado exclusivamente sob o viés da responsabilidade social, mas principalmente para mostrar como a vida não é perfeita. Tanto que a missão do Holmes no episódio nem era encontrar o estuprador da menina e, sim, revelar a identidade do homem que chantageava o pai da garota. Ou seja, o material que tínhamos era bastante interessante: o estupro seguido de chantagens (uma vez que vídeos da consumação do crime foram gravados e poderiam cair na Internet a qualquer momento, expondo ainda mais as meninas que sofreram a violência). A partir daí, com a situação apresentada, Elementary seguiu à risca sua fórmula conhecida do público, composta pelas seguintes etapas: determinar o primeiro suspeito, quem Sherlock acredita veemente ser o culpado e chama de “mentiroso”; a prova de que o primeiro suspeito é inocente; encontrar um novo culpado; descobrir que, afinal, aquele primeiro suspeito não era tão inocente como se declarava; voltar ao início da história e, tcharan, caso resolvido. Em Elementary, é como se a gente se sentasse não no sofá de casa, mas em uma das cadeirinhas de uma montanha russa e acompanhasse os altos e baixos do enredo, cheio de curvas, sempre encaradas com medo e suspense, um frio na barriga. E isso, paradoxalmente à minha metáfora, torna a série bastante linear – ou seja, mantém sua qualidade, mas, em compensação, acredito que quem não gostou da atração lá no começo, não vai gostar mais, pois ela não muda. A fórmula, a base, é sempre a mesma.

Nome: Sherlock Holmes. Status: livre das drogas

Se o tema estupro e chantagem é “pesado”, então, ele combinava com o que o detetive precisava lidar na vida pessoal. No episódio, Sherlock estava comemorando um ano livre das drogas e a Watson, apoiada por Alfredo (o ator Ato Essandoh, de Copper, voltou a aparecer, o que é sempre motivo de festa, com perdão do trocadilho), queria que Sherlock aproveitasse a data. O detetive, no entanto, estava relutante em aceitar e chegou a dizer ao amigo que não via o acontecimento como uma vitória e, sim, como a lembrança de uma grande falha na vida – que foi o vício em drogas um dia. O discurso parecia legítimo e a gente, enquanto espectador, até foi levado a entender o lado dele.

Mais tarde, Holmes revelou à Watson que não era exatamente isso. O problema é que, 24 horas depois de ter entrado na clínica de reabilitação, ele teve uma recaída. Portanto, a data comemorativa ao primeiro ano livre da dependência seria um dia depois daquela que todo mundo acreditava ser. Sherlock narrou o acontecimento com os olhos marejados e foi a primeira vez que pudemos ver o personagem emocionado dessa forma. O Holmes de Elementary é mais humano, capaz de oferecer um ombro amigo e até, quem sabe um dia, dar um abraço. Mas chorar diante de uma fraqueza? Está aí uma coisa que nunca imaginei o detetive dos livros fazer. E sinceramente? Adorei. Nesse episódio, especialmente, o Holmes estava “humaníssimo”, cheio de falhas e fraquezas. Mesmo para a figura genial do detetive, é difícil vencer algumas tentações e seguir firme em um objetivo. Quem nunca se sentiu assim na vida, em relação a qualquer coisa? Que atire a primeira pedra…

Foi delicioso mergulhar nesse lado pessoal, tão cheio de obscuridades do detetive. Em alguns momentos, pudemos até sentir as mesmas coisas que ele, entrar no personagem. Para os quatro últimos episódios da temporada – que, provavelmente, serão exibidos sem intervalos a partir de agora -, só nos restar esperar que Irene (a amante do Holmes já falecida – ou não?) e Moriarty finalmente apareçam! Simples assim… Elementar!

Ei, ei… Espera. A julgar pelo comercial do próximo episódio, pelo menos, um desses pedidos – M. – será atendido!

p.s.: achei épico que o Sherlock diz “Moriarty” e a música sobe “Tum!”. Emocionante! Já estou arrepiada com os próximos acontecimentos. Dá para perder? Não, né? Até semana que vem, caríssimo e paciente leitor.

Em sua estreia na TV, Peter Sarsgaard aparece em novo trailer de ‘The Killing’

Data/Hora 26/04/2013, 17:35. Autor
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Peter Sarsgaard (dos filmes Lanterna Verde, Encontro Explosivo, A Órfã e Meninos Não Choram) vai fazer sua estreia na TV no dia 2 de junho, quando a terceira temporada de The Killing debutar na TV americana, pelo canal AMC. No aclamado drama policial, o ator vai interpretar um assassino em série no corredor da morte. Ele foi capturado pela detetive de polícia Sarah Linden (Mireille Enos), mas a experiência foi tão traumatizante, que ela precisou de tratamento psicológico para superar o caso.

NOTÍCIAS | Novo pôster de ‘The Killing’ revela tema da próxima temporada: serial killer

Agora, alguns anos depois, a detetive precisa encontrar um novo serial killer à solta e, para isso, terá que enfrentar seu passado. O primeiro trailer estrelado por Sarsgaard acaba de ser divulgado e você confere abaixo:

A terceira temporada de The Killing, que tem ainda Joel Kinnaman no elenco principal, estreia no dia 2 de junho na TV americana e chega em setembro aos assinantes da Netflix, empresa que produz a série nessa nova temporada.

Bryan Fuller sobre ‘Hannibal’: “O ator dos meus sonhos para essa série é David Bowie”

Data/Hora 26/04/2013, 17:14. Autor
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Sabe quando, antes mesmo de servirem a entrada no restaurante, você já está de olho no menu de sobremesas? Bryan Fuller, o criador da série Hannibal, é mais ou menos assim quando está sentado à mesa – pela menos, na mesa de reunião.

O produtor, conhecido pela aclamada Pushing Daisies, já faz planos para a segunda temporada de sua atração, que estreou nos Estados Unidos há menos de um mês (a NBC renovou várias séries agora há pouco, mas Hannibal não estava na lista. Novos anúncios devem ser feitos em breve).

Fuller deseja que ninguém menos que David Bowie integre o elenco do segundo ano do programa, em que ele interpretaria o tio do Dr. Hannibal Lecter (Mads Mikkelsen), o serial killer canibal. “Eu acho que o ator dos meus sonhos para essa série é David Bowie. Se ganharmos o segundo ano, vou contactá-lo para saber se há interesse”, contou o produtor. David Bowie é um famoso músico e ator inglês, que esteve em filmes como Amnésia, Seven – Os Sete Crimes Capitais e BastardosInglórios.

As esperanças de Fuller em relação à renovação de Hannibal não é mera especulação – embora a série tenha tido uma estreia modesta, no dia 4 de abril, com 4.36 milhões de espectadores e tenha registrado 2.4 milhões na noite de ontem, em sua quarta semana no ar. “Na NBC, eles estão dizendo que estão muito felizes com o que estamos conseguindo fazer e eu espero que isso indique a renovação”, contou.

Bryan Fuller ainda revelou que tem sete temporadas da série já programadas em sua cabeça e detalhou sobre o que cada uma delas se trataria: a primeira, sobre o bromance entre Will (Graham, personagem de Hugh Dancy) e Dr. Lecter, já que o agente do FBI ainda não sabe que o “novo amigo” é o assassino que ele procura. O segundo ano abordaria a ruptura dessa amizade. A terceira temporada se trataria de um “ângulo fugitivo” em relação a isso tudo, enquanto o quarto, o quinto e o sexto anos abordariam, respectivamente, os livros Dragão VermelhoO Silêncio dos Inocentes e Hannibal, do escritor Thomas Harris.

Já o sétimo ano se ocuparia em dar destaque à personagem Clarice Starling na história – que, no cinema, foi encarnada pelas atrizes Jodie Foster e Julianne Moore. Clarice, uma estudante da academia do FBI que pretende perseguir e capturar os serial killers, se uniria à Graham nos trabalhos investigativos. “Seria interessante ver personagens como Clarice e Graham unidos para as aventuras com o nemesis em comum, Hannibal Lector”, disse Fuller. Se tudo isso acabaria em um filme? “Não me incomodaria com isso, nenhum pouco”, concluiu o produtor.

Hannibal vai ao ar nas noites de quinta-feira na TV americana. No Brasil, o canal pago AXN exibe a série nas noites de terça, às 22h.

Com informações do Zap2It.

NBC renova ‘Grimm’, ‘Chicago Fire’, ‘Revolution’, ‘Parenthood’ e ‘Law & Order: SVU’

Data/Hora 26/04/2013, 16:26. Autor
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Demorou, mas aconteceu. A NBC acaba de renovar as séries Grimm, Revolution, Chicago Fire, Parenthood e Law & Order: Special Victims Unit. Todas receberam a encomenda de 22 novos episódios. Algumas dessas renovações já eram esperadas há algum tempo pelos fãs – como Grimm, Revolution e Chicago Fire -, enquanto outras, como Parenthood, tinham um cancelamento temido por seu público – boatos que se firmaram quando o ator Jason Ritter assinou contrato para estrelar outro projeto na TV.

Mas caso sua série preferida não esteja entre as renovações de hoje, não se desespere. A emissora garantiu que novos anúncios serão feitos em breve. “Esses shows [renovados] representam uma ampla gama de gêneros e tons, e todos eles se destacam para nós em uma paisagem televisiva agora preenchida com séries de uma hora de duração”, comentou a emissora em comunicado oficial. “Estamos especialmente satisfeitos por renovar Revolution e Chicago Fire – dois sucessos da primeira temporada – e haverá mais anúncios de renovação de série a serem feitas nas próximas semanas”, avisou.

Revolution é um drama apocalíptico em que, repentinamente, todos passam a viver na escuridão – não há mais energia elétrica no mundo e todos os dispositivos à base de baterias não funcionam mais. A série estreou com 11.6 milhões de espectadores na TV americana, em setembro de 2012 – sendo uma das melhores estreias do ano nos Estados Unidos – e, depois de alguma queda nas semanas seguintes, manteve seus índices estáveis. Já Chicago Fire debutou com números mais modestos – 6.61 milhões em público geral em outubro passado -, mas conseguiu manter esses índices ou viu os números aumentarem ao longo dos vinte episódios transmitidos até agora.

Grimm é um drama procedural e sobrenatural, inspirada nas histórias dos Irmãos Grimm, e tem uma das melhores situações nas noites de sexta-feira, quando é exibida na NBC. A renovação para a terceira temporada já era dada como certa há meses.

Law & Order: SVU é um drama jurídico já tradicional e foi renovado para o 15º ano. A série aclamada se trata de um spin-off de Law & Order, junto à Criminal Intent, Trial by Jury e Los Angeles (todas já canceladas, incluindo a série principal).

Por fim, Parenthood ganhará o quinto ano. A dramédia familiar registrou pouco mais de 4 milhões de visualizações por episódio na quarta temporada – a estreia do programa, em março de 2010, mobilizou mais de 8 milhões de espectadores.

Com informações do Deadline.

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