Gossip Girl – High Infidelity e Dirty Rotten Scandals

Data/Hora 26/10/2012, 09:47. Autor
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Assistindo esses dois episódios a única coisa que me veio na cabeça é que Gossip Girl merecia terminar com uma temporada melhor. É inacreditável que nossa série tão querida – e depois de uma quinta temporada boa, que voltou a fazer a série crescer – esteja finalizando com uma temporada tão fraca e cheia de insanidades.

High Infidelity seguiu o rumo de Gone Maybe Gone e desenvolveu a história da Serena com o novo namorado mala que eu confesso nem lembrar do nome agora, de tão insignificante e chato que acho. Além de tudo o cara tem uma filha praticamente da idade da Serena e que namora o Nate. Taí a explicação pra arrumarem mais uma namorada sem noção pra ele. É sempre assim. Fizeram o mesmo com a Lola e a Diana. Tudo bem que a Serena já teve todo tipo de namorado: o traidor, o salafrário, o loser, o lindo-fofo-tudodebom Archibald, o presidiário… mas nunca imaginei que ela fosse acabar com um cara chatão e madrasta de uma criaturinha insuportável como a Sage. SVW merecia mais.

Chuck continua implacável na sua busca pelo segredo de Bart. Eu confesso que não tenho nem ideia do que seja, mas acredito que seja algo muito pesado pra valer tanto dinheiro como o que está envolvido nessa história. Não vejo a hora de ver ele longe da Lily. Gosto tanto dela e quero vê-la com o Rufus. Falando em Rufus, ele continua com a vigarista da Ivy. Isso acabou por movimentar a história já que o Dan se ensandeceu com o relacionamento dos dois e jogou o bafão na imprensa. Tô achando que isso ainda vai ter resultados, embora pareça estar resolvido momentaneamente.

O melhor desta temporada está sendo Chair. É lindo ver os dois tão maduros e seguros do que sentem um pelo outro. As cenas finais de Dirty Rotten Scandals foram lindas e eu confesso que até me emocionei.

Quanto ao terceiro episódio eu estava empolgada achando que o desfile seria como os melhores episódios de Gossip Girl, mas passou longe, embora seja interessante também ver a Blair lutando para fazer um bom desfile para a Waldorf Designs. Ela tem o dom pra isso e acho que se encontrou na vida, ao contrário da Serena que ainda não faz nada. Adorei a volta de Nely Yuki, ainda mais ela estando super bem sucedida.

Fora isso, tenho a sensação de que perdi alguma coisa. Ou a série tá com um dos seus (incontáveis) erros de continuidade. O que aconteceu com as faculdades deles? Terminaram? Largaram?

Dan passou de todos os limites de uma pessoa ridícula e insuportável. Não preciso nem explicar por que, né? Ele simplesmente se tornou aquilo que mais repudiava. Resolveu publicar suas histórias falando mal de tudo e de todos sem nenhum pingo de remorso e ainda traiu Nate, que sempre foi um bom amigo pra ele, tudo em busca de dinheiro e poder. Pra fechar com chave de ouro tripudiu a Nely Yuki.

O melhor desses dois episódios foi ver Nate e Serena unidos para desvendar a “traição” dos respectivos namorados. Adoro os dois juntos. E também Serena e Blair tendo que se aliar, ainda que a contragosto, para que pudessem tirar algum benefício das situações as quais estava expostas.

Dessa vez nem a Georgina tá dando de conta de fazer as coisas ficarem mais legais por lá. Seria demais implorar pela volta da Jenny e da Vanessa? Enfim, só espero que as coisas melhorem para os lados do Upper East Side, porque minha série preferida não merece terminar de uma maneira tão down.

Elementary – Child Predator

Data/Hora 24/10/2012, 09:54. Autor
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Child Predator foi o melhor episódio de Elementary até aqui. Pela primeira vez não termino de assistir me lamentando por ter que fazer as reviews da série. E olha que acho que ainda falta alguma coisa. Das séries com essa dinâmica de dupla de detetives acho que Elementary ainda é a pior, deixando muito a desejar para Law & Order: SVU, por exemplo, pra citar uma só. Mas paremos de lamentações e vamos ao que interessa.

Foi um episódio com uma carga dramática pesada do início ao fim. Cheguei a me sentir mal, porém achei que foi o caso mais bem construído da série até aqui. O final foi surpreendente – como o do episódio 2 – ao menos pra mim. Eu não esperava que a resolução fosse a que foi, com a vítima sendo ao mesmo tempo a responsável pelos assassinatos. Gostei do recurso de resgatar um caso do passado que não havia sido solucionado.

Tratar de abuso e assassinato de crianças já é um tema pesado por si só, e a forma como Elementary problematizou a questão do relacionamento da vítima com seu abusador foi um dos pontos altos do episódio. Outras séries já fizeram isso, eu sei, mas achei que foi bem construída essa relação em Child Predator. Ao fim do episódio eu já não sabia mais de quem deveria sentir ódio ou de quem deveria sentir pena, e acho que terminei sentindo pena de todo mundo.

Vejo o pessoal reclamando que ainda falta algo na Watson e até concordo, mas acho que tão exagerando nas reclamações. Eu gosto bastante da personagem, acho que ela, ainda que sem querer, desperta o que o Holmes tem de melhor. Dessa vez, foram os agachamentos propostos por ela que resultaram na dor nas costas de Sherlock, que resultou na resolução do caso. Aliás, foi impagável a cena dos dois fazendo agachamentos. Adorei.

Esse episódio deixou em stand by a questão de um possível relacionamento entre os dois. Acho positivo que as coisas entre eles se desenvolvam de uma maneira um pouco mais lenta, já que estava acontecendo tudo muito rápido. Ainda que fossem ser só amigos, a intimidade estava forçada. Agora parece que acertaram a mão e que se for rolar algo entre os dois vai ser com calma. Gosto da cumplicidade e do cuidado que um tem com o outro e acho que esses são ingredientes fundamentais em qualquer relacionamento que eles venham a ter: namoro ou amizade. Achei fofa a maneira como ela se preocupa com ele durante todo o episódio e como ele afirma preferir ela a estátua do boneco.

Enfim, acho que foi o melhor episódio de Elementary até aqui e espero que a evolução continue, especialmente agora que foi houve a confirmação de uma temporada completa para a série.

Last Resort – Eight Bells e Voluntold

Data/Hora 23/10/2012, 22:58. Autor
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Eight Bells foi um episódio que a meu ver deixou cair um pouco a qualidade dos dois primeiros, ainda assim, não foi nada que comprometesse a série. As boas notícias ficam por conta de que a ABC encomendou novos episódios para Last Resort, o que nos dá expectativa de continuidade, ainda que a audiência siga caindo.

O foco aqui foi a guerra paralela que os marinheiros terão que enfrentar com Julian Serrat, o manda chuva da ilha. Parece que os tripulantes do U.S.S Colorado tem muito mais com que se preocupar do que imaginam neste primeiro momento.

Além dos problemas com Julian que raptou três marinheiros, o outro foco do episódio foi a história de Kylie em Washington. Ao invés de as coisas se resolverem, cada vez aparece mais complicadores e dúvidas nessa história, o que dessa vez ficou a cargo da aparição do pai dela. O foco nela certamente é porque ela é a única que parece poder desamarrar a teoria da conspiração que envolve toda a história.

Na corrida contra o tempo para salvar os três prisioneiros tivemos muitos momentos de ação e forte emoção, e, mais uma vez a história não caiu no clichê de apelar para o mais fácil. Além de Cortez ter sido estuprada – o que foi duramente cruel – Brannen ainda teve que escolher entre ela e Red para morrer, e acabou optando pelo último. Isso acirrou os ânimos na ilha e elevou a temperatura da guerra.

O ritmo do episódio é sempre bom porque tem muitas histórias paralelas acontecendo, mas isso segue me deixando confusa. Além do já citado, Eight Bells desenvolveu as tramas de Tani e King, que estão cada vez mais próximos e de Sophie e Kendall. Eu estou dividida. Não sei se shippo o Kendall com a Sophie ou com a Grace. Mundo cruel. A pobre da esposa que ficou em terra firme eu nem cogito. Teve também a libertação de Prosser. O cara é insuportável, mas parece ser importante no submarino, senão não teria sido libertado por Chaplin.

Voluntold voltou a subir o nível e trouxe a tona outros momentos dramáticos para os tripulantes do U.S.S Colorado. O clima fica mais tenso entre a tripulação fazendo com que muitos ameacem causar uma rebelião contra Chaplin, que começa a ser organizada a mando do Secretário de Defesa e executada por alguns dos marinheiros. Alguns se mantém fiéis ao Capitão que opta por possibilitar com que os que quiserem deixem a ilha. Muitos acabam tomando essa decisão.

A situação se agrava quando Brannen, extremamente confuso por ter escolhido Red para morrer acaba pegando uma granada e ameaça explodir o submarino. O Capitão mais uma vez dá um show e acaba revertendo a situação por meio de um grande discurso, fazendo com que alguns inclusive mudem de posição e resolvam ficar no submarino.

A situação em terra firme se agrava e a esposa de Kendall começa a ser perseguida pelos jornalistas e pela população que acusam os marinheiros de traírem a nação. Achei interessante mostrarem também esse lado da história que andava esquecido. Confesso que senti até um pouco de pena dela. Ainda não sei se desconfio do advogado amigo do Kendall ou se shippo os dois. Só sei que ele ainda vai ser importante na história.

Gosto cada vez mais da Grace. Achei muito legal ela usando o próprio corpo de escudo para proteger Chaplin em uma atitude heróica.

Outros fatos que merecem destaque em Voluntold sao o papel de Sophie, que parece saber muito mais do que pensávamos originalmente. Ela já mostrou de que lado está quando deixou de acompanhar a família para ajudar os tripulantes e agora mostra novamente quando engana Julian sobre os minerais existentes na ilha. E a trama que envolve os tripulantes do outro submarino que foram resgatados pelo U.S.S Colorado. Quais são os mistérios envolvendo eles? Foi emocionante a cena do King enterrando o amigo.

A coisa ainda vai esquentar muito e uma guerra nuclear parece eminente. Estou ansiosa pelos próximos episódios e pelas guerras paralelas que não param de aparecer para os marinheiros combaterem. Parece que ainda tem muita dificuldade pela frente…

The Voice Brasil – Audições às cegas IV

Data/Hora 14/10/2012, 16:49. Autor
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Estou a cada dia mais apaixonada pelo nível musical e de produção do The Voice Brasil. Definitivamente o Brasil precisava de um show de calouros assim, desse nível. Agora os times estão completos e para nossa alegria, diferente de algumas versões do The Voice internacionais, todos os cantores que passaram para a fase das batalhas tiveram suas audições exibidas. Isso torna a disputa subsequente pelo menos um pouco mais justa já que logo ali na frente o público é quem decide.

No programa de hoje os outros técnicos iniciaram a campanha “Aperta Daniel” e nem assim o sertanejo se soltou o necessário. Adorei as caras e bocas de indignação que o Lulu fazia quando esperava para apertar o botão para dar uma chance ao Daniel e ele não virava. Ele podia ser dispensado na próxima temporada do The Voice, né? A menos que mande muito bem agora como técnico da equipe dele, que aliás, é a mais fraca de todas.

Cabe ressaltar que a disputa hoje ficou ainda mais difícil pelo fato de que principalmente nos dois primeiros dias os técnicos foram apertando o botão para candidatos mais fracos como Bruno e Camila, Eloísa Olinto (#TeamBrown), Paulo Loureiro, Breno (#TeamCL) e Patrícia Rezende (#TeamLulu) e hoje acabaram tendo que deixar gente melhor do que eles de fora pela falta de vagas. Legal também ver os técnicos morrendo de arrependimento de ter apertado muito o botão e ver que acabou faltando vaga pra alguém muito bom, caso da Cláudia Leitte que claramente gostaria de ter a Ludmillah no seu time em vez do Vinny Brito.

Os melhores acréscimos de hoje, em minha opinião são Ludmillah, Thalita, Luana, Nayra e Lorena, estas duas últimas do time do Lulu, o que dá um bom aumento de qualidade pro time dele, fazendo com que a disputa entre os times de Brown, Claudinha e Lulu fiquem ainda mais acirradas.

Semana que vem começa uma fase que eu acho particularmente emocionante. É hora de reduzir os times pela metade fazendo batalhas entre dois candidatos da mesma equipe. O técnico escolhe um deles para permanecer na disputa. Prevejo grandes disputadas nas equipes. Para se preparar eles terão auxílio dos seus técnicos de mentores convidados que serão: Preta Gil (Team Lulu); Luiza Possi (Team Daniel); Ed Motta (Team CL) e Rogério Flausino (Team Brown).

Ainda não tenho um favorito já que acho que tem muita gente boa nesse programa, mas destaco a Ellen Oléria, a Karol Cândido, a Ludmillah, a Ju Moraes, a Dani Morais, a Luiza Dreyer e a Lorena Lessa. Entre os homens – que se vocês observarem verão que tem muito menos e que eles não chegam aos pés do nível de qualidade das mulheres – destaco Marquinhos Osócio e Júnior Meirelles.

Estou ansiosa para ver semana que vem, já que com certeza muita gente boa será cortada. Espero que façam as decisões certas e que as batalhas não sejam forte x forte e fraco x fraco, porque daí, invariavelmente perderemos candidatos fortes e sobrarão vários fracos.

PS: uma pequena observação sobre a quantidade de ex participantes do Ídolos (SBT e Record) no The Voice Brasil: 5. Acho um número significativo. Cabe lembrar que Ludmillah foi do Ídolos no SBT e na Record levou três nãos. Ela tá sambando na cara da sociedade agora.

Gossip Girl – Gone Maybe Gone

Data/Hora 12/10/2012, 15:43. Autor
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Eu já tava com saudade de Gossip Girl e das nossas reviews! E mais ainda por conta da nostalgia de saber que essa temporada vai ser a última que passaremos acompanhando tudo que acontece no Upper East Side. A própria Gossip Girl já comentou que está chegando a hora de se despedir das maldades.

Mas vamos ao que interessa. Considerando a maneira como terminou a quinta temporada eu esperava muito mais dessa season premiere. Temporada passada teve episódios muito bons, que nos fizeram relembrar os melhores momentos de Gossip Girl, então eu sinceramente esperava mais de Gone Maybe Gone.

Como já era de se esperar, o primeiro episódio da temporada final de Gossip Girl se desenvolve em torno da busca por Serena que desapareceu após brigar com Blair e Dan e não receber atenção de Chuck e Nate, que estavam muito ocupados cuidando de suas próprias vidas.

Como vocês já sabem eu estava ansiosa há tempo por algo que fizesse com que os amigos se unissem em busca de algo. E essa oportunidade apareceu com o sumiço da Serena. Porém, para nossa tristeza, os amigos já não são mais os mesmos. A maturidade (ou não) que eles atingiram fez com que estejam mais egoístas e mais darks, e os reencontros não são mais como os de antigamente. E pra quem achava que S. não poderia ficar mais chata do que estava ultimamente, pasmem, ela conseguiu.

Como se não pudesse piorar Dan passou as férias com Georgina e parece que absorveu toda petulância, egoísmo e maldade da personagem. Nunca fui muito fã dele, mas ele voltou simplesmente insuportável e fora de timing. Muito non-sense a história de procurar a Serena pra achar um final para o livro. Achei simplesmente ridículo ele não se preocupar nenhum pouco com a Serena. Poxa, eles um dia se amaram, impossível ele ficar tão frio e impassível diante do sumiço dela. Mereceu os dois tapas que levou na cara e merecia mais alguns (inclusive, tive vontade de entrar lá e desferir alguns golpes também). O ápice da falta de bom senso foi na hora que a Blair foi atrás da Serena e ele foi atrás dela querendo ter uma DR (de um relacionamento que nem existe) em uma hora totalmente inoportuna.

Não gostei do novo namorado da S. Tudo bem que ele parece ser alguém que vai fazer a moça se acalmar, mas eles não combinam. A “nova Serena/Sabrina” fica forçada sendo uma moça assim tão calma e caseira. E quando eu já tinha desistido de acreditar em boas novas ela resolveu voltar para o Upper East Side, com a graça de Deus. Espero que a volta à Nova York faça bem a ela e que o cara resolva tomar seu rumo de volta pra roça.

Interessante o aparecimento da tradutora que ainda irá nos fazer entender o que aconteceu durante o sumiço de Bart Bass. Adorei que ela foi esperta, faturou uma grana, e ainda vai descobrir algumas coisas sobre ele. Isso que eu chamo de pescar alguém direitinho. Ivy apareceu pra destruir a Lily e o Rufus. Confesso que em algum momento tive a impressão de que ele sabia exatamente que estava sendo enganado. Talvez tenha resolvido jogar com ela também. E tudo caminha, desta maneira, para um final feliz entre Lily e Rufus.

O melhor de tudo em Gone Maybe Gone, pra mim, foi a maturidade como Chuck e Blair estão finalmente lidando com o relacionamento deles. Se eles tiverem essa maturidade sempre vão conseguir fazer com que o namoro dure e com que ambos conquistem muitas coisas juntos. Outro ponto alto do episódio foi a conversa entre B. e S, pena que o coração de Serena não amoleceu da mesma maneira que o meu com o diálogo.

O Nate lindo perdeu o trunfo que tinha contra a Gossip Girl para ajudar a Serena, que foi ingrata. Sei que é totalmente sem cabimento e que não vai acontecer, mas serei Serenate até o fim. Achei tosco que de novo enfiaram alguém na história pra inventar um relacionamento pro Nate. Ai, ai.

Nesta última temporada é tempo de apostar: quem é a Gossip Girl? Será que eu entendi errado ou as únicas duas pessoas que sabiam onde a S. estava eram a Gossip Girl e o Damien? Isso os liga de alguma maneira? E o que vocês acham que Dan vai fazer com a informação que tem de que Rufus está dormindo com Ivy? Façam suas apostas e me contem… Xo, xo, Gossip Girl 😉

Last Resort – Blue on blue

Data/Hora 09/10/2012, 09:51. Autor
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O segundo episódio de Last Resort veio para confirmar que a série é uma das ótimas produções que estrearam nessa fall season. Eu recomendaria a qualquer pessoa acompanhar se não fossem os boatos de cancelamento que infelizmente já estão rolando sobre Last Resort. Acho uma pena de verdade. A série é muito boa pra ser cancelada sem ter ao menos uma temporada completa.

Blue on blue manteve o nível do piloto se não foi melhor. O ritmo de Last Resort é muito bem e não cansa, já que a série é muito dinâmica. Neste episódio tivemos mais contato com a história de Kylie, a cientista que desenvolveu a tecnologia que é capaz de manter o U.S.S Colorado escondido dos radares. Esta tecnologia tem sido, até o momento, o grande trunfo do submarino capitaneado por Marcus Chaplin. A novidade é que Kylie descobre que por isso pode ser presa para interrogatórios e acaba mandando descobrir quem deu a ordem para o Illinois (outro submarino americano) atirar contra o U.S.S Colorado. Acontece que o seu “amigo” acaba levando a pior e a única informação que ela consegue é um papel escrito “Ordem 998”. Vejo-a como uma personagem muito importante na série, já que parece a única pessoa (das que tem possibilidade de fazer isso) disposta a descobrir a conspiração por trás de tudo isso.

Achei bem interessante também o fato de o exército americano ter levado a Christine e mostrado para ela algumas coisas sobre seu marido Sam Khendal, procurando fazer com que ela faça ele desistir do que está fazendo e depor o Capitão. O advogado que foi salvar a moça, pelo que entendi, está ajudando o exército. É isso mesmo?

Blue on blue foi o episódio de revelar alguns segredos sobre os personagens. Descobrimos algumas coisas sobre Sam e sobre o filho do Capitão Chaplin que foi morto por fogo amigo na guerra. Os marinheiros ao descobrirem isso começam a questionar os motivos do comandante, o que deixa o clima ainda mais tenso.

O que mais tem me animado são as tramas envolvendo Tenente Grace. Amo a coragem e a ética dela. Fiquei muito tensa torcendo para que ela não fosse alvejada pelas costas como Prosser desejava. Por fim ela foi ajudada por James e indiretamente por Tani. Acho que esses dois ainda vão ter um papel importante na série, embora ache ele um tanto quanto fora de lugar ainda. E pra melhorar tudo ainda mais, agora, além de tudo, temos os russos envolvidos na parada numa tentativa de relembrar a Guerra Fria, embora o foco continue sendo americanos x americanos. A série gira sempre em torno disso.

E, definitivamente, o que eu mais gosto em Last Resort é dos personagens. Acho que eles foram muito bem construídos, bem como os diálogos. Adoro esses dilemas éticos que estão sempre perpassando a narrativa. Já fui totalmente cativada pela Tenente Grace, por Sam Kendall e pelo Capitão Chaplin. Amo os três. A única queixa que tenho é que não consigo acompanhar tanta coisa. Embora isso dê ritmo para a série eu fico incomodada de não conseguir saber o nome de todos os personagens.

Confesso que já estou com os dedos cruzados aqui. Eu gostaria muito que Last Resort tivesse vindo para ficar, pois acho que é uma produção muito boa e eu realmente gostei bastante. Podiam salvá-la do cancelamento, né? Mentalizem comigo, guys!

PS: Que cena a de Sam conversando com o Capitão Chaplin! Muito boa!

The Voice Brasil – Audições às cegas III

Data/Hora 07/10/2012, 20:29. Autor
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O terceiro episódio de The Voice Brasil, esse sim gravado após a estreia, mostrou que os técnicos estão mais soltos e a edição deu uma boa melhorada. Em termos técnicos, de direção e etc, eu gostei mais do programa de hoje do que dos anteriores. Gostei da dinâmica. Porém, todavia, entretanto, como nada é perfeito, achei o nível musical do programa de hoje o mais baixo apresentado até aqui, ainda que continue sendo o mais alto entre os shows de calouros que temos no Brasil.

Achei que Daniel finalmente conseguiu se soltar um pouco mais, apertou o botão pra bons candidatos e escolheu o Danilo, que dos sertanejos que cantaram até aqui foi o melhor. Ainda ganhou da bandeja a Dani Moraes – mais uma ex Ídolos – e a Bárbara Mendes, que na minha opinião são duas boas candidatas, especialmente a Dani, embora tenha escolhido uma música errada hoje. Ah, ansiosa pra campanha que eles vão fazer na semana que vem! Adorei!

Ainda sobre os técnicos, achei que hoje o Lulu estava mais solto novamente. Sem contar que cada vez que ele se manifesta fica muito claro que entende muito de música, já fazendo uma análise das performances. A melhor candidata de hoje, na minha humilde opinião, é a Luisa Dreyer que fez aquele medley lindo de Back to Black com Mutantes. Show! Me emocionei. E o Lulu fez uma boa análise sobre ela.

Claudinha hoje não estava tão solta como na semana passada, mas ainda assim foi bem. Em compensação tava mais linda do que nunca, né? O figurinista dela merece um prêmio de melhor figurino no Emmy Awards do ano que vem! Haha. Adoro que ela faz umas piadinhas muito engraçadas. O destaque do #TeamCL de hoje é Bella Stone. Simplesmente AMEI a moça e não entendi só duas cadeiras viradas pra ela, mas ok. Senti uma semelhança com a Amy Winehouse.

Já o Carlinhos hoje estava mais contido, mas o que mais me chamou atenção foi ele ter escolhido a candidata Eloísa Olinta. Achei a moça muito ruim. Ela simplesmente destruiu Cabide, mas Brown escolheu a moça só por ela exalar “nordestinidade”. Ah, vá, né?

No geral achei que eles estavam mais prontos para disputar os candidatos como fizeram com a Késia (ou seria Quésia?) e que achei legal que estão se preocupando em elogiar menos os reprovados e mais em explicá-los porque não foram aprovados.

Semana que vem é a última etapa das audições às cegas e acho que os times estão ficando bem equilibrados, à exceção do time do Daniel, que ainda é o mais fraquinho. Ansiosa pras próximas etapas.

Elementary – While you were sleeping

Data/Hora 07/10/2012, 18:52. Autor
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Como havia comentado nas minhas primeiras impressões sobre Elementary, achei o piloto fraco, especialmente porque o caso era bem fraco. Já em While were you sleeping o caso melhorou bastante o que possibilitou que o detetive se assemelhasse mais com Holmes, dando espaço para algumas sacadas geniais dele como descobrir o desodorante que a assassina usava.

A química entre Holmes e Watson melhorou e agora eu até que não acharia mais tão ruim um envolvimento amoroso entre os dois. Não sei até se não percebi em Holmes uma pontinha de ciúme sobre o ex de Joan. É que o que eu acho mais fofinho na relação dos dois é que a postura rígida que ela assume frente a ele – como no caso do violino e de mantê-lo acordado na sessão do AA – desperta o que ele tem de melhor. Ok, isso também pode ocorrer em uma relação entre amigos e confesso que nenhum dos dois rumos, por enquanto, me deixaria desgostosa.

O que ainda me incomoda na série é o fato de que parece que nada gera expectativa pra semana seguinte. Ok, eu sei que é uma série de um caso por semana, mas acho que ainda assim podem ser desenvolvidos alguns plots que prendam a atenção do telespectador. Talvez a tentativa deles nesse sentido seja relacionada ao vício de Holmes, a saber se ele conseguirá se manter sóbrio e se Watson continuará vivendo com ele.

Estou gostando bastante também do fato de que os dois são realmente uma dupla. Embora a genialidade de Holmes, Watson tem sido fundamental para a resolução dos casos. Ela que provou, por exemplo, a existência do armário e a possibilidade do coma fake da paciente. E adorei a conversa dela sobre Holmes com o chefe da polícia. Achei interessante notar que ele é o mais próximo que o detetive tem de um amigo e que Watson problematiza isso, inclusive falando que ele não deveria mentir para o chefe. Assim, a série não fica tão focada no protagonista e a Watson não é um mero papagaio de pirata.

De maneira geral achei While were you sleeping bem superior ao piloto e gostei da resolução do caso. Eu também não conseguia acreditar que a criminosa fosse a gêmea loira, embora tudo parecesse apontar para ela. Pela genialidade do Holmes e a ajuda primordial da Watson que fez com que ele ficasse acordado na sessão do AA o caso foi resolvido. E pra finalizar, achei muito fofo o conselho dele para que a gêmea cuide do seu bom coração.

Espero que Elementary continue melhorando. E vocês, o que acharam?

The Voice Brasil – Audições às Cegas II

Data/Hora 30/09/2012, 16:56. Autor
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Após uma boa estreia, o The Voice Brasil levou ao ar o segundo episódio de audições às cegas. O segundo episódio foi melhor que o primeiro mostrando que a escolha de gravá-lo somente após a estreia foi acertada. Os mentores estavam mais soltos, mais dinâmicos e o ritmo mais fluido. A melhora do episódio teve reflexo inclusive nos índices de audiência, fazendo a Globo marcar a média de 16,2 pontos, um crescimento com relação à estreia.

Apesar disso, achei que o nível musical do primeiro episódio estava mais alto. Gostei mais da apresentação dos jurados na semana passada. E dos candidatos também. Ellen Oléria continua sendo, na minha opinião, a melhor cantora do programa. Cláudia Leitte – que estava com um look lindo – se soltou e conseguiu arrebanhar os maiores talentos de hoje para o #TeamCL. Gostei principalmente da Ju Moraes, que cantou maravilhosamente bem Amado, da Vanessa da Mata (achei melhor que a original). Ela entrou com o Brown na cabeça, mas Claudinha deu um show e acabou convencendo a candidata a seguir com ela.

Achei o Lulu meio apagado hoje. Ele brilhou mais na estreia. Virou a cadeira poucas vezes. Em uma dessas escolheu uma candidata que não gostei, a Patrícia Rezende. Achei bem mais do mesmo.

Daniel continua apagado, mas parece que fica meio sem saber o que fazer. No primeiro episódio eu tive a sensação de que ele tinha vergonha de estar representando o sertanejo e nunca virava para os sertanejos, por melhores que eles fossem. Nesse ritmo duas ótimas candidatas acabaram “caindo no colo” dele. Já hoje, senti que ele virou para todo mundo, bem sem critério, para não ficar conhecido como o candidato que só escolhe sertanejos. Acontece que no fim somente os candidatos do sertanejo acabam escolhendo ele.

Brown também é meio sem critério e vira para qualquer coisa que abra a boca. A diferença entre ele e o Daniel é que o Brown tá mostrando no The Voice que mesmo não sendo um artista tão popular, no meio musical ele é um dos caras mais respeitados do Brasil. É difícil para os outros jurados competirem com ele. Na maioria das vezes o cantor acaba escolhendo o Brown, o que eu acho uma estratégia meio equivocada, visto que nas próximas eles terão que competir nos times e o time dele tem a maravilhosa Ellen, embora tenha candidatos bem fracos, como a dupla Bruno e Camila.

Sobre os jurados, ainda falta sentir aquele clima de competição que vemos no The Voice UK, por exemplo. Ponto alto pra química entre Carlinhos e Cláudia. Eles funcionam muito bem juntos. E também pros comentários da Cláudia hoje. Adorei. “Te pego lá fora” e “Chatiada” me proporcionaram boas risadas. E o Thiago Leifert continua estando pouco a vontade. Sorte que no The Voice o apresentador não tem um papel tão importante assim.

Quem gosta de reality shows musicais e acompanha as versões brasileiras já pôde identificar alguns rostos conhecidos. Karol Cândido participou do HSM Brasil, Thaís Moreira participou da primeira edição do Ídolos e Dani Moraes e Maria Cristina, cujas audições ainda não foram ao ar, mas que já aparecem no programa, também são ex participantes do Ídolos. Será que isso conta pontos contra ou a favor deles? O que vocês acham? E o que vocês acham da participação de artistas que já tem uma carreira consolidada como a Liah Soares?

Meus comentários finais serão sobre os destaques de hoje que na minha opinião foram: Ju Moraes (a melhor de hoje); Marquinho, o Sócio; Ana Rafaela e Júnior Meirelles. Com as escolhas de hoje acho que os times mais fortes são #TeamCL e #TeamBrown.

É bem interessante ver que por conta do formato as melhores histórias acabam ficando de fora, como a do índio e a Tay Cristelo. Mas acho justo. Que ganhe quem canta melhor e tem mais potencial de mercado.

Por fim, a estrutura montada pelo The Voice Brasil é ótima. Gostei da escolha dos mentores e acho que a Globo acertou com o programa. Vem pra preencher uma lacuna que tínhamos em programas de calouros de qualidade. É o melhor programa de calouros apresentado no Brasil desde o saudoso Fama. Os candidatos estão em um nível bem superior ao que vemos em outros programas de calouros como o Ídolos. O The Voice Brasil é a Globo mostrando pra Record e pro SBT como se faz um programa de calouros. Padrão Globo de qualidade, felizmente.

Primeiras Impressões – Last Resort

Data/Hora 19/09/2012, 09:13. Autor
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Eis que fui surpreendida novamente! Eu não tinha nenhuma boa expectativa com Last Resort, embora goste muito da premissa da série – que é questionar a política externa norte-americana – felizmente (já que estou incumbida das reviews da série) fui surpreendida.

A série estreia oficialmente nos EUA dia 27 de setembro, mas a ABC disponibilizou o piloto na internet. Sem causar muito alvoroço o drama militar foi chegando de mansinho e produziu um piloto digno de elogios.

A trama gira em torno da equipe do USS Colorado, um submarino americano que possui armamento bélico suficiente para destruir países inteiros. Eis que eles recebem a ordem de disparar quatro poderosos mísseis contra o Paquistão. Percebendo que não sabia de quem e nem porque havia recebido essa ordem o comandante Chaplin acaba se recusando a atacar o país. Por conta disso eles são atacados pelos Estados Unidos e acabam se refugiando em uma pequena ilha.

A história se desenvolverá principalmente em torno do capitão Chaplin e do comandante Sam Kendall. A relação entre os dois é de amizade e respeito, embora fique tensa em alguns momentos. Além disso, outras tramas deverão ser desenvolvidas no decorrer da temporada, como o machismo a que as mulheres são submetidas no submarino e a relação dos tripulantes com Grace, a filha de um militar de alto escalão nos EUA. Digamos que os tripulantes não chegaram de maneira muito amigável à ilha, o que ainda deverá causar alguns problemas para eles. Os americanos e essa mania de achar que podem chegar em qualquer país “colonizando”.

Mas a trama deverá se desenvolver principalmente em torno dos mistérios acerca do ataque ordenado. Quem queria que eles atacassem o Paquistão e por quê? Quem são os homens salvos pela tripulação no começo do episódio? Pelo que pudemos ver no piloto há mais gente envolvida do que poderíamos pensar em um primeiro momento, inclusive indústrias bélicas. Acho que vem muita teoria da conspiração por aí…

A única coisa que me incomodou um pouco neste piloto foi o fato de que fomos apresentados a muitos personagens e muitos cenários, mas entendo que foi necessário para o desenvolvimento da trama. Embora eu tenha ficado um pouco confusa em um primeiro momento acho que logo criaremos mais familiaridade com os cenários e os personagens. Aliás, achei os personagens bem construídos. Não sei se me afeiçoei à maioria deles pela ética e noção de humanidade que possuem (até agora, já que não sabemos o que irá acontecer daqui por diante), mas gostei, principalmente de Chaplin e Grace.

Prevejo também que a série será um prato cheio para os shippers. Em meio a tanta ação já consegui ver vários casaizinhos emergindo. Cabe ainda ressaltar que a produção é de qualidade e o elenco é muito bom e os diálogos foram muito bem construídos. Ponto para a fala do capitão para o povo americano e para a decisão de deixar o míssil explodir. Foi uma escolha ousada e que não caiu no senso comum, prometendo surpresas.

Por fim, digo que Last Resort é um drama que superou as minhas expectativas e que merece ser acompanhado. Acho que merecia ter recebido até mais atenção antes da estreia. Seguirei torcendo para que a série continue fazendo escolhas acertadas e não se perca em meio as teorias da conspiração, o que acontece com muitas séries promissoras. Acompanharei Last Resort com gosto e espero vocês por aqui para comentarem comigo.

Fox divulga os jurados da nova temporada do ‘American Idol’

Data/Hora 16/09/2012, 15:36. Autor
Categorias Notícias


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A Fox finalmente divulgou quem serão os 4 jurados a compor a bancada da próxima temporada do American Idol. Depois de muita especulação, o produtor Nigel Lythgoe anunciou, neste domingo, em  Nova York, que os quatro jurados serão Mariah Carey, Keith Urban, Randy Jackson e Nicki Minaj. A atração terá um juri de estilos musicais bem diversificados, novamente já que Mariah é cantora pop, Keith vem do country, Randy representa o R&B e Nicki Minaj é o novo fenômeno do rap.

Randy, que inicialmente iria exercer o cargo de mentor dos candidatos, volta a compor a bancada do juri – função que exerce desde 2002 – após a produção não chegar a um acordo com Enrique Iglesias, que exigiu um alto valor para os acertos.

O criador da série, Simon Fuller afirmou que: “Com a vinda de Mariah Carey, Keith Urban e Nicki Minaj ao lado de Randy Jackson, o poder da estrela do American Idol nunca esteve tão forte. Para isso, temos de agradecer o compromisso contínuo e de confiança da FOX e da dedicação e foco da nossa equipe de produção. Estamos todos juntos desde o início e focados em fazer da décima-segunda temporada a melhor de todas”.

Especula-se que Mariah receberá a quantia de 18 milhões de dólares por uma temporada, o que a torna a jurada de reality show mais bem paga da televisão americana. Minaj receberá por volta de 12 milhões e Keith a “modesta” quantia de 5 milhões de dólares. E tem gente que diz que a Fox anda mal das pernas…

As audições do American Idol começam hoje em Nova York e depois seguem para Los Angeles, Chicago, Charlotte, San Antonio, Baton Rouge e Oklahoma City. A décima segunda edição está programada dia 12 de janeiro de 2013 pela Fox americana.

Com informações de American Idol Brasil.

Donald Glover de ‘Community’ está desenvolvendo uma nova comédia para a NBC


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Donald Glover, o Troy de Community, está desenvolvendo uma nova comédia para a NBC. Glover resolveu relembrar os tempos em que escrevia para 30 Rock e juntou-se novamente a Matt Huber – co-produtor executivo e vencedor do Emmy por 30 Rock – para trabalhar neste novo show que seria estrelado por próprio Glover.

A NBC estaria tão encantada com o projeto, vagamente baseado na vida de Glover, que está próxima de acertar os detalhes sobre o piloto.

Embora surjam muitas especulações os fãs de Troy não precisam se preocupar, pelo menos por enquanto. O ator é presença garantida na quarta temporada de Community, que estreia no dia 19 de outubro (nos EUA)  pela NBC.

Com informações do TV Line.

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