TeleSéries
Gossip Girl – The Revengers
12/12/2012, 22:49.
Gabriela Assmann
Reviews
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Impossível ainda não estar afoita e com o coração na mão após The Revengers. Tem tanta coisa pra acontecer ainda que não sei como vão finalizar Gossip Girl na semana que vem. Eu já to triste. É difícil desapegar de algo que nos acompanha por seis longos anos, apesar dos altos e baixos constantes.
Eu passei a semana nervosa achando que quem morreria era a Lily ou o Chuck. Porém, finalmente eles conseguiram se vingar do Bart, que mostrou que era o vilão mais frio que já passou pela série. Por mais que soubesse das maldades dele não pensei que ele fosse capaz de tentar matar o próprio filho. Quase morri do coração quando vi a Blair assistindo a cena sobre a queda do avião na televisão. Achei que o Chuck tinha morrido. A Leighton foi muito bem e conseguiu dar o tom que a cena precisava. Foi lindo. E foi épico ver o Chuck ressurgindo depois e acusando o pai dele.
Por alguns instantes fiquei pensando se o Chuck devia ter salvo o pai, mas aí quando paro para pensar eu acho que não haveria maneira de todos serem felizes pelas bandas do Upper East Side com o Bart vivo. A cena pedia mais emoção, o que foi impossibilitado pela trilha sonora forçada, maaaas, a gente tem que dar um desconto. A cena foi muito CW. Estou curiosa para saber como a Blair e o Chuck vão se salvar dessa, já que deixaram muitas pistas de para onde estavam indo e serão os primeiros suspeitos. Espero que não terminem junto com o Nate na cadeia.
Um dos pontos altos do episódio foi ver a Blair comandando todas as suas ‘bitches’. Ver Georgina, Ivy, Sage, Blair e Serena confabulando juntas, todas aos comandos da Blair não tem preço. Muito bom. Melhor ainda foi que elas conseguiram atingir o objetivo. E a conversa dela com a Serena foi linda. Lembrei de muitos momentos da amizade das duas. Quero que a S. fuja do Dan, mas pra isso não precisaria fugir da B. Queria que ela ficasse em Nova York mas esquecesse ele. A amizade das duas merece continuar.
Já esperava pela volta do pai do Nate, mas achei meio sem noção. Poderia ter tido mais emoção nas cenas, embora as coisas entre os dois não fossem das melhores. Acho que poderia ter sido melhor, mas ok. Quero ver agora como o Nate vai fazer pra descobrir quem é a Gossip Girl. Pros que reclamavam que ele é muito samambaia, ele vai acabar sendo o responsável por desvendar o maior mistério da série. Ponto pro Nate. Uma pena que ele vá mesmo ficar com a Sage.
E ao que parece o Dan vai conseguir virar o jogo e convencer a Serena de que eles devem ficar juntos. Aposto que ele botou na mala dela o capítulo bom que escreveu sobre ela. Sinceramente não curto. Mesmo com toda história que eles tem acho que a publicação do capítulo falando mal dela e tudo que ele falou no episódio passado deveriam servir para colocar um fim na história dos dois e jogar ela nos braços do Nate, que afinal de contas sempre foi fiel a ela. Mas eu adoraria também que a S. se tornasse uma mulher independente de verdade e não precisasse de um babaca como o Dan pra ser feliz. Acharia bem legal que ela terminasse sozinha.
Pautas mais importantes para o episódio final: Quem é a Gossip Girl? Eu aposto em Dorota, Rufus ou Dan. Me parece plausível que seja ele depois disso tudo que ele fez. Como Chuck e Blair vão explicar a morte de Bart? Serena e Dan ficarão juntos ou ela irá embora para L.A? Chuck vai conseguir lidar com o peso emocional de não ter salvo o próprio pai da morte? Ele vai conseguir ser feliz com Blair apesar de carregar essa culpa? E Nate vai conseguir escapar das acusações? Qual foi o sonho que Dan sempre teve e agora está próximo de conseguir, como ele mesmo afirmou no episódio anterior?
Tem tanta coisa para resolver no episódio final que espero que os roteiristas se esforcem para explicar tudo e não deixar buraco. Só tenho certeza que o episódio final terá um mega evento, pra que termine bem Gossip Girl. Talvez um casamento? Não vou me prolongar mais porque já está difícil segurar as lágrimas. Até semana que vem… e never more. Pelo menos não pelas ruas do Upper East Side =(
The Voice Brasil – Semifinal VI
09/12/2012, 19:26.
Gabriela Assmann
Reviews
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O programa de hoje foi pra dar dor no coração, heim? Por dois motivos especialmente. O primeiro é que algumas canções foram simplesmente assassinadas pelos participantes, caso de Liah Soares que estragou “Se você pensa” do Roberto Carlos e de Junior Meirelles que destruiu Lilás do Djavan. Pelo menos este último foi eliminado. A inconstância da Liah me incomoda. Numa semana é uma obra prima, como ela fez com Asa Branca, na semana seguinte é um lixo. Se ela não estivesse no time mais fraco de todos já tinha sido mandada embora eu acho. E curiosamente as apresentações mais fracas são sempre as do time do Daniel.
E o segundo motivo que me fez quase derramar lágrimas de tristeza foi que chegou o dia mais temido. Sabíamos que chegaria uma hora que alguém muito bom do time do Brown teria que ser eliminado, já que o time dele era todo muito bom e eis que este dia chegou. Era praticamente impossível fazer a escolha e pela primeira vez senti verdade naquele teatro todo que o Carlinhos fez, porque eu no lugar dele também teria muitas dificuldades. No meu gosto pessoal teria ficado a Mira e a Ludmillah, mas eu sei que qualquer uma que ficasse estaria bem escolhida. Só acho uma pena o Brasil perder uma artista da grandeza da Mira Callado. Ela é completa. É com tristeza que me despeço da Mira e desejo um futuro brilhante pra ela. E se algum rico ou dono de gravadora estiver lendo eu IMPLORO. Contratem a Mira!
No time da Cláudia Leitte de novo a Thalita gritona se safou. Até quando, gente? Me chamem pra ir lá dar uns gritos que eu vou, de boa. Ok que a Ana Rafaela era limitada e não fazia frente, mas hoje foi melhor. No entanto, o que mais me preocupa nisso tudo é que a porcentagem de votação da Ju Moraes diminui muito. Dos 51% contra três candidatas ela caiu pra 41% contra só duas. Eu sou #TeamJu e não nego, portanto to mais é torcendo pra que semana que vem a galera se puxe, porque to achando que Ellen, Liah e Maria Cristina preocupam. Tava achando que o caminho da Ju ia ser mais fácil. Triste again.
Do time do Lulu não tenho muito o que falar não. Acho um time fraco, também. Maria Cristina é boa, mas superestimada. Marquinho não me cativa e Késia é um poço de arrogância. Hoje ela teve a audácia de dizer que não sabia por que não foi escolhida e ainda disse que era uma diva. Oi? Humildade cadê? Maaas, o Marquinho desafinou horrores e a essa altura da competição não dá. Foi a escolha correta.
Já to finalizando, mas não posso deixar de comentar a bagunça que tá esse programa. Como assim uma final com 8 participantes? Deviam ser 4. Sem contar essa bagunça do programa ser cada semana em um horário. Tá parecendo SBT. Falta de respeito com o telespectador.
E ainda, pra completar, ouvi falar que semana que vem os jurados escolhem 4 para só daí o público entrar em ação e votar. Se for isso mesmo acho bem injusto. Já era hora do público – e só ele – escolher. Fazendo apostas acho que se a final for por escolha do público será Liah x Ju Moraes x Maria Cristina x Ellen. Se for pela escolha dos jurados eu tenho minhas dúvidas. Lulu gosta muito de Késia e Claudinha tá arratando Thalita há anos. Deixo essas duas vagas em aberto pra apostar, embora ache que vai ser uma burrice sem tamanho a Cláudia não passar a única candidata dela que tem chances reais de vencer.
Por fim, o programa de hoje foi o mais fraco de todos. Espero que a final melhore e que não se cometa uma injustiça. O prêmio do The Voice Brasil é bom demais pra cair nas mãos de um Danilo Dyba da vida, embora ele cante direitinho. Juro que se até no The Voice Brasil ganhar um sertanejo eu me aposento dos realitys musicais.
PS: o que foi aquela apresentação do Carlinhos? Acho ele um baita artista, mas essa música não rolou.
PS 2: porque todos os sertanejos não são como o Daniel que CANTA? Naquela época em que o Daniel bombava o mundo era um lugar melhor pra se viver.
Gossip Girl – Save the Last Chance e It’s Really Complicated
07/12/2012, 15:49.
Gabriela Assmann
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Finalmente Gossip Girl voltou de vez a ser aquela série que fez com que todos nos apaixonássemos. Ela não merecia um final ruim e melancólico. Estes dois episódios me fizeram lembrar os melhores tempos da série.
Em Save the Last Chance tivemos o que faltava para que a Blair finalmente se tornasse uma mulher madura, o que acabou por refletir no episódio seguinte, também, mas isso eu comento mais adiante. Parece que voltar à Constance e lembrar dos tempos em que ela reinou por lá fez a garota botar os pés no chão e perceber o que ela faz bem. O mais fofo foi que tudo só deu certo pela ajuda da Serena, que embora estivesse um pouco chateada com Blair lembrou que a amizade das duas deveria falar mais alto. Agora acho que a reconciliação durará até o fim da série, o que é um bônus para os fãs, já que aposto que teremos mais alguns bons momentos das duas, que juntas são o coração da série. Gossip Girl não é sobre amor, não é sobre intrigas. Gossip Girl é sobre amizade.
Além disso, tivemos o retorno de William Van Der Woodsen. Para surpresa de todos ele era o aliado da Ivy no plano de destruição da Lily. Incrível. Como pode alguém querer destruir a mãe dos seus filhos assim? Para sorte e azar (ao mesmo tempo), Rufus descobriu que estava sendo traído por Ivy, roubou o microfilme e entregou a Lily. Assim ele salvou a cabeça da Lily, mas acabou salvando Bart junto e prejudicando o Chuck.
Pra completar o drama o Nate tá com a cabeça a prêmio, já que fraudou a contabilidade do jornal e tá sendo chantageado pelo Bart, o que fez com que ele entregasse o melhor amigo. Chuck ficou decepcionado com todos e resolveu que não poderia ficar com Blair, já que ela está tendo sucesso na vida profissional e ele não conseguiu o que queria.
Tudo tava bom demais pra ser verdade entre a Serena e o Dan e eu nem desconfiei. Aquela ligação da Georgina pra ele me deixou apreensiva durante uma semana inteira. E em It’s Really Complicated aconteceu o que eu mais temia. O Dan virou mesmo um idiota e não tem mais nada que mude isso pra mim. Ele pode pedir perdão, se ajoelhar no chão, fazer o que quiser, mas por mim ele termina sozinho e infeliz, principalmente depois do que falou para a Serena sobre ela, a Blair, o Nate e o Chuck, quando disse que eles sempre fizeram a mesma coisa que ele. Era muito diferente. Sempre foi. Eles armavam para os inimigos e não para os amigos, como o Dan tá fazendo. O Nate, aliás, sempre o recebeu muito bem, apesar de tudo. Não entendo todo esse recalque só porque ele é o menino pobre do Brooklyn. Parece que ele infelizmente aprendeu muita coisa com a Jenny. Mas ok, eu sei que algo vai acontecer e ele vai acabar com a Serena, embora eu odeie saber disso. Para mim a Serena terminava com o Nate, principalmente agora que ele ganhou mais um milhão de pontos comigo depois do soco que deu na cara do Dan.
Em Gossip Girl não tem Ação de Graças sem bapho, né? E esse feriado foi baphônico como todos os outros. Providencialmente tudo aconteceu para que todos se reunissem no feriado, até Lily, Bart e Chuck. Com ajuda da Blair e do Nate o Chuck finalmente saiu do fundo do poço e conseguiu novos indícios contra o Bart, conseguindo assim provar até pra Lily que o Sr. Bass está muito errado.
Adorei ver todos os amigos juntos novamente. Vale repetir que a amizade é a alma da série e que as acusações de Dan contra a amizade de Blair, Serena, Chuck e Nate são totalmente infundadas. Muito bom ver que quando um precisa do outro eles estão sempre a postos. Estou com muita pena do Nate. Ele tá sofrendo de verdade com a chantagem do Bart. Chega a dar dó, pela fidelidade dele aos amigos, ver que ele precisa fazer isso.
Mas eu estou realmente apreensiva. Acho que as vidas de Lily e Chuck correm sérios riscos. O Chuck já escapou da morte duas vezes. Será que vai ter um final trágico? Eu aposto que não matariam ele, mas estou com a sensação de que o Bart vai matar a Lily e isso me deixa muito triste. Eu gosto muito dela. Foi a única mãe que o Chuck teve na vida. Adorei a reconciliação dos dois. Ah, e eu queria um final feliz pra ela e pro Rufus, principalmente depois da conversa do Rufus com Dan, quando ele questiona as atitudes do filho. Ele mostra que ao contrário do que pareceu na conversa inicial dos dois, a raiva dele das Van Der Woodsen não é assim tão grande.
Depois do capítulo horrível que o Dan escreveu sobre a Serena eu tô é bem curiosa pra saber o que vai ter nesse capítulo final, ainda mais depois que ele disse que sempre teve um plano. Alguém que diz amar não pode escrever o que escreveu sobre a pessoa amada e mandar publicar na imprensa. Ódio mortal dele. S. não merecia, ainda mais quando recupero na memória a história dos dois e vejo o esforço que ela sempre fez pra incluir ele. Ela nunca jogou na cara dele as diferenças existentes entre os dois. Ele quem sempre foi encucado com isso, mesmo sem motivo.
Outra coisa que tem me intrigado é a revelação da Gossip Girl. Eles não estão em momento nenhum dando indícios de como se dará a resolução dessa trama. Será que vão seguir a risca a vinheta que diz “And Who Am I? That’s secret I’ll never tell” e não revelarão a identidade da blogueira misteriosa?
Last Resort – Nuke it Out e Big Chicken Dinner
06/12/2012, 13:16.
Gabriela Assmann
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Nuke it Out foi um episódio muito bom e que nos apresentou algumas resoluções após o ataque nuclear. O foco de Chaplin e Kendall agora era encontrar o traidor, duvidando de todos, até de Grace. Para isso eles não medem esforços e Sam tenta descobrir informações até mesmo com um agente da CIA que está detido na ilha como prisioneiro.
O grande momento do 01×07 de Last Resort foi, na minha opinião, a menina com a bomba presa ao corpo. Foi uma grande cena. Era agoniante ver aquilo sem saber se tudo iria pelos ares ou não, já que a série muitas vezes opta por fugir dos clichês e apelar para a carnificina. No fim James – de quem eu gosto cada vez mais – conseguiu salvar a moça.
Além disso, o episódio também focou nas linhas de fuga que cada tripulante usa para suportar a situação na qual estão envolvidos. Enquanto alguns usam as drogas, Grace acaba se rendendo aos desejos e sai com o Seal, dando mais uma prova de que o relacionamento dele com Tani está indo cada vez mais pro buraco.
E pra fechar o episódio eles indicam que Cortez é quem está com a chave, mas eu reluto a acreditar que seja ela ou que ela tenha agido sozinha. Primeiro porque tenho alguma afeição pela personagem, e segundo porque eles insistiram demais nisso, deixando tudo meio óbvio. Aquela conversa com o Capitão me pareceu meio forçada. Acho que Last Resort não apelaria tanto assim pra obviedade.
É redundante dizer que Big Chicken Dinner foi um bom episódio. Last Resort não faz episódios ruins, no entanto, excetuando o que se passou em Washington pareceu um episódio meio mal aproveitado.
Acho interessante problematizar o dia a dia do submarino e tratar de temas importantes como a violência contra a mulher e o abuso sofrido pela nativa. Fiquei angustiada durante muitos momentos, achando que o estuprador conseguiria sair impune. E confesso que enchi os olhos de lágrima quando a Grace relatou o abuso que sofreu. Deve ser algo meio recorrente no ambiente machista das Forças Armadas para a série insistir nesta temática. Acho ótimo que se use o entretenimento para falar sobre estes temas e Last Resort, neste sentido, presta um grande serviço à sociedade. Talvez até por isso a audiência seja tão baixa.
Embora tenha havido até comemoração do Dia de Ação de Graças na ilha, tentando dizer que existe uma amizade entre os tripulantes e os nativos, tudo acabou indo por água abaixo quando Serrat manipula o julgamento e faz com que os nativos se rebelem, destruindo tudo. Sophie conta para o Capitão sobre o acontecido e este, juntando as afirmações dela com a opinião de Grace decide demitir o tripulante, embora precisasse muito dele. Sou cada vez mais fã do Chaplin. Ele é justo sempre.
Em meio a todas essas confusões Sam ainda tentava arrancar alguma informação de Booth. E conseguiu. Booth o levou até o rádio transmissor, mas em uma jogada combinada com o governo americano tentou matar Sam. No fim, Sam acaba matando Booth e pelo que eu entendi ele ainda não descobriu quem tem a chave, mas ele pelo menos sabe onde fica o rádio transmissor, o que facilita muito as coisas.
A melhor parceria da série sem dúvida é Christine e Kylie. As duas manipularam o Paul e conseguiram o que almejavam. Aguardo ansiosamente para ver o que vai acontecer com Christine na ilha. E Sam, que finalmente estava se dando conta de que havia gostado de beijar Sophie? Essa visita sem dúvida será recheada de bons momentos, até porque acho que somente Christine e Kylie são capazes de desvendar todos os mistérios que cercam o U.S.S Colorado e a ordem de bombardear o Paquistão. Além disso, teve um momento fofinho das duas. Bem legal a Kylie assumindo que tem dificuldade de se relacionar com mulheres, mas que considera a Christine uma boa amiga.
Aposto todas as minhas fichas que o próximo episódio vai ser bapho! Quero só ver como vai ser a visita dos familiares a ilha e tenho certeza que o governo tem alguma carta na manga. Acho que teremos mais alguns ótimos momentos em Last Resort.
The Voice Brasil – Semifinal IV
25/11/2012, 18:27.
Gabriela Assmann
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Como falei na primeira review, não me estenderei muito já que hoje tivemos dois programas. A review da primeira parte você pode conferir aqui.
Pois bem, se a primeira parte do programa tinha sido de injustiças, a segunda foi de corrigí-las quase totalmente.
Infelizmente o primeiro duelo já colocou duas grandes candidatas concorrendo a apenas uma vaga. Quésia Estácio e Mira Callado foram bem e em uma disputa acirrada Mira levou a melhor com 54 % dos votos. Reconheço o talento da Quésia, mas fiquei feliz pelo resultado. Gosto muito mais do estilo brasileiro de cantar da Mira do que do estilo americanizado da Quésia.
A única injustiça se deu, na minha opinião, com a eliminação da Karol. Acho ela bem mais cantora do que o Júnior, ainda que ele não seja de todo ruim. Confesso que fiquei surpresa, até porque acho que nenhum dos homens que restam na competição são páreo pra maioria das mulheres que continuam no jogo.
Já a batalha entre Gabriel e Marquinhos foi o momento de lavar a alma. Eu não via a hora da eliminação desse guri arrogante. E não podia ser por pouco, tinha que ser escorraçado com ele foi. Aquele episódio da desgraça que ele fez em Billie Jean e que culminou com a eliminação da Luiza e o bafão com a Preta Gil mostraram que ele não tem um pingo de humildade, além de cantar super mal. Depois de destruir Hey Jude eu não esperava menos. E deu pra ver que ele ficou surpreso com a eliminação e que o Lulu não curtiu, já que defendia ele com unhas e dentes. Até achei ruim e meio nada a ver com ele a música que o Marquinhos cantou, com dedo do Lulu, claro. Sorte que não deu certo a tática do Lulu pra fazer o Gabriel continuar. A única parte ruim é que o Leifert, ao falar com ele, não perguntou nada sobre o índice de rejeição. Nessa hora eu queria o Bial.
Pra finalizar o programa tivemos Gustavo x Ana Rafaela. Novamente achei que o resultado foi o mais justo. E fico feliz que os dois bonitinhos (Gabriel e Gustavo) tenham saído logo, antes que crescessem na competição. Esse perfil tende a ir crescendo, comendo pelas beiradas, e no final vai ficando cada vez mais difícil eliminá-los.
Para finalizar algumas observações mais gerais sobre o programa: 1) Parabéns pra produção do The Voice Brasil que tá mandando ver nos cenários, ao vivo, fazendo as trocas muito rapidamente.
2) Acho o formato meio equivocado. Parece que os candidatos só cantam porque é um programa de canto ou pra cumprir tabela. Porque é tão rápido que talvez nem dê tempo da cantoria do dia influenciar o resultado.
The Voice Brasil – Semifinal III
25/11/2012, 14:33.
Gabriela Assmann
Reviews
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Olá pessoal! Hoje vou ser breve nas reviews porque teremos duas, já que hoje irão ao ar dois episódios de The Voice Brasil, para a felicidade geral da nação.
Primeiro, sobre os números dos mentores convidados. Amei Ed Motta e Luiza Possi. Gostei muito mesmo. Parece que casou perfeitamente a potência vocal do Ed com a doçura da voz da Luiza, que domina muito bem a técnica dentro dos limites da potência dela. Já quanto ao Rogério e a Preta vou dizer o que? Eu amo a Pretinha, não me entendam mal, mas os dois, se fossem participantes do The Voice Brasil, seriam eliminados contra QUALQUER UM dos outros concorrentes. Eu fiquei tensa vendo os dois ao vivo em rede nacional. Parecia que a qualquer hora cometeriam um erro.
E devo dizer que na minha humilde opinião hoje foi um dia de injustiças no The Voice Brasil. Então não vou seguir a ordem cronológica pra comentar, vou comentar primeiro as injustiças.
As duas maiores injustiças cometidas hoje vieram pelas mãos do público, o que me deixa extremamente preocupada e questionando o formato do programa. Não seria mais correto votar apenas depois das apresentações? E não seria melhor o mentor salvar alguém primeiro e deixar apenas dois candidatos para a decisão do público?
Mas já que não é assim temos que nos contentar com a Patricia que deveria ter sido a eliminada sem sobra de dúvidas. E não é porque ela é ruim, longe disso, mas as outras duas são INFINITAMENTE melhores. Lorena já ganharia meu voto só por ter os dentinhos separados que nem o da Madonna, mas além disso ela canta muito. Quanto a Luana nem preciso comentar. Lamentável ela ficar fora. A grande injustiça do dia.
A segunda injustiça é mais leve e fica por conta da eliminação da Pryscilla dia de sua melhor apresentação no programa. A Liah foi muito mal e conseguiu destruir a música do Legião. A única coisa boa na apresentação dela foram os bailarinos. Ok que a trajetória dela no programa é boa, mas achei a Pryscilla, HOJE, injustiçada. Quanto a Alma nem comento, porque pegaram um amor por ela que se fosse pela escolha dos mentores ela nunca seria eliminada e ganharia o programa.
Nos outros dois times ok. Correta a eliminação da Grace, embora o timbre da Thalita não me agrade. Mas ela é inegavelmente uma das grandes vozes e dos grandes talentos do programa. E finalmente ocorreu a eliminação da Mayara. O caminho dela até aqui havia sido muito fácil.
As melhores apresentações de hoje, na minha opinião, foram a da Ludmillah, a da Lorena Lessa e a da Bella Stone. Embora bem diferentes uma da outra as três foram muito bem. Pelo menos as três ficaram.
Pra finalizar preciso dizer que cada dia me lembro mais porque eu amo a Cláudia Leitte. Céus, ela tem dominado todos os programas. Tá arrasando! Hoje ela largou umas tipo “sambando na cara da sociedade” e ainda desfilou na passarela.
Agora é aguardar pelo programa pós F1 e torcer para que o público não cometa mais injustiças. Que vença o melhor.
Gossip Girl – Monstrous Ball e Where the Vile Things Are
23/11/2012, 22:44.
Gabriela Assmann
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É com lágrimas nos olhos que escrevo essa review, afinal, em pouco menos de um mês, nossa companheira de seis anos nos abandonará. E não é fácil conviver com isso. Sem dúvidas minhas semanas ficarão mais vazias sem as confusões e as lições dos amigos do Upper East Side.
Mas ok, sendo um pouco mais pragmática, vamos ao que interessa. Finalmente bons episódios nessa temporada. Monstrous Ball reuniu todos os ingredientes que fizeram de Gossip Girl um sucesso e que são os responsáveis por amarmos tanto essa série. Teve romance, evento social, intriga, bafão e armação, tudo no mais alto nível.
Se eu vinha odiando a Sage, finalmente consegui amá-la. Quando tudo parecia perdido com um casamento à vista ela conseguiu separar o Steven da Serena, ainda que o preço tenha sido alto. O vídeo de sexo de Serena e Dan acabou vazando, mas teve consequências positivas, já que os pombinhos se reaproximaram e acabaram o episódio comendo (muito, diga-se de passagem) hambúrguer e batata frita. Adorei que de bandeja o Nate deu um pé na bunda daquela criança que era a Sage. Menção honrosa pra Sage que conseguiu passar a bitch more, Georgina Sparks, pra trás.
Eu tava até animada que Blair e Serena tinham dado sinais de reconciliação quando a Blair, pra variar, consegue estragar tudo. Qual o motivo de ficar braba porque a Serena saiu com o Dan quando ela já tinha feito a opção dela? Ela escolheu o Chuck, então que deixe o Dan se relacionar com quem quiser. Pois bem, não preciso nem dizer que as duas romperam a amizade de vez (de novo).
E as coisas entre Chuck e seu pai continuam esquentando, fazendo desse um plot importante na temporada. Tudo parece ficar cada vez mais tenso e o conflito chegou quase ao seu ápice em Where The Vile Things Are quando Chuck finalmente descobre onde pode encontrar as provas para incriminar Bart.
A propósito, que baita episódio esse! Em primeiro lugar teve a cena maravilhosa de Eleanor conversando com Blair e fazendo a garota ver que ela realmente tem um lado sombrio muito forte e que esse lado acaba fazendo com que ela se equivoque inúmeras vezes. Chuck também tinha, mas parece que conseguiu mudar. Esse plot perpassou todo episódio e fez Blair refletir, porque ser bitch tem limites. Espero que agora ela consiga se transformar em uma pessoa melhor, deixando de lado a vilania e focando no lado que todos amamos dela. Ao que tudo indica, pelas cenas finais do episódio, ela irá conseguir. E reatará a amizade com Serena, que também não é santa, convenhamos.
E até eu que há tempos não gosto de Dan e Serena juntos achei fofinha a maneira como reviveram a história deles nesse episódio. Desde eles jogando sinuca juntos quando ela revela que sempre jogou bem, mas não queria humilhá-lo, passando pela cena do elevador (de novo!) quando os dois finalmente falam o que incomodava um outro e conseguem resolver, até os momentos em que comem bombons de morango no sofá da casa dela. E ainda teve o bônus de serem perseguidos pelas seguidoras da Gossip Girl. Adorei. To até shippando para que terminem juntos, o que muito provavelmente vai acontecer. Foi fofinho os dois voltando a ficar.
A disputa entre Chuck, Ivy e Lily foi ótima. Adorei, embora tenha odiado o fato de Ivy levar a melhor no final. Fiquei surpresa quando a Lily revela que sabe dos esquemas de petróleo do Bart. Eu jurava que ela era inocente. E agora? Gosto tanto dela. Fiquei um pouco decepcionada, confesso. Ah, também confesso que sinto náuseas cada vez que vejo Rufus e Ivy juntos. Dá nojinho.
E agora que Ivy tem o futuro de Bart nas mãos, o que ela fará? Denunciará? Chantageará ele? Só aguardando cenas dos próximos capítulos. E eu ainda não tenho nenhuma pista de quem é a Gossip Girl. Vocês tem? Até chuto que talvez seja o Bart, porque quando ele estava desaparecido a Gossip Girl trocou de mãos, mas me parece um voo muito alto. Deixem seus palpites!
Elementary – Lesser Evils e Flight Risk
13/11/2012, 09:35.
Gabriela Assmann
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Elementary trouxe dois bons episódios para continuar mantendo o nível da série. A novidade fica por conta que a CBS escolheu Elementary para ir ao ar depois da final do Super Bowl. Eu confesso que fui pega de surpresa. Acho que a série tá longe de merecer tal honraria.
Mas vamos falar sobre os episódios. Não gostei muito de Lesser Evils, pois achei que o caso não foi surpreendente. Eu esperava algo nesse sentido. Acho que o mais interessante foi a maneira como trataram os “anjos da morte”. Gosto dessa problematização sobre os assuntos polêmicos que eles fazem em Elementary. O mesmo já havia ocorrido em Child Predator quando problematizaram o abuso infantil e a relação da vítima com seu abusador.
Ao tentar convencer todos de que o caso não era simplesmente uma morte de causa natural, mas sim um assassinato, Holmes parece uma criança mimada e birrenta e rendeu momentos engraçados para o episódio, como a hora em que ele joga água no chão.
Outro ponto interessante e que merece destaque foi a atuação de Watson nesse episódio. Ela mostrou que a medicina, embora esteja um pouco adormecida nela, ainda se faz presente. Foi bacana descobrir um pouco mais do passado dela e ver como isso mexe muito com ela. Parece que ter abandonado a medicina ainda não é algo muito bem resolvido para Watson. Mas o fato dela ser médica ajuda e muito na resolução dos casos. Watson tem sido cada vez mais importante na parceria com Holmes e acho isso muito legal.
Gostei muito de Flight Risk. A meu ver foi um dos melhores episódios da série até aqui. A história base está sendo expandida o que tem dado novos rumos além do caso, pura e simplesmente, embora o caso também tenha sido bem legal e surpreendente. Uma cena do crime improvável e diferente da cena do acidente que estava sendo investigado. E teve um bom espaço para que o detetive mostrasse porque é tão genial. Notar a areia diferente no meio de uma praia foi simplesmente algo que só Holmes é capaz de fazer.
O personagem novo que apareceu já ganhou mil pontos comigo. Fiquei com dó da Watson, mas foi engraçada a peça que pregaram nela. Ela toda feliz achando que ia conhecer o pai do Holmes e ele nada mais era do que um ator. Além do que a conversa rendeu. Watson ficou intrigada e acabou indo atrás, descobrindo que Holmes também tem amigos, embora as relações dele com as pessoas sejam um pouco diferentes.
Por fim, descobrimos o nome da mulher que partiu o coração do nosso amado detetive. Parece que transformaram a misoginia do Holmes original em decepção por conta de um coração partido. Quem será Irene e o que será que ela fez para que Holmes entrasse em depressão e passasse a se drogar?
Espero ansiosa para ver qual vai ser a reação do Holmes com a Watson agora que ela falou para ele que sabe da Irene. Aguardo ansiosa pelas cenas dos próximos capítulos.
Last Resort – Another Fine Navy
12/11/2012, 20:37.
Gabriela Assmann
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A única maneira que consigo encontrar para descrever esse episódio de Last Resort é que foi bom, porém não fez muito sentido. Another Fine Navy parece ter vindo do nada. Agora resta saber se irá para o nada ou se fará algum sentido daqui pra frente.
Comecei achando que a série tinha sido cancelada e como eu tava meio por fora do mundo não tava sabendo. Era a única maneira de explicar toda aquela mortandade. E como só Sam aparecia, eu achei que ele ia contar o fim da história. Mas para minha felicidade eu estava equivocada.
Embora eles tenham tido a preocupação de explicar a droga usada e a maneira como ela age – para que não ficasse surreal demais – eu achei aquilo tudo um tanto quanto bizarro. Mas mesclando com essa bizarrice tivemos alguns momentos interessantes e até bem bonitos. Foi muito emocionante a cena do Capitão Chaplin tendo alucinações com seu pequeno filho. Confesso que fiquei emocionada e angustiada. Eu estava com a clara sensação de que ele morreria, até ser resgatado por alguém que não pode ser muito bem classificado como bondoso. A pessoa salvou a vida do capitão, mas roubou a chave que permite com que o submarino lance mísseis. Quem será que está por trás disso? Por que a pessoa não se interessou em matar todos de uma vez? Será que são as mesmas pessoas que estão por trás do envenenamento da água? Eu senti que o assistente da Sophie tá fazendo jogo duplo. Acho que o espião – já descoberto pelo Chaplin – é ele.
Já as alucinações do Sam achei meio sem noção. Senti que foi só um motivo que os roteiristas arrumaram para ele dar o primeiro beijo em Sophie. Além do que, o fato de as câmeras terem gravado é só pra ela ter a certeza do que ocorreu e ficar atucanada pensando nisso. Acho os dois fofos e já to shippando.
Porém, o que mais me incomodou em Another Fine Navy, disparado, foi o fato de nada parecer fazer sentido. Parece que tudo que aconteceu não significa nada para a trama. Quem são aqueles caras que apareceram do nada para envenenar a água? Eles vieram a mando de quem? A única coisa que se sabe é que eles, aparentemente, tem ligação com os SEALS, mas nada além disso.
Um dos maiores méritos que Last Resort vinha tendo até aqui era conseguir articular brilhantemente as tramas diversas. Então, nesse episódio fiquei incomodada com o fato de não haver nenhuma menção ao que estava ocorrendo em Washington – exceto a foto de Christine abraçada no espião. Justamente em Washington que as coisas poderiam se desenrolar e fazer a trama andar, mas agora a trama fica estagnada pelo menos até o próximo episódio.
Espero que semana que vem a trama volte a ter o ritmo que vinha tendo e que as coisas voltem a se articular para resolver as dúvidas acerca de tantas conspirações. Uma série que ainda nem garantiu uma temporada completa não pode se dar ao luxo de fazer um episódio sem sentido, ainda que ele tenha sido bom.
PS: James tendo um papel cada vez mais importante na trama, como apostei desde o começo. Ele ainda vai render.
Last Resort – Skeleton Crew
29/10/2012, 20:30.
Gabriela Assmann
Reviews
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Que episódio foi esse, gente? Sem dúvida o melhor episódio desde o piloto, se não tiver sido melhor. Skeleton Crew foi muito bom e mais uma vez nos mostrou a que a série veio. E para nossa felicidade a demo subiu, ainda que tenha sido bem pouco, e novos episódios foram encomendados, como eu já havia comentado semana passada. Espero que Last Resort garanta pelo menos uma temporada completa porque a série merece.
Pra começar, finalmente tivemos uma negociação entre os tripulantes do Colorado e o governo norte americano que enviou representantes a ilha. Para deixar a tensão que já seria grande ainda maior o pai da Grace foi enviado junto na “missão de paz”. Chaplin mostrou toda sua integridade e bondade durante o processo de negociação e quase conseguiu um bom acordo para Grace e para Sam, o que só não ocorreu por conta das tramas paralelas que deram errado (e, é claro, porque obviamente Grace e Sam não iriam embora da ilha tão cedo). Mas foi um show de atuação e um show de integridade. Foi lindo a tropa mostrando lealdade ao comandante depois dos acontecidos no episódio passado. Gosto cada vez mais do Chaplin.
Enquanto isso Grace comandava a mão de ferro o submarino e colocou Prosser no seu devido lugar, sabendo adotar a postura mais adequada aos fatos, ainda que tenha ficado em encruzilhadas algumas vezes. Ao escolher entre a vida de James e de toda a tripulação ela acabou optando pela vida da tripulação. Mandou atacar quando foi necessário e não se deixou levar pelo emocional na hora de tomar as decisões. Felizmente tudo acabou bem. Mil pontos pra Grace. A propósito, amei a cena em que Prosser e os outros tripulantes batem continência para a “capitã”.
Em Washington Kylie procurava contatar Christine para que as duas unidas possam desmascarar o governo americano e desvendar as conspirações que envolvem o caso. Christine mostrou que é mais esperta do que qualquer um de nós podia pensar e que já sabe que o advogado e amigo de Sam é um agente do exército americano que está vigiando ela. Adorei o que ela fala sobre ser amante do marido, pois o verdadeiro amor dele é o país.
As três tramas se articularam muito bem e nem pareciam ser coisas separadas. A tensão perpassou todo episódio e quase me fez roer as unhas. Eu nem sei porque não vou dar 5 estrelas pra esse episódio, porque ele talvez até merecesse.
As melhores cenas foram sem dúvidas o momento em que resolvem não cumprir o acordo e o pai da Grace, com medo que bombardeiem o submarino e a filha morra resolve atirar contra o secretário de defesa e a responsável pela negociação. Ele acaba indo preso. E as cenas em que Grace precisa agir, sob pressão, no comando do submarino para que o maior número de possível de pessoas seja salvo. E ela ainda bota uma banca bonita quando pega o telefone e passa o recado.
Last Resort tem ótimos personagens que me fazem ter uma ligação cada vez maior com eles. São capazes de me tocar fundo e de me fazer sentir – amor, orgulho e em alguns casos até ódio. Gosto cada vez mais da Camille e da Grace, também.
Eu imploro pra que salvem a série. É muito boa. Merece pelo menos uma temporada completa. Apelarei aos Deuses dos seriadores para que a série não seja cancelada.
Elementary – The Rat Race
29/10/2012, 09:30.
Gabriela Assmann
Reviews
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The Rat Race manteve a média da semana passada. Conseguiram fazer com que os dois casos se cruzassem de uma maneira bem interessante, o que resultou em um bom episódio.
Além dos casos serem bem legais foi surpreendente para mim o fato da secretária ser a assassina. Achei bem divertido também o Holmes entre os executivos, dando um jeito de arrancar dinheiro deles e redistribuir.
E teve mais duas coisas no episódio que eu gostaria de destacar. Gostei do fato de que Holmes finalmente conversou com Gregson a respeito do seu vício em drogas e álcool e viu que o capitão era mais esperto do que ele pensava. Gregson já sabia que Holmes havia sido viciado e percebeu que ele tava se recuperando. Gosto da relação dos dois. Acho que ele é o mais próximo que Sherlock tem de um pai e de um amigo.
Legal também foi que finalmente a Watson começou a deduzir as coisas. E foi divertida a maneira como ela começou a deduzir, descobrindo que o novo affair dela tinha mentido sobre um casamento. A coitadinha tem azar no amor, porque cm o ex dela já deu tudo errado e agora com esse de novo. O cara além de mentir pra ela resolveu dar o pé porque ficou com medo das deduções que ela é capaz de fazer. Acho que ela vai tentar se envolver com todo tipo de homem e no fim vai acabar ficando com o Sherlock.
O Holmes esteve em apuros e mais do que nunca precisou de Watson. Dessa vez ela não foi a responsável por ajudar a desvendar o caso, mas sim por ajudar a salvar o amigo que havia sido raptado pela assassina.Ele foi meio bobo, mesmo. Correu muito risco. Não dá pra fazer as coisas assim tão sem cuidado. Não sei como a genialidade de Sherlock deixou passar essa.
O mais engraçado de tudo foi ele tentando transformar a roubada em que se meteu em genialidade, como se tudo tivesse sido calculado, o que todos nós – e a Watson também – vimos logo de cara que era mentira. No fim ele acabou admitindo a importância dela e até a incentivou a continuar estudando. Acho que ele vai incentivá-la cada vez mais.
Achei muito interessante também a reflexão que os dois fazem no final do episódio. Esse caminho que escolheram – de ajudar as pessoas – muitas vezes acabará por ser um caminho muito solitário, já que alguns terão medo, outros não gostarão de saber da capacidade deles de sempre desvendar todos os mistérios… Senti uma pontinha de dor de cotovelo no Holmes nesse momento, mas acho que no fim os dois se aproximarão também por conta disso.
Espero que a série continue assim, melhorando a cada episódio. Pelo menos agora fico mais motivada para assistir.
The Voice Brasil – Batalhas: round 2
28/10/2012, 18:36.
Gabriela Assmann
Reviews
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A review de hoje vem pra falar especialmente duas coisas: demitam Lulu Santos e Cláudia Leitte, por favor. O primeiro porque tá se equivocando lindamente na fase das batalhas, além de começar a transparecer a sua já conhecida arrogância. Devia aprender um pouco mais com o príncipe Daniel. E a segunda por aparecer cada vez mais linda em nossas televisões. É um tapa na cara de qualquer ser humano normal a beleza e o figurino dela. Volto a fazer a campanha “Um Emmy pra figurinista da Claudinha”.
Sobre as batalhas entre os técnicos até que gostei da do Lulu com o Daniel, mas a da Cláudia com o Brown foi muito boa. Os dois mostraram porque a combinação entre eles dá muito certo. Ia falar aqui que mostram porque são uma das maiores parcerias atuais da música brasileira, mas achei que ia ter que me explicar muito pra não ser criticada e to com preguiça disso. Nega Lôra e Cacique simplesmente arrasaram.
Mas vamos ao que realmente interessa: as batalhas e as eliminações. O programa começou com uma batalha da pesada logo de cara. Meu coração estava aos prantos, porque a Ellen é muito boa e gosto muito da Maria Cristina, desde os tempos de Ídolos. Previsivelmente Ellen levou a melhor, mas Cris foi salva por Lulu e permanece na competição. A propósito, música linda. Um hino da música popular brasileira. Muito bom ver essa música resgatada em rede nacional em um programa de grande audiência.
Outra batalha que merece destaque foi Sandra Honda x Quésia. As duas brilharam em Killing me Softly, embora eu não goste muito de artistas brasileiros que cantam esse estilo. Gosto da Quésia e acho ela superior a Sandra, ainda que não goste do jeito dela. Acho que Cláudia não deveria ter pego a Sandra. Ainda tem muita gente melhor pra competir e aposto que depois (por exemplo quando Dani Montuori tava pra sair e acabou indo pro time de Brown) ela se arrependeu amargamente de ter resgatado candidatos não tão fortes como a Sandra e o Gustavo (um aparte pro momento simplesmente RÍDICULO que é a edição chamar o cara de DOUTOR Gustavo. Ele tem doutorado em que mesmo?)
Gostei também de Grace Carvalho x Viny Brito e acho que Cláudia fez uma boa escolha optando pela primeira. Ela é mais versátil que o Viny, que não consegue sair daquela linha de sempre. Em todos os casos ele foi resgatado por Daniel.
Mas preciso terminar essa review comentando as aberrações que o Lulu Santos fez hoje. No duelo entre Luciana e Greicy ele já enfatizou a questão da alma, mas até ali ok, visto que as duas participantes estavam mais ou menos no mesmo nível. No entanto, no duelo entre Luiza e Gabriel eu senti raiva dele e chorei junto com a Luiza. Foi cometida a primeira grande injustiça do programa. O menino além de não cantar tão bem quanto a Luiza é arrogante, se acha o tal e não tem a humildade de aceitar os conselhos dos outros. Como se não bastasse não aceitar ainda fica tentando justificar. Típica postura de estrelinha pra um cara que não é ninguém ainda. Ele gritou tanto, mas tanto, que a performance dele foi horrível e ele ofuscou a companheira não por sua qualidade, mas por seus gritos. Lulu acabou escolhendo quem é mais parecido com ele, ou seja, Gabriel. Uma pena a perda de alguém com o talento e a personalidade da Luiza.
Um balanço geral rapidinho. As eliminadas foram Natálie Mendes, Luciana Spedo, Luiza Dreher e Marianna Eis. Com eliminações e salvamentos os times estão assim: Brown tem 10 participantes, Cláudia tem 12, Daniel tem 11 e Lulu Santos tem 11.
Pois bem, por hoje era isso. Semana que vem tem mais com batalhas alucinantes novamente. Ainda tem muito candidato bom pra cantar (nem vou citar aqui porque acho que restou praticamente só gente boa pra última semana).
PS: O Leifert tá cada dia pior. Dani Suzuki apresentando já.
PS 2: Adorei ver o povo cantando Michael Jackson.
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