TeleSéries
The Carrie Diaries – Fright Night e Dangerous Territory
16/02/2013, 22:03.
Gabriela Assmann
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Primeiro vou me desculpar pela ausência, mas as festividades carnavalescas tomaram um pouco o meu tempo. Nem fiz festa, mas estava viajando. Pois bem, vamos ao que interessa.
Fright Night e Dangerous Territory foram dois bons episódios. Eu gostei bastante de ambos. Foi um acréscimo de qualidade com relação aos episódios 2 e 3. Eles nos mostraram outro lado da Carrie e também de Manhattan. Foram dois episódios onde pudemos ver uma Carrie mais madura, especialmente em Fright Night.
Achei meio no sense um episódio de Halloween em fevereiro, mas fora isso foi ok. Legal ver que a Carrie levou o Walt pra Manhattan para curtir uma festa e um mundo novo para que o garoto pudesse sair da fossa pelo término do namoro. Convenhamos que ele não estava tão na fossa assim, mas isso não vem ao caso.
Como sempre as festas da Larissa são baphônicas e a de Hallowen não podia ser diferente. Carrie foi toda linda fantasiada de Princesa Diana e Walt de Príncipe Charles, o que faz muito sentido nos anos 80. Adorei. O Bennet (amigo da Larissa) vestido de Kubrick de Laranja Mecânica também foi demais. Carrie queria conquistar Kubrick, mas este, na verdade, estava afim era de Walt. Poor Carrie, tão bobinha.
Além do cuidado que Carrie teve com Larissa achei duas coisas muito legais neste episódio: a maneira como foi abordada a sexualidade do Walt e a quase violência sexual a que Larissa é submetida. Primeiro porque Walt acaba beijando Bennet e parece se dar conta que é mesmo gay, mas não se aceita. Então ele foge e acaba encontrando um casal gay sofrendo com a homofobia. Defende este casal e depois corre para os braços de Maggie, tentando se convencer de que ele não é gay. Walt sofre com homofobia internalizada. Além disso, achei bacana tocar no ponto de que não é porque Larissa está alcoolizada e drogada que está disponível. Qualquer homem que se dê ao respeito não transaria com uma mulher nas condições em que ela estava. Sorte que a Carrie chegou. Ponto pra série que abordou essa questão.
Já em Connecticut a festa que bomba é a do Sebastian. Maggie e Mouse vão a festa para vigiar o garoto. Lá rola de tudo, desde uma amizade insipiente entre Sebastian e Mouse que inclusive dividem um baseado até uma tentativa de sedução de Maggie com o policial para tentar salvar todos de uma ida à cadeia. O romance entre os dois acaba, mas o policial fica apreensivo sobre Maggie revelar o caso a todos e acaba decidindo por não denunciar os jovens.
Pra fechar com chave de ouro um episódio fofíssimo ainda temos uma aproximação entre Tom e Dorrit e Sebastian levando Mouse chapada até a casa de Carrie. Consegui ver outro lado do garoto neste episódio. Parece que ele não se preocupa só com ele mesmo.
Dangerous Territory trouxe uma novidade que eu amei para The Carrie Diaries. Ela atende pelo nome de George. Além do garoto ser um fofo com a Carrie ele ainda pode servir para o Sebastian sentir ciúme no futuro e ver o que está perdendo optando por ficar com a Donna e não com a Carrie. Achei ele bonito, embora não combine muito com a Carrie, especialmente por ser desproporcionalmente alto.
Adorei a maneira que eles encontraram para fugir daquele clichê de sempre de mundos diferentes. A mãe do George era amiga da mãe da Carrie e gostava muito dela, o que vai fazer com que a garota ganhe alguns pontos com ela, mesmo que não seja a pessoa mais adaptada a esse mundo de riqueza e ostentação. Aliás, achei que ainda assim Carrie se saiu bem e conseguiu mostrar sua personalidade em meio a tanta gente chata e mesquinha.
Achei muito engraçado todas as partes que envolviam Mouse, Walt e Maggie nesse episódio. Primeiro Mouse e Walt aprendendo juntos sobre sexo e depois Mouse botando em prática com Seth e fazendo o garoto ter uma crise de ciúme de Walt. Tudo quase terminou em pancadaria, não fosse Mouse assumir que era mentira. Depois teve Maggie defendendo Carrie com unhas e dentes e impedindo que Donna e suas amigas se apossassem da lanchonete que era delas e sempre foi. Sebastian foi super fofo de novo e eu já to começando a mudar meu conceito sobre ele. Acho que ele pode ser um garoto legal, embora às vezes tenha seus lapsos.
Gostei bastante da aproximação da Carrie com a sua chefe. Legal ver que o trabalho da Carrie está sendo valorizado e a maneira como a chefe ajudou ela. Não fosse isso a garota teria passado muito vergonha na festa.
Também gosto muito das metáforas da série. Achei bem legal a forma como trataram a perda da aliança de Tom e a carteira de habilitação da Carrie. Duas maneiras diferentes de representar uma libertação.
No próximo episódio espero o retorno de Larissa e alguma evolução na questão da sexualidade do Walt. Achei meio estranho Larissa não ter aparecido nesse episódio depois de tudo que Carrie fez por ela em Fright Night.
Nashville – You Win Again
04/02/2013, 20:31.
Gabriela Assmann
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A minha demora para escrever essa review em nada tem a ver com não ter gostado do episódio, muito pelo contrário. You Win Again me agradou, embora aponte para uma queda de Rayna e um crescimento de Juliette.
Praticamente tudo neste episódio girou em torno do fato da música conjunta estar no topo das paradas. E tudo estava bom demais pra ser verdade. Rayna estava arrasando na turnê e mostrando pra Juliette que ela ainda tem que ralar muito pra chegar no nível dela, mas aí tudo começou a dar errado. E não foi destino. Foi com a ajuda de algumas pessoas de índole questionável.
Vejo muitos comentários de pessoas dizendo que adoram a Juliette e o Deacon e odeiam a Rayna. Eu sinceramente não entendo. Até entendo que gostem da Juliette, porque também adoro uma bitch, mas não consigo não gostar da Rayna. Ela tem uma retidão de caráter que me impressiona muito e me faz ter bastante apreço pela personagem. E a partir desse episódio fica mais claro ainda pra mim que ela tem razão e não foi má com o Deacon. Ela fez o que tava ao alcance dele pra salvá-lo do vício CINCO VEZES, mas estava grávida e precisava seguir a vida. Aliás, a única coisa que eu talvez condene na personagem é o fato dela esconder da filha e do Deacon o fato dele ser o pai dela. Odiei aquela cara de desprezo que o Deacon fez pra ela no avião no fim do episódio, como se ele fosse o dono da razão. Acho que quem condena a Rayna devia fazer o exercício de se colocar no lugar dela.
Estou gostando bastante da reunião entre os ex componentes da banda do Avery e a Scarlett e o Gunnar. Tô ansiosa pra ver o Avery se afundar na própria ambição e ganância e se ferrar bonito. Acho que isso não vai demorar muito pra acontecer. O plot do irmão do Gunnar parece que não vai se desenvolver mais, pelo menos não por enquanto. Nada além de estarem atrás dele. A única coisa que pode vir a acontecer é acabar sobrando pra ele, mas acho que não.
Além disso a pobre da Rayna tava meio que encantada com o Liam, que além de ser um ótimo músico e produtor ainda tava conseguindo um bom contrato pra ela. Mas como as coisas estão numa vibe de tudo dar errado pra Rayna ele também tava tentando passar a perna nela e foi demitido. Ou seja, Rayna está sem guitarrista e o Deacon está tocando na banda da Juliette. O jogo virou.
Achei bem bacana também a maneira como a relação da Juliette com a mãe dela evoluiu. Parece que finalmente a garota deu uma bola dentro, depois de muito maltratar a mulher na festa de comemoração do single estar no topo das paradas. Entendo que ela tenha sofrido muito, mas é preciso reconhecer que a mãe dela no momento está se esforçando. Achei muito bonita a cena em que as duas conversam e meio que se perdoam.
A partir de agora certamente teremos alguns momentos engraçados e outros tristes na turnê, pois não tenho dúvidas que a Juliette vai ficar o tempo todo tentando esfregar as coisas na cara da Rayna. Minhas dúvidas são: Deacon vai se deixar levar pela raiva e vai continuar na onda da Juliette ou vai parar quando ver que está fazendo mal pra Rayna? E Rayna vai seguir assim ou vai voltar atrás e procurar o Liam e a nova gravadora? O que vocês acham?
Last Resort – Controlled Flight Into Terrain
02/02/2013, 11:54.
Gabriela Assmann
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O final de Last Resort só não foi melhor porque obviamente não havia tempo para explicações mais detalhadas e completas sobre tudo. Do jeito que a série começou não havia como resolver todos os mistérios em apenas 13 episódios.
O quadro que se desenhava no episódio 12 era um motim organizado por alguns marinheiros contra o Capitão Chaplin. Já no episódio final não havia apenas um motim, mas vários. Controlled Flight Into Terrain teve muita ação e mostrou que a tropa estava bastante dividida.
Quem acabou salvando a situação, ainda que indiretamente, foram Grace, Sophie e Cortez. Grace, aliás, foi durante todo tempo a pessoa mais fiel ao Capitão Chaplin, inclusive mais do que Sam Kendall. O mais estranho foi que o organizador do motim foi o rapaz que havia estuprado a mulher e ainda assim tantas pessoas se juntaram a ele. Isso só corrobora a tese de que o Capitão estava muito mal visto pela sua tripulação.
Enquanto isso os chineses ameaçavam tomar a ilha com apoio de Serrat e, nos Estados Unidos, Kylie se via em uma situação aterrorizante. O moço com quem ela estava teve que se sacrificar para que ela pudesse ir atrás de justiça. Como eu sempre disse ela teve um papel muito importante. Além de salvar Christine ela lutou por justiça e acabou matando o Presidente americano. Aqui tivemos um final em aberto: o que aconteceu com Kylie? Ela foi presa?
Alguns personagens “secundários” tiveram finais que mereciam um pouco mais de atenção. O que aconteceu com Sophie? James simplesmente ficou com Tani? E o que aconteceu com Serrat?
Os momentos finais foram emocionantes e proporcionaram uma reconciliação entre Sam e Marcus, mostrando que acima de tudo, de qualquer divergência, eles se gostavam e tinham admiração um pelo outro. Embora as cenas não tenham sido de um primor muito grande eu gostei do diálogo empreendido entre eles. Por fim Marcus acaba morrendo em uma morte melancólica, mas me parece que seria o único destino plausível para o término de Last Resort. Ele realmente foi, como bem disse Sam, um revolucionário. Alguém capaz de desafiar o poder vigente e, de sua maneira, com erros e acertos, ser a mudança que ele queria ver no mundo. É, sem dúvida, um personagem que ganhou minha admiração.
Por fim gostaria de lamentar o cancelamento precoce de Last Resort. Acho que foi uma das melhores estreias dessa fall season, mas que infelizmente não emplacou, talvez por colocar o dedo na ferida e mexer com o orgulho americano. Que possamos ter mais séries que nos levem a pensar sobre isso e refletir sobre nossas atitudes e que possamos nos inspirar em na coragem de Chaplin e na lealdade de Grace.
The Carrie Diaries – Read Before Use
01/02/2013, 20:55.
Gabriela Assmann
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Gostei de Read Before Use. Acho que manteve a qualidade do segundo episódio, sendo pior que o piloto, mas passando longe de um episódio ruim. Algumas questões foram finalizadas e outras iniciadas, processo essencial para dar seguimento à série.
Entre as finalizadas podemos colocar o romance de Carrie e Sebastian e o de Maggie e Walt, que já havia acabado no episódio 2, é verdade, mas me parece que foi em Read Before Use que a garota aceitou isso e resolveu seguir adiante. Quanto à Carrie e Sebastian, confesso que fiquei com pena da garota. Ela moveu mundos e fundos, foi contra o pai, as amigas e até seus princípios para ficar com o garoto e ele tem um surtinho desproporcional daqueles? Se alguém tinha razão para ficar brava é ela.
Isso me faz ter certeza de algo que eu já suspeitava bastante. A família dele parece ser rica, no entanto, no que se refere a amor e carinho falta muita coisa na vida do garoto. Ele não parece confiar em ninguém e é um tanto quanto revoltado.
Já nas iniciadas podemos falar sobre o pai de Carrie, que embora sempre tenha procurado ser um bom pai parece que se deu conta, agora, de que ele precisa criar as filhas sozinho. Achei fofas as cenas em que ele tenta lidar com as filhas, como a cena da pizza e dos absorventes. No fim mostrou que está conseguindo lidar cada vez melhor com a situação, como no caso do hamster. E ele mostrou que ainda não está preparado para um novo relacionamento quando trocou o pacote de absorvente que continha o telefone da mulher desconhecida. Dorrit também está mostrando um outro lado. Embora ela seja rebelde, não deixa de ser uma fofa, o que provou costurando o urso da Maggie. E agora que tem um bichinho pra cuidar acredito que vá aprender a ser mais responsável.
Novamente as melhores cenas do episódio vão pra conta de Manhattan. Nada como ver a Carrie e a Mouse apavoradas com a performance da ex atriz pornô que mostrava a vagina em troca de uma moeda. Carrie foi convidada para fazer o mesmo, mas mostrou que ter personalidade e resolveu assumir as rédeas da própria vida, se negando a fazer a performance. Larissa ouviu o que a garota tinha a dizer, entendeu, e acho que passou a admirá-la ainda mais.
Confesso que nos próximos episódios espero o desenvolvimento destes plots e o retorno de Walt e Donna para que as coisas se movimentem em The Carrie Diaries. Continuo adorando a narração e a forma como escolhem uma temática para o episódio, que neste foram os rótulos que damos para as coisas.
Last Resort – Damn the Torpedoes e The Pointy End of the Spear
24/01/2013, 21:25.
Gabriela Assmann
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Estes dois episódios que preparam para o episódio final foram, em minha opinião, bem abaixo da média da série. A impressão que fica – e que provavelmente é correta – é que era muita história pra resolver em tão pouco tempo.
Após a suposta morte de Christine o XO Sam está inconsolável e perdido. Ele não sabe mais o que fazer e nem que lado do conflito tomar. Pela primeira vez ele começa a questionar as ordens do Capitão e alia-se ao Prosser e aos outros marinheiros para organizar um motim.
Ainda em Damn the Torpedoes tivemos uma cena muito tensa. Cortez, a agente da CIA infiltrada no USS Colorado se dirige à cabine do Capitão Chaplin com ordens expressas para matá-lo. Eu estava apreensiva e não sabia qual seria a decisão que ela tomaria. Tudo podia acontecer, mas Chaplin com todo seu poder de persuasão convenceu Cortez a juntar-se a ele. Eles ainda procuraram explicar as razões dela para ser agente infiltrada fazendo com que não odiássemos tanto a personagem.
Por mais contraditório que possa ser um golpe de estado achei brava a postura da Kylie e de todos que estavam ajudando na articulação do golpe. Mostraram-se humanitários e não somente patriotas, pois a postura que os EUA estavam tomando afetavam o mundo todo. Assim como a articulação do golpe que estava sendo mostrada no 1×11 e se estendeu pro 1×12, também vemos a China descobrindo sobre os minerais.
Já The Pointy End of the Spear foi um pouco melhor, mas ainda assim ficou abaixo da média. Achei um episódio muito recheado de acontecimentos e ainda assim muito arrastado. Saudade daquela ação que ocorria em alguns episódios anteriores.
Este era o episódio onde o golpe de estado deveria se efetivar e tudo estava correndo para isso, mas algo deu errado. Ainda não sabemos o quê, mas tenho a sensação de que o pai da Kylie pode estar envolvido nisso.
Um conflito armado parece estar se instaurando na ilha. Junto com o Capitão Chaplin fica apenas Grace e acredito que James, que disse que estaria do lado dela. Já do lado dos que estão organizando o motim tem grande parte da tripulação, Sam e como se não bastasse tudo isso ainda o reforço de Serrat que tem interesse direto nisso.
Em meio a tanta confusão os roteiristas ainda conseguem encontrar espaço para os romances e festas na ilha e promovem o retorno de Tani que foi pra lá de breve, já que ela pretendia levar James com ela, mas ele se recusa e também uma disputa entre Serrat e Sam para ver quem vai ficar com Sophie.
A tensão final fica por conta do estuprador que consegue render Grace e tomar o poder do USS Colorado. A season finale ainda tem muitas coisas para responder e promete surpresas. Quem ficará do lado do Capitão Chaplin? Os tripulantes conseguirão retornar para casa? O que motivou todos esses acontecimentos? Kylie conseguirá escapar viva e ilesa? E Christine?
Enfim, aguardo a season finale e espero que ela honre os melhores episódios da curta, mas ótima temporada de Last Resort.
The Carrie Diaries – Lie With Me
23/01/2013, 09:28.
Gabriela Assmann
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Confesso que achei que Lie With Me não teve o charme do piloto, mas ainda assim foi um bom episódio. Acho que é natural. No piloto estávamos sendo apresentados a uma história e seus personagens e agora estamos acompanhando o desenrolar desta.
Se antes as dúvidas de Carrie se resumiam a Manhattan x Sebastian, agora elas parecem ser muito mais profundas. Eu previa que algo ia acontecer já que o entendimento entre Carrie e Sebastian estava muito rápido. O garoto nem traiu ela, mesmo quando a bitch da Donna armou todo aquele clima. Óbvio que algo ia acontecer. O Sr. Bradshaw não gosta da família de Sebastian, mas ainda não sabemos por quê. Certamente será algo forte e que, quando descoberto, deixará a garota ainda mais dividida entre Sebastian e seu pai. Tô curiosa.
O que eu mais gostei na trama de The Carrie Diaries, por enquanto, é a naturalidade com a qual eles abordam os temas da adolescência. Nada me parece forçado, desde os temas mais sutis como a amizade até a questão da homossexualidade do Walt. Falando nisso, parece que o garoto deu o primeiro passo que é a auto-aceitação. Agora resta saber como ele – e principalmente, como os outros – irão lidar com isso.
Além da Donna, to achando a Maggie uma bitch de marca maior. Até tentei me colocar no lugar dela de ter um namorado há dois anos e ele não querer dar o próximo passo na relação, mas acho que a traição não é a saída, principalmente em um relacionamento como o deles que provém de uma amizade. Uma boa conversa poderia resolver tudo e ainda ajudar Walt com seus dramas. O que me parece é que Maggie é muito insegura e precisa estar o tempo todo provando algo para os outros e para ela mesma.
Outro ponto alto da série pra mim são as cenas de Carrie em Manhattan. Embora eu goste da Carrie doce e que não consegue mentir, acho que eu gosto ainda mais da Carrie ousada e que dá um jeito de resolver tudo em meio ao caos, nem que pra isso ela precise dar um cachecol da Dior para a chefe. Espero que ela não se afaste da Larissa e continue aprontando todas por Manhattan, mesmo com o pai dela de olho em cada passo da filha. Ah, adorei a analogia com o Pinóquio. Coisas de Larissa.
Muito legal a aproximação entre Carrie e Dorrit. Acho que a relação das duas pode ser bem explorada e render bons momentos para a série. Gostei de Dorrit mostrando um lado mais doce e ficando chateada com o bolo que levou da irmã.
Ainda gostaria de ressaltar antes de finalizar a review que gosto muito dessa dinâmica de utilizar um narrador na história, que a trilha sonora e o figurino continuam arrasando e que a AnnaSophia é ótima. Tá tirando de letra a responsabilidade de interpretar uma personagem icônica como Carrie Bradshaw.
PS: Sou muito fã de dramas teens, mesmo. Tava reparando hoje como adoro essas cenas bobas de namorinhos com armários de cenário. Adorei também a última cena das amigas. Me lembrou dos melhores momentos da minha adolescência.
Nashville – I’m Sorry For You, My Friend
22/01/2013, 20:10.
Gabriela Assmann
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Depois da surpreendente fuga de Juliette, Nashville retorna com um episódio que aborda basicamente a turnê dela com Rayna, a eleição e a turnê de Deacon com a banda de rock, além de incluir um novo plot – eu sinceramente não entendi a necessidade. Não entendi a inclusão de um irmão para o Gunnar, mas acho que vale esperar mais alguns episódios para ver de que maneira isso vai impactar a trama, já que até agora nada de mais aconteceu além da revelação de que ele tem um irmão ex-presidiário e que parece não estar totalmente regenerado.
Obviamente que o Sean ficaria puto da cara com a Juliette. Ela foi muito má com ele. O que o ele não sabe é que metade (ou mais) da culpa é da mala da mãe dele que incomodou a Juliette até que ela desistisse.
Enquanto via I’m Sorry For You, My Friend eu tinha a sensação de que os roteiristas estavam organizando tudo para que Deacon voltasse a tocar com Rayna e as duas (ela e Juliette) disputassem ele. Ele abandona a turnê com a banda de rock, Rayna não gosta de nenhum dos novos guitarristas e Juliette está novamente solteira. Porém parece que agora Rayna está se acertando com o novo guitarrista e a volta dela para casa – com direito à vitória de Teddy – me deixou em dúvidas sobre uma eventual separação. Eu diria que a série está em um pé onde tudo pode acontecer. A minha aposta vai para uma volta de Deacon e um romance com Juliette.
Fiquei intrigada também sobre a eleição de Teddy. O pai de Rayna garante que ele venceu pelos próprios méritos, mas eu tenho minhas dúvidas sobre não ter sido necessário a compra de alguns votos. O que vocês acham? No momento em que a Peggy apareceu eu jurei que ela e o Teddy teriam um remember, mas nada rolou. Ele anda bem comportado, o que me faz acreditar ainda mais que ele e Rayna talvez possam ensaiar uma reconciliação.
Mas na minha opinião o que mais merece destaque é a grande turnê de Rayna James e Juliette Barnes. Embora algumas alfinetadas e a constante disputa por atenção dá pra perceber claramente que elas já conseguem reconhecer as qualidades e o talento uma da outra. Acho que especialmente para Juliette essa turnê vai ser boa, pois ela precisa aprender com Rayna a ser menos mimada e menos estrelinha (impagável a cena do produtor da Rayna invadindo o palco na passagem de som), mas Rayna também pode aprender com a garota a ser mais ousada. Será que elas terão essa humildade e aprenderão uma com a outra?
PS: Achei fofa a maneira como a Rayna não consegue tocar com outro alguém que não seja o Deacon. E foi engraçada a maneira como o novo guitarrista e produtor disse: “As botas estão quebradas. Bati o pé duas vezes e não virei o Deacon”. Sou Raycon (ou seria Deayna?) total, confesso.
Nashville – Be Careful of the Stones You Throw
17/01/2013, 09:35.
Gabriela Assmann
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Pessoal, temos boas notícias. Depois de alguns contratempos a review de Nashville retorna ao TeleSéries. Agora sou eu quem estará aqui toda semana, comentando os episódios com vocês.
A verdade é que nos oito primeiros episódios pudemos nos apaixonar por alguns personagens, odiar outros e rever nossos conceitos sobre outros. Devo dizer que pra mim Nashville é sobre Rayna James. Admiro a força da personagem e a maneira como ela conduz sua vida. Acho Rayna uma mulher íntegra e adoro a forma como ela enfrenta o pai. Uma pena que continue casada com o Teddy e acabe sendo conivente com algumas coisas, mas tudo se justifica quando ela explica que faz tudo para proteger a família. Já Juliette entra na cota do ‘rever nossos conceitos’. Eu achava a loirinha mimada, arrogante e petulante. Não que eu não ache mais, ainda acho, mas a verdade é que o passado dela explica (não justifica) algumas dessas coisas e também que ela melhorou muito depois que passou a se relacionar com o Sean. Já na cota dos odiados, na minha opinião, entram Avery e o pai da Rayna.
E Nashville retorna do hiatus após deixar um cliffhanger dos mais intrigantes para os telespectadores. Não havia ninguém que não estivesse em dúvida: Sean iria aceitar o pedido de casamento de Juliette?
Be Careful of the Stones You Throw me pareceu ser um episódio sobre seguir em frente. Começamos logo percebendo que mais do que aceitar o pedido de casamento de Juliette, Sean e ela haviam casado escondidos, contrariando toda aquela teoria da família do moço. Juliette se saiu muito bem nessa, mostrando que a mala da sogra não iria interferir no desejo dos dois.
Além disso, grande parte dos personagens, de uma maneira ou outra, seguiram em frente. Deacon está em turnê com uma grande banda de rock e embora aparentemente infeliz, seguiu em frente e esqueceu Rayna; Juliette e Rayna deixaram as picuinhas para trás e seguiram juntas em turnê; Scarlett finalmente deixou Avery para trás de uma vez por todas; e Rayna finalmente teve coragem de dizer a Teddy que o casamento dos dois não dava mais certo. Aliás, aproveitando o gancho preciso dizer que a coisa que mais me incomoda em Nashville é o fato da Rayna se preocupar tanto em manter as aparências por causa das filhas. Ninguém merece manter um casamento fracassado por causa de duas filhas, até porque, convenhamos, elas já estão bem grandinhas para aceitar uma possível separação. Para ficar perfeito só faltava Rayna seguir totalmente em frente. Para isso, curiosamente, ela teria que voltar ao passado e dar uma chance a Deacon.
Não sei se eu perdi alguma coisa, mas tenho a impressão de que foi a primeira vez que foi mencionado que Maddie não é filha de Teddy. É isso mesmo ou já haviam falado sobre isso antes? Lembro algo sobre uma insinuação sobre o fato, em uma briga com o pai. Mas não havia ficado muito concreto, para mim. Imagino que ela seja filha do Deacon e que ele não saiba disso. Provavelmente deve ter ocorrido na época em que ele precisou ser internado na reabilitação.
Um dos grandes momentos do episódio foi a mãe da Juliette falando para ela nada mais do que a verdade. Infelizmente sabemos que tudo que ela disse é verdade. Até por conta da história de vida que tem, a garota se sente muito vazia e acaba tentando preencher esse vazio de qualquer maneira. Para minha surpresa ela levou em conta o que a mãe disse e fugiu do próprio casamento. Deve seguir em turnê com a Rayna, mostrando que pelo menos nisso as duas se parecem: correm o mundo para fugir dos problemas de casa.
Agora é aguardar pelas cenas dos próximos episódios. Estou com duas impressões fortes: Deacon está louco para abandonar a turnê com a banda de rock e ir tocar na turnê das duas e que esta turnê irá nos proporcionar ótimos momentos.
PS: A destacar o excelente nível musical de Nashville. Até pra quem não gosta de música country é um prato cheio. Gosto especialmente dos números da dupla Gunnar e Scarlett.
Primeiras Impressões – The Carrie Diaries
17/01/2013, 09:23.
Gabriela Assmann
Preview
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Olá, pessoal!
Eu como boa admiradora de séries teens serei a responsável pelas reviews de The Carrie Diaries, um prequel (antecessor) de Sex and the City. Já aviso à vocês que na época que começou o seriado eu tinha apenas 8 anos, então não acompanhei toda ela, apenas alguns episódios. Sei que isso é um pecado, mas meu box tá ali na estante, guardadinho, esperando eu ter um pouquinho mais de tempo. Mas ok, vamos ao que interessa.
A premissa da série é contar a vida de Carrie Bradshaw em 1984, no auge da sua adolescência. Na época ela ainda estava conhecendo aquele que diz ser o homem de sua vida: Manhattan – local no qual mais tarde ela aprontaria todas junto com as amigas Samantha, Charlotte e Miranda.
Já no piloto somos apresentados à vida de Carrie e aos personagens do seriado, tendo destaque seu núcleo familiar composto pelo pai e pela irmã rebelde; os melhores amigos Mouse, Maggie e Walt; o novato e ao que parece par romântico de Carrie, Sebastian; e Larissa, a editora de estilo da Interview Magazine.
O pontapé inicial da história se dá por um fato já ocorrido que é a morte da mãe de Carrie, fazendo com que o pai tenha que cuidar sozinho das duas filhas. Ele fica preocupado com Carrie resolve colocá-la fazer um estágio em Nova Iorque. E é a partir daí que tudo se desenvolve.
Logo de cara somos apresentados à diferença entre os dois mundos: o subúrbio de Connecticut e a Manhattan, o local onde tudo acontece. E como pudemos ver ao longo do episódio Carrie está dividida entre estes dois mundos. Ela ama os amigos e a família, mas fica encantada por Manhattan e pela possibilidade de adentrar um mundo novo e cheio de gente interessante.
É muito interessante que ao mesmo tempo em que podemos ver Connecticut x Manhattan, podemos ver dois lados totalmente opostos de uma mesma Carrie. A mesma garota que ajuda Larissa a praticar um furto fica escandalizada ao ver dois gays se beijando. A Carrie que dá conselhos pra irmã mais nova é a mesma Carrie que desobedece à todas as ordens que recebe logo no primeiro dia de estágio. São estes paradoxos que tendem a fazer com que a história se movimente e com que nos apeguemos a personagem, podendo ver quem era Carrie e como ela se transformou naquela personagem tão bem interpretada pela brilhante Sarah Jessica Parker em Sex and the City.
Além disso acho que tem alguns plots que podem ser interessantes se bem explorados: Walt descobrindo-se gay; a rebeldia de Dorrit e a cleptomania. E no mais é uma típica série teen que aborda todas as temáticas que invariavelmente perpassam essa época de nossas vidas: o primeiro beijo; a perda da virgindade; descobertas; paixões (super fofos Carrie e Sebastian) e muito mais…
Achei muito bonitas as cenas em que Carrie, Dorrit e o pai parecem finalmente aceitar a perda da mãe delas e que resolvem se desfazer das coisas, especialmente o momento em que Carrie dá o vestido verde para a irmã. Muita sutileza. Cena bonita. Nem parecia que eu tava vendo a CW.
Antes de finalizar preciso dizer que eu gostei muito do piloto. Sem dúvida nenhuma é essa série que vai fazer com que eu substitua Gossip Girl no meu coração. Já tava super querendo ter uma melhor amiga como a Carrie. Fiquei empolgada não porque The Carrie Diaries seja uma obra-prima, mas porque é uma série teen – que eu amo – que se passa nos anos 80 – época na qual eu amaria ter vivido – cheia de referências à cultura pop – que eu amo (de novo) – e à Madonna – que é minha ídola. Como bônus temos uma excelente trilha sonora com o melhor do pop – meu estilo musical preferido – , que vai desde Madonna à Cyndi Lauper. Eu, sinceramente, não preciso de mais nada.
Last Resort – Cinderella Liberty e Blue Water
27/12/2012, 00:45.
Gabriela Assmann
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A cada episódio de Last Resort eu lamento mais o cancelamento da série. Cinderella Liberty e Blue Water foram mais dois episódios sensacionais de uma série que terá um fim muito mais precoce do que deveria.
Cinderella Liberty foi um episódio de ação muito bom. Prendi a respiração e mal tive tempo de respirar durante o episódio. Foi por muito pouco que não roí as unhas. Provavelmente muito disso se deve ao fato de que a trama precisava avançar para não terminar sem final. Se todos esperávamos a visita das famílias ao USS Colorado fomos surpreendidos novamente – porque Last Resort é sempre surpreendente e não recorre a clichês – quando o exército do Paquistão atacou o navio que levava os familiares dos tripulantes. A partir daí foi uma carnificina e uma mortandade enquanto o Capitão negociava com o chefe do exército paquistanês. Quase conseguiram libertar Christine, após Paul ter se lançado a morte para salvá-la, mas ela foi raptada, o que faz com que Sam tenha que ir atrás dela.
Para encaminhar a série para o final também tivemos, pela primeira vez, pistas do que ocorreu com os Seals no Paquistão e que teria motivado a ordem de ataque. Estas pistas vieram por meio de flashbacks do James.
Para completar os acontecimentos do episódio tivemos Cortez devolvendo a chave em um momento crucial. A Tenente Shepard acha a chave – que Cortez colocou providencialmente na cabine – e devolve ao Capitão Marcus que passa a duvidar da inocência dela. Ela terá que provar, dia após dia, que é merecedora da confiança dele.
Além de tudo a Kylie se mostra muito preocupada com a amiga e os roteiristas nos entregam uma personagem muito interessante e a cada dia mais cativante. Ela mostra que é diferente dos seus familiares e tem uma conversa muito interessante com o pai, quando se mostra preocupada com a verdade e com o que o governo busca esconder da população.
No entanto, o mais interessante de Cinderella Liberty foi que enfatizaram, mais uma vez, que nestas questões de política externa não existem santinhos, mostrando que terroristas por terroristas, fica difícil escolher um lado.
Já em Blue Water a situação na ilha se agravou. O Capitão Chaplin percebe que estão em apuros porque falta tudo: comida, tripulação, paz… Para completar ele ainda perde Sam Kendall que vai atrás de Christine e recebe a permissão do capitão para não retornar. Neste contexto um representante da China aparece e oferece ajuda. O Capitão fica dividido, mas acaba tendo que optar pela sobrevivência de todos – mesmo após dar uma surra nos tripulantes que burlaram as regras – e assim aceita ajuda da China e liberta os prisioneiros.
Em Chicago Kylie recebe a informação de que estão querendo dar um golpe de Estado nos EUA e também recebe (em troca de muito dinheiro) uma gravação que indica que os Seals americanos, a mando do governo, tentaram plantar evidências que justificassem o ataque do USS Colorado ao Paquistão.
Como se não bastasse todo esse caos Sam consegue (muito facilmente, diga-se de passagem), com ajuda de James e de um veterano de guerra, libertar Christine. Sam opta por ficar com ela mas percebe que não conseguirá ter paz enquanto a situação não se resolver e que por isso precisa deixar Christine ir e retornar para a ilha. Neste momento acontece uma emboscada e Christine aparentemente morre, mas depois é revelado que ela está viva e presa na casa do veterano de guerra que alega que fez isso para proteger sua família.
As principais dúvidas que ficam deste episódio é de que maneira os Estados Unidos irão reagir a presença da China na ilha e de que maneira Sam vai reagir a aparente morte de Christine. Será que ele vai acabar se envolvendo novamente com a Sophie? Tudo indica que sim. Faltam só três episódios para o final de Last Resort e a série fica cada vez melhor. Acho que teremos três grandes episódios ano que vem.
Gossip Girl – New York, I Love You Xoxo
19/12/2012, 23:58.
Gabriela Assmann
Reviews
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New York, I Love you, XoXo, Dan Humphrey.
Em 19 de setembro de 2007, na CW, estreava Gossip Girl. Seis temporadas depois, em 17/12/2012, o último episódio da série New York, I Love you Xoxo revelava a identidade da “garota do blog”. Dan Humphrey, o lonely boy, era o responsável pelas postagens da Gossip Girl durante quase todo o tempo em que ela agiu.
Confesso que Gossip Girl foi a primeira série que acompanhei com afinco, assistindo toda semana, até o fim. É triste me despedir dela após todo esse tempo. Significou muito para mim, mas o episódio final me causou tanto estranhamento que eu não consegui derramar uma lágrima sequer. O único momento que meio balancei foi quando mostraram os flashbacks. Impagável ver aquele cachecol do Chuck de novo e o Nate com o suéter casual de sempre. Mas, é só agora que elas insistem em brotar dos meus olhos, mas vamos aos comentários sobre o episódio.
Primeiro, acho que Gossip Girl merecia ter terminado com um grande evento, uma festa bapho, uma agitação social. Os melhores episódios da série obrigatoriamente tiveram grandes eventos. No entanto, dois casamentinhos mixurucas acabaram saindo. Eu queria babado, confusão e gritaria nem que o evento social fosse o velório do Bart. Com o casamento Chair ainda me emocionei um pouco e achei super legal o Chuck dizendo que não queria começar a vida daquela maneira e que fazia questão de casar na presença de amigos e família. Até na hora de casar teve uma armaçãozinha básica para que estes pudessem estar presentes e para que eles pudessem se livrar da prisão.
Aí um ponto que me incomodou bastante. Embora tivessem investigando, achei bem fraquinha a maneira como eles conseguiram escapar das acusações. Achei tudo muito simplório. Será que não havia nenhuma outra maneira de investigar? Claro que não queria os dois na cadeia, mas a forma como se safaram foi bem difícil de engolir. Se eu tiver equivocada os advogados (ou estudantes de direito) que me corrijam. Hehe
Outra coisa que me deixou profundamente incomodada foi, mais do que a identidade da Gossip Girl, a maneira como ela foi descoberta. Foi meio do além. Eu esperava mais justificativas. E pra piorar, todo mundo aceitou muito bem. Só a Blair e o Rufus que ficaram indignados, mas logo o Chuck, o Nate e a Serena já trataram de dizer que não era nada demais, sendo que durante muito tempo eles odiaram a Gossip Girl e ela causou muito mal para eles. Não poderiam pelo menos ter ficado brabos por um tempo e depois se reconciliado?
Como já era esperado a Serena e o Dan ficaram juntos sem precisar de maiores explicações. Retomaram o começo da história deles e foi bonitinho, mas podia ter sido bem melhor. Foi um pouco atrapalhado. O casamento também foi muito Dan Humphrey. Poderia ter sido mais Serena Van Der Woodsen. Nada de pompa? What the hell is this? Fora isso, super fofinho o filho de Blair e Chuck. E muito legal também a Serena casando com um vestido simplesmente lindo e feito pela Jenny.
Adorei também o momento Eric e Lily. O casamento foi usado também pra podermos ver que Lily e Rufus também ficaram juntos, para a felicidade geral da nação. O William deu um pé na Ivy e conseguiu, em parte, o que queria. Se não conseguiu voltar pra Lily pelo menos ficou perto da família.
O que eu mais gostei do episódio foi a saída que encontraram pra Gossip Girl. Não deixa de ser verdade a máxima sempre preferida pela mesma: “that secret I’ll never tell”. A personagem se desenvolveu de tal maneira que o Upper East Side não vive mais sem ela, e como bem falaram no episódio, sempre tem alguém que não pertence ao grupo querendo entrar nele. Assim, se Dan não é mais a Gossip Girl, agora outra pessoa é e ela continuará existindo pelo menos por um bom tempo.
Gostei também do final do Nate. Acho que ele merecia um final digno, embora boa parte das pessoas achem que ele foi uma samambaia durante muito tempo. Gostei de ver o caminho que encontraram para ele. Acho que fica bem na política e caminhando com as próprias pernas, sem precisar da família.
Foi muito bacana também ver que tanto tempo depois os quatro amigos – Blair, Serena, Nate e Chuck – continuam inseparáveis. Pra mim Gossip Girl sempre foi sobre amizade e eles nos mostravam que embora houvesse períodos de crise, eles sempre estariam ali um para o outro.
Agora já fica difícil conter as lágrimas e eu me despeço por aqui. Só me cabe agradecer pelos aprendizados e pelas oportunidades que Gossip Girl me deu. Aprendi muito sobre amizade, sobre limites, sobre amor e sobre pertencimento. Até onde podemos ir para pertencer a um determinado grupo? Quais são os limites para se conseguir algo que almeja? Vale tudo por um amigo? Só essas reflexões já fazem estes seis anos terem valido a pena. Além do que, se não fosse esta série eu provavelmente não faria parte da #equipelinda do TeleSéries. Obrigado, Gossip Girl. Muito obrigado por tudo. Saudade desde já.
New York, I Love you.
Upper East Side, I Love you.
XoXo, Gabriela Assmann
The Voice Brasil – Final
16/12/2012, 21:32.
Gabriela Assmann
Reviews
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Última review da temporada de The Voice Brasil. Uma temporada de altos e baixos, mas que fechou com chave de ouro. A final embora não tenha tido grandes apresentações foi ótima.
Foi bacana ver a retrospectiva do programa, de cada mentor e de cada candidato. A parte ruim – e desnecessária – foram oito candidatos na final. Deveriam ser só 4, assim a final teria tido mais tempo. Além do que, se mostrou desnecessária, pois as escolhas dos jurados foram exatamente as mesmas que o público vinha tendo, o que achei justo.
Com uma final com cantoras do gabarito de Liah, Maria Christina, Ju Moraes e Ellen Oléria, embora houvessem preferências pessoais, qualquer uma que tivesse vencido o prêmio estaria em boas mãos. E ainda bem que tivemos quatro mulheres na final. As vozes masculinas que passaram pelo palco do The Voice Brasil não faziam frente às meninas e não mereciam estar na final. Foi totalmente justo.
Óbvio que eu queria ver a Ju ganhando um contrato, mas é inegável que a Ellen Oléria é excelente e que também merece. Frisei na audição dela que ela estaria na final e com grandes chances de vencer, como quem acompanhou as reviews deve lembrar.
Muito bacana também ter o retorno de candidatos eliminados para cantar com seus mentores. Destaque pra maravilhosa da Mira Callado. Ela merecia estar na final. Não estando, pelo menos participou de outra maneira. Aliás, ofuscou total o Brown e mostrou a grande artista que é. Um viva pra Mira Callado! o/
Alguns comentários mais gerais: espero que na próxima temporada a Globo pare com a palhaçada de trocar tanto o horário do programa e que respeite mais o formato, fazendo dois programas por semana. Assim até as votações ficam mais justas e os jurados param de interferir mais cedo.
Espero que o Tiago Leifert não seja mais o apresentador. Nada a ver ele com o programa. Definitivamente não deu liga. Eu voto na Fernanda Lima. E espero também que haja uma mudança nos mentores. Eu manteria a Cláudia Leitte que foi definitivamente a mentora estrela dessa edição e talvez o Lulu. Tiraria o Daniel, embora não veja outro nome do sertanejo que possa assumir a cadeira bem como ele. O maior problema dele foi nas audições e talvez por se tratar da segunda temporada ele melhore. E por fim, definitivamente, eu rezo pela troca do Brown. O cara é um bom técnico, mas fazia muita palhaçada e era ridículo fazendo todo aquele teatro no palco nas horas decisivas. Mas com a vitória do time dele acho difícil ele ser eliminado. Aliás, se o time dele já foi o mais forte quero ver na próxima temporada que todos vão querer ir pro mentor vencedor.
Acrescento ainda que concordo com o comentário totalmente pertinente do Leifert sobre o Tiaguinho. Para fazer sucesso não é preciso vencer. Acredito que a Ellen fará sucesso, pois a Globo vai enfiar ela em todos os programas, ela vai ganhar o contrato e o mais importante, – que os outros realitys não davam e por isso o vencedor não deslanchava – o gerenciamento de carreira. Mas acho também que especialmente a Ju Moraes e a Maria Christina podem fazer sucesso também. Espero que a Claudinha coloque a Ju embaixo do braço e que no próximo carnaval a gente já veja ela em cima do trio. Não tenho dúvida que ela tem potencial pra fazer muito sucesso. Por mim Claudinha apadrinhava ela e podia até botar ela no Babado Novo. A banda ia deslanchar de novo. Aposto. E a Liah já tem uma carreira consolidada como compositora, mas tem um público bem específico. Acho que tende a se firmar no cenário.
No mais, foi um grande programa. Obrigada a Globo por resgatar os bons tempos dos realitys musicais brasileiros e espero que na próxima temporada façam estes ajustes que são necessários para o programa ficar ainda melhor. Nos vemos em 2013!
PS: Menção honrosa pro figurino da Cláudia Leitte que foi um arraso a temporada inteira. Babado, confusão e gritaria! PÁH!
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