TeleSéries
15 razões para amar séries teens
11/07/2013, 19:02.
Gabriela Assmann
15 Razões
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Sempre tem e sempre terá ao menos uma série adolescente de destaque por ano. São tantas. Algumas fazem sucesso, outras se arrastam no fracasso, e há aquelas que encontram um cantinho cativo nos canais teens. A verdade é que se você não é, ao menos já foi adolescente, e por isso, os dramas, alegrias e confusões desta fase da vida servem como inspiração ou reflexão para um público cativo.
O 15 Razões desta semana traz alguns motivos para você se ligar nas séries teens.
1 – O ambiente escolar/universitário que normalmente é cenário destas séries

Normalmente as séries teens são ambientadas em escolas ou universidades. Em Glee, por exemplo, os corredores do McKinley e de NYADA serviram de cenário para muitas performances musicais memoráveis, como I kissed a girl. Impossível esquecer, também, da disputa pelos degraus mais altos na Constance Billard, escola frequentada pela elite de Nova Iorque em Gossip Girl ou do romance ingênuo de Carrie e Sebastian, que acontece entre os armários da escola. Afinal, tudo começa na escola, desde disputas por poder até os mais belos romances e amizades. Enfim, quase toda série teen que se preze tem o ambiente escolar como cenário para o desenvolvimento das tramas, o que nos faz relembrar aquele período de nossas vidas com saudosismo, ou então, desejar ter estudado em outra escola ou universidade só para viver as mesmas histórias dos personagens das séries.
2 – As tramas

Tem para todos os tipos e gostos. Drama, comédia, sobrenatural, porque sabe como é? Adolescentes são um turbilhão de emoções. Você pode ser um lobisomem, como o Scott, de Teen Wolf, e ser tão normal quanto o seu vizinho. Lobinhos existem por aí. posso garantir. Em Gossip Girl, Chuck e Serena tem problemas em lidar com drogas e bebidas. Muitas vezes abusam destas substâncias. O mesmo acontece com Tim Riggins em Friday Night Lights. Ainda em FNL, temos troca-troca de casais entre amigos, violência contra a mulher e equívocos cometidos que levam os jovens inclusive para a cadeia. As brigas entre diversos grupinhos na escola também são recorrentes em séries teens e podemos ver isso em GG, The Carrie Diaries e Glee. Além destas, diversas são as tramas que ajudam a constituir uma série adolescente. A verdade é que todas elas movimentam o enredo e por consequência fazem com que acabemos nos apaixonando por este segmento de seriados.
3 – Os dramas que são os mesmos pelos quais estou passando

Se gostamos tanto das tramas, provavelmente é porque já passamos ou estamos passando por situações semelhantes aquelas retratadas nas séries teens. Quem nunca sofreu pelo primeiro amor? Ou então por ter sido traída por aquela amiga que acreditava que seria pra sempre? E quem não conhece alguém que tenha enfrentado problemas com álcool ou drogas, ou até uma gravidez na adolescência? Todas estas tramas estão presentes no nosso dia a dia, especialmente quando somos adolescentes. É por isso que elas são retratadas em séries como Glee, Gossip Girl, Friday Night Lights e The O.C. E, provavelmente é por isso, que nos identificamos tanto com estas séries.
4 – Os mistérios
Geralmente as séries teens envolvem algum mistério que deve ser resolvido no decorrer da série. É inegável que isto prende a atenção do telespectador. Quem não ficou tentando adivinhar até o último episódio quem era a Gossip Girl? Além de prender a atenção do telespectador estes mistérios movimentam o fandom e a internet, fazendo com que se fale muito sobre a série. É o caso também de Pretty Little Liars e o mistério da(o) – A e de quem matou Alison. Deixar um mistério no ar é uma boa estratégia de prender a audiência e os roteiristas das séries teens parecem dominar esta com perfeição.
5 – O casalzinho para shippar
A história de amor – muitas vezes o primeiro amor – também é um clichê nas séries teens, embora também seja recorrente em outros tipos de séries. A verdade é que estes romances nos fazem acreditar no amor eterno. Torcemos para que o casal formado na adolescência permaneça junto “até que a morte – ou o cancelamento – os separe”. No caso da morte é impossível não lembrar de Marissa e Ryan, o casal problema de The O.C, que entre idas e vindas terminou para sempre com a morte da personagem em um acidente de carro. Já no que tange ao cancelamento, pelo menos podemos imaginar que os pombinhos viveram felizes para sempre, casos de Chuck e Blair em Gossip Girl e Lois e Clark em Smallville.
6 – Irmãos

O período da adolescência muitas vezes é a fase mais complicada no relacionamento entre irmãos. Devido a todas as mudanças pelas quais passamos nesta fase da vida, muitas vezes ficamos intolerantes e acabamos brigando com os irmãos muito mais do que gostaríamos. Mas é verdade, também, que é nesta fase da vida que aprendemos que os irmãos são aqueles em quem poderemos confiar sempre, desde nossos segredos mais profundos até na hora em que precisamos de uma ajudinha para aprontar alguma. Como não poderia deixar de ser, as nuances dos relacionamentos entre irmãos são muito retratadas em séries teens, como por exemplo, na parceria e no amor sempre presentes entre Serena e Eric e na proteção de Dan com Jenny, ambos em Gossip Girl. No entanto, não poderia deixar de lembrar a dupla emblemática de The Vampire Diaries. Damon e Stefan nos mostram que nem sempre a convivência entre irmãos é tão boa, visto que às vezes estes podem até se ver envolvidos em um estranho triângulo amoroso.
7 – Bromance / Sismance

Entre o amor e a irmandade há espaço para a amizade. Estas relações são tão bem retratadas em seriados que se criou inclusive um termo para abordar a questão. Trata-se dos bromances ou sismances, uma mistura entre irmandade (bro vem de brother e sis de sister) e romance. Assim como os dois itens anteriores, muitas vezes é na adolescência que nossas amizades do resto da vida se iniciarão – embora também existam os amigos de infância. É o caso, por exemplo, de Serena e Blair em Gossip Girl, que entre inúmeras brigas e rompimentos sempre foram o porto seguro uma da outra. Impossível também não lembrar da lealdade entre Seth e Ryan em The O.C, que sempre são uns dos primeiros a serem lembrados quando o termo vem a tona. Há ainda uma menção honrosa a Clark e Chloe de Smallville, embora eles não se encaixem em nenhum dos termos.
8 – A trilha sonora
Geralmente as trilhas sonoras de series teens costumam ser aclamadas pelo público e pela crítica. É impossível não ouvir os primeiros acordes de California do Phantom Planet e não lembrar imediatamente da(s) abertura(s) de The O.C. Além disso, a série também contou com muitas participações especiais de bandas que tocaram no ‘Bait Shop’, conhecido ponto de encontro dos personagens. Dentre elas podemos citar The Killers e The Subways. Outra série que teve participações especiais musicais de peso foi Gossip Girl, contando inclusive com um show da banda Florence and the Machine, cuja vocalista Florence Welsch é amiga pessoal de Blake Lively, a intérprete de Serena Van der Woodsen. One Tree Hill também tem uma trilha marcante e adotou inclusive estratégias interessantes, como a venda de cd’s cuja renda foi revertida para a caridade. O desenvolvimento do cd foi realizado por Peyton, na própria série, fazendo com que a história se mesclasse com a realidade em um bom exemplo de transmídia. Menção honrosa para The Carrie Diaries e a primorosa trilha com músicas originais da década de 80.
9 – A moda
Tendências da moda mundial transitam nas telas de nossas televisões – ou qualquer outro aparelho que possamos usar para ver séries – sendo usadas por figuras icônicas do mundo fashion dos seriados, como Carrie Bradshaw e Serena Van Der Woodsen. Algumas vezes, as próprias atrizes passam ser ícones da moda e garotas propaganda de marcas reconhecidas mundialmente por causa de suas personagens, caso de Blake Lively e a Chanel. Não são poucas as garotas (e garotos, por que não?) que se inspiram nos looks usados pelos personagens das séries teens para compor seus guarda-roupas, ainda que a diferença climática entre Brasil e Estados Unidos faça com que alguma adaptação seja necessária. Não é delicioso poder estar atento à moda mundial sem precisar ler a Vogue ou acompanhar os desfiles das semanas de moda que acontecem pelo mundo afora?
10 – O time (futebol americano, basquete…)


Como já falei anteriormente, as séries teens geralmente são ambientadas em cenários escolares. Assim, os amantes do esporte podem se deleitar, já que boa parte da trama é dedicada ao time da escola. O primeiro exemplo que me vem à mente é o Dillon Panthers, time de futebol americano de Friday Night Lights, comandado pelo coach Taylor em torno do qual toda trama se desenvolve. Mas, poderia também citar inúmeros outros exemplos, como o time de futebol americano da McKinley High School ou o time de basquete de One Tree Hill. E quem não é amante do esporte também pode ficar feliz, porque não dá pra negar que o Tim Riggins fica muito mais charmoso no uniforme dos Panthers, ou que é muito melhor ver o Lucas Scott em uma regata do uniforme de basquete.
11 – Os atores/atrizes lindos e com cara de novinhos
Quem não lembra de Katie Holmes, no auge dos seus 20 anos, interpretando Joey Potter em Dawson’s Creek? E Sophia Bush, com seus 21 em One Tree Hill, fazendo par com Chad Michael Murray, também novinho, com seus 22? A verdade é que nem sempre os atores são tão novos ao interpretarem papéis de adolescentes nas séries e muitas vezes acabam não convencendo tanto, pois já tem uma idade avançada para interpretar personagens que frequentam o colegial. A verdade é que é imperdível ver que nomes como os citados anteriormente já estão em nossas televisões há tanto tempo. O mesmo vale para Rachel Bilson, a eterna Summer de The O.C e Tom Welling em Smallville. Certamente daqui há uns anos Austin Butler e AnnaSophia Robb integrarão listas como essa.
12 – O galã atleta
Se os times fazem parte de praticamente todas as séries teens, obviamente também há o galã da escola, que geralmente é atleta destaque e nos faz suspirar a cada aparição. Exemplos não faltam, basta escolher quem mais lhe agrada ou então qual esporte você prefere. Pode ser o Finn Hudson, de Glee, o Lucas Scott, de One Tree Hill, ou até o Nate Archibald de Gossip Girl, que poucos lembram, mas que era praticante de corrida e de lacrosse. Tem pra todos os gostos, basta admirar.
13 – As líderes de torcida

Quem também faz parte do cotidiano escolar e por conseqüência das séries teens são as líderes de torcida. Se o galã atleta agrada as meninas, as cheerleaders arrancam suspiros dos marmanjos. Elas treinam suas performances tanto quanto os atletas treinam seus esportes e estão sempre dispostas a torcer e embelezar ginásios, estádios – e nossas telas – por aí. Impossível não lembrar do uniforme azul e branco das cheerleaders de Friday Night Lights, que estavam à postos todas as sextas-feiras. Há ainda as de Glee, que eram capitaneadas pela Unholy Trinity e as belas líderes de One Tree Hill, que diferente do usual não torciam por um time de futebol americano, mas um de basquete. E aí, quem nunca sonhou em ocupar o topo da pirâmide?
14 – As bitches
É praticamente impossível pensar em série teen em não pensar em bitches. Glee, por exemplo, está cheia delas. Dos personagens do cast original podemos lembrar inicialmente de Quinn Fabray e Santana Lopez, e dos novos personagens logo lembramos de Kitty. Mas não é só em Glee que as bitches aparecem. Que o digam Donna, de The Carrie Diaries, Katherine, de The Vampire Diaries e Blair Waldorf de Gossip Girl. A verdade é que todas elas tem um charme especial e nos fazem amar ainda mais as séries teens. Que graça teria a vida se todo mundo fosse bonzinho?
15 – Como todo adolescente pode misteriosamente viver sozinho, provido de comida e carinho, e está super bem sobre isso

Basicamente, ele é tudo o que você não foi, não é, e provavelmente não vai ser. Muitos deles são órfãos, ou simplesmente têm pais negligentes, o que não é nada legal. Mas, de qualquer modo, a vida é boa, apesar dos dramas, independência e adolescência é coisa mesmo de fantasia. Vamos citar o caso de O Quinteto, cinco jovens, sem pais, sem lenço e sem documentos. Imagina o que não acontecia por lá? Já em One Tree Hill, Peyton morava praticamente sozinha, já Brooke teve que se emancipar para ficar em Tree Hill. E nem foi difícil assim.
Nashville – I’ll never get out of this world
28/05/2013, 10:07.
Gabriela Assmann
Reviews
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Olá queridos leitores! Começo pedindo desculpas pelos episódios sem review, mas a vida anda bem mais corrida do que eu gostaria. Prometo que na próxima temporada serei mais assídua e responsável com o compromisso assumido.
Nashville vinha numa crescente impressionante. A temporada não teve nenhum momento que possa ser considerado ruim, mas cresceu de uma maneira que eu avalio, sem pestanejar, os últimos episódios como cinco estrelas. A dinâmica da série estava cada vez melhor e os atores parece que se encontraram ainda mais.
Nesse tempo diversas coisas aconteceram. Lamar esteve perto da morte, mas conseguiu resistir a essa e acabou aproximando-se de Rayna. Enquanto isso Tandy procurou aproveitar-se da saúde frágil do pai para assumir o controle da empresa. Rayna quase caiu nos braços de Liam, mas percebeu que o amor da vida dela é o Deacon e resolveu correr atrás dele, que largou da veterinária e reconciliou-se com a amada. Esse período – curto, é verdade – que os dois ficaram juntos me fez ter a certeza de que eles PRECISAM ser endgame. São fofos demais juntos e, não importa o que aconteça, se amam mais que tudo. Juliette envolveu-se com Dante, que acabou dando o golpe nela e roubando fortunas dela. Scarlett assina com a gravadora de Rayna e Gunnar começa a assumir a personalidade do irmão morto em busca de fama. Enquanto isso Avery trabalhava como roadie na turnê de Juliette e Rayna.
Procurei resumir em um parágrafo os acontecimentos que culminaram nessa season finale de tirar o fôlego. Drama pouco é bobagem, viu? O clima era quase de Grey’s Anatomy e desconfiei por uns segundos que Shonda tivesse dado uma mexida no roteiro de Nashville.
Para começar confesso que sofri junto com Juliette. A garota pode ser mimada e insuportável, mas a maneira como as coisas se sucederam e resultaram na tristeza da morte por overdose de Jolene fez com que eu sentisse pena dela. Ainda mais porque de certa forma ela pode se sentir culpada pelo acontecido, embora saibamos que as coisas são muito mais complexas do que isso. No fim, Jolene, por se sentir culpada pelo destino da filha, acabou optando por matar e morrer, mas não deixar a filha ser humilhada mais uma vez pelo que considerava ser um erro seu. Triste e bonito.
Estou gostando da aproximação da Juliette com o Avery, mas acho que devem ir devagar para não precipitar as coisas. Eu achei que a Rayna ia ganhar o CMA, especialmente por se tratar de um prêmio dado pela crítica, mas acho que depois de tudo os roteiristas não deixariam Juliette amargar mais uma derrota. Achei bonita também a maneira como a Rayna e o ex-empresário da Juliette ficaram do lado dela, mesmo apesar de tudo. Mostraram que são adultos e maduros.
Quanto ao núcleo Tandy – Lamar – Peggy – Teddy acho que essa história ainda vai dar muito pano pra manga, especialmente depois do pedido de demissão da Tandy e da gravidez da Peggy. Parece que Tandy vai depor contra o próprio pai, de olho no poder da empresa. Ainda se ela estivesse interessada na justiça, mas sabemos que não é assim. Acho que as coisas podem ficar feias para Lamar e Teddy e que talvez tenhamos mais personagens atrás das grades na segunda temporada.
Eu tinha certeza que quando Maddie e Deacon descobrissem que são pai e filha as coisas seriam horríveis, mas jamais pensei em um acidente de carro, confesso. Eu achei que Deacon nunca mais iria olhar na cara da Rayna, mas não pensei que tudo seria tão catastófrico. Fiquei com raiva da Maddie por um segundo, porque acho que ela agiu errado. Devia ter procurado primeiro a mãe, mas entendo que ela estava muito magoada. No lugar dela eu também estaria. Não acho que Rayna fez o certo quando escondeu de Deacon que ele era o pai da garota, mas quando ele bebeu novamente o primeiro copo de whisky eu tive certeza que faria a mesma coisa. Essa certeza se reafirmou na cena do carro, quando ele é violento com ela.
Não acho que nenhum dos dois vai morrer – porque comprometeria em muito o andamento da série, embora não duvide de nada depois que Connie se disse descontente com os problemas de bastidores da série – em nem acredito em consequências duradouras mais graves, como sequelas permanentes. Acho que o acidente vai servir pra reaproximar os dois, que talvez sem isso nunca mais se falariam. Acho que assim Deacon pode perceber que também tem a sua parcela de culpa nessa história e que qualquer pessoa no lugar da Rayna tomaria a mesma atitude. Achei fofa a cena da ‘reconciliação’ entre Maddie e Rayna. A garota de treze anos parece ser mais adulta que o ‘homem barbado’ algumas vezes. No fim das contas, tudo que a Rayna fez foi por amor, por mais (in)justificável que isso seja.
O Gunnar errou o quanto podia com a Scarlett e consigo mesmo, mas agora resolveu se redimir e pedir ela em casamento. Será que depois da reaproximação dela com o Avery ela vai aceitar o pedido? Eu gostaria que sim.
Não tenho palpites para o que irá acontecer na próxima temporada, só sei que com certeza o acidente sofrido por Deacon e Rayna trará consequências não só para a vida dos dois, mas de todos que os cercam.
Depois desta primeira temporada tão boa e que cresceu tanto, só posso desejar que continuemos sendo brindados com essa trilha sonora perfeita e que os problemas de bastidores não prejudiquem o andamento da série. No mais, vida longa à Nashville!
‘The New Normal’ é cancelada pela NBC
10/05/2013, 22:29.
Gabriela Assmann
Notícias
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Como já era esperado pela maioria dos fãs, já que a série estava na chamada “bolha”, The New Normal foi oficialmente cancelada pela NBC em sua temporada de estreia.
A comédia de Ryan Murphy (Glee) e Alisson Adler teve uma temporada de 22 episódios e gerou controvérsia desde antes da estreia, com a KSL-TV, afiliada da NBC de Salt Lake City, se negando a transmitir a série que tratava do casamento e adoção por casais homossexuais.
Na história, David e Bryan são um casal bem sucedido em todas as áreas, mas sentem que ainda falta algo para o relacionamento ser completo. Por isso, resolvem ter um filho e, então, contatam Goldie, uma barriga de aluguel – no entanto, eles acabam recebendo como adendo Shania, primeira filha de Goldie e Jane, sua avó.
A série contava com um elenco de peso, como Justhin Bartha (A Lenda do Tesouro Perdido e Se Beber Não Case) e Ellen Barkin (Emmy por Se as mulheres tiverem asas). O motivo do cancelamento é a baixa audiência.
The Carrie Diaries – A First Time For Everything e Kiss Yesterday Goodbye
15/04/2013, 09:52.
Gabriela Assmann
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Como de costume dois bons episódios. Pela série ser ambientada na década de 80 nada mais digno que um tributo a Madonna! Achei sensacional a ideia da festa ser uma comemoração da Madonna pelo lançamento do show novo.
Tava óbvio pra mim desde o começo que a Carrie ia arrumar um jeito de estragar com as coisas. Essa mania de perfeição dela acaba fazendo com que as coisas saiam do controle mesmo quando tudo está bem. Ela infernizou tanto o Sebastian a noite inteira que as coisas só podiam terminar mal. Além do que ela estava perturbada pela ideia de transar com ele, tanto que nem conseguiu retribuir o “eu te amo” do rapaz.
Se as coisas não saíram como o esperado pra Carrie e ela continuou virgem, Tom e Dorrit saíram do zero a zero e esquentaram as coisas com seus respectivos parceiros. Achei ótimo o Tom finalmente seguir em frente e resolver engrenar um relacionamento com a Deb, ainda que seja naqueles termos de esconder das filhas por um tempo.
Mouse finalmente assumiu que estava afim de West e se pegaram. O que mais me incomodou nesse episódio foi o sumiço de Maggie e Walt. Aliás, esse é um dos defeitos de The Carrie Diaries. Os personagens somem. E Larissa, como sempre, roubando a cena. Personagem preferida, apenas.
A season finale me fez ter ainda mais impressão de que a série vai ser cancelada. Eles procuraram amarrar todas as pontas e não deixar a história de nenhum personagem em aberto. Pelo menos isso. Acho que é o que deve ser feito sempre que uma série termina a temporada correndo riscos.
Foi um bom episódio. Carrie e Dorrit finalmente aceitaram que o pai delas vai ter que começar a viver de novo, ainda que estejam adotando uma postura de ir com calma perante a isso. Aliás, foi aquela pegação de Tom e Deb no carro que fez o episódio inteiro acontecer.
Carrie se sentiu traída por Sebastian, que se sentiu traído por Maggie, que se sentiu traída por Walt. Kyddshaw acabou, Walt saiu do armário e Maggie e Sebastian acabaram se pegando. Carrie tentou se reconciliar com Sebastian, quase transou com ele mas ele renegou. Maggie acabou revelando a traição pra Carrie que falou umas poucas e boas pra amiga. Concordei com tudo que a Carrie disse, embora tenha pena da Maggie.
Gostei muito da saída do armário do Walt e da forma como conduziram as coisas, embora aquele negócio de ele ser menor de idade tenha sido tosco.
E, por fim, Carrie parece cada vez mais adaptada a Nova Iorque e à Interview. Vai ser muito legal ver essa história se desenvolver se a série for renovada. É o plot que mais me encanta ver, além da história do Walt.
Agora é cruzar os dedos pra que a série tenha uma segunda temporada, especialmente porque Kydshaw terminou, embora eu ache difícil. Deveria ser renovada já que a produção é nota 10 como eu não canso de falar: figurino, trilha sonora, atuações… Enfim. Produção muito boa especialmente se considerarmos que a emissora é a CW. E pra finalizar quero fazer menção honrosa pra AnnaSophia Robb. Matou no peito a responsabilidade de interpretar uma personagem tão marcante e eternizada pela maravilhosa Sarah Jéssica Parker. Quero ela concorrendo em tudo que é award, viu?
Nashville – When you’re tired of breaking other hearts e I saw the light
12/04/2013, 09:38.
Gabriela Assmann
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Fiquei tão triste que a temporada de Nashville sofreu o corte de um episódio!! Espero que isso não represente cancelamento à vista, especialmente agora que a série se encontrou e vem mantendo um ritmo muito bom. Acho que tem gás pra mais uma temporada pelo menos, especialmente pra desenvolver algumas histórias como a de Deacon e Rayna.
Depois de um hiatus malvado Nashville retornou com a corda toda. Desde o começo de When you’re tired of breaking other hearts eu tinha certeza que a ideia do show da Juliette ia acabar mal. Pelo menos o fato de Maddie ter se machucado serviu para uma aproximação da menina com a mãe e também com Deacon, ainda que involuntariamente. E de quebra tivemos o prazer de ver a Rayna falar poucas e boas pra Juliette que, definitivamente, precisa crescer.
Essa história se desenvolveu na ida das meninas para Nova Iorque junto com Rayna. Adorei elas poderem passar um tempo mais juntas e adorei a forma que Rayna encontrou pra apoiar os sonhos das garotas mas ao mesmo tempo tentar protegê-las desse meio que ela sabe que é duro. As duas são talentosas demais. Amei o número na passagem da som. Espero mais espaço para as duas na trama e acho que terão.
Deacon encontrou uma nova namorada. Gostei bastante da veterinária e acho que ela vai ser importante pra fazer a Rayna se ligar na vida e correr atrás do Deacon, embora eu ache que ela tenha sido sincera quando disse que tinha gostado da moça, mesmo que fosse possível ver na cara dela o ciúme corroendo. A verdade é que não importa o que tenha acontecido ou o que quer que venha a acontecer, eu quero que os dois se acertem. Ambos erraram, mas se amam, então há espaço pro perdão.
O plot da Juliette é que tem me cansado. Uma hora ela amadurece e logo depois passa a ser uma idiota de novo. O que foi aquele surto por conta do outdoor da Rayna? Ela tem melhorado no tratamento com a mãe e muito disso se deve ao Dante, mas eu não consigo confiar nele. Tenho a impressão de que ele só quis se aproximar da Jolene para se aproximar da filha dela, ainda mais agora depois desse início de envolvimento amoroso entre os dois. Vamos ver o que acontece…
Passei dois episódios inteiros, o 15 e o 16, achando o Gunnar um idiota, mas no fim de I Saw The Light ele finalmente explica o que estava angustiando ele e eu volto a achar ele fofo. Pelo menos ele consegue fazer com que a Scarlett assine o contrato com a gravadora da Rayna. Tudo bem que ele estava em um momento difícil, mas ela sempre estava do lado dele e não merece ser punida por isso. Diferente do Avery ela não virou as coisas para o Gunnar, quem não compareceu à audição foi ele e ela ainda tentou fazer tudo que estava ao alcance dela. Quanto ao Avery eu já nem sei o que comentar. Tô cansada dele. Pelo menos está tendo o que mereceu. Essas sandálias da humildade tão caindo bem demais nele. Espero que sirva pra uma mudança de postura.
E por fim o núcleo político de Nashville. Lamar conseguiu mexer os seus pauzinhos e descobrir que quem havia dado informações mentirosas sobre o divórcio de Teddy e Rayna foi Peggy. Com base nisso ele confrontou-a e fez ela tentar persuadir Teddy a construir o estádio no terreno de Lamar. Depois de tudo isso eu fiquei com a nítida impressão de que o ataque que o Lamar sofreu não foi um acaso do destino ou um problema de saúde, mas me cheirou a envenenamento. Posso estar totalmente equivocada, mas fiquei com essa impressão… Depois do melhor cliffhanger da temporada aguardo ansiosa por cenas dos próximos episódios.
The Carrie Diaries – The Long and Winding Road Not Taken e Identity Crisis
30/03/2013, 21:08.
Gabriela Assmann
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Sinceramente não gostei muito de The Long and Winding Road Not Taken. Achei o episódio mais fraco da temporada de The Carrie Diaries até aqui. Eu esperava mais do aniversário de Carrie Bradshaw. A dúvida dela entre Castlebury e Manhattan já é um plot repetido por demais e que só vale a pena de repetir se acontecer algo muito surpreendente que derive daí, o que definitivamente não foi o caso desse episódio. Não aconteceu nada de empolgante na festa a não ser o reencontro de Walt e Bennet e o Sebastian perdendo a linha na bebida. O que podia ter sido interessante que foi o contato da Carrie com um agente literário não teve seguimento até agora.
Nesse episódio cabe destacar a evolução da história da Dorrit. Embora eu ache tosco ela ter roubado de novo pelo menos as coisas acabaram de uma forma um pouco melhor pra ela. Foi fofo ela e o carinha da loja de discos, mas acho que alguém precisa dar um basta nas idiotices que a Dorrit faz.
Quando eu achei que ia rolar a primeira vez de Kydshaw a mala da mãe do Sebastian resolveu aparecer e conseguimos entender, nestes dois episódios, pelo menos um pouco das burradas que ele faz às vezes. Com uma mãe dessas como ser bem certo? Mas ele é totalmente fofo ainda assim.
A história da Mouse com a estudante de Harvard também não me desceu muito. Eu sei que no fim tudo isso só vai servir pra aproximá-la de West, mas ta me parecendo um pouco forçado. A propósito, pensei bastante no porque de Maggie e Mouse nunca irem a Manhattan com a Carrie e o Walt sim, mesmo ele sendo de uma família com hábitos mais tradicionais que as delas… Mouse até não faz muita questão, mas e Maggie? Enfim, não entendo. Deve ser porque naquela época havia ainda mais machismo do que hoje.
Em contrapartida gostei muito de Identity Crisis. Não dispersou muito, focou no que era mais importante e conseguiu fazer um episódio muito engraçado.
Carrie está se sentindo cada vez mais em casa em Manhattan e na Interview. Se eu não soubesse em quem Carrie Bradshaw iria se transformar anos mais tarde acho que meus palpites chegariam perto, pois a personagem está sendo bem construída e a AnnaSophia Robb ta dando muito bem conta do recado.
O plot do Walt ta sendo muito bem desenvolvido. Finalmente ele está se dando conta de que é gay mesmo e que não tem como fugir disso. Ele faz o possível para encontrar o Bennet e quando encontra fica claramente mexido. A conversa da Carrie com ele foi muito fofa e teve um tom bastante sutil, embora tenha demonstrado pelo que os gays passam.
Finalmente o Tom resolveu seguir a vida de vez. Quando vi ele discutindo com a Deb tinha certeza que isso ia acabar em pegação. Parece que dessa vez ele ta disposto a dar continuidade no caso, já que até pegou o telefone e estava disposto a ligar e continuar se encontrando com ela. Só estou achando que o fato de Maggie e Sebastian terem visto e escondido da Carrie ainda vai dar alguma coisa errado.
Achei que a história da Mouse deu uma melhorada nesse episódio e já deram indícios de que ela e o West não vão demorar muito pra ficar juntos. O plot do Sebastian de novo foi repetido com a história da família dele, mas pelo menos parece que agora fechou o ciclo já que a mãe dele foi embora de novo.
A observação mais importante desse episódio pra mim foi que mesmo quando a Larissa nem aparece no episódio ela consegue roubar a cena. Acho a personagem boa demais. Os momentos da Carrie correndo atrás do pacote do Andy Warhol foram impagáveis. Só isso já valeria o episódio! Muito bom!
The Carrie Diaries – Hush Hush e The Great Unknown
16/03/2013, 15:22.
Gabriela Assmann
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Tá se tornando repetitivo dizer que foram dois bons episódios, né? No entanto, sim, foram. Até agora The Carrie Diaries não teve nenhum episódio ruim. A única coisa que incomoda um pouco são as repetições de plots, no entanto parece que alguns finalmente tem se resolvido e andado. Eu realmente acho uma pena que uma série como TCD esteja na bolha do cancelamento, mas vamos torcer e cruzar os dedos.
Em Hush Hush tivemos de novo aquele plot da Carrie tendo que escolher entre as festas da escola e as festas da Larissa em Manhattan, mas dessa vez tive a sensação de que ele foi melhor desenvolvido. Dessa vez Carrie usou o sapato novo, se produziu toda, combinou com as amigas (que ficariam na festa da escola) de enganar o pai e foi linda e loira curtir a festa em Manhattan. A partir daí tudo se desenvolveu.
Mouse e Maggie botaram Sebastian na parede e ele resolveu provar que estava apaixonado pela Carrie indo atrás dela em Manhattan. Mouse foi junto enquanto Maggie foi à festa da escola pra ficar com Walt. Adoro Mouse e Sebastian juntos. A amizade deles é bem fofinha. No fim nada deu certo e eles não encontraram a Carrie lá, mas pelo menos as amigas viram que ele tá apaixonado por ela.
Donna resolveu contar pro Walt que a Maggie tinha traído ele e surpreendentemente (pelo menos pra mim) os dois engataram um romance. O que torna essa história interessante acaba acontecendo em The Great Unknown quando os dois namoram e estão se dando super bem, exceto pelo fato de Walt não sentir desejo sexual por ela. Donna, super sensível, conversa com Walt e faz ele começar a assumir, pelo menos pra ele e pra ela, que ele sente esse desejo por garotos e não garotas. Adorei a amizade dos dois e espero que se desenvolva e que ela ajude ele a sair do armário. A propósito adorei a Donna desse episódio. Ela não é aquela vaca que aparentava.
E pra mostrar que nada é tão ruim que não possa piorar o pai da Carrie finalmente resolve voltar a viver e pasmem, vai pra mesma balada que Carrie, porque sim, Manhattan deve ser mesmo um ovo. A balada era toda filmada passava ‘ao vivo’ em várias televisões o que também é super comum. Pronto, tava feita a tragédia. O pai da Carrie viu ela numa TV e proibiu ela de continuar trabalhando na Interview e de frequentar Manhattan.
Voltando a comentar The Great Unknown, Carrie e Sebastian acabam voltando já que ela se comove com a prova de amor que ele dá para ela em Hush Hush. Os dois são tão fofinhos juntos que dá vontade de apertar. Ameeeei que os roteiristas citaram o ship Kyddshaw e incorporaram ele na história, fazendo com que eles tenham shippers na escola.
Pra variar (e de novo repetir plot) Dorrit resolve atrapalhar a visita do cunhado e arma mais uma das suas pra ver se consegue atenção. Sorte que o Sebastian é antenado em Sex Pistols e se liga que a Dorrit deve ter fugido para Manhattan para ir ao hotel onde aconteceram coisas importantes na história da banda.
Achei meio desnecessário o surto da Carrie com medo de estar apaixonada e principalmente na hora que o Sebastian se oferece para levar ela até Manhattan. No fim das contas ele encontra Dorrit antes que ela e parece se dar bem com a cunhada, que começa a gostar dele. Espero que isso faça com que esse plot da Dorrit revoltada com os namorados da irmã acabe.
Finalmente Tom resolve voltar a viver e engata um relacionamento, ainda que só sexual, com uma professora da academia que ele frequenta. Para sorte da Carrie e alegria do mundo todo o amigo dele tá de romance com a Larissa o que faz com que ela encontre Tom e fale, ainda que sutilmente, umas verdades pra ele. Ele não é um pai ruim, só tava meio equivocado. Ele reflete e acaba deixando Carrie voltar a trabalhar na Interview, só estabelece algumas regras e limites.
Gosto da Mouse e acho ela super engraçada, mas nesse episódio achei um pouco forçado. Aquelas cenas dela se exercitando na lanchonete não foram engraçadas, foram patéticas. E óbvio que ela e o West vão acabar ficando enquanto lutam para ver quem vai ser o melhor aluno da turma.
PS: A cena final de The Great Unknown foi fofíssima.
PS 2: Senti falta da Maggie em The Great Unknown.
PS 3: Quero um Sebastian pra chamar de meu.
O TeleSéries veste a camisa pelas causas das mulheres
08/03/2013, 11:00.
Gabriela Assmann
Especiais
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Era 8 de março de 1857 quando funcionárias de uma fábrica têxtil, em Nova York, ocuparam o local e entraram em greve contra as péssimas condições de trabalho a que eram submetidas. A manifestação foi reprimida com violência e acabou com aproximadamente 130 mulheres mortas em um incêndio. Então, em 1910, em uma Conferência na Dinamarca, estipulou-se que na data seria comemorado o Dia Internacional da Mulher, em homenagem a elas. E desde 1975, quando a ONU oficializou a data, ela é celebrada ao redor do mundo.
Infelizmente, este não é um dia apenas para ser celebrado. O machismo – em suas mais variadas vertentes –, apesar dos inúmeros avanços obtidos nesses mais de cento e cinquenta anos, ainda assola o mundo e nos faz lembrar a todo instante que 8 de março não é dia de flores. É dia de luta.
E ainda há um longo caminho para trilhar. E encontramos nos seriados muitos exemplos de que, apesar dos problemas, a luta há de ser constante.
Quem não lembra da coragem de Peyton, de One Tree Hill, que no episódio Don’t Take Me for Granted orgulhosamente exibiu uma camiseta com os dizeres “sapatão” em frente a toda a escola? É o exemplo clássico de que é preciso vestir a camiseta de uma causa, ainda que ela não seja nossa. Que o problema do mundo está em não vestir a camiseta das causas dos outros. E é por isso que hoje o TeleSéries aproveita a data não apenas para homenagear as mulheres, mas para se juntar à luta por uma sociedade mais igualitária e justa.
“Descubra-se feminista”
O feminismo, ao contrário do que superficialmente se imagina, não busca a supremacia da mulher sobre o homem. O movimento tem como meta direitos iguais e uma convivência livre da opressão baseada em normas de gênero. Falando em feminismo, impossível não lembrar da Carrie Bradshaw, de Sex and The City. Ou vão dizer que nunca imaginaram a estilosa personagem defendendo o direito de acesso a métodos contraceptivos, a igualdade salarial entre os gêneros e o direito da mulher de decidir sobre o próprio corpo?
Sex and the City mostrou que as mulheres não são objetos que possuem funções, mas, assim como os homens, são humanos que possuem personalidade. Sem precisar pegar em cartazes ou organizar passeatas, Carrie deixa claro que é feminista cada vez que preza pela sua autonomia profissional, existencial e sexual, sem deixar de compartilhar suas dúvidas e angústias sobre relacionamentos e sobre a vida em geral. E sim, ser feminista é, também, defender que as mulheres tem o direito de fazer o que quiserem, inclusive torrar o dinheiro em sapatos Manolo Blahnik e correr atrás de homens.
“Isso não é sobre sexo, é sobre violência”
A violência contra as mulheres é plot recorrente em vários seriados. E, infelizmente, o plot é recorrente no “mundo real”, também. Segundo o Mapa da Violência 2012, do Ministério da Justiça, a cada três minutos uma mulher é agredida no Brasil. Os dados baseiam-se nos atendimentos por violência do SUS, que no período pesquisado foram de 107.572 atendimentos, sendo que destes, 70.285 (65,4%) foram contra mulheres. Mas os dados são ainda mais alarmantes, se levarmos em consideração que muitas mulheres são agredidas diariamente e por diversos fatores não procuram ajuda e acabam não entrando nas estatísticas.
Foi isso que vimos acontecer, recentemente, com a treinadora Beiste, de Glee. Ela demorou para abrir o jogo sobre o que estava acontecendo e pedir ajuda e, com problemas de auto-estima, acabava se sujeitando a violência por achar que, caso perdesse o marido, não conseguiria encontrar outra pessoa capaz de amá-la. Glee reproduziu muito bem o problema enfrentado por boa parte das mulheres que sofre violência doméstica, já que o marido prometia que iria parar, enquanto ela mentia para as pessoas que tinha saído de casa.
Na série, foi só com o apoio dos alunos e dos outros professores que ela conseguiu se separar. É assim também na vida real. Infelizmente muitas vezes a realidade é bem diferente e o final não é feliz. Entre os anos de 1980 e 2010, 92.100 mulheres foram assassinadas no país. O mais alarmante é que houve um crescimento, no período, de 230% no número de mortes. Na ficção, a violência contra a mulher também mata: na série Being Human, Annie é um fantasma que vaga pela sua antiga casa sem saber o motivo. É quando descobrimos que a sua morte foi provocada por uma agressão do noivo, numa crise de ciúmes.
“Ensine o homem a respeitar, não a mulher a temer. Meu vestido não é um convite para o seu estupro”
E se violência doméstica é plot recorrente nos seriados, o que falar sobre a violência sexual?
Há não muito tempo, a Charlotte, de Private Practice, foi estuprada em pleno local de trabalho. No Brasil, segundo dados do mesmo relatório citado anteriormente, em 2011 foram atendidas 13 mil mulheres vítimas de violência sexual. E ao contrário da série, a violência costuma acontecer nos lares das vítimas.
Mas muitas coisas retratadas em Private Practice refletem o cotidiano das mulheres sexualmente ofendidas. Charlotte sofreu com a vergonha de ter sido estuprada, e por isso não denunciou o agressor e tentou manter o estupro em segredo. Mas o apoio dos amigos e de Cooper, o marido fofo, foram decisivos e ela acabou superando o episódio e reconhecendo o estuprador.
Outro seriado que tratou muito sobre a temática foi Veronica Mars. E mostrou uma outra vertente, que é a da violência sexual no âmbito das universidades. A própria série inicia com a busca da protagonista por identificar quem a estuprou. Veronica consegue identificar, ao contrário de tantas mulheres, o agressor, e nesse ponto o seriado aborda outra questão. O criminoso havia sido vítima de violência sexual na infância, e acaba se suicidando. Uma prova dos graves danos que a violência sexual traz às vítimas, que muitas vezes não conseguem superar o ocorrido. Ou dedicam todas suas vidas à superá-lo.
Prova disso é a Detetive Olivia Benson, da Unidade de Vítimas Especiais da Polícia de Nova Iorque. Law & Order: Special Victims Unit aborda semanalmente esta temática, mas o caso mais icônico é o da própria deterive. Olivia é “filha de um estupro”. E por causa disso, durante muito ela acreditou que não era amada pela mãe, em razão das dificuldades que ela tinha em lidar com a violência. E foi esse padrão psicológico que acabou por definir a vida de Olivia e prejudicar todo e qualquer relacionamento amoroso que ela tenha tentado nestas 13 temporadas. Mas foi também em razão disso que ela resolve, em uma espécie de “vingança”, se dedicar a solucionar crimes envolvendo violência sexual. Um belo exemplo de superação e de perseverança.
Ah, e não podíamos falar de agressão sexual sem lembrar de Barrados no Baile (Beverly Hills, 90210), em que duas de suas protagonistas foram atormentadas pelo problema. Valeria Malone era estuprada em casa pelo próprio pai. Depois de um longo tempo sofrendo ela ameaça expor ele, que comete suicídio. E, como se não bastasse, a personagem volta a sofrer violência sexual na oitava temporada. Kelly Taylor também sofreu duas vezes violência, uma delas em sua primeira relação sexual e a outra na nona temporada, quando já era uma mulher independente. Ela passa a ter medo de andar sozinha na rua, de ficar sozinha em sua loja… E ao se reencontrar com o agressor acaba o matando. Mais um exemplo de que, infelizmente, muitas vezes a ficção imita a vida.
“O silêncio é cúmplice da violência. Denuncie”
Denunciar é importante. É vital. Há poucas semanas, em um episódio exibido nos EYa, Bones deu exemplo. Além de tratar sobre um assunto muito importante, que é o fato de as mulheres muitas vezes sentirem-se culpadas pela violência que sofrem – reflexo da nossa sociedade machista e patriarcal – a Fox ainda produziu chamadas com Emily Deschanel, a estrela do seriado, ressaltando a importância de denunciar estes casos.
Muitas mulheres tem medo de sofrer ainda mais violência ao denunciar. Mas é através das denúncias que os culpados punidos, e a violência acabará diminuindo, ainda que a longo prazo.
Por isso, se você, assim como as inúmeras personagens aqui citadas, sofre violência de qualquer tipo, procure a Delegacia da Mulher de sua cidade, ou, caso ela não exista, vá até a DP da Polícia Civil ou ligue para a Central de Atendimento a Mulher, que funciona 24 horas através do número 180. Seja a protagonista da sua vida!
“Somos tod@s vadi@s”
O TeleSéries vestiu, assim como Peyton, literalmente, a camisa da causa. Confira na nossa página no Facebook a galeria de fotos dos colaboradores do TeleSéries prestando sua homenagem e seu apoio a todas as mulheres.
Nashville – Dear Brother
05/03/2013, 15:41.
Gabriela Assmann
Reviews
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Mais um episódio excelente de Nashville que só vem confirmar o que eu já havia dito na review do episódio passado. Os roteiristas acertaram a mão.
Em Dear Brother era aniversário de Deacon e Juliette estava empenhada em fazer com que o amigo deixasse no passado o velho hábito de passar o aniversário em casa assistindo ‘Meu melhor companheiro’. Aqui ficou clara a diferença entre Rayna e Juliette. Enquanto a primeira sabe de cor e salteado do que ele gosta ou não e quais são seus hábitos a segunda, talvez por desconhecimento, se permite ousar e Deacon (às vezes) acaba gostando. Briga boa das moças pelo coração do guitarrista.
Confesso que to sentindo um pouco de remorso. Sobre o Jason eu escrevi na review passada “Quero ver como Gunnar e Scarlett vão se livrar dele”, mas juro que nunca imaginei que fosse desse jeito. Senti a mesma raiva e vibrei quando o Gunnar fez o que fez, mas não achei que fossem dar esse desfecho para o personagem. Quando a polícia foi lá no Bluebird jurei que era pra prender o Gunnar por ter acobertado o irmão. E se neste episódio a questão do contrato dos dois com a gravadora de Rayna ficou parado pelo menos Scunnar aconteceu. Da maneira mais improvável e no momento mais inoportuno do mundo, mas aconteceu. Acho que o sumiço do Gunnar fez a Scarlett perceber que ama ele.
Enquanto isso o Avery tá cada vez mais com a cara na poeira porque percebe a cada dia que passa que perdeu a Scarlett e que fez as escolhas erradas na carreira. E essas escolhas não são tão simples como a compra de um violão que ele chega lá e devolve…
E como eu sou meio bitch e meu remorso dura pouco eu já aproveito pra dizer que fiquei até feliz que a mãe da Juliette (nunca lembro o nome dela) tomou um porre na festa. Só assim pra mala da Juliette deixar a Rayna cantar aquela música linda que ela compôs pro Deacon. Sério mesmo, tem como não shippar o casal? Serei Raycon forever. Mas volto nesse assunto logo mais.
Sem brincadeiras agora. Gosto da forma como estão tratando a questão do alcoolismo. Mostram que é uma doença que não é tão fácil assim de ser curada, que precisa de muita persistência e de apoio da família. É praticamente inevitável que algumas recaídas aconteçam no caminho.
O Teddy tá um nojo com a Peggy, mas pelo menos tomou as rédeas da própria vida e da prefeitura. Amei a postura dele para com o Lamar e o convite que fez para o Coleman. Achei legal também que mostraram a maneira como a mídia explora e suga as celebridades. Por mais famosa que fosse até hoje Rayna não havia sido exposta dessa forma, mas agora com o ‘escândalo’ ela foi. Uma pena para as crianças que acabam sofrendo mais que o necessário. Essa história mostrou também que por mais problemas e divergências que existam uma família é sempre uma família. Tandy e Lamar defenderam e ajudaram Rayna no momento em que esta precisou. Aliás, o melhor do episódio foi o que Lamar disse para a filha: “Rayna, você não fez nada de errado. Não se atreva a andar por aí com nada menos do que orgulho de ser quem você é. […] Você só tem que se explicar para quem você ama. Todo o resto… Bem, eles podem ir para o inferno”.
Acho que foi essa conversa que encorajou Rayna a levantar a cabeça, a ir na festa do Deacon e a ter a conversa linda que teve com ele. Tem gente que ousa dizer que amor não dói. Eu sinto a dor do Deacon e da Rayna dentro de mim cada vez que ela canta pra ele ou cada vez que eles tem uma conversa como essa. E ainda assim sei que é amor. Acho linda a preocupação que ela tem em não magoar ele novamente, ainda que eu não considere que a errada na situação anterior foi ela, ela sabe que magoou demais ele.
Já to ansiosa pelo próximo episódio – e sim, para nossa tristeza vem mais um longo hiato por aí – pra ver como vai se desenvolver esse romance, pra ver como o Gunnar vai lidar com uma eventual sensação de culpa e pra que Juliette e Rayna voltem a sair em turnê. Só espero que o Liam permaneça no lugar de onde nunca deveria ter saído: longe de Rayna James.
PS: Connie Britton tá simplesmente arrasando!
The Carrie Diaries – Caught
28/02/2013, 17:25.
Gabriela Assmann
Reviews
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É com tristeza no coração que eu devo alertá-los que se preparem para o pior. Ou pelo menos para o pior que um seriador apaixonado pode sofrer. Sim. Cancelamento à vista. É difícil que a série consiga ser renovada depois de marcar durante semanas a fio uma demo baixíssima. A desse episódio marcou ínfimos 0.4. Apesar de uma excelente produção, um bom elenco, uma trilha sonora que merece ser chamada de incrível e um roteiro agradável parece que infelizmente The Carrie Diaries não cativou o coração dos nossos irmãos da América do Norte.
Caught marcou a chegada do inverno – e com ele o baile – e deu continuidade às mudanças que começaram a ocorrer no episódio passado. Gatas solteiras à vista em The Carrie Diaries. Gosto disso, embora tenha achado os dois términos um pouco forçados. Contrariando tudo que vinha demonstrando até então (e que eu inclusive havia comentado na review passada) George foi um idiota com a Carrie e ela com a personalidade forte que tem e balançada com a reaproximação do Sebastian não pensou duas vezes em dar um pé na bunda do rapaz. Mas se achei a atitude dele uma forçada de barra dos roteiristas achei ainda mais forçado o término da Mouse com o Seth. Convenhamos que é uma situação que tem como ser facilmente resolvida com um pouco de boa vontade.
As atitudes de Dorrit pela primeira vez não me pareceram pura birra. Eu acho que a garota está aprendendo, ainda que na dor, a lidar com a perda da mãe e com o fato de que vai ter que suportar isso e seguir em frente. Acho que as atitudes dela demonstraram o que ela de fato estava sentindo naquele momento, sem exageros. Mas logo ela refletiu e entendeu que o pai erra, sim, mas que está fazendo o possível para suprir a perda da mãe.
A Maggie escorregou de novo. Dessa vez o motivo foi a catapora do Walt que acabou provocando na garota um sentimento de carência – aliado ao fato de ela não entender porque ela e Walt parecem “funcionar” juntos – e fez com que ela traísse o namorado com o policial. Mais uma solteira a vista. Pela primeira vez na vida a Donna serviu para alguma coisa. Ela viu a traição e foi chantagear a Maggie. E mais uma vez senti que a personagem está amadurecendo, ainda que siga cometendo deslizes. Ela fez a escolha certa e decidiu contar para Carrie o que estava acontecendo. Pior pra Carrie que fica numa saia justa por ser amiga dos dois, mas acho que ela fez o mais certo ao instruir a Maggie a contar pro Walt antes que a Donna conte.
O que eu mais gostei nesse episódio – embora tenha amado ver o Sebastian com ciúme – foi a esperada volta da Larissa. Como sempre ela deixou a Carrie dividida, mas foi nesse episódio que eu vi mais claramente, pela primeira vez, traços daquela Carrie Bradshaw de Sex and The City. Finalmente ela tomou as rédeas da própria vida, decidiu fazer o que tem vontade e foi trabalhar na Interview com a Larissa. Quero só ver agora como ela vai sustentar as mentiras: a primeira para o pai e a segunda para a Larissa que nem sonha que Carrie ainda está no colegial.
Ainda cabe ressaltar que em dois momentos me peguei rindo e pensando “Ah, se vocês soubessem o futuro da Carrie como nós sabemos” quando via o episódio. O primeiro foi quando Maggie disse aos 30 elas estarão casadas. Mouse retrucou pra Carrie que se via solteirona e morando com a amiga que aos 30 seria “poderosa, advogada fodona e mestre dos solteirões”. Carrie sem perder tempo disse “Eu gostei disso”. O segundo momento foi quando Larissa afirmou: “Você tem talento natural, Carrie Bradshaw. Escrever deve ser sua vocação”. Carrie, modesta, disse que escrever era um hobby. É, Larissa, você certamente plantou a sementinha!
PS: Adoro os momentos da Carrie escrevendo no diário.
PS 2: Adorei elas tirando os sapatos e colocando os tênis com o vestido.
PS 3: Coisa linda esse baile tão anos 80!
The Carrie Diaries – Endgame
21/02/2013, 22:11.
Gabriela Assmann
Reviews
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Endgame foi o melhor episódio de The Carrie Diaries depois do piloto! Isso, claro, na minha humilde opinião. Excetuando o fato de que como comentei na review passada acho meio fail esses episódios de datas comemorativas fora da data e de que esse episódio não teve Nova York eu gostei de tudo. Achei que teve risadas e sensibilidade divididas na medida certa. Nem demais de um e nem demais de outro. Ainda assim cabe ressaltar que foi um episódio que ficou um pouquinho aleatório.
Endgame gira em torno do feriado de Ação de Graças e por isso só eu já esperava um bom episódio. Sempre gosto dos episódios de Ação de Graças. O episódio já começa emocionante quando mostra um flashback de Carrie lembrando da infância enquanto a mãe preparava o jantar do dia de Ação de Graças. Confesso que enchi os olhos de lágrimas aqui. A partir deste momento Carrie resolve que precisa manter e a tradição e se encarrega de preparar o jantar de Ação de Graças da família com ajuda da avó. Tudo começa a dar errado no momento em que, esperadamente, claro, os avós não podem viajar e tudo fica nas mãos dela.
Como se já não bastasse isso o pai dela ainda convida o George e o pai dele para passar o Dia de Ação de Graças com eles. Pobre da Carrie que tem que dar conta de tudo sozinha e ainda lidar com as mudanças de humor da Dorrit e tentar ser agradável com George e o sogro. É claro que tudo dá o mais errado possível. As receitas somem, o forno quase explode, a casa fica sem luz, Dorrit fuma maconha enquanto o mundo cai sobre a cabeça de Carrie e aí por diante…
Durante toda essa confusão a Mouse se mostra uma ótima amiga e tenta ajudar a Carrie, mesmo não conseguindo evitar que tudo termine do pior jeito. Outro que é muito fofo durante todo episódio é o George. Ele mostra que é um amor e que isso de eles viverem “em mundos diferentes” é tudo que ele quer. O George só tem um defeito: não ser o Sebastian. Esse episódio me fez ter certeza disso. Ele é fofo e tudo mais, mas sou muito mais a Carrie com o Sebastian. Funciona melhor.
Gostei também das tramas paralelas. Fica cada vez mais claro que Sebastian tem os problemas que tem porque é muito abandonado pela família. Já a família de Walt e a maneira com que eles tratam ele e Maggie mostram, ao menos pra mim, que a dificuldade do garoto em assumir sua homossexualidade está muito relacionada com isso. Eles parecem ser muito certinhos e metódicos com tudo. Gostei também de ver Maggie amadurecendo e dando um fora, de uma vez por todas, no policial.
Adorei que Dorrit mais uma vez deixa cair a barreira que tá em volta dela e mostra pra Carrie porque estava tão revoltada e incomodada. Não dou razão pra ela, mas nessas horas é preciso acolher todo tipo de manifestação e procurar entender elas, porque é difícil. Nesse sentido a conversa das duas foi linda. Também teve o pai delas reconhecendo, mais uma vez, que tá deixando um pouco a desejar e que precisa se empenhar mais e não jogar tudo nas costas da filha adolescente. E pra fechar o episódio com chave de ouro o Sebastian apareceu pra passar o fim do Dia de Ação de Graças na casa da Carrie, com ela, a família dela e as amigas e foi muito fofinho os dois e também ele tentando agradar o pai dela.
Só desejo que no próximo episódio tenhamos o retorno da Larissa e de Manhattan para The Carrie Diaries ficar ainda melhor.
Nashville – I’ve Been Down That Road Before e There We’ll Be No Teardrops Tonight
20/02/2013, 09:26.
Gabriela Assmann
Reviews
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Quero começar dizendo que os roteiristas de Nashville acertaram a mão. A série tá com um ritmo muito bom e tomou um caminho que me agrada muito. Os episódios 12 e 13 ficaram encaixadinhos e sacudiram as coisas em Nashville. Acho que vem coisa boa por aí.
Juliette está passando por uma mudança, que ao que me parece, infelizmente, é só musical. Ela continua sendo mimada e irritante, mas parece estar querendo amadurecer musicalmente. Estes dois episódios desenvolveram bem esta trama e culminaram com o pedido de demissão de Glenn e o recado de Deacon a Juliette sobre essa sua arrogância com os funcionários. Talvez a garota resolva mudar agora.
Em I’ve Been Down That Road Before finalmente Rayna e Deacon pareceram se dar conta daquilo que está na cara de todo mundo. Eles nasceram um pro outro. Depois de muito climão naquele elevador finalmente rolou um beijo. Rayna engole toda a mágoa e o orgulho e chama o Deacon para uma conversa. Mas como tava bom demais pra ser verdade o mala do Teddy – que havia acabado de trair de novo a Rayna – aparece e o Deacon vê. Vontade de esganar ele nessa hora, mas pelo menos ele pediu o divórcio e deixou o caminho livre pra Deacon e Rayna. Mas em There We’ll Be No Teardrops Tonight somos presenteados (só que não) com a volta do Liam, que acaba mexendo com a Rayna. Ele mexe tanto com ela porque é ele que possibilita que ela fuja um pouco dos problemas. Ele a diverte e é uma válvula de escape. Veremos onde isso vai acabar agora que Deacon está morrendo de ciúme dos dois e brabo demais com Rayna.
Para nossa alegria, no 1×12, o mala do Avery foi lá na casa da Scarlett pra pentelhar e pedir uma nova chance e levou uns bons socos do Gunnar que agora mora lá para dividir o aluguel. Eu fiquei com medo que a Scarlett ficasse com pena do Avery, mas pelo contrário, ela se mostra cada vez mais irritada com o ex e parece que deixou ele completamente pra trás. Ele agora está em busca de se reestruturar já que parece não querer mais agir como agia antes, passando a perna em todos para alcançar o que quer.
Já no 1×13 pudemos ver a ex do Gunnar (que eu achei que tinha sumido pra sempre) aparecer e fazer uma oferta pra comprar as músicas do Avery. Quero ver o que vai sair disso. Confesso que preferia ver Avery se dando mal e Gunnar e Scarlett se dando bem agora que terão uma reunião com a Rayna para tratar de negócios. Além disso tivemos o retorno do irmão do Gunnar para Nashville. Scarlett aceitou deixar ele morando ali por um dia, mas ele tem uma lábia enorme e conseguiu convencê-la a ficar mais um tempo ali. Pudemos ver que parece que ele não deixou o passado sombrio pra trás. Quero ver como Gunnar e Scarlett vão se livrar dele. Ah, aposto que logo logo Scunnar não serão apenas roomates. Acho ótimo! São uns fofos!
Gosto muito do fato de que apesar de ser uma mulher feita e de o casamento não estar bem há tempos Rayna sofre com a ideia de finalmente anunciar o divórcio para as filhas. É isso que traz realidade para a série e são essas nuances da personagem que fazem com que eu goste tanto de Rayna. Acho ela bem construída. Pra piorar tudo a filha mais velha de Rayna (que é filha do Deacon, cabe lembrar) ouviu Teddy conversando com Peggy, sacou a traição e contou pra Rayna.
Quero só ver o que vai rolar daqui pra diante em Nashville. Eu aposto que o Deacon vai descobrir (como eu não sei) que a menina é filha dele e vai ficar muito brabo com a Rayna. Aposto também que a partir disso ela vai se envolver com o Liam. E to bem curiosa pra saber como a Juliette vai se virar sem o Glenn e com tanto poder assim nas mãos. E vocês o que acham?
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