TeleSéries
‘Dexter’ ganha pôster da sétima temporada
23/06/2012, 15:42.
Maria Clara Lima
Notícias
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O canal Showtime divulgou um pôster promocional da sétima temporada de Dexter, que começa no dia 30 de setembro nos EUA. Confira!
No Brasil, a série ainda não tem previsão para a estreia. A sexta temporada já foi exibida pelo canal FX.
Postado no site SpoilerTV
‘The O.C.’ volta a ser exibido no Brasil nesta segunda pelo canal VH1
23/06/2012, 13:17.
Maria Clara Lima
Notícias
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The O.C., um das séries mais queridas dos anos 2000, está de volta ao Brasil pelo canal VH1, a partir da próxima segunda-feira, dia 25. Para quem estava com saudades da turma de Orange County, a primeira temporada do seriado vai ser exibida de segunda à sexta, sempre às 19h.
Criada por Josh Schwartz, The O.C. mostra as histórias de um grupo de adolescentes e de suas famílias que vivem em Newport Beach, Orange County, na Califórnia. A série foi ao ar pela primeira vez em 2003, durou quatro temporadas – terminando em 2007 – e foi sucesso de audiência em diversos países ao redor do mundo. Aqui no Brasil, The O.C. foi ao ar pelos canais pagos Warner e Glitz*, e pela TV aberta, no SBT, sendo chamada de O.C., Um estranho no Paraíso.
Unindo comédia e drama, a série apresenta Ryan Atwood (Ben McKenzie), um adolescente problemático nascido na cidade de Chino e que está sempre no meio de confusões. Ao chegar a Orange County (de onde vem a sigla O.C.) com Sandy Cohen (Peter Gallagher), um advogado público que evita que ele vá para a prisão, Ryan acaba indo morar na mansão da família Cohen. Lá, ele conhece Marissa Cooper (Mischa Barton), a vizinha dos Cohen, e melhor amiga de Summer (Rachel Bilson), por quem seu novo “irmão”, Seth Cohen (Adam Brody) é apaixonado. Nessa primeira temporada, a chegada de Ryan e sua adaptação à vida da alta sociedade da Califórnia são os principais temas abordados.
Além de toda trama, a série também conquistou o público jovem pela sua trilha sonora moderna. Bandas como The Killers, The Walkmen, Jem, Death Cab for Cutie, Rooney, Rachael Yamagata, Modest Mouse, The Thrills, The Subways, Tom Vek, entre outras, fizeram parte do cardápio grupos que passaram de The O.C..
Com informações da assessoria de imprensa.
‘Stars Earn Stripes’ coloca artistas em treinamento militar
22/06/2012, 22:08.
Maria Clara Lima
Notícias
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No dia 13 de agosto, estreia nos Estados Unidos, o reality show da NBC Stars Earn Stripes. O programa de competição coloca oito celebridades em um treinamento militar para ver quem é mais resistente.
Samantha Harris, de Dancing with the Stars e o general aposentado Wesley Clark serão os apresentadores.
Se você achou a premissa do programa fraca, espera então para ver a lista dos oito competidores:
-Dean Cain, ex-Superman
-Laila Ali, lutadora de box e participante do Dancing with the Stars
-Terry Crews, jogador da NF e estrela do Everybody Hates Chris
-Nick Lachey, cantor do 98 Degrees
-Picabo Street, esquiador Olympic
-Dolvett Quince, The Biggest Loser
-Eva Torres, lutador de WWE
Stars Earn Stripes estreia 13 de agosto às 20 na NBC.
CBS considera trazer de volta ‘Unforgettable’
20/06/2012, 15:42.
Maria Clara Lima
Notícias
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O drama procedural Unforgettable pode voltar para a CBS em 2013, depois de ter sido cancelado pela emissora no início de maio.
De acordo com o site Deadline, a série está em negociação para retornar na temporada de verão no ano que vem, com o total de 13 episódios. A emissora não comentou sobre a possível volta da série.
Unforgettable chegou a ser colocada a venda pela Sony Pictures TV, estúdio que co-produzia a série com a CBS TV Studios. O drama foi eferecido para a TNT e Lifetime.
O cancelamento da série foi uma das surpresas do upfront deste ano. Na ocasião, a presidente da divisão de entretenimento da CBS Nina Tassler disse que Unforgettable não tinha nada de errado e que o drama, que atingiu a média de 12.1 milhões de telespectadores na primeira temporada, estava apenas dando espaço para novas séries.
Unforgettable conta a hsitória de Carrie Wells, interpretada por Poppy Montgomery, uma detetive de New York com a habilidade de não esquecer o que vê.
Unforgettable é transmitida no Brasl pelo AXN, às 22 horas das quintas feiras.
Com informações do site Deadline.
‘Parenthood’ contrata Ray Romano
20/06/2012, 14:56.
Maria Clara Lima
Notícias
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Ray Romano, 54, está de volta à televisão para uma série de participações na quarta temporada de Parenthood.
O ator de Men of a Certain Age e Everybody Loves Raymond vai interpretar um fotografo que se interessa, romanticamente, por Sarah Braverman, interpretada pela espirituosa Lauren Graham. O personagem de Romano deve aparecer no episódio de estreia da nova temporada da série da NBC.
Na lista de potenciais pretendentes para Sarah, está Mark, personagem de Jason Ritter, 32, que volta para o seriado como o possível futuro noivo da filha mais velha dos Braverman.
A quarta temporada de Parenthood começa dia 11 de setembro, às 22h, na NBC.
Com informações do TVLine.
Emilie de Ravin vira regular em ‘Once Upon a Time’
20/06/2012, 10:37.
Maria Clara Lima
Notícias
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Atenção, texto contém spoiler para quem assiste ‘Once Upon a Time’ pelo canal Sony.
Fiquem atentos quando Once Upon a Time voltar para a segunda temporada. Bela estará definitivamente na trama.
Segundo o site TVGuide.com, a atriz australiana Emilie de Ravin, 30 anos, se tornará parte do elenco principal da série. Ela, que interpreta a Bela de A Bela e a Fera, e em Storybrooke estava trancada em um sanatório, deverá ao menos ter uma chance de um final feliz.
No final da primeira temporada de Once Upon a Time, ela se reuniu com a ex-Fera, o próprio Rumpelstiltskin, interpretado por Robert Carlyle, e juntos, trouxeram a mágica para o mundo real.
Emilie da Ravin, mais conhecida por seu papel como Claire Littleton, no drama da ABC Lost, apareceu em três episódios durante o primeiro ano de Once Upon a Time.
Outra atriz que ganhou o status de regular na série foi Meghan Ory, que faz a Chapeuzinho Vermelho.
Once Upon a Time volta nos Estados Unidos em meados de setembro, quando começa a programação da chama temporada de outono.
Com informações do TVGuide.com
FX encomenda 13 episódios de ‘Legit’
19/06/2012, 20:55.
Maria Clara Lima
Notícias, Novos Pilotos e Séries
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A comédia Legit foi aprovada pelo FX e irá estrear em janeiro do ano que vem, com 13 episódios no total. A série será sobre um comediante chamado Jim e sua jornada para tornar a vida mais “legítima”.
Legit reúne um time de comediantes de peso. O ator Jim Jefferies (Comedy Cuts), co-criador da série, interpretará Jim. Dan Bakkedahl, o Murray de Community, também faz parte da turma, assim como D.J. Qualls (Memphis Beat).
“Não poderia estar mais feliz fazendo essa série”, disse Jim Jefferies. O ator comentou sobre a tradição de comédias no canal, e citou Louie e a politicamente incorreta It’s Always Sunny in Philadelphia. “O elenco é maravilhoso, e a emissora nos deu total liberdade. Mal posso esperar para as pessoas assistirem”.
O co-criador de Legit Peter O’Fallon, que já dirigiu séries como Pushing Daises, O Quinteto, The Good Wife e The Riches, disse que de todos os trabalhos que fez, esse é o mais divertido. “Jim é o homem mais engraçado e esperto que já conheci. A FX, como sempre, ajudou bastante e fez dessa experiência algo muito prazeroso”, disse.
Jefferies e Rick Cleveland (Nurse Jackie) serão os produtores-executivos, assim como Lisa Blum.
Com informações do TVEquals.
As primeiras impressões de ‘Dallas’
17/06/2012, 23:49.
Maria Clara Lima
Preview
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Não é porque você não viu a Dallas original que iria querer ficar de fora dessa maravilhosa rede de intrigas. Um ‘remake’ que traz para a história da televisão um novo significado para o que seria refazer um show que há muito tempo se foi. Essa foi a impressão que tive dos dois primeiros episódios de Dallas, e vou lhes dizer o porquê.
Logo na abertura, com o tema antigo da série, já se pode reconhecer que a linhagem texana da história original está garantida. Aos que realmente não conhecem a história dos irmãos Ewing, a nova série da TNT fez um belo trabalho colocando a rixa de volta ao centro da trama. Agora, os primos Christopher e John Ross terão que brigar pela supremacia da fazenda Southfork.
Para os que viram JR e Bobby duelarem pelas terras da família por duas décadas, devem ter ficado encantados com os pequenos detalhes como frases, olhares e truques de câmera. Colocar o novo e o velho juntos rendeu à série a força de virar o novo sucesso da televisão. Foi como acordar 20 anos depois, de um sonho movido pelas lembranças. Fico imaginando se pudessem fazer isso com algumas de minhas séries preferidas, mas nem todos têm esse privilégio.
Se me perguntassem o motivo pelo o qual eu verei Dallas até o dia que ela for cancelada, eu responderia que é porque eu adoro surpresas. Cansada de séries-forma-de-bolo onde os roteiristas precisam apenas se preocuparem em preencher as lacunas, eu diria que este retorno é um prato cheio para quem se interessa por reviravoltas.
O começo de Dallas me deixou tonta. Não consegui decidir de fato quem é o mocinho, quem é o vilão, ou se em pouco tempo irá surgir um gêmeo malvado primo dos dois protagonistas que irá tomar a terra deles e vender para a Disney. Ah, as possibilidade de uma montanha-russa a cada capitulo me deixa muito feliz. Afinal, isso que é uma novela no melhor estilo folhetim. Espero que a curta temporada costumeira do ‘verão’ não seja ruim para desenvolver tramas bem explicadas.
A história teve um bom início. O gancho com a Dallas de JR e Bobby não foi forçado, e está recheada de novos mistérios. Logo de cara as perguntas são muitas. Quem seria a mãe de Chris? Quem mandou o e-mail para Elena? Quem é a mexicana que está tentando comprar a fazenda e qual a ligação dela com John Ross? Foram tantas perguntas, tantas situações que a gente acha que vai para um caminho e aí, sem menos, vai para outro, que eu não sabia se ficava confusa ou feliz. Mas confesso que me peguei em alguns momentos desejando o tal gêmeo ou meio-irmão aparecendo!
Não é coisa fútil. Novelinhas como essa tratam da mais pura natureza humana. Em vários momentos podemos jogar um ‘quem nunca’. Apenas não citarei detalhes dos meus planos malignos, mas quem nunca pensou em tramar uma vingancinha ou outra.
Acho que estou apaixonada pelo roteirinho sem-vergonhas de Dallas.
Mas fora o que tem de mais importante, também é necessário falar do elenco. Jesse Metcalfe, Jordana Brewster? Olá, amigos. A nova geração de Dallas promete ser inesquecível. Eles estão super bem em seus papéis, apenas senti falta de um bom trabalho de fono, pois vamos combinar, o que é Dallas sem um belo sotaque texano? Apesar do esforço de alguns dos atores, ninguém ali estava com a malemolência de um cowboy. Mas fora esse pequeno detalhe, acredito que o elenco foi feito sob medida. O Metcalfe tem o jeito doce, forte e turrão do Bobby Ewing, a Jordana tem o ar inocente e decidido que toda heroína deve ter e o Josh Henderson é o cafajestão que todo mundo se apaixona. Está criada a tríade da melhor opereta do verão americano.
Mas de tudo, não posso deixar de falar da presença da antiga dinastia. Patrick Duffy, Larry Hangman, Linda Gray, todos eles estão melhores do que nunca, dentro da tristeza e malvadeza que faz um belo drama. E o que é bom? Eles agora estão em alta definição!
Como eu disse. Dallas tem tudo para fazer história novamente. A decisão de fazer uma continuação e não recontar a história foi a mais certa. E o que mais me surpreende é que a série, mesmo sendo uma espécie de “parte 2”, cheia de enredos de novela, ainda assim, me surpreendeu.
E que venham mais duas décadas.
Ps. O que foi aquela cena no estádio do Dallas Cowboy?
Quem ficou curioso e quiser conferir a continuação do grande sucesso dos anos 80, a Warner Brasil vai começar a exibir a série nesta segunda, dia 18, às 22h.
Retorno misterioso em ‘True Blood’
04/06/2012, 13:47.
Maria Clara Lima
Notícias, Participações Especiais, Spoilers
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Alfre Woodard, 59 anos, está de volta à quinta temporada da série, depois de fazer sucesso como Ruby Jean Reynolds, a mãe esquizofrênica de Lafayette (Nelsan Ellis).
A atriz estava afastada de True Blood desde a terceira temporada, quando foi vista pela última vez sob os cuidados de Jesus (Kevin Alejandro). Alfre Woodard foi indicada ao Emmy 2011 na categoria Atriz Coadjuvante em Série de Drama por seu papel em True Blood.
No início do mês, o canal americano divulgou um vídeo promocional com imagens da próxima temporada da série. A quinta temporada de True Blood estreia na HBO no dia 10 de junho, tanto nos Estados Unidos como no Brasil.
‘Bones’ – um balanço de temporada
21/05/2012, 23:00.
Maria Clara Lima
Reviews
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Acho que nunca esperei tanto uma temporada começar como eu esperei essa a sétima temporada de Bones. Não só em tempo (porque a temporada começou em novembro, quase 2 meses depois do normal) mas em ansiedade. Booth, Bones, bebê? Que coisa mais louca era aquela. Não sabíamos se amávamos ou se odiávamos a ideia, só sabíamos que estaríamos lá quando tudo começasse. Me juntei aos outros e fui de coração aberto.
Eis que Bones chegou ao fim e vi que toda a ansiedade e confusão não passou de um grande exagero. Porque, mais uma vez, muita coisa aconteceu, sem acontecer. Não é? No melhor Hart Way of Life. Mas não foi de todo ruim e vou dizer porquê. Mas antes, vamos dar um ‘play’ no Marc Scibilia (nossa trilha sonora para a review), e lembrar que por mais turbulenta que tenha sido essa viagem, tudo acontece um dia.
O que deu certo
Lá estavam eles, fazendo confusão sobre coisas que ninguém mais faria. Como sempre a química entre Booth e Brennan era o centro das atenções da série. Mas sim, era outro tipo de dinâmica, não era mais “ele gosta dela, ela gosta dele”, porque havia amor. A união de B&B, apesar de ter sido esdruxula, aconteceu e tínhamos que lidar com o fato de que nunca veríamos ela realmente acontecer. Mesmo assim, não se pode negar que vê-los na mesma casa, compartilhando ainda mais a intimidade foi algo para além dos sonhos. Então, para ilustrar a gostosura de ver B&B juntinhos e felizes trarei algumas cenas.
A primeira cena deles dessa temporada, ainda atrapalhados pela intimidade recente e a falta de espaço, fez meu coração palpitar. Ali, quase esqueci toda conveniência do Hart por ter escolhido pegar o bonde na gravidez da Emily sem nos dar satisfações. Mas enfim, ali estavam eles. Aos beijos e falando de sexo. O que por sete anos foi o desejo da maioria dos fãs.
Outra cena que me emocionou bastante foi quando a Bones estava examinando um esqueleto e ela colocou música para ouvir com a criança. Como se já não bastasse Anchor da Mindy Gledhill ser uma perfeita trilha para a doutora, o ato em si foi bonito demais.
Para não falar de cenas e sim de construção de personagem, vimos uma Brennan apressada por mudanças. Ela já não podia ser tão lógica e racional com aquela avalanche de hormônios e da emoção de ser mãe, de ser amada por todos, era algo muito impactante para simplesmente ela continuar sendo “a mesma”. Apesar de sentir falta da Bones “porra-louca” de antes, eu entendo a mudança.
Booth superprotetor e apaixonado foi um deleite.
O novo estagiário também. Finn é muito crocrante e, pasmem, tem até história.
O que deu errado
Fora isso, muita coisa nessa temporada parecia fora do lugar, sem alma.
Às vezes, não conseguia reconhecer que série era aquela. Parecia um “complete as lacunas com uma palavra”, e tudo era tão mecânico. Sempre disse que não me importava com os casos, mas aprendi a vê-los com outros olhos nessa temporada. Não é que não me importo com eles, é só que eles não precisam ser o arco principal da série como andavam fazendo na sexta temporada. Na sétima, eles não foram nem isso. Eles foram um desperdício de tempo entre cenas “fofas”. E que tipo de série se constrói em cima de “desperdício de tempo e cenas fofas”? Desculpem-me xiitas e fãs alucinados, criticamente falando Bones era quase um Shakespeare e agora se contenta com as fagulhas de um Nicholas Sparks.
Toda série é uma fórmula. Mas que seja uma fórmula ganhadora. Com enredos intrigantes e boa interpretação. Costumávamos brincar de “o que aprendi com Bones”, mas brincando assim, descobri que nessa temporada não aprendi nada. Não consigo lembrar de um único caso, tirando o mini arco do Pellant.
Então, se tirarmos que as cenas “fofas” do episódio não são nem 5 minutos ao todo, tivemos desse modo 90% do tempo jogados no lixo.
O time também não estava encaixado direito. Cam ficou perdida (onde está o doutor namorado?), Angela e Hodings perderam o foco, e o Sweets, ah! Nem vou começar, sei que muitos gostam dele, mas eu nem vi Freaks and Geeks e não estou afim de ver uma série dele. Não gostei do destaque que deram ao personagem, mesmo com a Brennan impossibilitada de acompanhar os casos, poderia ter posto ao menos a Cam ou outro agente, não? Até a Shaw poderia ter sido uma opção melhor, apesar de eu também não curtir muito ela. Aliás, o que ela faz nessa série?
Hart prometeu muito e fez pouco. A série se perdeu, talvez na pouca ambição de se fazer algo grandioso em 13 episódios.
Melhor caso e episódio
Sem dúvida eles acertaram no vilão. O hacker-assassino é de meter medo em qualquer um. Claro, sentimos falta e choramos até hoje a morte da pobre corveira, mas acho que encontramos um vilão a altura. Gostei do mistério, do que pode estar por trás do ódio e sede de vingança do moço lá. Me pergunto como as mesmas mentes que inventam um personagem assim pode criar uma temporada tão vazia e calcada em firulas.
Superemos, irmãos.
O melhor episódio, sem dúvidas, foi o de apresentação do Christopher Pellant. The Crack in the Code reuniu os elementos (sabe? Os Shakespeareanos?) para um episódio digno. Com um bom enrendo, bons recursos cenográficos, boas atuações. Parecia que Bones ia finalmente trilhar um bom caminho. Mas foi só a promessa, a segunda metade da temporada foi terrível. Mas esse comentário fica para depois.
Não posso deixar de falar como foi agradável ver o time do Jeffersonian trabalhando junto para resolver o caso (para compensar a quase ausência da Emily Deschanel), e a gigante ameaça para B&B. Foi uma maravilha.
Momento tosco
Michael Vicente dentro da gaveta. Sem mais.
Parker “construindo” uma bomba. Opa, não foi bem isso, né? Bom, simplesmente a aparição do Baby Booth foi terrível. O menininho tava tão pouco à vontade, que chegou a dar dó dele.
B&B brincando de Twister. O que foi a Brennan correndo para dentro de um tornado? Se eu fosse o Booth, teria dado uma surra nela. Af.
Manjedoura. Que lugar foi aquele para B&B ter um filho? Isso foi um tapa na nossa cara para relembrar que Christine veio ao mundo com uma Bones imaculada? Nem vou voltar nesse assunto que já me aborreço.
The Present in the Past
O final dessa temporada foi uma chama de esperança. Vamos tocar From the Ground Up do Sleeping at Last para entrar no clima? Então vamos lá, adeus sétima temporada!
De novo, o Pellant aparece para colocar as coisas em ordem. Porém, aparece ainda de modo atrapalhado, sem ganchos. Confesso que a cena inicial na côrte me deu um dejávù ao mais uma vez ser “poupada” de certos acontecimentos. Não é porque a série é um procedural que a sequência dela não importa. Para mim, importa bastante. Não vi, durante toda a temporada, o desenrolar do caso do Pellant, então ouvir a Brennan dizer que estava confrontando o caso com alguém ou o Booth falando que o hacker é um assassino perigo, mais uma vez é “barato” demais. Hart, pare de pular as coisas e escreva. Não tenha preguiça de desenvolver as histórias, porque quem perde é o público.
Passado esse mal estar, eu adorei todo o episódio. A direção do Boreanaz sempre ajuda. Ele pode até ser um ator mediano, mas tenho visto ele crescer como diretor e afirmo que os episódios que ele dirige, com mudanças de câmera rápidas e ‘closes’, me dá a sensação de que eu estou dentro da história. Parece que é possível sentir tudo com os personagens (Lembram de The Blackout in the Blizzard?). O resto da história fluiu como deveria ser.
Pellant
Tenho medo. Só o que digo. Ele tem tudo para se tornar o vilão mais temido de todos os tempos. Gostaria que a série explicasse como ele consegue por vírus de computador em ossos e em códigos de livro ou trocar o toque de celular das pessoas sem ao menos chegar perto do aparelho. Começo a achar que Pellant é um mágico e não um gênio. Ele conseguiu separar todo mundo e virar o jogo. Algo que ninguém jamais ousou fazer. Gostaria de saber proque B&B está no alvo de vingança desse malfeitor. Será um mistério respondido em breve? Não sabemos.
Cam
Antes de odiar a Cam, eu amei a Cam. Dá para entender? Bom, primeiro adorei ela estar de volta ao seu posto de chefe. Algo que ela não chegou nem perto durante toda a temporada. E a cena dela chorando por causa da Bones foi tocante. Aí, vemos o quanto é difícil dosar o carinho e a amizade com o profissionalismo. Na verdade, ela foi a mais calma e fria de todos, e só assim, o Jeffersonian pode continuar no caso. Espero que a Cam da oitava temporada seja a forte Cam que conhecemos.
Hodings e Angela
Alguém dá um abraço na Angie? Michaela detonou nesse episódio. Não que seja uma surpresa, mas sentia tanta falta da amiga maluquinha da Brennan. Ela e Hodings são parte do motivo por eu ver a série e gostaria de vê-los melhor aproveitados. Sinto coisas boas acontecendo com eles na próxima temporada. A sexta foi tão proveitosa. Quero mais bebê Michael, papai da Angela e toda a gostosura que é esse casal.
Wendell
É o meu ‘squint’ preferido. Adoro o alívio cômico que ele traz nas cenas com a Bones. Ele foi o que deveria ser nesse episódio, não mudaria nada.
Caroline
Diva! Nunca me deixe, Cherrie!
Sweets
Até que o Lance não estava muito pentelho nesse episódio. De cara, ele enfrentou o agente Booth e se manteve na profissão de psicólogo até o fim. Um teste de amizade e de amadurecimento que eu não esperava ver em uma dose tão balanceada. Quase gostei dele, e espero que continue assim. Chega do doutor bobão, até porque ele já passou da idade de bancar o filhão do Booth.
Max
Não sei se dou um beijo ou um soco no estômago do Max. Quer dizer que o Papa Bones tava nesse episódio apenas para tumultuar? “Não acredite no sistema”, ele diz para alguém que sempre trabalhou pelo sistema. Ah, e esse alguém cai na dele. É bom o Max saber o que está fazendo, e ainda bem que a Bones não deixou a pobre Christine para trás. Mais uma vez, espero não soar repetitiva, queria ter visto a cena da conversa entre pai e filha e a hora que ela decidiu deixar tudo para trás.
Família B&B
Eye sex. Expressão em inglês comumente usada entre os fãs de casais que não podem realmente ter algo mais intimo e ficam enrolando – por anos – com esse tal de olhar sensual. Até que B&B inventou outro olhar. Largamente usado nessa temporada. O eye trust/love/desire you for the rest of my life. É como se eles traduzissem em um olhar toda a confiança, amor e desejo de ter um perto do outro para sempre. São segundos, às vezes frações de segundos, mas está lá.
Esse episódio teve de tudo. Foi um resumo de sete anos de agonia. Apesar de ter terminado como terminou, os “eu te amo” ditos por aí parecem tão vazios quando se tem o carinho daquela cena do batismo. Prestem atenção: BATISMO. Quando, em um milhão de anos, alguém imaginou a Brennan participando desse ritual? Segurando a mãozinha da filha enquanto ela recebe a unção sagrada? Deus, me arrebate nesse segundo, porque o amor foi muito forte.
A Christina também não ajuda nesse momento. Ela é tão bonitinha que chega a doer. Ainda não sei dizer se foi uma boa ideia trazer um bebê para a série, mas com certeza não quero nunca que ela parta. Temi que a Bones fizesse a mesma escolha da mãe e deixasse a filha para trás. Mas aquela cena dela ajeitando a filha no banco de trás do carro, aquela cena… não consigo descrever.
Booth é um louco de pedra. Bater no Pellant do jeito que bateu, olhar para a Bones com aquela cara de “eu falhei”. Não consigo me concentrar quando o assunto é ele. Só digo que sei que ele fará de tudo para trazer a família dele de volta. E espero que todos estejam preparados quando a hora chegar.
*****
Quando o Boreanaz postou uma foto dele se despedindo do escritório dele do FBI, eu pensei: Vão separar os dois. Aquela história dele superproteger a Brennan ia dar nesse desfecho. Sabia que ele mataria por ela (desde o início, não é?), não só por ser parceira dele, mas por ela agora ser mãe da filha dele. Então, quando ele disse “adeus” a vida dele de agente, ainda lá no hiatus, antecipei toda essa agonia. Até porque isso seria mais uma coisa óbvia a se fazer: separar os dois.
Só não consegui prever o efeito que isso teria sobre mim. Vendo outra vez a Bones fugir, sendo que agora com a filha dele… não sei o que vai acontecer, só desejo uma coisa: drama!!!! Cenas chorosas, tensas e dramáticas! Ah, que venha o oitavo ano!
Um balanço de temporada
A sétima não foi uma das melhores. Mas também não foi o fim do mundo (há pessoas que adoram a famigerada terceira temporada, escrita durante a greve de roteiristas). Ainda me emociono em ter tido o privilégio de acompanhar de pertinho a gravidez da Emily Deschanel. Ela estava linda, e linda como só ela sabe ser, a Bones ficou ainda mais perfeita. O Boreanaz cresceu junto dela, os dois formaram um dos mais belos casais dessa temporada principal. Não foi a temporada mais memorável, foi uma temporada de memoráveis pequenos momentos. De toques e olhares. Espero que a próxima os pequenos momentos tornem-se grandes o bastante para fazer a oitava temporada inesquecível.
Mas a minha esperança não é apenas uma força de expressão. Sabe o porquê das músicas inseridas nessa review? Se você não conhecer as letras, tira um tempo e leiam elas, assim vocês vão ver que o time que toma conta de Bones conhece cada nuance da série. Cada detalhe que faz dessa história a preferida de muita gente. E é nesse time que devemos nos agarrar e cobrar que façam um melhor trabalhar em setembro. Roteiristas, produtores, diretores, estamos todos preparados pela volta por cima. Nós, os fãs, merecemos.
E é assim, com o coração cheio de esperança que me disperso mais uma vez. Até setembro! Espero que vocês voltem por aqui.
Olha só quem voltou ao set de ‘House’!
07/05/2012, 22:52.
Maria Clara Lima
Notícias, Spoilers
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Se você não quer ‘spoilers’ de House é melhor não continuar lendo essa nota. Mas se você não está nem aí e gostava da Thirteen de House vai adorar saber que Olivia Wilde está de volta na série nesta reta final.
A série termina no dia 14 de maio, e com isso, vários personagens emblemáticos vão voltar para dar o seu último adeus. É o caso da “13”, da Olivia Wilde, que aparece no hospital para ajudar o Wilson na sua batalha contra o câncer.
“Os últimos episódios de House são sobre o House e o Wilson, mas nós vamos trazer alguns velhos amigos”, disse o criador da série David Shore.
O ator Hugh Laurie afirmou que está feliz em poder ter pessoas que foram parte do elenco de volta à série. Os retornos já confirmados são dos atores Kal Penn, Jennifer Morrison e Amber Tamblyn.
Com informações do TVGuide.
NBC anuncia mais duas séries para a nova programação: ‘Revolution’ e ‘New Normal’
07/05/2012, 19:11.
Maria Clara Lima
Notícias, Novos Pilotos e Séries, Programação EUA
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Mais duas séries engrossam os anúncios da NBC para a sua nova grade de programação. Dessa vez, o suspense de JJ Abrams, Revolution e a comédia do criador de Glee chamada New Normal.
Hoje, a emissora confirmou a série da atriz Anne Heche, Save Me, como parte da programação do meio do ano.
E fiquem ligados… a NBC deve confirmar mais séries em breve.
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