Leverage – The First Contact Job

Data/Hora 12/08/2012, 18:08. Autor
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A grande lição do último episódio de Leverage, The First Contact Job, é escutar as pessoas com atenção. Nate está mantendo um grande segredo do resto da sua equipe e acredito que isto esteja atrapalhando o seu envolvimento nos casos. Por não escutar com atenção o “cliente” deste job, Nate acaba não resolvendo o grande problema do cientista Oren Metz. A lição é maior ainda porque Sophie percebe o erro do parceiro, tenta dar várias dicas para Nate, mas acaba deixando ele seguir em frente e perceber por si próprio a falha que cometeu. Até Hardison toca no assunto tema do episódio com Parker quando afirma que ela entende, mas não o escuta.

A equipe de Leverage é muito boa e isso faz com que Nate consiga dar a volta por cima e atender a todas as expectativas do cliente, que como ele percebeu tardiamente, iam muito além de dinheiro e do um milhão de dólares que Nate conseguiu tirar do vilão do episódio, James Kanack. Nate parecia com pressa para resolver o caso e acabou conseguindo dinheiro para Oren, mas só depois percebeu que o importante era recuperar a reputação do cliente. Aí sim Nate tirou a preguiça de lado e fez o que normalmente a equipe de Leverage faz, acabar com o vilão da história.

O caso da vez pende para a ficção científica e chega a dar pena de tão idiota que é o vilão deste episódio. Kanack acaba acreditando mesmo que está se comunicando com alienígenas e que eles querem abduzi-lo. O mais engraçado acaba sendo o próprio estereótipo do vilão, principalmente pela arrogância dele em querer ter o nome famoso, independente de como isso acontecer. Parker e Nate acabam brincando com o nome dele chamando Kanack pelo nome errado, como Kaneck, Karmack, Kojack e por ai vai.

A solução deste caso foi diferente pelo fato de que Nate precisou solucioná-lo duas vezes. Mas fora isso não teve nada de especial e angustiante ver nossos heróis acabando com Kanack. Pareceu um caso fácil, o forte do episódio está nas relações dos personagens. Além aprendermos uma lição com Nate, Eliot está impagável interpretando o nerd com cara de bobo, que fala demais e não para de citar o amigo Lenny que foi abduzido por alienígenas.

Quem continua mantendo a classe é Sophie, além de dar dicas a Nate para que ele se dê conta do erro que está cometendo durante o caso, ela interpreta uma professora que decifra os códigos enviados pelos alienígenas e ainda testa seu talento de diretora de teatro trabalhando no personagem de Eliot. Sophie falando que Stanley Kubric faz a direção parecer muito difícil quando na verdade é fácil, foi muito engraçado. Parker também foi hilária fazendo o dedinho do ET o tempo todo durante o episódio e levando Eliot a loucura com isso.

Se tratando de Parker, ela está rendendo ótimas interações com Hardison, principalmente depois que viraram oficialmente um casal. O hacker reclama que perdeu o resto de domingo e ela entrega ele ao resto do time contando que Hardison queria mesmo era mais tempo para jogar seus games online. E a discussão do ácaro? Ou o mais conhecido “dermatophagoides farinae”. Os dois até apostam quem escolhe o próximo encontro, ganha quem conseguir chegar primeiro nos arquivos de Kanack.

Além da parceria intensa com Parker, Hardison tem aparecido com novos brinquedinhos tecnológicos. E o melhor de tudo é quando ele coloca nome nos dispositivos, neste episódio conhecemos Marvin, um aparelho que finge panes em equipamentos eletrônicos. O hacker do grupo também participa de uma das melhores cenas do episódio junto com Eliot. Hardison faz o batedor de bobo quando os dois vão enviar a mensagem para Kanack e Eliot acaba descontando na van de estimação, Lucille. Depois os dois logo fazem as pazes e emendam uma cantoria dentro da van. Eliot também ganhou pontos na ótima cena em que precisa bater nos seguranças de Kanack, mas não podia quebrar nada no local.

A equipe de Leverage fez aquele tipo de final costumeiro para encerrar este episódio. Depois de enganar o vilão durante o tempo inteiro, com os membros da equipe interpretando diversos personagens, eles chegam no desfecho do caso aparecendo como eles próprios e deixam Kanack completamente enlouquecido e parecendo um maluco na frente de toda a imprensa. Nate consegue fazer com que o vilão pague com a mesma moeda e sofra a mesma humilhação que fez o cliente do job pagar no início do episódio.

Após consertar seu erro, Nate devolve a reputação e a possibilidade de voltar normalmente ao trabalho à vítima de Kanack, o cientista Oren. No final, para retomar a lição aprendida neste episódio Nate agradece a Oren por relembrá-lo de escutar as pessoas. Assim, muito mais que conseguir um monte de dinheiro, a equipe de Leverage faz justiça e deixa todo mundo feliz, principalmente os espectadores.

Falling Skies – Death March

Data/Hora 10/08/2012, 17:57. Autor
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Na estrada. Assim se passa o episódio oito da segunda temporada de Falling Skies. Sem cenas de ação, Death March se baseia principalmente no diálogo e na condução do mistério sobre a história de alguns personagens. Quem ganhou a vez foi Tector que aparece como um dos personagens principais desse episódio junto com Weaver.

As cenas do batedor e do capitão da 2nd Mass envolvem um bom trabalho de diálogo. De novo o sentimentalismo de Weaver fica muito evidente. Ele se importa cada vez mais com cada membro da 2nd Mass e sabe lidar com cada pessoa de uma forma diferente. O modo que ele consegue fazer Tector se abrir pende para o engraçado se tratando de Weaver, mas funciona.

A divulgação desse episódio anunciava que os espectadores conheceriam um segredo do batedor. Acabei achando que a história dele funciona e impacta (principalmente nos Estados Unidos), mas achei meio batida. Esperava uma história mais criativa para o Tector. No entanto, vale ressaltar novamente que a história de veterano do exército traumatizado no Afeganistão tem uma apelação sentimental muito forte.

Outra história que esperei que fosse mais impactante foi a de Maggie. Quase achei que ela tinha feito mudança de sexo de tanto que o Pope assustou a guria dizendo que Hal iria descobrir quem ela era e o quê ela era. Pelo menos o menino Mason não ficou apavorado com o passado de Maggie, isso sim seria um exagerado em plena guerra com alienígenas. Deu pra rir de Pope perguntando se Maggie iria fazer uns “masonzinhos” quando eles chegassem em “Chucktown”

Enquanto Charleston não chega Falling Skies está gostando de matar alguém a cada episódio. Dessa vez foi um dos pacientes do ônibus-hospital de Anne. Tudo acaba afetando a coitadinha da Lourdes, tomara que Charleston traga algo de bom para essa menina. Ela ainda sente falta de Jamil e agora se apegou até nas ferramentas dele. É de dar dó. A esperança está tão grande na 2nd Mass que Matt, com apenas nove anos, até já fez um testamento. Fiquei na curiosidade de saber o que ele tinha pra deixar de testamento. Tive que rir do pequeno Mason.

Realmente a realidade do mundo de Falling Skies não é inspiradora para uma criança. Matt sente falta de amigos e se empolga quando Weaver e Tector atropelam uma menina. Mas a criança tinha um arreio nas costas, já estava bem transformada, com características semelhantes aos skitters, as unhas pontudas e não respondendo mais como humana. A coisa querida do Matt ainda foi tentar ficar amigo dela depois de ter feito o próprio testamento. Outro que recaiu no sentimentalismo foi o “Weaver Coração Mole” que só sentiu a menininha apertando a mão dele e já concordou que ela viajasse com o comboio.

Já o Mason pai ficou meio escanteado neste episódio, participando mais das cenas junto a Anne dentro do ônibus. A hora era de Weaver e Tector. O episódio girou tanto em torno deles que espero que a história do batedor seja melhor desenrolada nos dois últimos episódios da série. Tector provavelmente deve virar uma das vozes fortes de comando, junto com Weaver e Tom.

De qualquer forma as conversas de Tector e do capitão da 2nd Mass já funcionaram no final do episódio. Foi Tector que fez Weaver se manifestar ao resto do comboio após terem encontrado Charleston destruída. O capitão não decepcionou, puxou um otimismo sei lá eu da onde, deu tiro pra cima e fez discurso de “vamos em frente”. E foi esse tiro que chamou a atenção da patrulha do coronel Jim Porter, do Primeiro Exército Continental da nova capital dos Estados Unidos: Charleston, Carolina do Sul.

A cidade enganou direitinho, a visão de destruição por todos os lados não permitiu mais a esperança de se encontrar vida humana. O episódio poderia terminar por ali e deixar todo mundo se perguntando o que a 2nd Mass faria a partir daquele momento. Mas o desenrolar de Tector e Weaver foi fundamental para dar uma razão a tanta conversa durante o episódio. A ideia também é boa, Charleston ficou camuflada pela destruição e assim se esconde mais facilmente dos alienígenas.

Ficamos na curiosidade de conhecer como é a nova capital dos Estados Unidos, onde até temos plantações de morango. Estou quase começando a acreditar nos clubes de strip-tease e parques temáticos que Pope satirizou que encontrariam em Charleston. Tom, por outro lado, virou o moço da publicidade. Porter já afirmou que a fama dele chegou antes na nova capital. Sim, todo skitter quer um pedacinho de um Mason.

Death March foi um dos episódios mais devagares de Falling Skies até agora. Apesar de finalmente chegarem a Charleston, a cidade ainda não foi apresentada, não tivemos nenhuma cena de ação e o enredo se baseou na força das histórias pessoais um tanto fracas de alguns personagens. Acredito que Tector e Maggie podiam render histórias bem mais criativas e instigantes sobre o passado de cada um. Assim, essa parte emocional de Falling Skies ainda não consegue segurar o barco da série sozinha, talvez possam fazer mais sentido nos dois episódios finais. Por outro lado, esteticamente achei um dos episódios mais bem trabalhados até agora em Falling Skies. Os diálogos de Weaver e Tector foram bons, mas que faltou um skitter sendo explodido com um tiro na cabeça, isso faltou.

Sai ‘The Closer’ entra ‘Major Crimes’: saiba as diferenças e semelhanças entre as duas séries


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The Closer encerra sua sétima e última temporada nesta segunda-feira, dia 13 de agosto, às 21 horas. A premiada atriz Kyra Sedgwick não renovou seu contrato e isso levou ao fim da série. No entanto, na sequência da exibição do último episódio de The Closer, os fãs vão poder acompanhar o spin-off da série, chamado Major Crimes. O novo seriado conta com praticamente o mesmo elenco, mas Mary McDonnell (Sharon Raydor) assume como protagonista e nova capitã do departamento de polícia de Los Angeles.

O site TV Line acompanhou os dois primeiros episódios da nova série e apontou semelhanças e diferenças entre os dois seriados.

Elenco: Provenza (G. W. Bailey), Flynn (Tony Denison), Sanchez (Raymond Cruz), Tao (Michael Paul Chan) e Buzz (Phillip P. Keene) seguem na equipe de polícia de Major Crimes. Taylor (Robert Gossett) continua aparecendo como o oficial chato que todos gostam de deixar de fora. O médico legista Dr. Morales (Jonathan del Arco) segue fazendo algumas participações e vai ter como colega de profissão o legista Kendall (Ransford Doherty). As diferenças ficam, é claro, pela ausência de Brenda Leigh Johnson (Kyra Sedgwick), que será substituída pela nova capitã Sharon Raydor (Mary McDonnell). Além disso, o departamento ganha mais um integrante, Kearran Giovanni (One Life to Live) será a detetive Amy Sykes. O adolescente órfão Rusty Beck (Graham Patrick Martin, de Two and a Half Men) vai ser inserido no final da última temporada de The Closer como protegido de Brenda e deve continuar em Major Crimes sob os cuidados de Raydor.

Fritz e Gabriel: O agente do FBI e marido de Brenda, Fritz Howard (Jon Tenney), assim como o agente Taylor e Morales, vai participar de alguns casos como convidado. Já os personagens Gabriel (Corey Reynolds) e Pope (JK Simmons) não estão programados para participarem do seriado.

Nova Chefe: Raydor vai ter uma recepção fria, muito parecida com a de Brenda quando assumiu a Divisão de Homicídios. Por outro lado, os membros da equipe terão que lidar com uma chefe mais linha dura e cara fechada do que Brenda.

Casos: A divisão criminal segue assumindo casos prioritários de investigação. No entanto, ao contrário de Brenda, que utilizava a confissão como mecanismo para encerrar os casos, Raydor vai trabalhar em cima de evidências para garantir uma vantagem sobre o suspeito. Dessa forma o departamento espera poupar tempo da justiça, muito dinheiro e o risco de pedido de recurso.

Doces: A gaveta da mesa de Brenda segue tapada de doces, mas Raydor não se delicia quando descobre o tesouro perdido. No entanto, a expressão tímida de Fritz quando recupera os doces de Brenda promete ser divertida.

Major Crimes estreia segunda-feira, dia 13 de agosto, às 22 horas, na TNT americana, logo após a season finale de The Closer. A partir de 20 de agosto Major Crimes assume o horário da sua antecessora e será transmitida às 21 horas no canal americano.

Com informações de TV Line e IMDb.

White Collar – Parting Shots

Data/Hora 08/08/2012, 10:35. Autor
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O quarto episódio da quarta temporada de White Collar chega para colocar Peter Burke de volta ao seu escritório no departamento de crimes do colarinho branco. Não demorou muito o castigo de Burke no arquivamento de evidências, a solução do caso da viúva milionária ajudou que o agente fosse reintegrado. Ou isso, ou os chefes de Peter cansaram de vê-lo fugindo do arquivo de evidências e usando seu horário de folga para solucionar os crimes de colarinho branco ao lado de Neal. Outra forte possibilidade é o chefe de Peter ter se cansado do trabalho na van, dado o efeito negativo que a van causa nas pessoas – como lembrou Jones no episódio. O importante é que Peter Burke está de volta e #todoscomemora.

Quem retorna neste episódio para o seriado é Sara, e a volta dela agrada aos olhos de Caffrey que já esqueceu Maya, seu amor tropical. Sara sempre foi uma personagem forte e segura e mantém a serenidade quando reencontra Neal. A conversa dos dois foi sincera e provavelmente o casal deve reatar nos próximos episódios.

Outra mulher importante na vida de Neal segue em New York, mas meu medo se confirmou e Ellen sofreu uma tentativa de assassinato. O próximo episódio deve se encarregar de apresentar a situação da sua saúde após o ataque. Neal não ficou menos que devastado com a cena que encontrou ao chegar na casa da mulher que representa o que ele tem de mais significativo se tratando de família.

A dificuldade que Neal tem com família não é a mesma que ele encontra com as mulheres. Ele não tem nenhum problema em encantar qualquer uma que seja, mais ainda quando se trata de uma viúva deprimida e sozinha. O caso deste episódio precisou de uma infiltração de Neal e acabou virando uma paella. A viúva Sophie teve sua vida salva por Caffrey duas vezes, uma mais cinematográfica que a outra. Também neste episódio outra boa atuação de Neal foi ele fugindo muito facilmente da perseguição do detetive particular. Classe.

Apesar da atuação de luxo que Neal vem repetindo, o caso foi relativamente fácil e rápido de ser resolvido. O tempo curto explica-se pelo fato de que o episódio se concentrou em mostrar mais sobre alguns acontecimentos segundários. Ellen sofre tentativa de assassinato, Sara retorna à vida de Neal e Peter é reintegrado ao departamento de crimes do colarinho branco. Assim, uma das melhores coisas do caso acabou sendo o nome fictício que Peter inventou para o disfarce de Caffrey: “Neil Armstrong”.

Além do nome de astronauta, Mozzie acabou com Neal chamando-o de “bochecha rosadinha” e dizendo que ele estava com um “olhar desconfiado de engravatado”. Mozzie ainda ganhou o dia se disfarçando de detetive particular com uma câmera fotográfica muito estranha e uma luneta absurda. Também vale destacar neste episódio o início da amizade entre Mozzie e Ellen, fatos assim mostram como Caffrey está rodeado de bons amigos, apesar da falta que uma família fez em sua vida.

Não sabemos a situação da saúde de Ellen, mas um novo personagem vai entrar na vida de Neal e em White Collar para ajudar a explicar o que aconteceu com o pai de Caffrey e a sua família. Ellen pede que Neal confie em Sam, um policial que trabalha disfarçado e que pode ajudá-lo e ela parece acreditar que a bronca vai muito além de um caso mal resolvido, ou um caso que culpou um inocente e sacrificou toda a sua família.

Seja qual for a verdade que Neal está buscando, podemos concordar que ele está muito bem acompanhado para solucionar o mistério maior que o atormenta. Com Peter de volta à ativa no FBI e Mozzie e Sara retornando ao dia a dia de Neal, Caffrey está bem equipado de amigos que podem ajudá-lo a descobrir quem foi realmente seu pai. Aliás, quem não gostaria de ter esses amigos por perto para resolver qualquer problema? Neal tem um problemão pela frente, além do mistério sobre seu pai, agora ele também vai precisar descobrir quem tentou assassinar a única pessoa que ele ainda chamava de família e provavelmente os dois casos estão ligados.

A review deste episódio encerra com uma frase de Neal, o golpista mais encantador da televisão: “Meu nome é Neal Caffrey e sou a melhor coisa que já lhe aconteceu.”

‘Chicago Fire’ terá participação de ator de ‘The Walking Dead’


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O ator Jeffrey DeMunn de The Walking Dead vai participar da nova série da NBC Chicago Fire. O seriado tem produção executiva de Dick Wolf (Law & Order) e conta a história de homens e mulheres heróicos e complexos do Chicago Fire Department. DeMunn vai interpretar um trabalhador da construção civil que passa por uma situação traumática e precisa da ajuda de Severide (Taylor Kinney) para salvá-lo.

DeMunn é bem conhecido por seu papel em The Walking Dead, onde ele interpreta Dale Horvath. O ator já participou dos seriados Law & Order, E.R. e Arquivo X, e dos filmes Queime depois de ler e O Nevoeiro. DeMunn também vai aparecer no novo seriado do diretor Frank Darabont, L.A. Noir.

Chicago Fire tem no elenco as estrelas de Jesse Spencer e Eamonn Walker. Sua estreia nos Estados Unidos está marcada para o dia 10 de outubro, uma quarta-feira, às 22 horas, na NBC.

Com informações dos sites TV Guide e IMDb.

Músico de ‘American Idol’ participa da quarta temporada de ‘Parenthood’


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O músico Paul McDonald, que participou do American Idol em 2011, vai estar na próxima temporada de Parenthood como um personagem potencialmente recorrente na série.

McDonald vai interpretar também um músico, que vai usar o espaço da gravadora The Luncheonette, de Crosby e Adam. O personagem vai chamar a atenção da nova assistente do estúdio, Amber (Mae Whitman).

Essa participação em Parenthood vai marcar a estreia de McDonald como ator. O seriado já tinha confirmado as participações de Matt Lauria e Ray Romano.

A quarta temporada de Parenthood estreia nos Estados Unidos dia 11 de setembro, uma terça-feira, às 22 horas, na NBC.

Com informações do site TV Line.

‘Touch’ incrementa elenco para segunda temporada


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Os atores Lukas Haas (A Origem), Saxon Sharbino e Greg Ellis (The Confession, Alcatraz) estão confirmados para o elenco regular da segunda temporada da série da Fox, Touch.

Sharbino vai ser a filha desaparecida de Lucy (Maria Bello), a mãe perturbada que conheceu Martin (Kiefer Sutherland) e Jake (David Mazouz) na primeira temporada da série. A atriz foi descoberta pela Fox em um piloto da última temporada. O piloto não chegou a virar série, mas o canal gostou da performance de Sharbino e a atriz recebe uma nova oportunidade.

Haas interpreta um gênio que vai trabalhar para o misterioso Aster Corps. Ellis  também entra para o elenco regular da série como um jornalista e velho amigo de Martin.

Confira o balanço da primeira temporada da série.

Touch é transmitida pela Fox nos Estados Unidos e retorna com sua segunda temporada no dia 26 de outubro, às 20 horas. No Brasil a série é transmitida também pelo canal Fox.

Com informações do site Deadline.

Ator de ‘Batman’ participa da segunda temporada de ‘Grimm’


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O ator Josh Stewart vai participar da próxima temporada de Grimm, série da NBC. O ator fez parte do elenco do último filme da trilogia de Christopher Nolan, Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge.

Segundo o site TV Line, Stewart vai interpretar Bill, um cara de classe média que na lua cheia se transforma em uma criatura chamada Drang-Zorn. O episódio será o sétimo da segunda temporada.

Confira mais participações e novidades da segunda temporada de Grimm. 

Stewart é conhecido por interpretar o detetive Will, no seriado Criminal Minds. O ator também já trabalhou nos seriados Third Watch, Dirt e No Ordinary Family.

A segunda temporada de Grimm estreia nos Estados Unidos pela NBC no dia 13 de agosto, uma segunda-feira, às 22 horas. No Brasil, a primeira temporada da série  foi transmitida pelo canal Universal Channel. Atualmente, o canal exibe reprises, toda segunda-feira, às 23h. A segunda temporada ainda não tem previsão para ir ao ar por aqui.

Com informações do site TV Line.


Nick Jonas confirma rumores sobre sua participação no ‘American Idol’


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Os rumores estavam corretos, Nick Jonas está sendo considerado para ser um dos jurados da décima segunda temporada de American Idol. Através de um tweet o cantor e ator confirmou sua participação no programa: “Os rumores são verdade, estou sendo considerado para ser um dos jurados do American Idol, se isso acontecer será um sonho realizado”, afirmou Nick.

Após a fama com o grupo formado por seus irmãos, o Jonas Brothers, Nick iniciou sua carreira solo em 2004. Recentemente o músico participou do seriado Smash e estrelou na Broadway um revival de How to Succeed in Business Without Really Trying.

Nick tem 19 anos e pode ser o jurado mais jovem da história do American Idol. O cantor começou a sua carreira na televisão com os irmãos Kevin e Joe, quando protagonizaram o programa Jonas, da Disney Channel. No entanto, seu trabalho tem se concentrado na música desde 2010. Já seus irmãos se mantiveram mais próximos da televisão, Joe está em outro programa de competição musical, o The Next: Fame is at Your Doorstep, da The CW e Kevin vai estrear em breve o programa Married to Jonas no canal E!, um reality show sobre seu casamento com Danielle Deleasa.

As saídas de Jennifer Lopez e Steven Tyler do American Idol foram anunciadas em julho deste ano. A Fox já confirmou a participação de Mariah Carey entre as próximas juradas do programa para a décima segunda temporada. Caso Nick não acerte sua participação, as outras possibilidades são Adam Lambert, que já participou do American Idol como candidato, e a cantora do The Black Eyed Peas, Fergie.

O American Idol é transmitido pela Fox nos Estados Unidos e vai para a sua décima segunda temporada.

Com informações de TV Guide e TV Line.

White Collar – Diminishing Returns

Data/Hora 30/07/2012, 10:01. Autor
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Peter Burke acabou não indo para muito longe de Neal. O destino do agente do FBI é um castigo e ele acaba migrando para a “caverna”, um setor de arquivamento bens apreendidos. Trabalhando para um chefe linha dura Peter se conforma e tenta focar no trabalho para sair o mais rapidamente dali. Enquanto isso Neal precisa aguentar o descaso de Jones e Diana que o culpam pela transferência de Peter.

Ao contrário do que pareceu no episódio passado, Burke não deve ficar muito tempo afastado do setor de crimes do colarinho branco. Neal está engajado na solução dos casos e tenta abrir caminho para que Peter volte logo a ser seu chefe. Até Mozzie voltou para ajudar neste episódio. Obviamente ele não poderia ficar muito tempo distante, mas vê-lo disfarçado vestindo a jaqueta do FBI e ajudando Peter logo no terceiro episódio da temporada foi uma surpresa. A audiência agradece, Burke e Caffrey também. Como o próprio Mozzie disse: “quem precisa da polícia quando se tem o Mozzie?”

O episódio Diminishing Returns também completa mais peças do quebra-cabeça da vida de Neal. Peter não cansa de tentar conhecê-lo melhor e o questiona novamente sobre sua história. Descobrimos que Neal cresceu com Ellen no sistema de proteção às testemunhas. Depois da decepção de descobrir que seu pai foi um policial corrupto e que confessou assassinato, Neal começou a usar seu nome verdadeiro com o sobrenome de solteira de sua mãe e assim nasceu Neal Caffrey.

Esses trechos deixam a série mais encantadora, pois finalmente vamos conhecendo junto com Peter quem é Neal Caffrey sem a tornozeleira. Ellen cumpriu sua promessa à Neal no episódio anterior e contou que seu pai confessou ter matado um policial. Pela forma que foram apresentados os fatos, acredito que vamos conhecer mais sobre os pais de Caffrey nesta temporada e duvido que seu pai seja um assassino. Talvez descobrir isso ajude Neal a mudar seu pensamento de que não importa o quanto trabalhe para o FBI, ele sempre será um criminoso.

Neal continua a contar a sua história a Peter quando vai almoçar com ele no seu novo trabalho, mas não é só nesses momentos que a dupla volta à ativa. Caffrey resolve tentar desvendar um caso que está sem solução há vinte anos e que Peter estava nervoso em perder. O criminoso sempre aplica o golpe na mesma semana a cada cinco anos e desta vez Peter estaria confinado na “caverna”. Mas Caffrey conseguiu envolver o agente no caso, ele queria que Burke levasse os méritos pela captura do criminoso e dessa forma voltasse ao crimes do colarinho branco.

Dá gosto de ver o Neal trabalhar. Abre um cadeado ou porta em segundos, como disse o Peter: “desde quando Neal Caffrey precisa de chaves?” Nunca. E quando Neal está mais engajado que o normal, facilmente consegue solucionar um caso que estava há vinte anos sem nenhum suspeito.

Peter se empolga com o trabalho de Neal e acaba participando do caso e assim matando a saudade dos espectadores em ver os dois trabalhando juntos novamente. Uma das boas cenas da dupla foi quando Peter distrai o alvo David Cook, enquanto Neal investiga o celular do suspeito. O plano final para pegar Cook também é criado por Caffrey e é ótimo vê-lo ensinando Peter a como induzir uma pessoa a optar por uma determinada cor.

Quem reaparece para ajudar sempre brilhantemente é Elizabeth. Um pouco distante nos dois primeiros episódios da temporada, a personagem volta como a esposa incentivadora e que sempre tem uma carta na manga, como quando sabia exatamente qual loja de diamantes Neal e Peter estavam procurando. Também vale realçar o café quentinho que Elizabeth sempre tem pronto quando a equipe do FBI precisa se reunir na casa dos Burke. Sou fã da Senhora Engravatada.

Neal e Caffrey estão mais próximos do que nunca, mas não há como negar que são duas personalidades muito diferentes. Peter gosta de andar na linha e Neal é o oposto disso, por isso mesmo os dois criam uma certa harmonia quando trabalham juntos. Agora, os dois passam por situações delicadas. Caffrey realmente está engajado em ajudar o FBI e tentar melhorar sua reputação. Peter, mesmo odiando suas novas tarefas, pretende seguir o conselho do seu chefe: baixar a cabeça, trabalhar e voltar o mais rápido possível ao crimes do colarinho branco. A audiência agradece.

Leverage – The Blue Line Job

Data/Hora 29/07/2012, 20:33. Autor
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Depois de uma premiere que apresentou a nova sede e a nova cidade da equipe de Nate Ford, Leverage começa a trabalhar mais forte no desenvolvimento dos casos de cada episódio. The Blue Line Job trás um formato diferente de pessoa a ser ajudada. O jogador de hóquei Craig Marko está a duas partidas do final da temporada no time da segunda divisão Oregon Otters. Quem pede ajuda à equipe de Nate é o filho de Marko, Danny, que teme pela saúde do pai devido às brigas que, por contrato, o jogador precisa provocar durante os jogos.

A discussão em torno do caso se torna muito engraçada. Esporte em geral sempre é motivo de opiniões diversas e a surpresa em Leverage foi o interesse de Sophie em hóquei e o conhecimento de Parker sobre a Teoria de Schelling de intimidação nacional. Genial. Sophie ainda enlouquece Nate quando conta que roubou um troféu famoso de hóquei, a taça Stanley, mas não se lembra onde guardou. E além de tudo, seu parceiro no roubo foi um famoso jogador profissional russo, Vlad Busiak (Thure Riefenstein).

Vlad acaba participando da resolução do caso deste episódio. Desta vez, a equipe de Leverage deve ajudar alguém que não quer ajuda e não sabe que precisa ser ajudado. A situação é que Danny acredita que o pai está com um sério problema de saúde que vem sendo escondido pelos médicos do time. O caso acaba ganhando outra amplitude quando um problema maior é descoberto, Pete Rising (Treat Williams), o dono do time, está desviando o dinheiro e falindo com o clube.

Quando se fala em time, se fala em emoção e o hóquei é um esporte empolgante, o que ajuda muito no ritmo do episódio. Eliot se passando pelo jogador Jacques Labert foi hilário, principalmente pelo apelido de “Jack, the bear” (o urso) e por ter supostamente vindo da Liga das Renas do Norte, que obviamente ninguém conhecia. Além de tudo Eliot ainda acaba virando ídolo no clube.

Enquanto Eliot fica sozinho, o amor está no ar em Leverage. Hardison e Parker formam um dos casais mais engraçados da televisão na atualidade e o fato de estarem juntos só vem ajudado na resolução dos casos de Leverage. A série está mais romântica, com os dois casais principais em lua de mel. A cena de Sophie deitada no colo de Nate enquanto ele observa o animalzinho de estimação da personagem de Sophie, Zacato, pode-se dizer que foi o momento fofo do episódio.

Em The Blue Line Job também vale destacar as duas boas participações especiais de Williams e Riefenstein. A cidade de Portland, como previsto, vem sendo mais explorada na série, principalmente com imagens gerais da cidade intercalando cenas dos personagens, uma alternativa muito utilizada nos seriados americanos. A cena da equipe discutindo o rumo do caso depois que Peter desiste de investir na Liga Mundial de Hóquei também merece ser lembrada. O trabalho de câmera rodando o tempo todo em volta do grupo chamou a atenção e deu um ar mais nervoso para a decisão.

O time de Leverage acaba salvando outro time, o Oregon Otters, que acaba nas mãos dos próprios jogadores. Como sempre, Nate consegue uma recompensa melhor do que a esperada. O final do episódio é bem emocionante e o soco que Nate difere no vilão da história fecha mais um “job” de sucesso de Leverage. Nate bancou o batedor e o personagem que normalmente é o autor dos socos no seriado fez o homem das frases impactantes. Essa review encerra com uma citação de Eliot: “Escolhas ruins são escolhas ruins, não importa porquê você as faça”.

AMC cancela ‘The Killing’ na segunda temporada

Data/Hora 27/07/2012, 16:52. Autor
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O canal AMC cancelou o drama de mistério The Killing depois de duas temporadas. A série não revelou o assassino de Rosie Larsen no final do primeiro ano e a opção causou polêmica entre os espectadores. A série é uma adaptação de um formato dinamarquês e teve um forte lançamento em 2011. Na segunda temporada The Killing perdeu impulso e nunca mais se recuperou.

A rede de televisão disse, em comunicado, que “após muita deliberação, tivemos que tomar a difícil decisão de não renovar The Killing para a terceira temporada”. O comunicado ainda diz que a “AMC é incrivelmente orgulhosa do seriado e tem sorte de ter trabalhado com uma equipe tão talentosa nesse projeto”. O canal ainda agradeceu a showrunner da série Veena Sug, aos parceiros da Fox Television Studios e ao elenco, que a AMC afirmou ser formado por pessoas talentosas, dedicadas e excepcionais.

O cancelamento de The Killing foi duro para a AMC, já que o canal atualmente exibe a última temporada de Breaking Bad e Mad Men deve ter ainda apenas mais dois anos.

A Fox Television Studios também publicou um comunicado informando que tem muito orgulho de The Killing, da equipe extraordinária de roteiristas, da equipe de produção e afirmou que o seriado possui um dos melhores elencos atuais da televisão. O comunicado ainda afirma que a Fox Television Studios irá procurar uma nova casa para o seriado.

Com informações dos sites TV Line e Deadline.

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