Syfy finaliza acordo para transmitir ‘Continuum’ nos Estados Unidos


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Segundo o site Deadline, o drama de ficção-científica Continuum deve estar na programação do Syfy americano em breve. O canal está finalizando um acordo para adquirir o seriado canadense que acabou de ter seus dez episódios da primeira temporada transmitidos na versão inglesa do canal.

As conversas com o Syfy iniciaram logo após a estreia de Continuum no Canadá, em maio deste ano, pelo canal Showcase. Na sua premiere o seriado se tornou o programa mais visto do canal, atingindo 900 mil espectadores no total e 427 mil na faixa adulta, de 25 a 54 anos.

Continuum é um drama policial futurístico estrelado por Rachel Nichols. A atriz interpreta Kiera Cameron, uma policial do futuro que se vê presa na atual Vancouver. A série é de criação de Simon Barry e também tem a participação de Victor Webster (Castle), Erik Knudsen (Jericho), Stephen Lobo (Smallville) e Jennifer Spence (SGU Stargate Universe). A produção é de Reunion Pictures associada a Shaw Media.

Com informações dos sites Deadline e IMDb.

‘Falling Skies’ contrata ator para ser novo alienígena da série


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A produção da terceira temporada de Falling Skies começou essa semana em Vancouver, no Canadá, e novos personagens estão sendo incluídos no elenco do seriado. O ator Doug Jones foi um dos confirmados para a nova temporada. A divulgação foi feita pelo produtor-executivo da série Remi Aubuchon e pelo próprio Jones através de suas contas no Twitter.

Jones já trabalhou nos filmes Hellboy, Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado e O Labirinto do Fauno. Segundo o site EW.com um representante da TNT afirmou que o ator vai interpretar um novo alienígena introduzido no seriado no final da segunda temporada.

Para o terceiro ano da série já foram confirmadas as presenças de Gloria Reuben (a Jeanie Boulet, de ER) e Robert Sean Leonard (o Dr. Wilson de House). Os dois atores vão participar de cinco episódios da próxima temporada de Falling Skies.

Leverage – The Gimme a K Street Job

Data/Hora 26/08/2012, 18:31. Autor
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O caso do episódio The Gimme a K Street Job de Leverage traz o mundo das animadoras de torcida para dentro da série. Wendy Baran é a presidente de um grupo de empresas que controlam competições de animação. Como a atividade não é reconhecida como um esporte as normas da competição e as apólices de seguro das atletas são todas administradas pelas empresas que Wendy trabalha. Quando uma das atletas se machuca gravemente e sua técnica é responsabilizada e banida da profissão a equipe de Nate Ford é convocada para mais um “job”.

The Gimme a K Street Job foi mais lento que a maioria dos episódios de Leverage. O fato da equipe ter passado o tempo inteiro tentando conseguir os votos dos congressistas baseou o episódio em diálogos. Na edição foram muito utilizadas transições em chicote que deram mais ritmo entre uma cena e outra dos membros da equipe tentando convencer cada um dos políticos. A trilha sonora entrou sempre na hora certa e sutilmente ajudou a caracterizar as diferentes situações com os congressistas, principalmente as milhares de vezes que Eliot abordou o presidente do comitê JJ Legrange.

Os congressistas formaram um time de “figuraças” que deu muito trabalho para a equipe de Leverage. No entanto, as melhores cenas ainda são as de Parker como treinadora das animadoras de torcida, ela toda empolgada trazendo lasers para as atletas treinarem foi muito engraçado. As cenas de Hardison bancando o “novato” com a congressista Jane Berkus também foram um ponto forte do seriado. Jane dizendo que não ia ajudar a “Candi, Mandi e Brandi” a saltitarem suas minissaias e tops foi hilário. Sophie também passou trabalho com a sua saga do subsídio do milho.

A pulga atrás da orelha no episódio foi por conta de Nate. No final da premiere da quinta temporada ele apareceu pedindo a ajuda de Hardison em sigilo e afirmando que “todas as coisas boas chegam ao fim”. Agora Nate apareceu treinando Eliot durante o caso desse episódio e também observou de perto como Parker se saiu com as animadoras de torcida. Isso só reforça a suspeita de que Nate pretende deixar a equipe de Leverage.

O episódio foi leve e o final digno de sessão da tarde. A treinadora Cornell comemorou a prisão de Wendy Baran e a aprovação do ato de proteção às animadoras de torcida junto com seu time. Eliot deixou claro para Nate que percebeu que algo está acontecendo. Se a intenção de Nate for realmente deixar o time, Sophie iria junto? A equipe sobreviveria sem os dois? Não consigo ver a equipe de Leverage sem Nate no comando, é só acompanhar o fechamento dos casos onde ele tem o controle e toma as decisões sobre absolutamente tudo. Esse é o grande mistério da quinta temporada, mas acho que Nate não vai nos abandonar assim tão fácil. Gimme a N!

Falling Skies – A More Perfect Union

Data/Hora 25/08/2012, 17:17. Autor
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Toda a linha de raciocínio do general Bressler, que foi muito bem desenvolvida no episódio anterior de Falling Skies, The Price of Greatness, onde ele aos poucos vê que Arthur vai viajando na maionese e acaba aplicando o golpe militar, vira uma bela bagunça na season finale A More Perfect Union. Neste episódio o que nos guia é a mudança de ideia constante e a confusão do general.

Primeiro Bressler resolve soltar a 2nd Mass porque “os aliens nos encontrarão e não temos escolha senão partir para a ofensiva agora”. No entanto, para bancar o certinho Tom precisa ser contra o golpe militar, vamos combinar que não era o momento de tanta hombridade. Bressler muda de ideia e manda prender a 2nd Mass, mas soa o alarme de segurança e ninguém mais prende ninguém. Fantasticamente no mesmo momento em que a 2nd Mass ia ser presa novamente os skitters rebeldes chegam a Charleston e… com Ben! Tamanha coincidência e a falta de sentido nas decisões de Bressler me deram náuseas. O início da season finale de Falling Skies me causou apreensão, mas o episódio manteve uma linha de crescimento até o final.

A recompensa para esse início confuso já veio na cena em que os skitters são protegidos pelos membros da 2nd Mass e Bressler é obrigado a suspender fogo. No entanto, apesar do general começar a parecer interessado nos rebeldes, depois da reunião com o skitter do olho vermelho ele resolve prender a 2nd Mass de novo e atacar o grupo de rebeldes. Acontece que Weaver e Tom acabam convencendo-o a deixar a 2nd Mass se reunir com os rebeldes e eles passam de quase presos a dispensados. Mas Bressler ainda manda seu exército acabar com os skitters. O general uma hora resolve prender, depois solta novamente. A sua única certeza é a raiva que sente dos skitters por eles terem matado seu filho (pelo menos já temos um motivo para a falta de razão na tomada das decisões).

O skitter do olho vermelho trouxe novas informações na reunião em Charleston, segundo ele o cabeça de peixe é mais conhecido como Eshpeni, e a morte dele deixaria as operações alienígenas em completo caos. Ou seja, a 2nd Mass perdeu uma ótima oportunidade quando manteve o cabeça de peixe como refém no episódio Molon Labe. Mas os esclarecimentos não foram suficientes e a turma de Ben acaba sendo atacada e Bressler muda de ideia de novo e cancela a missão da 2nd Mass. De novo Weaver vai falar com o general e afirma que eles vão mesmo assim e Bressler concede a permissão só para não parecer que não tem autoridade. Convicção é tudo nesse general.

A revolta toma conta da 2nd Mass e Weaver e Tector finalmente abandonam os uniformes do exército. Ainda bem, Weaver fica muito melhor na “aparência esfarrapada de capitão” e Tector deixou de ser “Aloysius Murphy” e voltou a ser o Tector que conhecemos com o lenço vermelho e cabelo estiloso. Até parece ter tomado o banho que Pope mandava ele tomar nos primeiros episódios da temporada.

Com todo mundo de volta ao normal e Bressler sem mudar de opinião a 2nd Mass parte para a sua missão. A cena do ataque dos skitters à 2nd Mass na câmara matou a saudade das cenas de ação em Falling Skies. Assim como a cena em que os skitters rebeldes atacam Karen, soltam os humanos e atacam o soberano e os skitters “puxa-sacos”. Gostei dos efeitos especiais nessas cenas de luta, foram convincentes, muito mais que os efeitos utilizados na maioria das cenas da segunda temporada. Além dos rebeldes terem chegado bem na hora para salvar a 2nd Mass Tom foi o herói da noite ao matar o soberano.

A 2nd Mass retorna à Charleston e eles são recebidos como heróis. Até Bressler, que obviamente mudou de opinião de novo e achou tudo lindo, recebe a 2nd Mass de braços abertos. No entanto a batalha teve baixas. A morte entre os personagens principais de Falling Skies que foi informada durante a Comic-Com 2012 em San Diego se confirmou na season finale. Dai morreu durante a luta com os skitters “puxa-sacos”. Apesar de conhecermos muito pouco do personagem ele foi figura constante nas lutas da 2nd Mass desde a primeira temporada da série. No episódio Molon Labe já havíamos perdido Jammil e Boon, eu acreditei que essa morte importante poderia ter sido a de Jammil, mas Dai era um personagem mais antigo série, morreu heroicamente e não volta para a terceira temporada. Também não podemos esquecer da perda do skitter de olho vermelho. Quem comandará os rebeldes a partir de agora e porque afinal de contas só ele tinha um olho vermelho?

A outra baixa não foi por morte, mas por nocaute, um nocaute em um beijo. Karen beijou Hal e o garoto Mason desmaiou na hora, vai saber o que ela colocou pra dentro dele. Passamos boa parte da segunda temporada com medo de quem Ben realmente era e de que lado estava. Ano que vem esse papel passará para Hal. Quem já está com medo do Mason primogênito? Pelo menos Ben demonstrou que vai ficar junto da família e assim reforça o time de Tom.

Além da volta de Ben, a família Mason está crescendo ainda mais. Anne está grávida, para a felicidade dos skitters que adoram um Mason e a tristeza dos soberanos que certamente não aguentam mais um membro dessa família atrapalhando seus planos. Que vocês acham? Eu aposto que é uma menina!

Uma coisa que não consegui entender foi porque Ben pôde ir na missão com a 2nd Mass se o skitter de olho vermelho disse que eles não poderiam chegar no local sem serem percebidos pelos alienígenas devido aos arreios, que mesmo retirados seguem com comunicação. Ben até chega a perceber a presença do soberano antes de explodirem a entrada para a câmara, mas o soberano não percebeu a presença do garoto antes da explosão?

Em relação ao material humano o que vale ressaltar nessa temporada foi ótima atuação de Noah Wyle (Tom). Além dele eu destacaria três outros atores pelo trabalho na segunda temporada de Falling Skies. Connor Jessup (Ben), que deu medo quando o skitter falava através dele, Will Patton (Weaver) e Colin Cunningham (Pope). Entre as novidades em termos de personagem eu gostei muito da presença de Tector entre os selvagens e do crescimento de Matt na série. Mas eu gostaria de ouvir vocês, qual foram os destaques de atuação e personagem na segunda temporada de Falling Skies?

Agora, o que esperar da terceira temporada? A arma que a 2nd Mass destruiu estava apontada para o céu, mas a força aérea humana já não existe mais. Logo, os soberanos deveriam estar esperando a presença da nova espécie alienígena que apareceu na última cena do episódio. Logo, presume-se que os novos aliens sejam inimigos dos soberanos e possam ser aliados dos humanos. Mas agora que o soberano foi morto, e muito bem morto por Tom, como ficará a força deles no comando da dominação da terra? Qual será a intenção da nova espécie alienígena? São questões para a terceira temporada. Uma coisa é certa, a 2nd Mass vai manter suas armas engatilhadas: tic-tic-boom!

Até a terceira temporada!

White Collar – Honor Among Thieves

Data/Hora 20/08/2012, 20:54. Autor
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O episódio Honor Among Thieves foi o primeiro da quarta temporada de White Collar em que Peter e Neal estão novamente trabalhando juntos no departamento de crimes do colarinho branco. Não foi para menos que os dois protagonizaram o melhor episódio da temporada até agora. O caso da vez também foi exótico e a série contou com a boa participação da atriz Rebecca Mader como a ladra Abigail Kincaid. Além do bom desenvolvimento entre os dois personagens principais no caso, Diana termina seu namoro que já estava virando casamento e acaba se envolvendo com Abigail.

Visualmente White Collar tem cada vez mais apostado nos enquadramentos contra-plongeé (de baixo para cima). Outra técnica muito utilizada no seriado são as transições em movimento de uma cena para outra, alternativa foi muito usada na série já cancelada Cold Case. Também adorei a edição da imagem final do episódio, de Neal no computador, o ritmo da edição acompanha o ritmo da trilha sonora.

Honor Among Thieves começa com Neal luto, Ellen não resistiu aos ferimentos do ataque que sofreu na própria casa. Agora Neal precisa descobrir quem é Sam, o policial amigo de Ellen que trabalha infiltrado e tem informações sobre os pais de Caffrey. Sam também pode ser a chave para desvendar quem foi o responsável pela morte de Ellen. Alguém mais imaginou que Ellen pode estar viva e o velório ter sido forjado para ela seguir vivendo mais tranquilamente no programa de proteção às testemunhas?

Se Ellen está viva nem Neal ficou sabendo, pois o grande objetivo dele agora é descobrir informações que a sua amiga não pôde fornecer antes de ser atacada. Peter promete ajudá-lo, mas Caffrey acaba conseguindo uma forma mais fácil de ter as informações. Durante o caso do episódio ele faz um trato com a ladra Abigail, mas o trato vira chantagem e Neal é obrigado a roubar a peça de arte que deveria estar tentando proteger junto com a equipe de Peter.

O trato era que Abigail roubasse o arquivo de Ellen do FBI e trocasse pela peça de arte “Mobile Melancolia”, de Pascal. Neal desiste do trato e tenta se manter na linha com Peter, mas acaba chantageado por Abigail e forçado a cometer o roubo. Peter não demora muito para descobrir que Caffrey roubou o Pascal. Neal entrega a obra roubada para Abigail sob vigilância do FBI, mas liga para Peter logo após a troca entregando a localização da ladra, da obra de arte e do pen drive.

Obviamente quem ajudou Neal no roubo é Mozzie, que inventou um chapéu que não identifica a pessoa que o usa. Mozzie chamou de “o vigarista sem cabeça”. Ele ainda aparece com uma arma olfativa, a “bomba de fedor”, que depois Neal usa para disfarçar o Pascal na lata de lixo e, devido ao forte odor, forçar que o lixo seja levado para rua logo após o roubo.

Neal acaba sendo absolvido do incidente, mesmo tendo roubado a obra de arte. Caffrey acaba virando o herói do dia, algo muito rotineiro na vida de Neal. Peter fica feliz de ver que o amigo não sucumbiu para o lado negro da força, mas como ocorre normalmente o agente do FBI acaba com uma baita pulga atrás da orelha. Abigail foi presa com o Pascal e o pen drive com as informações de Ellen que Neal se recusou a receber. Dessa forma as evidências são levadas para sala de provas e Peter poderia ter acesso às informações.

Difícil acreditar que Neal não planejou todo esse golpe, porque ele é inteligente o suficiente, e até demais, para saber o que aconteceria se Abigail fosse pega com o pen drive. Por outro lado Neal segue andando relativamente na linha e o remorso dele depois que rouba a obra de arte nas costas de Peter é de dar dó. No entanto, achei Neal muito pouco surpreso de estar sendo vigiado pelo FBI na hora da entrega do Pascal. A conversa que ele tem com a Abigail também serviu totalmente para limpar o nome dele. Fiquei curiosa, como a conversa foi grampeada?

Peter continua com a sua eterna dor de cabeça com Caffrey. Apesar de Neal estar se mostrando mais confiável acaba sempre se metendo em um possível problema que balança a confiança de Peter. Mas é isso que dá gás ao seriado e não deixa a história dos dois murchar. Além disso, é algo que está no DNA de Caffrey, ele não acha necessário sempre seguir as regras, atualmente as segue muito mais para manter sua vida em New York, corresponder à confiança de Peter e porque está cansado de fugir. Apesar de serem amigos, Peter sempre será o certinho, Neal o malandro e Mozzie o diabinho no ouvido de Neal. A confiança entre os dois segue uma eterna corda bamba, mas de uma coisa Peter tem certeza: Neal sempre acha uma maneira de conseguir o que quer.

PS1: Peter para Jones: “Quem pararia no meio de um roubo a um museu para marcar um encontro? Não responda”. Ri muito.

PS2: Adorei a “cara de más notícias” de Peter.

Grimm – Bad Teeth

Data/Hora 18/08/2012, 00:01. Autor
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A maré turva de sangue está solta e a cerimônia da inocência é afogada por todo lugar…

A primeira temporada de Grimm encerrou sem encerrar muita coisa e a segunda temporada vem mostrando que talvez não seja necessário encerrar tudo assim tão rápido. A mãe de Nick apareceu e como muito bem colocou Monroe “ela não deveria estar não tão viva assim”? Adoro o Monroe e ele deve ter cada vez mais trabalho nesta segunda temporada de Grimm já que seu amigo Nick não para de arrumar problemas. Além do reaparecimento da mãe que deveria estar morta, Juliette sofreu com um feitiço de uma hexenbiest no final da primeira temporada e ainda segue adormecida no hospital. Para completar o circo Nick agora tem que lidar com um wesen muito pior do que qualquer outro que ele já teve notícia.

Tantas perguntas sem respostas no final da temporada passada tinham tudo para causar frustração… só que não! Grimm está conseguindo manter o desenrolar da história da season finale na premiere da segunda temporada, e vai muito bem obrigada. Já começamos com sangue, muito sangue, e a chegada do wesen super ultra power perigoso chamado Mauvais Dentes, que já assusta antes mesmo de se transformar.

Vale destacar que Grimm ganhou uma abertura mais estendida, que explica a história de Nick e a premissa do seriado. Para quem acompanha regularmente a série não acrescenta muita coisa, mas é útil para quem não conhece o seriado e for tentar assistir um episódio para ver se empolga, é bem válido – “Esta é a vida de um Grimm”.

Bad Teeth começa praticamente onde a primeira temporada acabou, na cena da luta de Nick com Kimura. No entanto, dessa vez a cena foi mostrada dando mais atenção à chegada da mãe de Nick na casa e isso é uma boa forma de relembrar a season finale sem ao mesmo tempo cansar o público com repetições. A chegada de Kelly é muito significativa, além do papel de mãe ela vai ajudá-lo a entender essa ebulição de coisas estranhas acontecendo: as sete famílias, as moedas, os wesen que falam francês, os que falam alemão, as sete chaves dos cavaleiros, o mapa, a liga secreta da “Língua do Dragão”… a lista é grande e a cabeça de Nick já recebeu muita informação neste episódio.

O importante é que agora Nick tem uma mãe para ajudá-lo e não é qualquer mãe, é uma Grimm. Isso significa que além de ajudá-lo a pegar um wesen, ela também limpa a bagunça na casa inteira e na manhã seguinte prepara o café. No entanto, como era de se esperar Nick fica muito P da vida com o fato de ter ficado 18 anos sem ter a mãe por perto, principalmente para explicar coisas da família como o fato de conseguir ver monstros pela rua e ser perseguido por ceifadores. Sim, a mamãe Grimm tem muitas explicações para dar, Nick precisa dessas explicações, mas mais que tudo ele quer a mãe novamente ao seu lado.

Outros personagens de Grimm também estão com a vida complicada, o coitado do Hank tem pesadelos com a imagem de Monroe transformado em blutbad e dorme com uma arma no colo na frente da porta. Rosalee e Monroe seguem tentando salvar a vida de Juliette e isso parece ficar cada vez mais difícil. Juliette pelo jeito vai esquecer tudo que Nick contou pra ela no final da temporada passada e sabe-se quando ele vai resolver abrir o coraçãozinho Grimm pra ela de novo.

Outro que está passando trabalho é o capitão Sean Renard – no final da primeira temporada ele teve seu apartamento invadido e saiu bem machucado. Além disso, ele está cada vez mais tendo que agir e colocar em risco seu disfarce, como quando precisa obrigar a hexenbiest mãe a fazer um antídoto para o feitiço de Juliette. Pode ser resultado de empolgação com o início da temporada da série, mas estou perigosamente me apegando ao chefe de Nick. Inclusive em algum lugar dessa história toda algo me diz que o capitão tenta proteger o Grimm. Posso/devo estar totalmente errada, eu sei, mas #prontofalei. A verdade é que precisamos saber muita coisa ainda sobre o capitão Sean Renard.

Enquanto não descobrimos quem é realmente o chefe de Nick nos contentamos com os acontecimentos da estreia da segunda temporada. O episódio acabou e a impressão que dá é que os problemas de Nick só aumentaram. Pelo menos agora existem dois Grimms no páreo e essa informação já chegou aos ouvidos do chefe de Nick através de Kimura. A mãe Grimm acredita que as sete famílias enviaram o Mauvais Dentes para pegar a chave de Nick e matá-lo e ele termina o episódio no meio da emboscada do wesen. A “Língua do Dragão” provavelmente vai continuar mandando wesens em busca das moedas. Além disso, Nick precisa chegar ao hospital em 45 minutos para salvar a vida de Juliette. E agora, #comofas?

O final do episódio foi daqueles finais perigosos, ou cai em uma frustração gigantesca ou é um sucesso. E Bad Teeth foi um sucesso. Apesar de deixar muitas questões abertas o primeiro episódio da segunda temporada trouxe tantas informações novas que a nossa cabeça doeu junto com a do Nick. Grimm mostrou que tem muita lenha para queimar ainda e fritar as nossas cabeças tentando entender tantas famílias, lendas, mitologias, wesens e moedas.

PS: Quem riu do Monroe quando o teste com a gata enfeitiçada deu azul e não amarelo ou verde?

Leverage – The French Connection Job

Data/Hora 17/08/2012, 23:47. Autor
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O episódio The French Connection Job traz o passado de Eliot à tona. Conhecemos o homem responsável por tirar o batedor do lado negro da força. Toby ensinou Eliot a usar facas para cozinhar e não para outros fins e agora a missão da equipe de Leverage é recuperar a reputação e o emprego de Toby em um instituto de culinária onde ele dava aulas para jovens carentes e com antecedentes criminais. Nate percebe que o problema pode ser resolvido com a ajuda da polícia, mas a pedido de Eliot eles assumem o caso.

David Lampard é o “fdp” da vez, um investidor que trabalha com escolas de culinária, cobra horrores nas mensalidades, financia o curso com juros altíssimos e tira todos os bens materiais de quem não pagá-lo depois. Além disso Lampard está envolvido em tráfico, inicialmente Nate acredita se tratar de cocaína, mas logo eles descobrem que o produto é bem mais sofisticado: as raras trufas francesas.

Além de conhecermos mais sobre os dotes culinários de Eliot, outros personagens destacaram sua “coisa” nesse episódio. Hardison é nerd e fica extremamente empolgado quando suas novas bugigangas tecnológicas chegam por encomenda. Sophie começa a dar aulas de teatro e Nate, segundo Parker, gosta de controlar pessoas. Todos estão com a sua “coisa”, menos Parker que começa a ficar deprimida por não ter a sua. Eliot tenta ajudá-la a conhecer mais sobre comida, Sophie passa mais dicas para ela sobre teatro e tudo isso acaba ajudando na solução do caso de Leverage.

Parker é diferente e ela também tem sua “coisa”, a diferença é que a coisa de Parker é roubar coisas, isso que a deixa feliz, é isso que ela ama. Nate tenta ajudá-la e pergunta à Parker o que ela pensa quando vê Michelangelo de David. Resposta: “Tem dois sensores de presença no chão, precisaria de cordas ligadas a um helicóptero para passar pela clarabóia”. É essa a Parker que amamos em Leverage.

Quem está se dando bem com a sua “coisa” é Sophie. Após ter ficado muito chateada com a mudança de endereço do escritório de Leverage ela parece estar se achando e trabalhando muito mais próxima da sua verdadeira paixão. Sophie achou seu lugar no mundo dentro de Portland com as aulas de teatro. Mais do que isso, os alunos dela até já participaram do caso de Leverage deste episódio e a sua escola de teatro tende a render muito mais dentro do seriado.

Mas a vez de mostrar a sua coisa neste episódio é de Eliot e ele está impagável no papel de professor de culinária, com aquela vibração ninja como disse Lampard. No restaurante o inimigo de Lampard, Jean-Luc, manda vários capangas atrás de Eliot e ele acaba com cada um deles enquanto cozinha, é uma das melhores cenas do episódio. Ele derruba todos os homens muito facilmente, entre uma frigideira e outra, enquanto ensina para os alunos que um tomate roxo na realidade é uma cebola. Acabam os capangas e Eliot continua fazendo sua comida até que o guarda-costas de Lampard o reconhece de outras primaveras e Eliot precisa acabar com ele também, com direito a luta de facas.

A equipe de Leverage tem se puxado cada vez mais na escolha dos nomes dos disfarces, o Nate interpretando seu personagem Gnar Slabdash, “com G mudo”, ficou muito engraçado e chega a irritar Lampard por causa do nome estranho. Parker também foi hilária como crítica gastronômica e as cenas dela recebendo as dicas de Nate, Sophie e Eliot foram das mais engraçadas do episódio.

O desfecho de The French Connection Job não poderia ser diferente: todos os vilões foram presos graças à equipe de Nate e o amigo de Eliot, Toby, recuperou seu instituto de culinária e sua reputação. O caso deste episódio foi um dos fáceis, assim como o caso do episódio anterior, a diferença é que neste a equipe de Leverage pareceu ter se divertido um pouco mais. Sophie usou sua paixão pelo teatro, Eliot sua paixão pela culinária, Hardison descobiu um laser na aula de culinária, Parker conseguiu entender a paixão pela comida e Nate pode fazer o que mais gosta e controlou todas as peças de Leverage em prol da boa causa que só nossos Robin Hoods modernos sabem fazer.

Falling Skies – The Price of Greatness

Data/Hora 16/08/2012, 17:48. Autor
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Falling Skies chega ao penúltimo episódio do seu segundo ano e, ao contrário da primeira temporada, desta vez a season finale não é dupla. Normalmente credito isso ao fato da série ter conseguido fazer dois últimos episódios ótimos que merecem ser exibidos separadamente e melhor que isso, agradam a audiência sozinhos. Falling Skies parece ter conseguido exatamente isso, o episódio The Price of Greatness foi o mais instigante e empolgante da temporada até agora e a série tem tudo para terminar por cima e mandar mais expectativa lá para a terceira temporada que já está confirmada.

A 2nd Mass chega finalmente a Charleston e a cidade era tudo que se esperava dela… só que não. A chegada do comboio foi digna de uma recepção de heróis, almoço diversificado, glória para Tom Mason, camas e roupas limpas. No entanto, o que Tom e Weaver não esperavam era encontrar um governo comandado por um ditador e um exército que não tinha a intenção de enfrentar os alienígenas.

O episódio também apresentou o grande convidado da série para essa temporada, o eterno John Locke de Lost Terry O’Quinn, que interpreta Arthur Manchester, um antigo professor de Tom na faculdade de Boston. O que Mason também não esperava é que seu amigo tinha se tornado um ditador que só se preocupava em montar um novo governo, levantar uma nova cidade e entrar para a história mundial. Claro que ele esqueceu completamente que o mundo no momento está sob invasão dos alienígenas e sem mundo ele não vai entrar para a história mundial. O’Quiin, assim como em Lost e Hawaii 5-0, continua dando medo.

The Price of Greatness conseguiu manter um suspense o tempo todo sobre o que era essa nova cidade erguida em um local no subsolo, quem eram essas pessoas, o que elas queriam, o que Arthur queria, como eram as hierarquias e qual era a posição do exército nisso. Apesar da indicação do coronel Porter, o comandante do exército de Charleston, general Bressler, dispensa o auxílio de Weaver e Tector nas patrulhas, simplesmente pelo fato delas não existirem. Os dois são integrados ao exército, mas a desconfiança só aumenta. Segundo o general a ordem é reagrupar, reconstruir e não procurar briga.

Quem retornou com estilo ao seriado é a filha de Weaver. Jeanne havia aparecido no bom quarto episódio da série, Young Bloods, e já se imaginava o retorno dela mais para o final da série, mencionei inclusive isso na review. Ela acaba sendo bem importante para a 2nd Mass se dar conta ainda mais cedo sobre a furada em que se meteram. A “cria” do Weaver faz jus ao pai e dá um belo discurso na audiência que deveria tratar de eleições, mas quem acaba com tudo é Tom, quando lê um trecho de um livro sobre a Revolução Americana, de autoria de Arthur. A leitura de Tom  mostrou que as palavras de Arthur no livro são exatamente o contrário do que ele está implantando atualmente. E assim, como a história que se repete, começa a cair um governo.

“Haviam alguns que defendiam a acomodação, que acreditavam que o inimigo só seria enfurecido por uma rebelião total. Mas eram minoria perto daqueles que entendiam que a liberdade só viria quando o inimigo fosse expulso da terra deles”.  Tom Mason dando um tapa de luva em Arthur.

Quem assumiu seu lado militar foi Tector, ele já não é mais um dos selvagens e se diferencia ainda mais de seus antigos amigos, acaba até atirando no grandão Lyle. O Tector limpinho, de roupa nova (pijama novo como ridicularizou Pope) e sem o lenço vermelho ficou realmente muito estranho, tão estranho que cheguei a ficar com raiva dele na hora que o mandam prender a equipe de Tom. Mas Tector não decepciona e acaba indo preso junto com todo mundo. Tudo bem, a ideia dele não foi exatamente inteligente na hora, mas foi bonita, estamos trabalhando aqui com Steven Spielberg e eu adoro essas cenas de lealdade. Aliás, nem o nome verdadeiro ajuda Tector a parecer um militar do exército de Charleston, Aloysius Murphy não é nome de sargento que mata skitters como se fossem cachorrinhos.

No final das contas Tector nem ficou muito tempo preso e seu ato de lealdade pode até ter influenciado na decisão do exército de implantar o golpe militar. Sim, golpe militar em Falling Skies! Me empolguei e pulei do sofá nessa hora. Adoro ver referências em séries, principalmente históricas, e um golpe militar fez todo o sentido na atual situação. Pope até fez uma piadinha: “Bom trabalho rapazes, parece que nos jogaram bem no meio de um golpe à moda antiga”. Aliás, Pope é ótimo como anti-herói, ele odeia o Tom mas não o entrega para Arthur e ainda chama ele de ditadorzinho. Bem feito, o Arthur foi muito “bitch” prendendo toda a 2nd Mass e ameaçando as pessoas para descobrir algo de Tom e Weaver e poder achar um motivo para prendê-los, ele até pretendia levá-los a julgamento por traição. Muito “bitch”.

Em Charleston a 2nd Mass ficou em uma situação em que nunca havia se encontrado antes. Protegidos, sim, mas sem poder tomar ação alguma. As pessoas que encontraram no local não sabiam lutar e muitos agiam sem pensar no próximo, como o médico que colocou Anne para trabalhar na ala pediátrica porque ele não aguentava mais limpar narizes. Hal fazia treinamento militar com outros que mal conseguiam montar a própria arma. Sem falar do Matt que briga no primeiro dia da escola e quebra um dente do coleguinha que disse que a 2nd Mass nunca havia lutado contra alienígenas. Pessoas que visualmente não estavam adaptadas a nova realidade do mundo, ou estavam fugindo dela.

Falling Skies tem mostrado nessa temporada que a atual realidade é de briga por território. Os humanos precisam resgatar seu mundo para poderem voltar a viver suas vidas, os alienígenas não vão sair de livre e espontânea vontade ou vão sair apenas após cumprirem sua missão. Mas qual missão seria essa? Esperar para ver o que eles querem tirar do planeta não é uma opção muito agradável e a 2nd Mass sabe disso. Arthur pensava no mundo pós-invasão, mas se esqueceu que a invasão permanece. Ele espera fundar uma nova democracia, mas os humanos ainda vivem escondidos e fugindo dos alienígenas.

Os diálogos estão muito bem encaixados neste episódio e conseguiram explicar a relação entre a 2nd Mass e Charleston. Frases pontuais ajudam no rumo da história e a indignação com a situação vai crescendo. O exército vai se virando aos poucos contra o comando civil. Quando Tom vai pedir que Arthur solte Maggie após o incidente com as armas, já que ela era inocente, o líder de Charleston se recusa pois afirma que precisa mostrar autoridade. Tom rebate ele muito bem: “E não fazer nada, o que isso demonstra?” Não ficaremos sabendo. Graças ao golpe militar a 2nd Mass está entre as vozes de comando e a chegada do menino sem arreio com um recado dos rebeldes para Tom indica que eles vão partir para a luta contra os soberanos. Com o exército novamente no comando, que venha a season finale.

PS1: Não importa o quanto destruído está o planeta sempre existe uma bandeira gigantesca dos Estados Unidos para pendurar em algum lugar. E com direito a um ótimo destaque no movimento de câmera e enquadramento.

PS2: Existe casal mais chato que Maggie e Hal? Se existe esses dois pelo menos estão entrando para o top 5.

Atriz de ‘CSI: Miami’ participa de ‘White Collar’


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A atriz Emily Procter (CSI: Miami e West Wing) vai participar de White Collar. Segundo o site TV Guide, Emily vai interpretar a nova chefe do departamento de crimes do colarinho branco de New York.

A personagem de Emily se chamará Amanda Callaway, uma ambiciosa e pragmática agente especial que terá como tarefa principal manter Peter (Tim DeKay) e Neal (Matt Bomer) na linha. A atriz vai aparecer em dois episódios da série.

White Collar é transmitida pela USA, nas terças-feiras, às 21 horas. No Brasil a série é transmitida pela Fox.

Com informações do site TV Guide.

Retorno de ‘Grimm’ tem segunda melhor audiência da história da série

Data/Hora 14/08/2012, 16:33. Autor
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A estreia da segunda temporada de Grimm alcançou a segunda melhor audiência desde o lançamento da série em outubro de 2011. O episódio Bad Teeth atingiu 2.0 de rating no público adulto entre 18 e 49 anos e 5.7 milhões de espectadores. Foi a melhor audiência da série desde janeiro de 2012.

O drama da NBC já tinha alcançado rating de 2.1 e 6.5 milhões de espectadores no lançamento da série no ano passado. Grimm continua sendo transmitida nas próximas três segundas-feiras, às 22 horas, nos Estados Unidos pela NBC. A partir de 14 de setembro a série passa para a grande das sextas-feiras, às 21 horas. A segunda temporada da série estreia no Brasil dia17 de setembro na Universal Channel.

Com informações do site TV Line.

‘Revenge’ e ‘Once Upon a Time’ estarão disponíveis na Netflix em outubro

Data/Hora 14/08/2012, 15:19. Autor
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Os assinantes da Netflix terão as primeiras temporadas de Revenge e Once Upon a Time disponíveis a partir de outubro. As duas séries chegaram ao Brasil há menos de um ano e vão estrear suas segundas temporadas nos Estados Unidos no dia 30 setembro.

Once Upon a Time apresenta uma história baseada nos contos de fadas, revisitados de uma forma diferente e transportados para os dias atuais. A história se passa na cidade de Storybrooke, onde diversos personagens encantados vivem suas vidas sem lembrarem quem realmente são, tudo por causa de um feitiço da Rainha Má. A Branca de Neve (Ginnifer Goodwin) é uma professora primária chamada Mary que não se lembra que fora apaixonada pelo príncipe encantado. Tudo começa a mudar quando a única pessoa capaz de acabar com a maldição chega na cidade, a filha da Branca de Neve, Emma Swan (Jennifer Morrison).

Em Revenge a personagem principal é Emily Torne/Amanda Clarke (Emily VanCamp), uma menina que teve uma adolescência complicada e passou anos na detenção infantil após seu pai ser preso por um crime que não cometeu e morto na cadeia. Aos 18 anos, ela é liberada e transforma a sua vida em uma grande busca por vingança. Muda seu nome de Amanda Clarke para Emily Torne e começa uma busca atrás de cada responsável pela prisão e morte de seu pai.

A Netflix disponibiliza a oportunidade dos assinantes acompanharem as primeiras temporadas das duas séries. Todos os episódios estão disponíveis para serem acessados quantas vezes os assinantes desejarem em aparelhos como tablet, vídeo-game, smartphone e televisão. A mensalidade do serviço custa R$ 14,99 e o primeiro mês é de graça.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Netflix.

Série ‘Delegacia de Mulheres’ estreia em agosto no canal Viva

Data/Hora 14/08/2012, 15:17. Autor
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O seriado Delegacia de Mulheres, criado e escrito por Maria Carmem Barbosa, chega no dia 26 de agosto ao canal Viva. O mês de estreia da série marca duas datas importantes de conquistas femininas: 27 de anos de existência da primeira delegacia da mulher no Brasil e seis anos de vigor da Lei Maria da Penha.

A série tem direção de Wolf Maia e Denise Saraceni. A história é baseada nas pesquisas da pedagoga Schuma Schumaher, fundadora do SOS Mulher, um grupo de combate combate à violência contra as mulheres. O seriado terá 18 episódios e vai tratar do dia a dia de uma delegacia dedicada exclusivamente a atender e solucionar os problemas do público feminino. Segundo Maria Carmem, o objetivo da série é mostrar a rotina de trabalho dessas mulheres, seu comportamento, suas reações com os casos e o relacionamento entre elas.

Apesar de lidar com assuntos sérios como graves casos de violência, o seriado tem uma linguagem leve e bem humorada. O elenco conta com Eloisa Mafalda (delegada Celeste), Zilda Cardoso (escrivã Adelaide), Stella Miranda (assistente social Paula), Cissa Guimarães (radialista Luli Saraiva) e mais quatro detetives interpretadas por Mayara Magri, Lucia Veríssimo, Susana Vieira e Cininha de Paula. Cada uma das oito atrizes simboliza um atributo relacionado ao universo feminino como beleza, sabedoria, eficiência, esforço, intuição, senso de realidade e força.

Delegacia de Mulheres surgiu após o episódio piloto Em Defesa da Honra, que foi ao ar em 28 de dezembro de 1989. A TV Globo exibiu originalmente o seriado entre março e julho de 1990. Maria Carmem teve colaboração no texto de Patricia Travassos, Miguel Falabella, Charles Peixoto, Luís Carlos Góes, Ronaldo Santos e Geraldo Carneiro.

A série estreia dia 26 de agosto, domingo, às 23 horas, no canal Viva. Delegacia de Mulheres ainda terá um horário alternativo de exibição, aos sábados, às 15 horas.

Com informações da Assessoria de Imprensa do canal Viva.

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