TeleSéries
James Brolin entra para o elenco de ‘Community’
18/09/2012, 19:31.
Aline Ben
Notícias, Participações Especiais
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
A emissora NBC divulgou hoje que o ator James Brolin (Prenda-me se for capaz) terá uma importante participação na série Community. Segundo o site TV Line, Brolin vai fazer sua estreia na série no episódio sobre o dia de ação de graças no papel do pai caloteiro de Jeff.
Joel McHale, que interpreta Jeff no seriado, publicou uma foto com Brolin no set de Community em sua conta no Twitter e aumentou a especulação sobre a participação do ator no seriado. Apesar de várias fontes confirmarem a informação ao site americano, oficialmente Brolin ainda não foi anunciado na série.
Community retorna para a sua quarta temporada no dia 19 de outubro, às 20h30, pela NBC nos Estados Unidos.
Com informações do site TV Line.
White Collar – Gloves Off
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
No último episódio de White Collar, Ancient History, Neal recebeu uma fita gravada por Ellen logo após o pai dele, James, ter confessado um assassinato. Na fita Ellen conta que reuniu em uma caixa as provas que conseguiu sobre os policias corruptos que James afirma terem armado para ele. A caixa está escondida e um medalhão de Ellen pode levar Neal até as provas.
A fita tem um impacto emocional muito grande para Neal, especialmente por Ellen afirmar que o pai dele não é um assassino. Peter se dispõe a ajudar Neal, mas Sam não quer o FBI envolvido. A tentativa dos dois de fazer essa relação dar certo dita o ritmo do episódio e termina com uma das mais magoadas brigas entre dois amigos já vista em uma série. Mozzie resume a situação bem no início do episódio ao ver Peter e Neal conversando: “Claramente eles estão mentindo um para o outro, fazendo algum tipo de acordo que nenhum dos dois pode manter.”
O caso do episódio, como a maioria dessa temporada e eu sinto muito em dizer isso, não é muito empolgante. Além disso, envolve um mundo confuso (pelo menos para mim) de economia, ações e Wall Street. Neal vai trabalhar infiltrado com o provável suspeito de uma organização que troca informações internas sobre o mercado e ganha muito dinheiro com isso. O ator que faz a participação especial como figurão de Wall Street é Victor Webster, de Castle e Continuum. O mais intrigante é que o grupo envolve tipo um “Clube da Luta”, os participantes lutam boxe e os ganhadores da rodada têm acesso às informações privilegiadas.
As melhores cenas do episódio são quando Neal e Peter, ambos infiltrados, se tornam adversários no Clube da Luta de Wall Street. A luta que foi ensaiada antecipadamente ganha ares de verdadeira quando Neal recebe uma ligação de Sam segundos antes de entrar no ringue. Após Peter ter investigado Sam e descoberto que Neal se encontrou com ele, o agente vai à casa de Sam e tenta convencê-lo de aceitar sua ajuda para solucionar o assassinato de Ellen. Sam resolve se mudar com medo de ter sido encontrado e avisa Neal que a parceira dos dois acabou.
A raiva que Neal sente de Peter vira algo sem tamanho. Neal culpa Peter pela morte de Ellen e por Sam ter ido embora. Para piorar a situação Neal vai até a casa de Sam e encontra tudo revirado, o que sugere que o esconderijo de Sam realmente foi descoberto. Neal mistura mágoa e raiva de Peter e nem Mozzie conseguiu acalmá-lo durante a luta. Mozzie inclusive pede para Neal lembrar que ele está lutando com o seu segundo melhor amigo. Nada mais adianta a Neal, ele está confuso, magoado, com raiva e se sente injustiçado porque mesmo tendo mantido a promessa que fez a Peter, o agente segue não confiando nele.
Acredito que Peter tem todos os motivos para ainda duvidar de Neal, mas também acredito que o agente tem a ver com a morte de Ellen e o sumiço de Sam. No entanto não acho que Peter esteja por trás do que aconteceu, mas ele deve estar sendo monitorado pelo alto escalão do FBI. Se existem pessoas importantes que podem ser desmascaradas se o passado de Neal vier à tona com certeza essas pessoas estão atentas ao que acontece na divisão de crimes do colarinho branco.
O problema é que essa raiva toda de Neal tende a prejudicá-lo e Peter não conseguirá reverter isso facilmente. Quem se torna mais fundamental ainda é Mozzie que visivelmente vem tentando manter Neal na linha. Mozzie é quem poderá ajudar Peter e Neal a resolverem essa bagunça.
Gloves Off realmente promoveu um acontecimento e tanto para deixar a Summer Finale de White Collar mais atrativa. Depois de uma temporada abaixo do esperado e longe do que foram as três primeiras temporadas da série, uma grande briga entre Neal e Peter é a alternativa para virar o jogo.
Após o episódio da semana que vem White Collar retorna só em 2013, esperamos que a série consiga deixar muitas expectativas até lá. Nas redes sociais surgiu uma discussão onde fãs acreditam que Sam possa ser o verdadeiro pai de Neal. Eu espero que não, seria uma saída um tanto óbvia e já muito utilizada. Alguém acredita nessa? Eu acredito no que disse Peter no ringue com Neal: “Essa luta está longe de acabar”. Então, que venha o último round deste ano.
PS: Merchandising pegando novamente com o carro Taurus da Ford, dessa vez Elizabeth Burke mostrou as facilidades do carro que estaciona sozinho.
Leverage – The Broken Wing Job
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Leverage investiu nessa temporada em alguns episódios que fogem ao formato mais corriqueiro do seriado. The Broken Wing Job é estrelado por Parker e os outros membros do grupo pouco aparecem. No episódio, Parker fica de molho no escritório porque rompeu os ligamentos no joelho enquanto os outros partem para uma missão em Tóquio, no Japão.
Parker é uma personagem muito singular e uma das mais divertidas da série. Ela adora acrobacias e escaladas e agora precisa ficar de molho em casa vendo televisão. O tédio de Parker já rende muitas risadas, mas ela descobre que a sua mega televisão acessa as câmeras de segurança do bar e começa a se divertir com seu próprio Big Brother. A diversão dura pouco e já vira trabalho, Parker descobre dois criminosos que estão planejando alguma coisa e se encontram todo dia no bar de Leverage. Definitivamente, escolheram o bar errado.
Quem ajuda Parker nessa aventura de muletas é a garçonete do bar, Amy, que na realidade é filha de um bilionário e o verdadeiro alvo dos criminosos. Adorei o ursinho de “melhore logo” que ela dá a Parker logo no início do episódio, ele acaba virando um personagem quando Parker começa a conversar com o ursinho (estilo Tom Hanks e Wilson em Náufrago). Outra referência foi à saga Harry Potter, Parker fez um feitiço tentando fazer um clonador funcionar: “Clônus Clonius”. Ri muito. Também não pude deixar de notar a famosa garrafa de refrigerante de laranja de Hardison sempre junto com o ursinho. Ah, a Parker socando os caras maus com as suas muletas foi demais.
A grande sacada do episódio é acompanhar Parker organizando e comandando uma missão em que ela precisa vencer uma dificuldade própria dela que é a de precisar da ajuda de outras pessoas. Além disso, Parker consegue fazer o bem para outros clientes que ela acompanha através das câmeras de vídeo da segurança do bar. O jeito que ela faz Amy organizar as mesas e os lugares que as pessoas vão sentar dá um toque genial na solução do caso. Parker consegue juntar o “Romeu” e a “Julieta”, programar dois policiais para estarem no bar no momento do possível assalto que na realidade era sequestro e ainda conforta o coração do médico que recém perdeu a sua esposa.
The Broken Wing Job foi bonito, diferente e criativo. Só achei falta de uma ligação dele com a linha central discutida nesta temporada que é o segredo de Nate e a possível aposentadoria do grupo. Agora, o negócio é aprontar mais pipocas, semana que vem Leverage apresenta sua Summer Finale com direito a episódio duplo com duas horas de duração. Depois de um início de quinta temporada abaixo do nível geral do seriado ficou para os dois últimos episódios a tentativa de Leverage fechar mais próxima do que foram as quatro primeiras temporadas da série. Estamos na torcida e, claro, preparando mais pipocas.
Lição do episódio: “Identifique suas limitações, converta-as em vantagens e adapte-se”. Eliot Spencer.
White Collar – Ancient History
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Depois de Sara outra mulher da vida de Neal retorna a White Collar. A parceira de roubos Alex Hunter aparece novamente no seriado em Ancient History após ter levado uma rasteira de Neal e Mozzie no final da segunda temporada. Os dois roubaram o tesouro do submarino alemão que Alex passou anos procurando. No entanto a aparição mais importante na vida de Neal ainda é Sam e depois de receber uma fita de vídeo com uma gravação de Ellen Neal resolve assistir junto com seu mais novo “amigo”.
Quem fica com ciúmes do novo chamego de Neal é Mozzie e ele continua muito preocupado com essa aproximação com Sam. A preocupação é tanta que Mozzie foi pedir ajuda a Peter, e nós sabemos o quanto isso é difícil. Moz tem razão em não confiar tão cegamente em Sam, depois da morte de Ellen ficou mais evidente que o passado de Neal pode mexer com histórias que muitas pessoas não querem que cheguem a público. Não podemos esquecer que Neal conseguiu o endereço de e-mail do Sam nos arquivos do FBI e essa informação pode ter sido plantada. Será que esse Sam realmente é o Sam da Ellen?
Ancient History foi o episódio mais fraco da temporada até agora. As melhores cenas foram as de Mozzie quando levou um presente da ilha Yap para a família Burke e quando invadiu o apartamento de Alex achando que era de Sam e encontrou um sutiã na gaveta das roupas – “Sam é Samantha” – hilário. As cenas de Mozzie e Peter presos dentro do apartamento de Alex também renderam algumas risadas, além de alguns enguadamentos inspirados.
Fora alguns poucos momentos, o caso do episódio não empolga muito, mas Ancient History tem um bom jogo emocional entre Mozzie, Neal e Peter. O atrito entre esses dois últimos complica até uma reunião de trabalho. Neal descobre que Peter já sabe de Sam e que Mozzie contou da fita que ele recebeu com a gravação de Ellen. A paz só volta a reinar no trio no final do episódio quando Neal resolve que o melhor é assistir o conteúdo da fita com os seus dois melhores amigos.
A cereja do bolo no episódio foi Peter consultando o signo de Neal enquanto dirigia. A cena foi claramente realizada para mostrar funcionalidades do carro de Peter. Não sei precisar o tipo, mas é da marca Ford, patrocinadora que marcou seu logo na tela durante o episódio. Foi merchandising? Foi, mas um bem feito, discreto e com uma história que coube no estilo de White Collar. Muito longe daquilo que os personagens das novelas da Globo fazem quando indicam um shampoo (câmera foca no produto) no meio de uma conversa sobre o marido que traiu a mulher com a empregada.
As funcionalidades do carro não ajudaram em nada na solução do caso, que encerrou com Alex dando um belo baile em Neal e Peter. Em contrapartida os dois prendem Rasmus Spiteri, o peixe grande da história. Alex levou os artigos gregos roubados dos museus e deixou o candelabro que tinha ganhado de Neal para poder incriminar Spiteri. No entanto, por agora, a moça é o menor dos problemas existentes entre Neal e Peter.
O próximo episódio Gloves Off é o último antes das summer finale de White Collar e o mistério em torno de Ellen promete aumentar, junto com o atrito entre Neal e Peter. Cada vez fica mais difícil para Neal saber em quem pode confiar. Acredito que Sam deva ser quem realmente Neal pensa que é, mas dentro do FBI devemos encontrar muitas pontas soltas. Além de descobrir a verdade sobre seu passado Neal corre risco de perder seu acordo com o FBI e muito pior que isso, perder a amizade de Peter. O que deve trazer mais peças para o jogo vai ser o conteúdo da fita de Ellen. Aguardamos o “play” de Neal e emoções mais fortes nos dois próximos episódios.
Primeiras Impressões – Revolution
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Revolution é uma das séries estreantes mais badaladas desta temporada e o motivo tem nome e atende por Jeffrey Jacob Abrams, ou simplesmente J. J. Abrams. Para quem não lembra, o produtor executivo é responsável pelas séries Lost, Alcatraz e Fringe, e por filmes como Super 8 e Missão Impossível – Protocolo Fantasma. Apesar das grandes produções J. J. vem sofrendo descrédito depois que o encerramento de Lost decepcionou muitos fãs e Alcatraz, apesar da ótima premissa, não conseguiu emplacar e foi cancelada pela Fox na primeira temporada.
Para quem se decepcionou com os últimos trabalhos de J. J., a nova série da NBC pode ser uma nova chance de acompanhar o trabalho do produtor, escritor, diretor e ______ (complete com mais uma função de sua preferência). Revolution é de criação de Eric Kripke (Supernatural) e é dirigida por Jon Favreau (Homem de Ferro 1, 2 e 3).
A badalação da série já foi grande na Comic-Con deste ano em San Diego. Revolution teve painel, montou réplicas do set e apresentou algumas cenas do episódio piloto. A nova série de ficção científica da NBC tem premiere agendada apenas para o dia 17 de setembro, mas o canal liberou o piloto na internet no dia 4 de setembro. A série ainda tem um bom suporte online com muitas informações e fotos no site oficial, conta no Twitter e na página no Facebook.
Aqui no TeleSéries vamos te ajudar a descobrir se a série merece ser acompanhada.
A premissa de Revolution trata de um apagão que ocorre de repente no mundo todo e desliga tudo que funciona através de energia elétrica e baterias. A história continua 15 anos após o incidente, em um mundo onde os governos caíram e as pessoas que sobreviveram vivem com medo das milícias que surgiram. A grande dúvida do mundo é o motivo do apagão.
O ambiente é quase medieval. A história acompanha um pequeno vilarejo de sobreviventes onde as pessoas trabalham na agricultura, educam suas crianças e fazer seus próprios remédios. Ben Matheson (Tim Guinee, de The Good Wife e Homem de Ferro 1 e 2) atualmente é um pai de família. No entanto ele pode ser uma das únicas pessoas vivas que sabe alguma coisa sobre o motivo do apagão. Antes da energia desaparecer Ben salvou informações em um pen drive, ao ser abordado pela milícia entregou o objeto para Aaron.
Ben morre logo nos primeiros 15 minutos do episódio piloto, mas pelo que acompanhei através do Twitter do ator Tim Guinee o personagem deve continuar aparecendo em cenas de flashback, provavelmente para nos ajudar a entender os motivos do apagão. A atriz Elizabeth Michell (Lost) que faz a esposa de Ben, Rachel Matheson, também foi confirmada no elenco regular da série. Sua personagem já morreu na época em que se passa a história, mas ela deve aparecer junto com Ben nas cenas de flashback.
A família Matheson se completa com os filhos Charlie (Tracy Spiridarkos, a Blue de Mortal Kombat Legacy), Danny (Graham Rogers) e o tio parada dura Miles Matheson (Billy Burke, o pai da Bella na saga Crepúsculo). O núcleo da milícia da República Monroe tem o capitão Tom Neville, interpretado por Giancarlo Esposito (Once Upon a Time e Breaking Bad), o ator David Lyons (E.R. e The Cape) como General Sebastian Monroe e JD Pardo (A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2) como Nate.
No grupo que parte em busca de Danny temos ainda os personagens Maggie (Anna Lise Phillips) e o gordinho do Google Aaron (Zak Orth, de Vicky Cristina Barcelona), que promete ser um personagem que dará um toque mais engraçado na série. A atriz Maria Howell (O Que Esperar Quando Você Está Esperando) interpreta a misteriosa Grace, que ajuda Danny em sua fuga. Revolution também já confirmou as participações das atrizes Daniella Alonso (One Tree Hill e Friday Night Lights), como a rebelde Nora e Kim Raver (Grey’s Anatomy).
O elenco de Revolution conta com muitas caras novas e desconhecidas. Apesar da maioria ter deixado a desejar na estreia da série eu prestaria mais atenção em Tracy Spiridarkos como Charlie, ela fez um bom trabalho como a paciente de uma clínica psiquiátrica em Mortal Kombat Legacy. Tim Guinee tem tantas participações especiais em seriados que certamente você deve ter visto ele em alguma série. Guinee é um ótimo ator e espero que mesmo em flashbacks ele possa ter uma boa continuidade no seriado, assim como seu par na trama, a atriz Elizabeth Michell. Billy Burke está muito bem como o durão Miles e as cenas de luta, coreografadas por Jeff Wolf (Piratas do Caribe, Capitão América), estão entre as melhores coisas do episódio piloto. Giancarlo Esposito é nome forte no elenco e acho que podemos esperar um bom trabalho de Zak Orth e David Lyons.
Como a maioria dos trabalhos de J. J., Revolution tem um grande segredo que deve nos corroer pela temporada inteira, ou por temporadas inteiras: o motivo do apagão. O uso de flashbacks como recurso para explicar a história também foi usado em Alcatraz e Lost. O piloto não explica muito, ou quase nada. O objetivo mais alcançado nos primeiros 43 minutos da série é a diversão sem consequências. As cenas de luta, os cenários, o desempenho de Guinee e Esposito e as cenas do apagão foram o que de melhor o seriado apresentou até agora. O clima de Revolution lembrou um pouco o de Terra Nova, só que sem os dinossauros.
Minhas expectativas com a série caíram um pouco depois do piloto. Tenho medo do seriado seguir uma linha de revelar pouquíssima coisa sobre o mistério principal, assim como foi feito em Lost e muito mal feito em Alcatraz. Além disso, a série foi um tanto óbvia em alguns momentos. Quem não achou que Ben morreria logo no início do confronto do filho com a milícia? Aliás, a morte dele não teve nenhum sentido. Se Ben era tão importante a ponto de terem procurado ele por tanto tempo foi muito estúpido a milícia não ter baixado as armas. Afinal, até onde o general Monroe sabe, somente Ben tem informações sobre o motivo do apagão.
O encontro de Charlie e Miles também não trouxe nada de novo. O tio ignora a sobrinha, Charlie tem uma crise emocional e Miles manda todo mundo embora. Com a chegada da milícia Miles é atacado e Charlie, Maggie e Aaron voltam para ajudá-lo e sem outra opção ele resolve seguir com a sobrinha. Nate foi o que de mais intrigante aconteceu durante a viagem até Chicago, mas o que empolgou mesmo foram as habilidades de Miles, afinal “ele é bom em matar”, é praticamente o Chuck Norris de Revolution e é uma das poucas pessoas com estoque de uísque no mundo.
Revolution promete boas cenas de ação, o elenco tem gás para melhorar e impressionar durante a série. Acredito até que se o mistério for bem desenvolvido na trama, o seriado pode render uma boa temporada. Assistir a versão de um mundo vivendo sem energia é muito interessante e já rendeu situações cômicas como a história do personagem Aaron, que antes do apagão trabalhava numa “tal empresa de informática” chamada Google.
O que a série revelou de importante no episódio piloto foi que o pen drive de Ben não é o único. A misteriosa Grace também possui um e ele tem o poder de reativar a energia, pelo que pudemos ver na última cena. Além disso, Miles era do exército e colega do atual general Monroe. Este último já tinha naquela época o símbolo usado por todos os membros da milícia tatuado no braço, e o símbolo já era reconhecido por outros membros do exército.
A questão é: vale apostar novamente em J. J. Abrams? Tanto mistério em Revolution infelizmente me lembrou muito Alcatraz, mas espero que a série siga outro rumo. Mistério é bom, mas demais cansa e o seriado perde ritmo. Se a nova série da NBC conseguir vencer esse carma de Abrams, tem chances de se tornar um bom programa que alia cenas de ação, aventura e o clima de ficção científica que me lembra um pouco Steven Spielberg. Vou seguir com as reviews de Revolution aqui no TeleSéries, algum corajoso vem comigo?
Grimm – Quill
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
“A morte parou atrás dele e disse: siga-me, é a sua hora de partir desse mundo.”
Muita coisa aconteceu no último episódio de Grimm, Bad Moon Rising, e agora Nick convive com outra realidade. Seu parceiro de trabalho sabe que ele é um Grimm e pode ver criaturas estranhas. Sua namorada acordou do coma, saiu do hospital e voltou para casa, mas não consegue se lembrar que mora com o namorado e de nada relacionado a Nick.
Se antes do coma Juliette já estava confusa tentando entender as coisas que aconteciam com o namorado, imagina agora que ela nem consegue se lembrar dele e ainda escuta de Bud que Nick é um Grimm. Bud ainda tenta remendar inventando que Grimm é uma expressão usada para definir bons policiais que ajudam pessoas necessitadas. Certamente Juliette não caiu nessa.
Quem está numa situação bem melhor apesar dos últimos acontecimentos é Hank, ele sim tem se saído muito bem com a nova realidade. Conversou com Nick e tirou várias dúvidas, inclusive algumas dúvidas nossas. O mais engraçado é que Monroe ficou muito mais assustado quando soube que Hank já sabia da verdade do que Hank quando descobriu sobre os Wesens e Nick. Além de ter levado tudo relativamente numa boa, Hank se tornou um parceiro muito mais eficiente. Agora ele pode ajudar Nick como um policial normal e também lidando com os Wesens, como aconteceu no caso deste episódio.
Hank logo se beneficia de seus novos conhecimentos. No caso que ele e Nick trabalharam em Quill tiveram que lidar com um tipo de vírus que provoca uma febre hemorrágica e ataca especialmente os Wesens. Segundo Monroe, a fluvus pestilentia é a praga amarela do mundo antigo, responsável por devastar vilarejos inteiros. Nick e Hank descobrem um surto do vírus em Portland e a praga está matando os Wesens em pouco tempo.
Quem se deu bem no episódio foi Monroe, mas por pouco tempo. Depois de tomar coragem para convidar Rosalee para um piquenique os dois foram surpreendidos na hora do tão esperado beijo por um Wesen infectado por fluvus pestilentia. A boa notícia é que o vírus provoca uma libido fora do comum na pessoa infectada e Monroe adorou o repentino comportamento de Rosalee. No entanto logo ele descobre o verdadeiro motivo de tanto amor exalando na fuchsbau.
Monroe consegue preparar o antídoto para o vírus e Nick, com a ajuda empolgante de Hank, consegue salvar as vidas de Ryan Gilko e Rosalee. Monroe ainda tem a oportunidade de abrir o coraçãozinho de blutbad e contar a Hank que foi ele a criatura que o assustou no parque e fez Hank ter inúmeros pesadelos e visitar uma terapeuta.
O blutbad continua sendo o personagem mais engraçado da série e dá uma boa equilibrada na tensão de Grimm. Até nervoso ele permanece cômico, quando Nick chega com Rosalee no colo ele diz uma das suas frases dignas de meme: “Meu Deus, Nick, não precisava matá-la!”
Hank não ficou com raiva de Nick por não ter ficado sabendo antes da existência dos Wesens. Apesar de eu achar o comportamento dele de uma calma excessiva, no lugar de Hank acho que eu gostaria de ser “inserida” em um mundo mítico como o de Grimm. Nick também explica bem a situação a Monroe: Hank estava ficando louco e provavelmente não tinha outra escolha a não ser acreditar.
O surto de fluvus pestilentia foi contido, mas Nick nem sonha que problemas maiores virão. Seu chefe, o capitão Sean Renard, tem um informante que convive entre as sete famílias e através dele descobre que um tal de nuckelavee foi enviado para pegar as chaves de Nick. Renard já coloca a polícia de Portland a postos e Nick e Hank também ficam atentos a um “fugitivo da polícia”. No entanto o que eles não sabem é que o tal Wesen misterioso já está bem adiantado e vem espionando Nick. Por outro lado, Renard se mostrou muito irritado com a vinda do nuckelavee e pelo jeito vai ajudar Nick a se livrar dele. Para nós o mistério das reais intenções do capitão continua.
O próximo episódio de Grimm, The Good Shepherd, só vai ao ar dia 28 de setembro, quando o seriado passa a ser exibido nas sextas-feiras pela NBC. Nick terá que lidar com o novo Wesen que chegou em Portland especialmente para pegar a chave dele. Além disso, Juliette sofre cada vez mais com a sua perda de memória e Nick vai precisar ajudá-la antes que perca a namorada que ainda nem conseguiu virar noiva.
PS: Muito medo do gato que arranhou Juliette.
Leverage – The Real Fake Car Job
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Como venho dizendo há muito tempo nas reviews de Leverage é impossível imaginar a equipe sem Nate e as inúmeras insinuações de que ele está se aposentando prometem balançar a série até o final da temporada. Para piorar a situação o episódio The Real Fake Car Job não só insinua uma aposentadoria de Nate como de toda a equipe. O segredo do cérebro da turma não durou muito, Sophie deveria saber por Nate, Hardison não contou para Parker, mas Eliot ficou desconfiadíssimo depois do episódio The Gimme a K Street Job e a informação já conseguiu chegar a Parker também. Os diálogos entre a equipe tratam de uma possível aposentadoria e o que cada um faria da sua vida quando a equipe acabasse. Ainda é cedo para se falar em cancelamento da série, mas essa linha de desenvolvimento parece de temporada final.
Enquanto não descobrimos se Leverage vai encaminhando para a sua última temporada ou planeja só um susto maior para seus fãs nos próximos episódios, nos contentamos com o caso desta semana. The Real Fake Car Job não está entre os melhores episódios da temporada, mas mantém razoavelmente bom o nível da série.
O vilão deste “job” está no programa de proteção à testemunha da polícia federal e o objetivo da equipe de Nate é descobrir onde Gabe Erickson escondeu milhões de dólares que juntou aplicando golpes de ações e lavando dinheiro para a máfia. A vítima da vez é um incansável trabalhador que perdeu todo o seu dinheiro para o golpista. Nate atende o cliente no bar de Leverage que ficou muito mais interessante que o antigo escritório.
No trabalho de rua Eliot e Sophie estão fantásticos bancando o casal de assassinos profissionais e protagonizaram as cenas mais engraçadas do episódio. O caso pareceu simples, mas foi muito bem elaborado por Nate. Hardison chegou a abordar o “chefe” perguntando como ele sabia de tudo que poderia acontecer quando colocou o carro fake de Mussolini no caminho de Erickson. Nate é o cérebro da equipe e seus planos são muito elaborados. No entanto, a quinta temporada tem apresentado algumas histórias mais simples, às vezes parece que Nate está perdendo fôlego.
O caso de The Real Fake Car Job foi um tanto devagar, mas o encerramento empolgou. Podemos matar a saudade de Eliot socando uns caras maus, Nate fugindo amarrado em uma cadeira de rodas foi hilário, tivemos a histeria de Hardison por causa de seu refrigerante de laranja e até a máfia apareceu no final. Para encerrar tivemos a fuga estilosa de Nate, Parker e Hardison no carro fake de Mussolini.
O fato de ter sido quase assassinado neste episódio não deve ter ajudado na decisão de Nate em continuar trabalhando, deve sim, ter rendido mais pontos na decisão de se aposentar. Eu ainda espero um grande acontecimento na vida da turma de Leverage para mudar o ritmo dos acontecimentos, ou tudo pode passar de um plano de Nate. Ele pode ameaçar estar se aposentando para aparecer com algo muito maior. Vale lembrar que o slogan do cartaz promocional desta temporada de Leverage dizia “a vingança está no futuro”. Nate continua muito machucado com a perda do pai e sua vigança pode ganhar mais umas páginas.
Sophie anda bem centrada e preocupada com Nate, sutilmente tenta fazer com que ele esqueça o passado e siga com a sua vida em frente. No entanto o mistério que ronda Leverage é justamente o futuro de Nate. Sem nossos Robin Hoods modernos é inevitável o clichê… quem poderá nos defender?
White Collar – Compromising Positions
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Neal finalmente tem seu encontro com o policial disfarçado Samuel Phelps. O famoso Sam é interpretado pelo ator Treat Williams, conhecido pelo papel de Dr. Andrew Brown em Everwood. Williams também fez recentemente uma participação em um episódio da quinta temporada de Leverage. Sam mostrou que não confia em Neal, dá poucas respostas e tem muitas perguntas. O encontro não foi o que Caffrey esperava, mas ele e Mozzie estão engajados em descobrir mais sobre o policial amigo de Ellen.
A conversa de Caffrey com Sam revelou que o buraco por trás da família de Neal e do que aconteceu com Ellen é bem mais embaixo. Depois de anos no sistema de proteção a testemunha Ellen foi pega justamente após ter se aproximado do FBI. Segundo Sam quem está por trás disso tudo tem postos muito altos na política e no próprio FBI. Mozzie impressiona e, além de pedir mais cuidado com Sam, sugere que Neal trabalhe junto com Peter, sem o agente do FBI reportar tudo que acontecer.
No entanto, depois de tantas enrascadas não vai ser fácil Peter andar fora dos eixos. Neal até tenta conversar com Peter, mas percebe que o agente não está tão aberto a entrar em uma enrascada de novo. Depois de ter quase perdido o emprego Peter fica receoso e Neal acaba não contando do encontro que teve com Sam. O caso que envolveu esse episódio acabou dando várias pistas a Peter de que Neal e Mozzie estão aprontando alguma e o agente do FBI descobre que Neal está escondendo algo.
O caso de Compromising Positions gira em torno do depoimento de Peter em um júri importante. Os problemas começam quando o promotor do caso é chantageado por uma profissional especializada em resolver problemas. Landon Shepard foi contratada pelo réu Victor Delancy para ajudar a livrá-lo das acusações. Quando Peter e Neal tentam investigá-la descobrem que Shepard tem um cliente muito fiel: a Sterling Bosch. Sara volta a participar de White Collar neste episódio e é peça fundamental para resolução do caso.
Neal e Peter pedem a ajuda de Sara, mas não foi tão fácil como eles imaginaram encurralar Shepard. Neal é chantageado pela “consultora executiva” e acaba com o plano do FBI. Caffrey é abordado por Peter e fica em péssima situação com o agente, mas sua mente brilhante logo tem outra ideia para pegar Shepard, e uma ideia bem mais divertida.
O plano de Neal faz com que Compromising Positions apresente as cenas mais engraçadas da atual temporada de White Collar. Para forçar Shepard a desistir do caso de Delancy, Peter precisa tirar fotos comprometedoras com Sara. Quando as fotos chegam a Delancy, Shepard se nega a usá-las devido a sua lealdade a Sterling Borsh e a Sara. No entanto, o mais perigoso de tudo foi Neal e Peter terem que contar à Elizabeth e Sara qual era a ideia que os dois tiveram para derrubar Shepard e Delancy. Melhor que essa situação só a encenação das fotos em que Elizabeth fez questão de estar presente e de dirigir o marido.
As cenas mais engraçadas de White Collar são sempre as que brincam com a fidelidade de Peter e o medo que ele fica de Elizabeth. O que é muito mais engraçado ainda é que Elizabeth normalmente não fica com ciúmes, ajuda Peter na encenação e ainda dá muita risada do marido. Por essas e outras que os dois formam um dos casais mais fofos e engraçados da televisão.
Quem ajuda a encerrar o caso pra variar é Mozzie e novamente ele está fantástico fazendo Peter não tomar conhecimento das partes ilegais do trabalho dele. Como normalmente acontece Peter fica maluco trabalhando com Mozzie e quando questiona “da onde ele veio”, Mozzie responde com estilo: “há 45 anos um enigma abraçou um paradoxo de forma especial”. Sem comentários.
Mozzie foi fundamental para solucionar o caso desse episódio e contou com um novo amigo: o bebê falso e boneco multi uso que ele chama de Barty. No entanto, acabou sendo pego por Shepard, tem uma crise de identidade, diz que passou “muito tempo na ilha” e precisa ir para Arruba para recuperar seu estilo. Mozzie ainda nos brinda com o truque de assassinar uma maçã com uma carta. Truque que ele não acerta.
Depois de tirar Shepard do caso, o promotor não tem muita dificuldade no júri de Delancy. Quem ganhou o dia foi Neal que acabou sendo requisitado para depor no julgamento, fez até uma experiência química para os jurados e garantiu a acusação de Delancy.
Compromising Positions não teve um dos melhores casos de White Collar, mas foi o episódio mais engraçado da temporada e contou com participações especiais interessantes. Shepard é uma personagem que promete aparecer novamente no seriado. Ela até ofereceu seu trabalho a Peter caso ele precise se livrar de alguma enrascada. A consultora percebeu que o agente do FBI vive uma situação complicada com Neal.
Peter sabe que Neal e Mozzie estão aprontando algo e que, cada vez mais, manter Caffrey como consultor no FBI tem sido perigoso. Peter disse a Shepard que é preciso fazer “coisas que não gostamos para ajudar as pessoas com quem nos importamos”. Por outro lado, Shepard define bem a situação com Neal: “ele é escorregadio, bem como a linha entre o certo e o errado”.
Grimm – Bad Moon Rising
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
“Então, ela começou um choro amargo e disse: o que uma pobre garota como eu pode fazer?”
Passada a correria e a confusão da chegada da mãe de Nick, a ausência de Kelly faz com que Grimm retorne com seus casos costumeiros. Desta vez conhecemos os Coyotls, raça que vive em bando e não tolera quem tenta viver longe da família. Carly é uma adolescente que mora com o pai Jarold. Sua família fugiu há anos de suas raízes, mas quando a garota completa 17 anos seus parentes a sequestram para incorporá-la ao bando. O modo como isso acontece não é nada inspirador, ela deve ser possuída por cada membro do bando na noite de lua cheia.
Além desse problema familiar Nick precisa lidar com a situação de Juliette. Sua namorada se recupera do coma, mas lembra de tudo menos de Nick. Provavelmente, e Monroe aponta isso muito bem, Adalind fez a poção para que a moça realmente esquecesse só de Nick. A hexenbiest realmente queria vingança. O lado bom da história é que Adalind passou a ser a principal suspeita pela morte brutal de sua mãe e assim a polícia de Portland está atrás dela.
Enquanto Adalind não aparece Nick e Hank conseguem prender seis caras maus e salvar uma donzela em perigo – como resumiu o sargento Wu. Além disso, era chegada a hora de Hank descobrir quem de fato é Nick, já estava dando pena dele tendo todos aqueles pesadelos e indo nas sessões de terapia. Nada melhor para ajudar a desvendar um mistério do que um grande amigo de Hank, que nada verdade era um Coyotl em busca da sua filha desaparecida.
Hank acaba lidando muito bem com tudo que aconteceu. Acredito que tenha sido satisfatório a reação dele, ficou feliz e não entrou em pânico depois que descobriu que Nick também via aqueles “monstros”. Hank já estava assustado o suficiente, descobrir que o que ele vê na realidade existe e não é fruto de sua loucura individual deve ter sido reconfortante. Como ele disse: “posso estar louco, mas agora sei que não estou sozinho”. A explicação de Nick sobre o que é um Grimm foi ótima também: “é tipo um problema de família”.
Nick perdeu temporariamente a namorada, mas ganhou um parceiro que agora sabe quem ele é e o que acontece ao redor. Isso deve facilitar muito a vida de Nick e deixar a participação de Hank no seriado muito mais efetiva. Por outro lado, se eu fosse Hank e tivesse passado por tudo isso ficaria um tanto indignada com Nick por ele não ter revelado a história muito antes.
Monroe tem aparecido poucas vezes nos episódios da segunda temporada, mas cada vez que aparece é um show à parte. Suas falas estão sendo transformadas em memes e publicadas pela página oficial da série no Facebook, uma mais engraçada que a outra. A deste episódio foi tirada da cena que Monroe explica para Nick os símbolos da fertilidade que os dois encontraram em um dos livros do trailer sobre Coyotls. Muito engraçado. Monroe também foi com Nick ver Juliette e ela lembra até de ter feito janta para ele, mas não lembra de Nick estar junto com eles. Pelo menos a curiosidade dela continua a mesma e Juliette já pergunta para Monroe como ele conheceu Nick. A cara de Monroe quando ela o reconhece e quando o questiona sobre Nick já valem a cena.
Bad Moon Rising teve duas grandes participações neste episódio. Mark Pellegrino, que já atuou em séries como Sobrenatural, Lost e The Closer, interpretou o coyotl pai Jarold Kampfer. John Pyper-Ferguson ficou conhecido pelo papel de Joe em Brothers & Sisters, também participou de séries como Caprica, Alphas e recentemente esteve um episódio da quarta temporada de Fringe. John aparece em Grimm como o coyotl malvado Hayden Walker (curiosamente o personagem dele tem o sobrenome da família Walker, famosa por Brothers&Sisters).
Grimm tem mantido um nível surpreendente na sua segunda temporada, deixa apenas pó para seu primeiro ano. Bad Moon Rising merece nota máxima porque foi tudo que um bom episódio Grimm precisa ser: intigante, emocionante, engraçado e inteligente. Além do caso central tivemos o desenrolar da amnésia de Juliette e da indicação de uma busca a Adalind. Para completar a emoção a ótima cena de Hank descobrindo que suas visões não eram uma loucura sua e que Nick é na realidade um Grimm. Ainda preciso somar o fato de que eles prenderam seis caras maus e salvaram a donzela no final da história. O episódio ainda teve dois atores de peso nas participações especiais e a cereja do bolo fica para as cenas sempre muito engraçadas de Monroe.
Grimm tem mais, muito mais. Bad Moon Rising foi apenas o terceiro episódio da segunda temporada. Nick consegue ser um personagem muito mais cativante do que foi na primeira temporada da série e os outros personagens ganham cada vez mais espaço e melhores participações na história. Enquanto a gente vai se deliciando no sofá com a nova temporada de Grimm, Nick também vai passar mais tempo no sofá da sua casa, pelo menos até que Juliette lembre quem ele é.
PS: Quando eu crescer quero ser policial em Portland só pra ter um carro igual ao de Nick.
Leverage – The D.B. Cooper Job
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Depois de uns quantos bons episódios na temporada, mas relativamente previsíveis, Leverage apresenta The D.B. Cooper Job e surpreende positivamente. No episódio o time de Nate abraça um caso antigo, de 1971, um dos maiores mistérios da polícia dos Estados Unidos. Um homem sequestra um avião, foge pulando de paraquedas e nunca mais é visto. O sequestrador D.B. Cooper virou lenda e até letra de música.
O caso chega até Nate a pedido de Parker. O agente Todd McSweeten é um dos poucos amigos (ou o único) que a nossa ladra conseguiu fazer em cinco anos de série, e quando isso aconteceu Parker estava disfarçada como a agente especial Hagen. Agora, ela quer ajudar seu amigo a solucionar o caso que marcou negativamente a carreira do pai de Todd, Peter McSweeten, policial aposentado que está nos seus últimos dias de vida.
Este episódio de Leverage me remeteu a várias referências: Cold Case, The Pacific e Band of Brothers. O primeiro seriado tratava só de casos antigos e mostrava a reconstituição dos fatos na época em que aconteceram. As duas outras referências são de minisséries que trataram de guerras a partir de depoimentos de veteranos e mesclavam a reconstituição dos fatos com a entrevista dos personagens reais da história.
Em Leverage conhecemos a história de 1971 pelas palavras do personagem principal Peter McSweeten. Os eventos são apresentados com Eliot, Hardison, Sophie, Nate e Parker caracterizando os personagens principais. Ver os membros de Leverage retratando os participantes do caso de 1971 foi muito engraçado. Eliot, Nate e Hardison participaram de uma competição de barba/bigode mais feia. Parker virou uma aeromoça socialíssima e até beijou o personagem de Eliot. Sophie apareceu como uma mãe de família dedicada.
The D.B. Cooper Job também contou com algumas participações de peso. Steve Reynolds, parceiro de Peter McSweeten e o verdadeiro D.B Cooper, foi interpretado por Fred Ward. Ronny Cox interpretou Peter McSweeten e Gerald Downey, que já apareceu em vários episódios de Leverage, volta agora (com maior destaque) como o agente do FBI Todd McSweeten.
Coisa mais querida foi o velhinho McSweeten! Foi bonito ver Nate conversando com ele, deve ter se lembrado da falta que sente do seu pai. Apesar de ter sido um caso pedido por Parker com certeza foi marcante para Nate. Peter parece ter percebido isso e em várias indiretas tentou mostrar como a procura por vingança pode não ser o certo nem o necessário a se fazer. Inclusive Peter pede que Nate ajude seu filho a não se perder nessa busca por D.B. Cooper. No final Todd dá para Nate o livro que seu pai estava lendo antes de morrer, “The Odissey of Homer”.
Não há como imaginar o cérebro de Leverage longe da equipe. Nate foi o responsável pelo sucesso do caso, orientou tudo, solucionou sozinho a última peça do quebra-cabeça e convenceu Todd do que seria mais correto fazer no final da história. Nate conseguiu juntar as informações e perceber como Peter era parecido com o filho e sabia ver a bondade nas pessoas. Foi incrível imaginar que Peter descobriu quem era D.B. Cooper, manteve isso em segredo e o convidou-o para entrar no FBI e ajudar outras pessoas só porque acreditava que todos mereciam uma segunda chance.
Quem aprendeu uma grande lição neste episódio foi Nate. Quando conversou com Peter afirmou não acreditar que mesmo os criminosos pudessem ter alguma bondade dentro de si, mas no final foi ele que mostrou a Todd que apesar dos erros cometidos por Steve, ele entrou no FBI e ajudou muitas pessoas.
O caso parece ter mudado algo em Nate. Na conversa com Sophie ele se mostrou cansado de ter se acostumado a procurar o lado ruim das pessoas. Ele lembrou de uma frase que disse quando surgiu o time de Leverage: “Sabem o que podem fazer, mas sabem o que podemos fazer juntos?” Nate afirma no final que quer construir algo. Podemos ter uma mudança de rumo na forma como a equipe de Leverage trabalha? Nate quis dizer que continua no grupo… ou não? O líder da equipe de ladrões mais querida do mundo nos deixou com uma grande pulga atrás da orelha.
White Collar – Identity Crisis
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
White Collar acertou a mão na temporada com o episódio Identity Crisis. Difícil errar uma história quando ela gira em torno de Mozzie, conspirações, mensagens codificadas e espiões secretos. Neal até acha um e-mail misterioso nos arquivos do FBI que pode levar até Sam e assim descobrir informações sobre seu pai, mas tudo muda de figura quando Mozzie sofre uma tentativa de assassinato depois de ser confundido com um espião. Adorei o esquema de Mozzie com a June no mercado de tesouros perdidos. Ri muito da cara do Peter, aliás, muitas caras engraçadas do Senhor Engravatado neste episódio.
Apesar de detestar os federais Mozzie acaba recebendo a ajuda de Peter, o FBI vai atrás do possível espião desaparecido 7-3-3 e aí mergulhamos fundo na história americana. Era uma vez quando George Washington criou os espiões Culper para ajudar o exército durante a guerra revolucionária. Neal acha um livro recém publicado pelo professor Oliver Stringer que trata do assunto e onde o autor afirma que os descendentes desses espiões ainda mantêm uma organização secreta do governo para manter os Estados Unidos seguros. Para Mozzie que adora uma conspiração, ele acaba de achar o paraíso.
Como se não bastasse eles ainda descobrem a possível existência de um tesouro perdido: a bandeira que George Washington carregou durante a travessia pelo rio Delaware em 1776 durante a Revolução Americana. Peter, Neal e Mozzie partem em busca da bandeira e da possível organização secreta de espiões. Mas nada é melhor que a teoria de Mozzie de que seus pais verdadeiros na realidade são espiões. A cara de pânico de Peter novamente ganha a cena.
O roteiro segue uma linha histórica e lendária muito instigante e Mozzie fica cada vez mais animado com o que descobre. Como ele é órfão, sempre pensou que seus pais realmente fossem espiões e por isso não puderam cuidar dele quando criança. Na medida em que a lenda dos Culper vai perdendo força, Mozzie fica muito decepcionado. É de dar dó, até Peter fica preocupado com ele. Quando a lenda sobre a existência da Rede Culper se esvai e Peter descobre um assassinato que possivelmente culpou a pessoa errada, Mozzie desiste da caça ao tesouro. Neal e Peter seguem a investigação para descobrir o verdadeiro culpado pela morte de um professor que seria possivelmente um descendente de um espião.
A cena mais bonita do episódio foi Mozzie apresentando para Neal um show de sombras de fantoches que ele montou quando estava no orfanato para contar para os colegas a história que criou sobre seus pais. A história começa na Rússia durante a Guerra Fria e termina com os nossos corações apertados. O bonequinho que representa o Mozzie é um bebê de óculos com armação quadrada, melhor impossível.
Neste episódio White Collar não tratou de um vilão que só desejava roubar algum artigo valioso por dinheiro. O professor e escritor Oliver Stringer quer descobrir a bandeira de George Washington para recuperar a sua reputação depois que a seu livro sobre os espiões Culper foi considerado um fracasso e ninguém acreditou na sua história. Claro que também a bandeira vale um bom dinheiro atualmente. Para pegar um sociopata desses Peter e Neal armam uma reunião de mentirinha de descendentes dos espiões Culper. Guardem esse episódio porque poucas vezes vocês poderão ver Mozzie de terno e gravata.
Mozzie recupera suas esperanças na lenda dos espiões quando Stringer afirma ter as coordenadas para achar a bandeira. A emoção é tanta que na hora de Jones prender Stringer, Mozzie ajuda o professor a fugir para tentar descobrir a localização do tesouro. Na enfermaria eles encontram com a possível espiã 3-5-5, e Mozzie se empolga mais ainda porque acredita que ela é uma verdadeira descendente dos espiões Culper.
Identity Crisis encerra mostrando que a rede de espionagem Culper realmente existe, pelo menos é o que sugere a cena da 3-5-5 chegando em um subsolo e estendendo a bandeira em uma mesa rodeada por prováveis descendentes dos espiões Culper. Melhor para Mozzie que segue acreditando na sua teoria que seus pais realmente eram espiões. Será que vamos conhecer mais para frente quem são os pais de Mozzie? Tem muita história para se desenrolar em White Collar ainda e a mais próxima de acontecer é o mistério que envolve os pais de Neal, Ellen e Sam. Ótimo episódio, Identity Crisis alavancou as expectativas para a quarta temporada.
PS: Atira mal esse Stringer, cinco tiros e não pegou nem de raspão Mozzie e a 3-5-5.
Grimm – The Kiss
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
“Se um homem de coração puro se apaixonasse por ela, isso a traria de volta para a vida”.
Grimm chega ao segundo episódio da sua segunda temporada e o ritmo se mantém o mesmo da premiere. The Kiss começa onde terminou Bad Teeth, com Nick na teia da aranha do Mauvais Dentes. A certeza é que se um Grimm é bom, dois são muito mais perigosos e a mãe do Nick é a companhia perfeita para arriscar uma ida a um baile funk. Não é a toa que Monroe morre de medo dela. Com uma mãe dessas, que venham todos os wesens do mal atrás de Nick, das moedas, do mapa, o que for. Que o diga então a mamãe hexenbiest! O problema é que Kelly já vai ter que ir embora para destruir as tais moedas. Tomara que a mamãe Grimm volte logo.
Nick e Kelly conseguiram acabar com o perigoso Mauvais Dentes e chegaram a tempo de pingar a poção de Rosalee nos olhos de Juliette. Tanto perigo em volta e Monroe segue com um medo exacerbado de Kelly, inclusive ela consegue assustar o médico do hospital muito mais que Monroe. A cara dele está impagável quando Nick pede que eles deem uma carona para sua mãe. Monroe e seu fusca branco seguem tendo bons momentos em Grimm.
Quem perdeu um pouco do seu mistério foi o capitão Renard, ele é nada mais nada menos que um príncipe bastardo da França, de uma das sete famílias da realeza. Renard realmente pode estar um pouco em cima do muro e até de repente protegendo Nick, pois mesmo com a pressão da família ele insiste em esperar e não matar o Grimm. Por ser um bastardo, Renard mostra relutância ao conversar com seu irmão e fica até bem feliz em provocá-lo informando que o Mauvais Dentes foi morto, e morto muito violentamente.
Sendo Renard um príncipe, coube a ele acordar Juliette, a nossa Bela Adormecida. No caso, não contamos com um homem apaixonado por ela, ou será que vai se apaixonar? Segundo a hexenbiest era necessário um homem que tivesse o coração puro. Adorei a bruxa afirmando que é um desafio encontrar alguém de coração puro atualmente e é necessário fazê-la quimicamente. E pelo jeito deve doer muito deixar o coração puro. Renard quase vira do avesso quando toma a poção, mas ainda não deu para ter certeza se ele é um wesen e porque Nick não consegue ver quem ele realmente é.
Nick não ficou com o papel do príncipe, que com um beijo acordou Juliette, e para piorar sua vida neste episódio ele ainda teve um grave problema com o FBI devido a sua vida dupla. Chegou a ir preso, o que irritou muito Renard, mas acabou escapando das acusações. No entanto, um cabelo da mãe de Nick foi achado no local das mortes do Mauvais Dentes e dos dois agentes do FBI. Kelly irá embora de Portland, mas essa história e o assassinato da hexenbiest ainda podem voltar a incomodar a família Grimm e complicar a vida de Nick como policial.
Vou destacar novamente a abertura estendida da série, vendo pela segunda vez fica mais evidente ainda como encaixou bem e como faltava isso em Grimm. Outro aspecto que preciso mencionar é a paleta de cores usada no seriado, é tão bonita que chama a atenção e é impossível não destacar isso. Nick e Hank estavam a dupla Gre-Nal nesse episódio, um de azul e o outro de vermelho.
The Kiss manteve o alto nível da segunda temporada de Grimm, que surpreende quando comparada ao primeiro ano da série. O episódio terminou com outro cliffhanger, a poção de Rosalle demorou muito e Juliette já esqueceu até quem é Nick. Além de não lembrar que o namorado é um Grimm, coisa que ela nem chegou a acreditar, a moça não lembra de ter um namorado! Agora as coisas ficaram complicadas para Nick, e sem a mãe por perto e com a haxenbiest morta vai ser difícil encontrar uma solução para a perda de memória de Juliette. Rosalee e Monroe são as esperanças do Grimm, mas eles só voltam no próximo episódio. Quem consegue esperar?
Nuvem de Séries
24 30 Rock 90210 American Horror Story American Idol Arrested Development Arrow Battlestar Galactica Bones Breaking Bad Brothers and Sisters Castle Chicago Fire Chuck Community Criminal Minds CSI CSI:Miami CSI:NY Damages Desperate Housewives Dexter Doctor Who Downton Abbey Elementary ER Friday Night Lights Friends Fringe Game Of Thrones Ghost Whisperer Gilmore Girls Glee Gossip Girl Grey's Anatomy Grimm Hart of Dixie Heroes Homeland House How I Met Your Mother Law & Order Law & Order: Special Victims Unit Lost Mad Men Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D. Medium Modern Family NCIS New Girl Once Upon a Time One Tree Hill Parenthood Parks and Recreation Pretty Little Liars Prison Break Private Practice Psych Pushing Daisies Revenge Samantha Who? Saturday Night Live Scandal Scrubs Smallville Smash Supernatural Terminator: The Sarah Connor Chronicles The Big Bang Theory The Following The Good Wife The Mentalist The New Adventures of Old Christine The O.C. The Office The Simpsons The Sopranos The Vampire Diaries The Walking Dead The X Files True Blood Two and a Half Men Ugly Betty Veronica Mars White CollarCategorias
- 15 Razões (24)
- Audiência (70)
- Biblioteca de Séries (1)
- Borracharia (21)
- Colírio (5)
- Conexão (14)
- Entreatos (16)
- Estilo (31)
- Ficção (séries virtuais) (29)
- Gastronomia (67)
- Ligado no Streaming (30)
- Memória (26)
- Opinião (558)
- Séries & Eu (6)
- Sintonia (11)
- Sobre o TeleSéries (72)
- Spoilers (578)
- TeleRatings (314)
- TV Brasil (2,638)
- Comic Con (84)
- Novos Pilotos e Séries (1,403)
- Participações Especiais (991)
- Programação EUA (571)
- Upfronts (44)



































