TeleSéries
‘NCIS’ e ‘Modern Family’ retornam fortes na audiência da televisão americana
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NCIS é o drama mais assistido na televisão americana e não vai deixar o posto tão cedo. A série da CBS retornou com a sua décima temporada na última terça-feira, dia 25, e atingiu 20.2 milhões de espectadores e classificação demográfica de 4.1. Números registram um ligeiro aumento em relação à estreia da nona temporada da série. Seu spin-off, NCIS: Los Angeles, registrou 16.7 milhões de espectadores e classificação de 3.4 na estreia da sua quarta temporada.
A grande vencedora do Emmy 2012 na categoria de comédia, Modern Family, também comprovou a preferência da audiência e registrou 14.2 milhões de espectadores e classificação de 5.5. A série da ABC dominou a noite da programação americana na última quarta-feira, dia 26, registrando poucos pontos percentuais a menos que na sua última estreia.
A última terça-feira também apresentou algumas séries estreantes na programação. Vegas, da CBS, registrou 14.7 milhões de espectadores e classificação de 2.5, Ben and Kate da Fox atingiu 4.2 milhões e classificação de 2.0, enquanto The Mindy Project também da Fox teve 4.7 milhões de espectadores e classificação de 2.4. Na quarta-feira a estreia de The Neighbors, da ABC, registrou 9.3 milhões de espectadores e classificação de 3.3.
Entre as veteranas, a série da Fox, New Girl, estreou a sua segunda temporada na terça-feira alcançando 5.3 milhões de espectadores e classificação de 2.7, bem abaixo da estreia da primeira temporada quando a série conseguiu 10.3 milhões de espectadores e classificação de 4.8. Private Practice, da ABC, voltou com 6.6 milhões de espectadores e 1.9 de classificação.
The Middle, da ABC, retornou na quarta-feira registrando 9 milhões de espectadores e classificação de 2.8. Criminal Minds, da CBS, registrou 11.6 milhões de espectadores e classificação de 3.1, já a veterana CSI, também da CBS, estreou sua décima terceira temporada com 10.7 milhões de espectadores e classificação de 2.5. Law & Order: SVU retornou na NBC com duas horas de exibição e atingiu 7.1 milhões de espectadores e classificação de 2.1.
Olivia Munn vai participar de ‘New Girl’
27/09/2012, 15:38.
Aline Ben
Notícias, Participações Especiais
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A atriz Olivia Munn, que interpreta a jornalista Sloan Sabbith de The Newsroom, vai participar da segunda temporada da comédia da Fox New Girl. Olivia vai interpretar Angie, novo interesse amoroso de Nick (Jake Johnson). A sua personagem foi descrita como sexy e charmosa.
Olivia vai gravar suas participações em New Girl antes que comece a produção da segunda temporada de The Newsroom, da HBO. Recentemente a atriz participou dos filmes Magic Mike e Babymakers.
New Girl é exibida pela Fox nos Estados Unidos nas terças-feiras, às 21 horas.
Com informações do site Deadline.
Henry Ian Cusick participa de ‘The Mentalist’
27/09/2012, 15:08.
Aline Ben
Notícias, Participações Especiais
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O ator Henry Ian Cusick, conhecido por seus papéis em Scandal e Lost, vai fazer uma participação em três episódios na quinta temporada de The Mentalist, da CBS. A informação é do site Deadline. Cusick vai interpretar Tommy Volker, um rico em busca de emoções que pode estar ligado ao assassinato de uma repórter de televisão.
Cusick recentemente deixou o seriado Scandal, da ABC, onde ele interpretava um sócio da personagem de Kerry Washington, Olivia Pope. O ator também apareceu recentemente no episódio de Fringe, Letters of Transit, como Simon Foster. Cusick já participou de Law & Order: SVU em 2010 e ficou conhecido como o Desmond de Lost, onde atuou entre os anos de 2005 e 2010.
The Mentalist retorna nos Estados Unidos pela CBS no próximo domingo, dia 30, às 22 horas.
Revolution – Chained Heat
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Depois de estrear como um dos pilotos mais esperados desta fall season e ser a melhor premiere de drama dos últimos três anos Revolution precisou mostrar que tem cacife para manter todo esse alvoroço que surgiu em volta da série. O seu segundo episódio, Chained Heat, foi um tanto sonolento, mas com destaque novamente para as cenas de luta. A essa altura já tivemos um desenvolvimento melhor dos personagens e se você achava que já tinha enigmas suficientes na cabeça, Revolution tratou de colocar mais algumas pulgas atrás das orelhas dos espectadores.
As cenas de luta continuam se destacando na série. A milícia que tomou o poder nos Estados Unidos proibiu a posse, comércio e uso de armas de fogo. Quem ganha com isso somos nós espectadores que nos esbaldamos com as lutas de facas/espadas em Revolution, muito mais bonitas que os tiroteios. Além das boas cenas de luta de Miles, nosso Chuck Norris pós-apocalíptico, outro ponto forte da série são as cenas de flashback. Além de contarem com as grandes participações de Tim Guinee e Elizabeth Mitchell, as cenas mostram acontecimentos muito curiosos sobre o que aconteceu logo após o apagão.
Os personagens se desenvolveram mais nesse episódio e a que mais se destacou foi a nossa heroína Charlie. Em relação a ela faço minhas as palavras de Miles: “estamos viajando há um dia e você já é um pé no saco”. A personagem acabou com a paciência de qualquer um bancando a boa samaritana e só conseguiu se redimir na última cena. Particularmente eu gosto muito de ação e até sou suspeita para opinar sobre Charlie, mas achei a personagem muito inocente e compreensiva demais para quem cresceu em um mundo pós-apocalíptico, teve o pai morto e o irmão sequestrado, ambos por uma milícia autoritária.
O bilhete que Charlie deixa avisando que foi atrás de Miles também é de uma inutilidade sem tamanho. Ela poderia ter fugido simplesmente que não haveria muita dificuldade em descobrir atrás de quem ela estava indo. Outra coisa que chamou a atenção é o jeito que ela se sente culpada por Danny estar com a milícia e o drama quando ela conta que cuidou dele desde a morte da mãe. Parece que Danny tem uns sete anos de idade.
As atitudes de Charlie são um tanto exageradas e a tentativa de transformá-la na heroína 100% honesta e defensora dos fracos e oprimidos é muito forçada e cansa. Por outro lado a garota se mostrou corajosa e disposta a tudo para salvar seu irmão, se o drama foi melhor situado ela pode crescer mais como personagem. Um exemplo bom é a cena de Charlie com o comboio da milícia, a edição mostrando cenas de flashback com o que ela passou na infância montou o nível de drama ideal. Só tenho uma coisa para dizer a Charlie: “Keep calm e stop the mimimi”, #prontofalei. Em contrapartida Miles tem se saído um personagem muito rico e original. Adorei quando Charlie pergunta onde ele está indo e ele responde “um lugar chamado cale a boca e fique aqui”.
A melhor cena de Chained Heat foi com certeza a cena em que Charlie finge estar perdida na floresta, atira no sentinela e junto com Nora e Miles derruba os soldados da milícia e solta os prisioneiros. Charlie mostrou que tem o mesmo DNA da mãe, que nas cenas de flashback apareceu atirando em um homem que roubava a comida de seus filhos, depois que Ben não teve coragem para atirar. A cena em que Miles encontra pela segunda vez o caçador de recompensas também chama a atenção, quando os dois ficam frente a frente todos se retiram do bar, bem estilo faroeste.
Uma grande decepção em Revolution é a abertura da série. Para não dizer que é uma cópia, ela está muito parecida com a abertura de Falling Skies. Os efeitos usados dando a impressão de um circuito elétrico falhando são muito parecidos. O logo com a marca de “power” da série ficou muito bacana, mas a semelhança com a abertura do drama de ficção alienígena de Steven Spielberg incomoda. Por outro lado gostei da brincadeira com as letras quando formam primeiro a palavra “evolution” e depois é acrescentado o “R”.
No entanto, ao contrário de Falling Skies onde a bandeira dos Estados Unidos aparece em todos os ângulos possíveis, em Revolution quem a tem não passa de um rebelde tentando restabelecer o governo americano. A milícia trata quem defende a bandeira dos Estados Unidos como traidores.
Entre esses rebeldes já identificamos Nora e ela foi incrível montando uma arma com materiais precários, deu para entender porque Miles precisa tanto dela. Também deu para perceber que os dois têm um segredo, que faz com que Nora aceite mais facilmente ajudar Miles e Charlie. Só saberemos o que é nos próximos episódios, mas vale como nota mental.
A grande surpresa de Revolution foi a presença de Rachel (viva, sã, mas não tão salva assim). Pelo que deu para perceber é refém da milícia. Através do diálogo dela com Monroe imagino que Ben realmente achava que ela estava morta, assim como seus filhos devem ainda pensar assim. Além de Rachel, outra surpresa foi o misterioso Randall, homem que apareceu na casa de Grace e também usa um daqueles pen drives de energia. Pouco podemos ver desse personagem, mas achei por um instante a roupa dele parecida com a do exército americano, mas realmente deu para ver pouquíssima coisa.
Revolution ainda não me convenceu, mas tem muita coisa para desenrolar na série e os personagens estão precisando urgentemente nos cativar mais. Até agora os mais interessantes são Ben, Rachel, Miles e o capitão Tom. Aaron e Maggie ainda precisam mostram a que vieram e Charlie está longe de cativar os espectadores. O que me incomoda na série, mas acho que isso deve ser explicado mais adiante, é o porquê de tudo isso começar a bombar só 15 anos depois do blackout. Mas acredito que a linha de desenvolvimento da série engloba a explicação do que aconteceu durante esse tempo. Em termos de balanço entre quantidade de mistério e recompensa para o espectador Revolution segue escassa em informações e bem parecida com Lost e Alcatraz. Apertem os cintos que não duvido que um avião caia em uma ilha deserta cheia de ex-presidiários.
PS1: Repararam na quantidade de parques e pracinhas abandonados que aparecem nas cenas de Revolution?
PS2: Recentemente Mark Pellegrino, Todd Stashwick e Colin Ford, atores que trabalharam no outro drama de Eric Kripke Supernatural, confirmaram participação em Revolution.
White Collar – Vested Interest
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O que mais marcou o episódio anterior de White Collar, Gloves Off, foi a briga entre Peter e Neal e eu realmente achei que a coisa era séria. No entanto, os dois não conseguem ficar muito tempo bravos um com o outro. Na realidade Neal ficou de cara com Peter por uma coisa que o agente fez para ajudá-lo e esse tipo de situação é fácil de ser perdoada entre amigos, principalmente quando o motivo de tanto aborrecimento resolve aparecer em seguida: Sam.
E notícia ruim deste episódio ficou por conta justamente de Sam. Além de desapontar minhas expectativas sobre o desenrolar da sua história, Sam decepcionou também a Neal. Peter novamente foi fundamental e descobriu que o pai de Neal estava se passando por Sam e enganando o filho. Eu temia esse tipo de desenvolvimento porque é solução um tanto óbvia e já vinha sendo especulada, mas talvez a série consiga dar um andamento bom para essa situação. Afinal, White Collar é mestre em trabalhar assuntos que parecem comuns, mas que acabam tomando direções interessantes.
Ainda tento manter a fé em White Collar, mas cheguei a ficar com medo que o episódio acabasse antes de Peter desvendar quem era a pessoa que estava se fazendo passar por Sam. Ainda bem que isso não aconteceu, pois o olhar de Neal para Sam ao descobrir a verdade valeu o episódio inteiro e se encarregou de deixar os fãs se roendo de curiosidade para a volta do seriado. Como será que Neal vai reagir? Como você reagia no lugar dele? Dá vontade de abraçar o coração de Neal, mais forte que o super power colete à prova de balas TGV-6, do dr. Drugov.
Quem não decepciona e sempre merece um destaque é Mozzie e ele estava hilário ameaçando Sam com um saca-rolhas, mas quem ganhou a cena dessa vez foi seu rato Percy – lembrei do Percy do Harry Potter, irmão do Roni que era dono do ratinho Perebas. Com a ajuda de Percy, o rato, Neal conseguiu enganar Peter e usar o FBI para descobrir quem está atrás de Sam. Gostei da edição e do ritmo das cenas mostrando o planejamento e a ação do “golpe” de Neal em Peter. Mas melhor ainda foi a atuação de Percy deixando Jones aterrorizado, não é a toa que seu dono é Mozzie.
Apesar de termos um rato nas participações especiais as melhores cenas foram da birra de Neal com Peter. Sim, porque a briga virou uma birra. A cena inicial da máquina de café foi ótima, Neal fez questão de recusar o café de Peter, mas depois ele compra café na rua. Mais tarde, Neal ainda tenta se servir de café no FBI sem Peter perceber. Duas crianças. Peter precisa de muita paciência para lidar com Neal, e ninguém consegue fazer isso tão bem quanto ele. A birra toda foi para o espaço quando o agente assumiu que aceitou o acordo inicial de parceria com Neal por gostar dele e por perceber que o que fascinava Neal nos golpes não era o dinheiro e sim o desafio.
As brigas e birras constantes de Neal e Peter nesta temporada não preocupam tanto. No entanto, ao contrário das primeiras temporadas de White Collar, os casos deste quarto ano têm deixado a desejar, muito pelo tempo que demanda a trama secundária da série, que trata do passado de Neal. Neste episódio não foi diferente, apesar da ótima cena de Neal salvando Peter no meio do tiroteio a resolução do caso foi mais rápida e simples do que os casos iniciais da série.
Me lembro de episódios em que ficava angustiada porque terminavam rápido demais, os cerca de 40 minutos passavam voando. Tenho saudade dessa sensação ao assistir White Collar. Apesar da série estar ainda em um bom nível, estou com saudade daqueles episódios arrasadores. Talvez se os casos começarem a se cruzar mais com o desenvolvimento da trama de Neal a série consiga mais ritmo. Parodiando um pouco o que Peter disse sobre Neal, talvez eu não tenha sempre confiança em White Collar, mas sempre terei fé.
White Collar volta com o episódio 11 da quarta temporada só em janeiro de 2013. Até lá os fãs da série podem comemorar a recente renovação do seriado para uma quinta temporada de 16 episódios. Mesmo o atual ano de White Collar não sendo do mesmo nível dos anteriores o canal USA continua apostando no drama de Jeff Eastin. Os fãs de Tim DeKay também podem comemorar, o ator está confirmado em uma participação no seriado Body of Proof. Matt Bomer também não ficou para trás, rumores afirmam que o ator está sendo sondado para interpretar o personagem Christian Grey no filme baseado no recente sucesso literário 50 Tons de Cinza.
Boas notícias rondam White Collar durante esse hiato da série. Espero que em janeiro Peter e Neal voltem com tudo para os últimos episódios da temporada e façam o que normalmente a série consegue fazer muito bem, uma season finale do c#@%&*.
USA renova ‘White Collar’, ‘Covert Affairs’ e ‘Royal Pains’
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O canal USA renovou hoje as séries White Collar para a quinta temporada, Covert Affairs para a quarta temporada e Royal Pains para mais duas temporadas, a quinta e a sexta.
O anúncio das renovações foi feito hoje pelos co-presidentes do canal USA Chris McCumber e Jeff Wachtel. “Essas três séries acharam meios de se manterem criativas e culturalmente relevantes. A execução do roteiro, atuação e produção estão entre as melhores da televisão. Em um cenário cada vez mais competitivo essas séries tiveram suas novas temporadas renovadas, elas mereceram”, disseram McCumber e Wachtel.
Segundo o release disponibilizado pelo canal USA a alta performance de Royal Pains desde a sua estreia garantiu os 26 episódios para mais duas temporadas da série. A produção é da Universal Cable Productions e os trabalhos da quinta temporada começam em Nova York em 2013. White Collar, da Fox Television Studios, recebeu mais 16 episódios para a sua quinta temporada, que deve começar a ser gravada em 2013, também em Nova York. Covert Affairs, da Universal Cable Productions, terá mais 16 episódio para a sua quarta temporada e tem produção realizada em Toronto, no Canadá.
White Collar volta com o episódio 11 da quarta temporada em janeiro de 2013, Royal Pains continua sua quarta temporada em 16 de dezembro, às 21 horas, com a dupla exibição dos episódios 15 e 16, Off-Season Greetings – parte 1 e 2. O próximo episódio de Covert Affairs, Rock ‘n’ Roll Suicide, vai ao ar dia 16 de outubro, às 21 horas. Todas as datas e horários correspondem as exibições das séries nos Estados Unidos, pela USA.
Com informações dos sites TV by the Numbers e TV Line.
Leverage – The Rundown Job e The Frame-Up Job
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Como mencionei em algumas reviews desta temporada de Leverage, a série teve um ano muito abaixo do esperado. Os oito primeiros episódios da quinta temporada foram bons, mas não chegaram a ter o mesmo impacto de temporadas anteriores. O nível da série é alto e até o oitavo episódio Leverage não conseguiu alcançar sua capacidade total. No entanto, quando uma recuperação se fazia necessária ela veio com os episódios da summer finale dupla do seriado.
The Rundown Job se passa na capital dos Estados Unidos e participam Eliot, Parker e Hardison. The Frame-Up Job fica a cargo de Nate e Sophie e acontece em Portland. Para quem acha que o desmembramento da equipe comprometeu o desenvolvimento da história, a realidade é bem contrária. Os dois episódios foram os melhores da temporada, mas The Rundown Job me fez pular do sofá e derrubar as pipocas.
No episódio nove Eliot, Hardison e Parker vão até a capital arrombar um cofre. No entanto, antes de voltarem para casa Eliot recebe uma ligação de uma pessoa ligada ao tipo de trabalho nebuloso que ele tinha no passado. O batedor não se contenta em recusar o convite e decide salvar a vida da pessoa que o Eliot do passado mataria. Parker e Hardison obviamente estão juntos com ele nessa, pois como a ladra fez questão de mencionar, eles mudaram de vida juntos.
The Rundown Job me lembrou filmes como as sequências Duro de Matar e Máquina Mortífera. O episódio teve um roteiro vibrante, com muita ação, inúmeras reviravoltas e uma pitada de humor. Eliot, Hardison e Parker acabaram com uma grande ameaça terrorista em apenas uma tarde e fecharam com êxito o maior job da história de Leverage. Além disso, as meninas devem ter vibrado com o novo corte de cabelo de Eliot.
Entre as melhores cenas do episódio estão a que Hardison envia uma mensagem de SOS através do celular para o carro do coronel Vance e a cena no trem quando Parker pega a mala do terrorista, Eliot vai pra cima dele e leva um tiro no ombro. Logo depois Parker corre e desarma a bomba e Eliot vai pra cima do terrorista e leva mais tiro até conseguir acertar um belo soco no cientista maluco. Parker também acelerou nossos corações quando subiu no trem e conseguiu para-lo. No final, Eliot ficou parecendo o ursinho de melhore logo que Parker ganhou de Amy no episódio The Broken Wing Job.
Em The Frame-Up Job Sophie e Nate ficam sozinhos em Portland e Sophie tenta enganar Nate para poder ir sozinha em um leilão de arte. Obviamente Nate percebeu que estava sendo enganado e só precisou de 20 minutos para localizar em qual evento Sophie estava em um raio de 160 km. O interesse da golpista era no trabalho do artista Jean Mettier, especialmente no quadro Ma Mystère, primeira obra de Mettier, que nunca foi vendida nem exibida, só pertenceu ao autor e depois a Jonas Gaunt. O motivo de tanto fascínio está longe da vontade de Sophie de voltar a roubar arte e retornar a ser a golpista do passado. A nossa nova Sophie estava interessada em ver a obra de Mettier porque o artista pintou a própria Sophie, muito mais jovem e muito mais nua do que estamos acostumados a ver. Genial.
Assim como no episódio nove, em The Frame-Up Job Sophie e Nate lidam com as pessoas que foram no passado. O mais engraçado é quando Nate não consegue acreditar que Sophie não roubou o quadro. Quem retorna neste episódio aparecendo pela primeira vez nessa temporada e também duvida de Sophie é Sterling. Dessa vez ele está muito mais amigável já que a equipe de Leverage o ajudou a salvar sua filha no episódio The Queen’s Gambit Job, da quarta temporada. As cenas entre Nate, Sophie e Sterling renderam várias situações cômicas.
Em alguns momentos o episódio me lembrou o jogo Detetive: Jonas Gaunt foi morto na Sala de Estar, com o castiçal e o assassino foi o coronel Mostarda. Também foi muito engraçado Nate manipulando a cabeça de Sterling para que ele continuasse a investigar o roubo do Mettier e o assassinato de Gaunt mesmo após a prisão do mordomo. Nate brincando de quente e frio com Sterling então? Genial. O que ajudou muito o último episódio da summer finale a ser um sucesso foram as inúmeras reviravoltas no caso do roubo/assassinato. Mesmo acontecendo tudo dentro de uma única propriedade The Frame-Up Job conseguiu condensar toda a sua ação em cenas pontuais como nas várias vezes em que Sterling parece que já conseguiu encerrar o caso, mas em seguida algo mais é desvendado.
The Rundown Job e The Frame-Up Job são episódios que serviram para mostrar como todos na equipe de Leverage realmente mudaram e viraram os mocinhos. Durante os quatro anos de série os membros da equipe passaram por diversos momentos de questionamentos sobre quem foram no passado, quem são agora e quem ainda podem ser.
Na quinta temporada, com tanto mistério sobre o futuro dessa turma e a possível aposentadoria da equipe de Leverage os dois episódios da summer finale mostraram com maturidade as pessoas em que se tornaram Parker, Hardison, Eliot, Nate e Sophie. Em relação a essa possível aposentadoria dessa turma nada de novo foi apresentado nos episódios da summer finale. O assunto ficou para novembro, quando Leverage volta com o episódio de número 11. Aguardo vocês lá!
PS: Porque as pessoas se dão o trabalho de algemar qualquer um dos nossos heróis de Leverage? Até Sterling que já os conhece cometeu essa ação desnecessária.
Tim DeKay participa de episódio de ‘Body of Proof’
20/09/2012, 15:24.
Aline Ben
Notícias, Participações Especiais
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Segundo o site TV Line, o ator Tim DeKay (White Collar, Carnivàle) vai participar de um episódio sobre exorcismo da terceira temporada do seriado Body of Proof, da ABC.
DeKay vai interpretar um pai muito religioso e sinistro que perde a filha adolescente dramaticamente no plantão do hospital. Segundo o site, na história do episódio a adolescente pode ter sido possuída pelo diabo.
Body of Proof tem previsão de retorno nos Estados Unidos para o início de 2013 e vai ao ar pela ABC.
Com informações do site TV Line.
‘Revolution’ recruta três atores de ‘Supernatural’
20/09/2012, 15:03.
Aline Ben
Notícias, Participações Especiais
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Não é a toa que o criador de Revolution também assina o seriado da CW, Supernatural. Eric Kripke vai organizar uma verdadeira reunião de ex-atores de Supernatural na nova série da NBC. Mark Pellegrino, Todd Stashwick e Colin Ford estão confirmados para a primeira temporada de Revolution.
Pellegrino (The Closer, Lost) que interpretou Luciver em Supernatural vai novamente ficar no lado negro da força e será um oficial da milícia que aparece no terceiro episódio da temporada.
Ford que interpretou o jovem Sam Winchester no drama da CW vai aparecer no quarto episódio de Revolution e será um garoto cujo irmão foi levado pela milícia. O personagem de Ford vai estar em situação parecida com a de Charlie (Tracy Spiridakos).
Stashwick (Justified) será um traficante de drogas no drama pós-apocalíptico de Kripke. O ator interpretou Dracula no episódio Monster Movie, de Supernatural.
Revolution vai ao ar nos Estados Unidos nas segundas-feiras, às 22 horas, pela NBC.
Com informações do site TV Guide.
Jason Ritter confessa ter ficado nervoso ao saber que ia trabalhar com Lauren Graham em ‘Parenthood’
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O ator Jason Ritter, o professor Mark Cyr de Parenthood, confessou em entrevista a Associated Press que a perspectiva de trabalhar com a atriz Lauren Graham (Gilmore Girls) em Parenthood lhe aterrorizava. “Eu lembro que eu estava muito nervoso antes de trabalhar com ela”, afirmou o ator.
Apesar do início nervoso, o bom trabalho de Ritter foi reconhecido e o ator é um dos indicados ao prêmio de Melhor Ator Convidado em Série de Drama no Emmy 2012, que entrega os prêmios no dia 23 de setembro, no Nokia Theatre em Los Angeles.
Ritter também confirmou ter ciúmes dos outros namorados da personagem de Graham, Sarah. “Na segunda temporada eu ficava com muito ciúmes dos outros namorados dela”, admitiu o ator.
O sentimento é mútuo entre os atores, Graham afirmou que é uma grande fã de Ritter. “Ele é um cara maravilhoso e um ótimo ator”, disse a atriz.
Parenthood vai ao ar nos Estados Unidos pela NBC nas terças-feiras, às 22 horas.
Com informações do site The Huffington Post.
‘Revolution’ tem melhor estreia de drama dos últimos três anos
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Revolution é uma das séries mais badaladas desta fall season e sua estreia nos Estados Unidos comprovou o alvoroço. A série da NBC alcançou 11.7 milhões de espectadores e atingiu um percentual de classificação de 4.1 entre as pessoas de 18-49 anos. Em comparação, o reality show The Voice teve 13.4 milhões de espectadores e classificação de 4.6. Revolution alcançou a melhor estreia de seriado de drama nos últimos três anos, desde V da ABC.
Para efeitos de comparação, o seriado Dallas atingiu 6.9 milhões de espectadores na estreia da sua primeira temporada, Falling Skies (TNT) conseguiu 4.5 milhões de espectadores na premiere da sua segunda temporada este ano e Grimm (NBC) alcançou 5.7 milhões de espectadores na estreia da segunda temporada da série. Entre as novatas desta fall season quem havia atingido a melhor audiência na estreia foi o spin-off de The Closer, Major Crimes (TNT) que conseguiu 7.2 milhões de espectadores.
Revolution é a estreia da NBC no horário das 22 horas com melhor classificação desde Janeiro de 2010. Para efeito de comparação dentro da emissora a série Smash teve 11.4 milhões de espectadores na sua estreia, classificação 3.8, em uma segunda-feira às 22 horas e Grimm atingiu 6.5 milhões de espectadores no seu piloto, classificação 2.1, em uma sexta-feira às 21 horas.
Nesta segunda-feira também retornou o seriado Bones, da Fox, a estreia da oitava temporada da série atingiu 7.8 milhões de espectadores. A nova série da Fox, The Mob Doctor, estreou com cinco milhões de espectadores. Para comparação, outras séries da Fox estrearam com números melhores, Alcatraz atingiu 10 milhões de espectadores e Terra Nova 9.1 milhões. O episódio final de House, também da Fox, alcançou 9.8 milhões de espectadores.
Revolution é transmitida pela NBC nos Estados Unidos, nas segundas-feiras, às 22 horas.
Com informações do site TV Line.
Amanda Tapping terá papel recorrente na oitava temporada de ‘Supernatural’
18/09/2012, 22:37.
Aline Ben
Notícias, Participações Especiais
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A atriz Amanda Tapping (Stargate e Sanctuary) está entrando para o elenco de Supernatural e fará papel recorrente durante a oitava temporada da série. Tapping vai interpretar Naomi, uma personagem que o showrunner da série Jeremy Carver descreveu como “legal e misteriosa, parte de um novo grupo de anjos que nunca foi visto anteriormente.” Naomi foi explicada como uma personagem burocrata sem brincadeiras, como Matt Damon no filme O Bom Pastor. Tapping vai aparecer no sétimo episódio da próxima temporada, intitulado A Little Slice of Kevin.
Outra participação confirmada na série é do ator Mike Farrel (M*A*S*H), ele interpretará o personagem Fred Jones e vai aparecer no oitavo episódio da temporada.
Supernatural retorna com sua oitava temporada no dia 3 de outubro, uma quarta-feira, às 21 horas pela CW nos Estados Unidos.
Com informações do site TV Line.
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