TeleSéries
Revolution – Soul Train
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Os personagens de Revolution ganharam mais corpo nos dois últimos episódios da série e isso fez uma diferença imensa na evolução do seriado. E não foi só o interesse em assistir a série que cresceu, a audiência na televisão americana também não para de subir. O episódio Soul Train conseguiu um aumento de 13% na sua audiência, em relação ao episódio anterior, The Plague Dogs, e atingiu 8.8 milhões de espectadores, com classificação demográfica (público entre 18 e 49 anos) de 4.4. Vale lembrar que o piloto de Revolution bateu recorde e foi a melhor estreia de drama dos últimos três anos, alcançando 11.7 milhões de espectadores e classificação de 4.1.
Depois de um início morno com os três primeiros episódios deixando a desejar, o drama de Eric Kripke fez jus ao nome e revolucionou. A busca de Danny ficou mais enérgica, a história dos personagens cresceu e surpreendeu. Além de Miles ser um dos fundadores da Rapública Monroe, agora a surpresa foi Nate ser o filho do capitão Neville. O personagem já escondia seu nome verdadeiro e o motivo ficou claro agora: Nate na verdade se chama Jason e seu pai é um general da milícia.
Conhecemos o verdadeiro Nate através das cenas em flashback que desta vez contaram os primeiros dias da vida da família de Tom Neville após o apagão. Muita coisa ainda pode se desenrolar em torno de Tom e seu filho Jason (Nate). Além do garoto estar apaixonado por Charlie, ele ainda pode descobrir que seu pai disse a Miles que este poderia matá-lo (se foi interpretação de Tom para enganar Miles, ou não, isso nunca importa em uma discussão familiar).
Miles e Charlie começam a formar finalmente uma dupla interessante. Charlie parou com o mimimi (#todoscomemora) e isso muito se deve a companhia do tio. Como brincou Nora: “Bom trabalho, treinador”. Os dois protagonizaram a melhor cena do episódio, que me lembrou alguns bons filmes de ação. A perseguição ao trem a cavalo e a tentativa frustrada de salvar Danny foi o trecho mais emocionante do episódio. Destaque para troca de olhares entre irmã e irmão, só agora Danny sabe que estão tentando resgatá-lo.
Com a chegada do filho na base da milícia Rachel se obrigou a falar sobre o que sabia a Monroe e agora ele sabe da existência dos 12 pingentes e o poder deles de religar a energia. Jason (Nate) também viu o colar que Aaron carrega e agora que Monroe tem a informação sobre a importância desse objeto, provavelmente os próximos episódios devem mostrar uma caça à turma de Miles e Charlie. Isso sim, se Jason (Nate) abrir a boca. A queda do garoto por Charlie e seu recente atrito com o pai podem mantê-lo quieto, mas sinceramente duvido que isso aconteça. A milícia deve em breve colocar todas as suas forças na busca pelo colar de Aaron.
Soul Train teve a participação do ator Jeff Fahey como Ken “Hutch” Hutchinson, o único membro dos resistentes de Noblesville Underground que continua vivo quando Nora vai procurá-los. Jeff Fahey já participou de Lost, interpretando o personagem Frank Lapidus. Quem prestou atenção reparou que Hutch manipulava a capa ou segunda capa de “Harry Potter e as Relíquias da Morte” na cena em que Nora encontra com ele.
Revolution ganhou uma temporada completa da NBC, cresceu em audiência e teve um pulo sensacional em sua história e ritmo de narrativa nos dois últimos episódios. Além disso, grandes participações especiais, enquadramentos inovadores e cenários bem trabalhados tem deixado a série bonita de se ver. As expectativas com Revolution cresceram muito e a série tem capacidade de manter o nível. A situação é de falta de energia, mas ainda há muita lenha pra queimar na série de Eric Kripke.
Grimm – The Bottle Imp
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“’Deixe-me sair, deixe-me sair’, choraminga o espírito. E o garoto, muito ingênuo, tirou a rolha da garrafa”.
A primeira cena de The Bottle Imp resume tudo que Nick esperava que acontecesse na vida dele. Em uma conversa normal com Juliette, ela tem uma luz e lembra de seu passado com Nick, incluindo o fato de ele ser um descendente de um Grimm. Juliette aceita incondicionalmente a nova realidade e ainda fica com pena do namorado pelo o que ele passou durante seu período de amnésia. Triiiiiim. O despertador toca, Nick acorda e volta a sua realidade, que apesar de ter personagens de histórias que começam com “era uma vez…”, passa longe de um conto de fadas.
The Bottle Imp é baseado no conto dos Irmãos Grimm “Der Geist im Glas”, que já foi traduzido como “O espírito na garrafa” ou “O gênio na garrafa”. No seriado, o espírito está mais para o diabinho na garrafa – personagem de lenda do folclore brasileiro em que uma pessoa mantém um diabinho em uma garrafa para ganhar dinheiro durante a vida toda. Em troca vende sua alma para o diabo e vai para o inferno após a morte.
O grande mérito de The Bottle Imp é só apresentar no final o verdadeiro culpado das agressões e mortes durante o episódio. Pelo menos eu fui pega de surpresa com o final. No entanto, quem conhece o conto dos irmãos Grimm ou prestou mais atenção na frase inicial do episódio pode ter entendido a sacada desde o início. Em “Der Geist im Glas” o espírito da garrafa se faz de inocente e implora para que um menino tire ele de dentro do recipiente. Em The Bottle Imp a cena em que a menina tenta conseguir carona para ela e seu pai representa bem essa passagem do conto.
O wesen que conhecemos nesse episódio é chamado de Drang-zorn, algo como raivoso e estressante, em alemão. Para descobrir do que se tratava, pela primeira vez Hank entrou no trailer de Nick e viu seus livros e armas. Hank afunda cada vez mais para dentro do mundo estranho dos wesens, de Nick e Monroe. O clube do bolinha anda bem mais afiado e tende a melhorar.
Além de uma recente amizade, Hank e Monroe devem ficar ainda mais próximos, ou pelo menos formarem uma equipe mais unida, um clube do bolinha mais fechado. Hank descobriu finalmente que foi Monroe quem salvou sua vida ainda na primeira temporada, contra o ogro Stark. Em The Bottle Imp Monroe aparece muito pouco, mas sempre dá um jeito de facilitar a vida de Nick. Nesse caso foi ele que indicou uma Blutblad para levar a pequena Drang-zorn em segurança para a detenção.
No final do episódio quando o “era uma vez…” de Nick parecia chegar perto de um “…e foram felizes para sempre”, quem surge entre ele e Juliette é uma imagem do capitão Renard, o verdadeiro príncipe de Portland que Nick ainda não sabe da existência. The Bottle Imp lançou uma grande dúvida entre os fãs de Grimm: qual o efeito do beijo de Renard em Juliette? Além, é claro, de tê-la despertado.
Quem deve dar as caras em Portland na sequência e ajudar a solucionar essa dúvida é Adalind. A Hexenbiest já descobriu que sua mãe está morta e deve voltar atrás do responsável. É claro que o nome de Nick é o primeiro da lista de seus suspeitos. O Grimm anda muito calmo nos últimos episódios e vive o bom mocinho ao extremo dormindo no sofá da sua casa e sendo compreensível com a namorada enfeitiçada. Acho que logo deve chegar a hora de Nick incorporar um diabinho e sair da sua garrafa.
[Especial Caverna do Dragão] Relembre série que continua encantando crianças e adultos
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Ontem comemoramos o Dia da Criança de uma forma muito especial com uma galerinha de 11 e 12 anos escrevendo sobre as seus seriados preferidos. Junto com eles conhecemos novas séries que ganharam o gosto da garotada e também podemos lembrar de clássicos que marcaram a nossa infância.
Entre essas séries que sempre vão estar na nossa memória Caverna do Dragão é uma das mais queridas entre adultos e crianças. O seriado foi tema de um dos textos do Especial Dia das Crianças – Pequenos Seriados de autoria do Pedro Nunes, ele tem 11 anos e cursa a 6ª série na escola Educar-se, em Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul. O Pedro falou sobre o que ele acha da série Caverna do Dragão e relembrou cada um dos personagens. Além disso, assim como nós, Pedro lamenta profundamente que não são realizadas mais novas temporadas do seriado.
Ainda no ritmo do Dia das Crianças o TeleSéries convida você para mais uma viagem pela infância e pelas palavras de Pedro no mundo do Reino de Caverna do Dragão, ou Realm of Dungeons & Dragons, como é chamado na versão original do seriado.
Caverna do Dragão é um desenho muito legal, inspirando muitos tipos de RPG principalmente D&D que é um dos tipos de RPG mais jogados no mundo. É um desenho muito importante que as crianças vejam porque aumenta a criatividade delas, mas não deixem de ler porque é fundamental para o desenvolvimento.
Bom, eu gosto muito de Caverna do Dragão, pois não acho um desenho superficial, ele tem uma história, ele tem fundamento. Acho uma pena que não fazem mais temporadas, acho que não só eu gostaria de novos episódios, mas muitas outras pessoas iriam gostar, pois logo quando estreou Caverna do Dragão fez um grande sucesso com os fãs de RPG.
Role-playing game também conhecido como RPG (em português: “jogo de interpretação de personagens”), é um tipo de jogo em que os jogadores assumem os papéis de personagens e criam narrativa colaborativamente. Os RPGs são tipicamente mais colaborativos e sociais do que competitivos. Um jogo típico une os seus participantes em um único time que se aventura como um grupo.
Um RPG raramente tem ganhadores ou perdedores. Isso o torna fundamentalmente diferente de outros jogos de tabuleiro, jogos de cartas colecionáveis, esportes, ou qualquer outro tipo de jogo. Como romances ou filmes, RPGs agradam porque eles alimentam a imaginação, sem, no entanto, limitar o comportamento do jogador a um enredo específico.
Hank (Ranger)
Devido a seu raciocínio rápido e habilidade com o arco, Hank é o líder indiscutível do grupo. Sua arma mágica é o arco, que pode atirar flechas de energia que fazem de tudo – menos matar o oponente. Seu maior medo é que ele possa cometer um erro que coloque o grupo em risco. Apesar de ser o líder por consenso do grupo, Hank tem inseguranças quanto à sua própria capacidade de liderar. Ele tem como arma mágica um arco sem cordas, que lança “flechas” de pura energia.
O que ele pode fazer com seu arco mágico: destruir coisas, cortar, empurrar, abrir túneis no gelo, iluminar (como um archote ou sinal luminoso no céu – serviu para quebrar um encantamento que quase fez todos brigarem), prender com aros uma pessoa, interceptar raios mágicos, criar objetos de apoio, criar corda, criar barreira transparente (uma versão mais fraca de campo de força), explosões.
Nota: Assim como Sheila, há um problema de tradução quanto ao termo “ranger”, que identifica o personagem. A tradução mais exata seria algo como “mateiro”, mas como o termo é estranho, volta e meia você ouve o Mestre dos Magos chamá-lo de “arqueiro”, “guerreiro”, “guarda” e, principalmente, “meu jovem”.
Eric (Cavaleiro)
Eric é um riquinho e esnobe garoto, só que com boas intenções. Ele sempre tem uma resposta sarcástica para tudo. Às vezes ele pode parecer um covarde, mas alguns episódios provaram o contrário, como num em que ele confronta o Vingador. Sua arma mágica é um escudo mágico, capaz de refletir qualquer coisa, incluindo raios do Vingador e baforadas de Tiamat.
Covarde e resmungão, Eric gosta de mexer com todos os personagens do grupo, especialmente com Bobby. Junto com Presto, são deles a maioria das tiradas cômicas da série. Para sorte de todos, sua arma mágica não é de ataque: um escudo místico que defende de quase qualquer coisa ele e os que estiverem próximos.
O que ele pode fazer com o escudo: Proteger-se de projéteis e outros objetos e gerar um domo de força que protege ele e os colegas de, por exemplo, avalanches.
Sheila (Ladra)
Sheila pode ser considerada aquela que está sempre lá quando alguém está machucado ou depressivo. Ela se parece mais nesse aspecto com uma clériga, e não uma ladra. Apesar de sempre ajudar seus companheiros o maior medo de Sheila é o de perder seus amigos e ficar sozinha. Sua arma mágica é uma capa de invisibilidade que ela usa para escapar dos perigos ou passar por inimigos sem ser vista. Irmã mais velha de Bobby, ela é a mais triste e distante do grupo.
Nota: Ela também tem um problema de tradução, o Mestre dos Magos a chama, em inglês, de “Thief” (“ladra”). Até onde pude perceber a versão da Globo e Herbert Richers do desenho nunca a chamou assim.
Bobby (Bárbaro)
Bobby é o irmão mais novo se Sheila. Ele é o único personagem que se sabe a idade, 10 anos. A atitude de “homem durão” dele serve para esconder seu medo de agir como um bebê quando encarar o perigo. Sua arma é um porrete mágico que pode derrubar quase tudo, como portas, paredes e torres. Ele também pode criar terremotos. As características de Bobby mostram que ele poderia muito bem representar o “anão” do grupo.
Mais novo do bando e irmão de Sheila, Bobby tende a ser um pouco destrutivo quando irritado, ainda mais se considerando que ele recebeu do Mestre dos Magos um tacape mágico com capacidade de destruir muros e até montanhas! Assim que ele chegou ao Realm of Dungeons & Dragons (O Reino), adotou um bebê unicórnio, Uni.
Uni (O Unicórnio)
É a bebê unicórnio de estimação de Bobby. Ela parece não ter muita função no grupo, mas é ela que alegra Bobby e o faz esquecer um pouco da saudade que sente da Terra. Algumas das cenas mais engraçadas do desenho estão relacionadas de alguma forma a ela. Sua “arma mágica” é o chifre, que tem o poder de teletransporte, mas ela só o usou uma vez em toda a série.
Diana (Acrobata)
Diana é a acrobata do grupo. Ela faz tantos giros no ar e saltos que poderia deixar seus inimigos tontos. Ela parece ser a mais velha do grupo, até porque no episódio A Busca do Guerreiro Esqueleto, seu maior medo é mostrado, e é o de ficar muito velha e não conseguir mais lutar e usar suas habilidades. Sua arma é um cajado verde que pode estender seu tamanho e ser usado como uma vara de saltar, por exemplo. O seu bastão mágico se expande, variando desde o tamanho de uma vara de salto até caber no bolso. Ótima atleta e pronta a responder os resmungos de Eric, Diana é uma das raras personagens negras em desenhos animados americanos.
Presto (Mago)
Presto é o mágico do grupo. Sua arma mágica é seu chapéu, de onde ele “tira” suas magias. Devido a seus problemas em confiar nos seus poderes, suas magias quase sempre dão errado, mas acabam resolvendo o problema. Um bom exemplo é num episódio em que ele diz algo assim: “Eu quero que o inimigo desapareça!” e surge um balde em sua cabeça, impedindo-o de ver o inimigo. Seu maior sonho é aprender a ser um bom mago e fazer uma magia para retornar com o grupo para a Terra.
Sua arma mágica é um chapéu mágico, talvez a mais poderosa arma de todos… se ele soubesse controlá-lo (ou… talvez, se o chapéu se deixasse controlar ^_^). De todos é o mais inseguro. E involuntariamente carrega o humor da série com Eric.
Lista de Mágicas:
A Noite Sem Amanhã: Invocar vaca.
As Mágicas Desastrosas de Presto: Vórtex de teletransporte (foi o que encrencou seus amigos), Tapete Voador (criado por Uni), Gaiola, “Destruir Árvore de Pedra e Gigante Junto”.
O Sonho: Porta mágica (um homem-lagarto entrou nela e a porta desapareceu).
O Cemitério dos Dragões: Raios e Algemas Mágicas (prendeu o Vingador! – deve ter dado certo porque Presto e seus colegas estavam no Cemitério dos Dragões).
A Névoa da Escuridão: Sugar Nevoeiro.
A Caverna das Fadas Dragão: Fazer objetos sólidos flutuarem.
Cupins: O suficiente para destruir um grande objeto de madeira em segundos.
Mestre dos Magos (Dungeon Master)
O Mestre dos Magos é o guia do grupo. Ele tem muitas semelhanças com o Yoda, do filme Guerra nas Estrelas, como a altura, o modo de falar, os poderes mágicos, e também teve um aprendiz que foi para o lado do mal. O Mestre tem a função de iniciar os meninos numa nova missão, na tentativa de mandá-los para casa. Quase nunca ele ajuda no meio de uma missão, mas às vezes aparece e dá novas dicas para o grupo no meio do episódio. Sua maior decepção é a de ter deixado o Vingador, seu antigo aprendiz, escolher o lado do mal. Mago baixinho e benevolente é ele quem guia os personagens dentro daquele mundo, geralmente aparecendo de surpresa no início do episódio e dando pistas vagas sobre possíveis caminhos de volta para casa e sobre alguns fatos que ocorrerão.
Aparentemente é protetor do Realm e trata os seis como seus pupilos. E, obviamente, é muito poderoso, mas raramente utiliza destes poderes.
Magias: Ponte Mística, Teletransporte (sozinho, com várias pessoas ou terceiros).
O Vingador é o maior vilão do Reino. Seu maior objetivo é ser o Rei de todo o planeta, e tem como maior inimigo seu ex-Mestre, o Mestre dos Magos. Ele acha que para derrotá-lo ele precisa do poder reunido das armas mágicas das seis crianças, e não sossega em tentar roubá-las. Ele quase sempre age convocando exércitos de orcs e outras criaturas e usando seus poderes mágicos contra pequenas vilas. Seus principais aliados são seu cavalo negro voador e o Demônio das Sombras. O Vingador sente um grande medo em todo o Reino, e ele é Tiamat, o dragão.
Vingador é o grande vilão da série, mas não o único e nem sempre presente. Tem diversos castelos pelo Realm e tropas de orcs e de homens lagarto. É um mago muito poderoso, ele perde apenas em poder ao Mestre dos Magos, do qual provavelmente fora pupilo ou filho! E para vários fins deseja as armas mágicas dos garotos, entre eles destruir o próprio Mestre dos Magos, Tiamat e enfim conquistar todo aquele mundo.
Magias: Raios (com péssima pontaria, por sinal, fechar paredes de gelo, animar esqueletos, defender raios com a mão, disfarçar-se, criar tempestade de ventos, virar/invocar monstros, soldar (variação de raios), etc.
Demônio das Sombras
É o mensageiro e espião fantasmagórico do Vingador. Tudo que se sabe dele é que ele segue os meninos por todos os lados e depois conta ao Vingador o que viu. Lacaio do Vingador, ele tem poderes de se misturar às sombras e voar até onde seu mestre está. Nunca tomou iniciativa própria.
Tiamat (O Dragão)
Tiamat é um dragão de cinco cabeças que aterroriza tanto as crianças quanto o próprio Vingador. Cada cabeça tem sua própria baforada, mas a única que fala é a cabeça vermelha, a central. A casa de Tiamat é o Cemitério dos Dragões. Sei lá porquê ele é o pesadelo do Vingador, mas provou diversas vezes que é praticamente imune aos poderes do vilão, e não está ao lado dos mocinhos.
Cada cabeça lança:
Branca: Raios Congelantes.
Cabeça Verde: Gás Venenoso.
Cabeça Vermelha: Fogo.
Cabeça Azul: Raios
Cabeça Preta: Ácido
Outras Magias: Teletransporte.
O Especial Caverna do Dragão TeleSéries foi produzido pelo Pedro Nunes, integrante do Armazém de Ideias, um projeto da Escola Educar-se de Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul.
[Especial Dia das Crianças] Pequenos Seriadores escolhem seus programas favoritos
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Dia 12 de outubro é dia de santo, dia nacional da leitura, aniversário da cidade de Gama em Brasília e dia do esporte no Japão. Dia 12 é dia do mar, dia de se esparramar na praia e esquecer do mundo. Aqui no Brasil, desde mundo cedo, todos aprendem que dia 12 de outubro é também dia de brincar.
Apesar de o Dia Mundial da Criança ter como data oficial 20 de novembro, aqui no Brasil, deputados aprovaram por decreto, na década de 1920, que os pequenos brasileiros festejariam esse dia em outubro. No entanto, foi só em 1960 que a data começou a ficar divertida. A Fábrica de Brinquedos Estrela lançou uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson e alavancou o dia como símbolo de comemoração das crianças, e é claro, com muitos brinquedos, diversão e muita televisão. A “babá eletrônica” dispõe atualmente de um número imenso de programas que acabam disputando a atenção das crianças todos os dias.
Para comemorar o Dia das Crianças, o TeleSéries fez uma parceria com uma galerinha muito especial que também gosta de seriados e o melhor: gosta de falar sobre isso. Os nossos Pequenos Seriadores do Armazém de Ideias apresentam suas lembranças de agora, programas de TV que divertem a turminha, e que no futuro, farão das lembranças um tempo mais gostoso.

Nosso grupo é formado por: Antônia Stülp, Enzo Nogueira, Gustavo Lehnen Heissler, Pedro Nunes, Eduardo Marmitt, Eduardo Sterz, Clarissa Voos, Marina Dornelles, Lucas Wegner, Vitor Andrade, João Aerosa, Henrique Andriolo, Maria Eduarda Fetter e Luiza Gonçalves, auxiliados por Rodolfo Vargas, João Rücker e Mirela Hoeltz.
Confira o que eles têm para dizer para vocês!
Apenas um Show | por Antônia Stülp
Num parque, Mordecai e Rigby são trabalhadores muito preguiçosos, seu patrão Benson, está sempre pegando no pé deles, e quanto mais ele fala pior fica a situação. Saltitão é um ótimo trabalhador e está sempre tentando consertar as idiotices de Mordecai e Rigby. Pairulito está cheio de ver Benson gritando com Mordecai e Rigby. Tudo o que acontece naquele parque é mortal, porém tudo se repete todo o dia.
Bob Esponja | por Marina Dornelles
Bob Esponja Calça Quadrada mora no fundo do mar numa pequena localidade chamada Fenda do Biquíni, com seus inúmeros amigos, como Patrick Estrela e Sandy Bochechas. Ele trabalha num pequeno restaurante chamado Siri Cascudo, que serve o melhor hambúrguer de siri. Nessa localidade Bob e seus amigos vivem aventuras divertidas e muito loucas, como ficar no lugar dos super heróis mais famosos da Fenda do Biquíni. Eu amo esse programa, recomendo a todos que adoram rir um pouco, é muito legal e divertido.
Caverna do Dragão* | por Pedro Nunes
Caverna do Dragão é um desenho muito legal, inspirando muitos tipos de RPG, principalmente D&D que é um dos tipos de RPG mais jogados no mundo. É um desenho muito importante que as crianças vejam porque aumenta a criatividade delas, mas não deixem de ler porque é fundamental para o desenvolvimento.
Bom eu gosto muito de Caverna do Dragão, pois não acho um desenho superficial, ele tem uma história, ele tem fundamento. Acho uma pena que não fazem mais temporadas, acho que não só eu gostaria de novos episódios, mas muitas outras pessoas iriam gostar, pois logo quando estreou Caverna do Dragão fez um grande sucesso com os fãs de RPG.
* O trabalho do Pedro sobre o desenho Caverna do Dragão ficou tão bacana que nós editamos o texto completo dele em um especial só sobre o seriado e vamos publicar amanhã. Quem é fã da série, fique ligado!
Drake e Josh | por Luiza Gonçalves e João Aerosa
Drake Parker (Drake Bell) e Josh Nichols (Josh Peck) se conheceram após seus pais se casarem, então acabaram tornando-se meios-irmãos, junto com a irmãzinha de Drake, Megan. Megan Parker (Miranda Crosgrove) quando perto de seus pais é um anjinho, já com seus irmãos é totalmente ao contrário. Drake é o oposto de Josh, Drake namora muitas garotas, faz parte de uma banda, é muito sortudo e todos o adoram, já Josh não namora muito, dedica-se muito aos estudos, está sempre se preocupando com a escola e as pessoas muitas vezes ignoram-no. Nesta série, Drake e Josh vivem muitas trapalhadas e se metem em muitas confusões (nem sempre escapam delas), é isso que torna o programa cômico. Somos fãs dele e com certeza, ele tira muitas risadas nossas.
Família Dinossauro | por Henrique Andriolo
Essa é uma série antiga, estreou em abril de 1991, porém é muito divertida. Conta a história da família Dino, que vive divertidas aventuras e confusões. Assim como nós, eles trabalham, olham televisão, brigam, fazem programas de família e… se metem nas mais diversas enrascadas. O mais clássico de todos da série é Baby, o mais novo (e perigoso) da família, com suas famosas frases “não é a mamãe” e “você precisa me amar”, além de sua personalidade geniosa e imperativa.
O mais legal da série é seu estilo engraçado, suas confusões. Outra coisa legal é comparar a série com nosso cotidiano, vamos achar diversas diferenças e semelhanças. Além disso, se observarmos, a série fez diversas versões de programas de televisão e filmes famosos. Essa série será eternamente lembrada pelos seus fãs.
Hanna-Barbera | por Henrique Andriolo, Maria Eduarda Fetter e Eduardo Stertz
William Hanna e Joseph Barbera se juntaram e criaram uma das maiores produtoras de desenho animado do mundo, a famosa Hanna-Barbera. Uma grande empresa de desenho animado dos anos 70. Confira alguns desenhos inesquecíveis da produtora que nós selecionamos:
The Jetsons: Uma família do futuro, mistura o cotidiano atual com ficção científica, numa série animada e muito divertida.
Top Cat (Manda Chuva): Esta animação narra a história de gatos vira-latas que vivem muitas aventuras engraçadas durante seu dia a dia.
Os Flintstones: Um seriado muito divertido que sempre arranca gargalhadas do público infantil quando os personagens andam com o famoso carro movido com os pés. Fala sobre uma família pré-histórica e suas aventuras e desventuras.
Scooby-Doo: A famosa série de quatro adolescentes e um cachorro trapalhão que juntos investigam mistérios e assombrações, sempre procurando pistas.
Tom e Jerry: A série mostra a perseguição entre o gato Tom e o rato Jerry. De uma maneira engraçada e divertida.
He-Man | por Henrique Andriolo, Maria Eduarda Fetter e Eduardo Stertz
He-Man é um clássico de animação dos anos 80 e ainda faz sucesso. O herói da série, Adam, filho do rei Randor, do planeta Eternia, quando ergue a espada mágica e brande “pelos poderes de Grayskull” se torna o guerreiro He-Man, o mais forte do universo. He-Man precisa proteger o mundo dos ataques de Skeletor e seus comparsas, que residem na Montanha da Serpente. Gostamos bastante do enredo e dos personagens, além do cenário. Esse clássico merece o sucesso que teve.
O Incrível Mundo de Gumball | por Antônia Stülp
Gumball e Darwin são irmãos de criação e melhores amigos. Sua família é uma loucura, pois Anays (a irmã mais nova) é muito inteligente, mas é irritante. Sua mãe trabalha demais e esta sempre estressada. Seu pai é um preguiçoso que nunca levanta do sofá.
No decorrer desta série acontecem as mais diversas aventuras. Este desenho é do gênero comédia.
Episódio TOP: O episódio que mais gostei foi o que seu amigo feito de algodão doce, lhe convida para uma festa, ele quer ir com Penny, um amendoim, porém ele foi um idiota e não conseguiu entender o bilhete. Então ele foi com Tina, um tiranossauro Rex. Durante o baile eles mudam de par e tudo ocorre da forma como deve ser.
Os Vingadores | por Eduadro Marmitt
O grupo é formado por seis grandes heróis da Marvel: Hulk com sua força descomunal. Thor, o imortal deus asgardiano do trovão. Homem de Ferro com sua inteligência e tecnologia. Capitão América, o grande soldado da 2º Guerra Mundial. Vespa com sua habilidade de encolher. Homem-Formiga que consegue crescer, encolher e se comunicar com as formigas, além de ter uma grande inteligência. Gavião Arqueiro com sua mira fantástica e flechas especiais. Viúva Negra com sua agilidade superior e Pantera Negra com sua incrível agilidade. Eles foram criados com o objetivo de defender o mundo do mal.
Os heróis moram na mansão de Tonny Star (o Homem de Ferro), com seu mordomo tecnológico Jarvas. Assim, quando algum vilão ataca a cidade de Nova York todos estão prontos para defender a Terra e prender os vilões. Este programa é muito bom pois ele é muito divertido e se você gostar de Ação, Aventura e Comédia, é perfeito.
Power Rangers: Força do Tempo | por Henrique Andriolo
Uma das mais épicas temporadas dessa série foi a nona: “Força do Tempo”. Os Power Rangers são adolescentes que, com ajuda de seus “morfadores” (aparelhos tecnológicos que lhes transformam em heróis) lutam contra o mal. Na temporada “Força do Tempo”, os personagens são agentes do futuro e perseguem o vilão Ransik que fugiu para o passado. Lá, eles conhecem Wesley, o qual é escolhido para ser o novo ranger vermelho, pois o primeiro (Alex) foi morto por Ransik. Juntos, Wesley (ranger vermelho), Jennifer (ranger rosa), Lucas (ranger azul), Trip (ranger verde), Katie (ranger amarela) e Eric (ranger especial Quantum) são os Power Rangers: Força do Tempo e defendem a terra, em qualquer época.
Pretty Little Liars | por Clarissa Voos de Oliveira
A série é sobre a vida de quatro garotas que após a suposta morte de sua melhor amiga Alison DiLaurentis, começam a receber mensagens anônimas assinadas como “-A”, que as persegue constantemente, sempre as reprimindo e ameaçando contar seus segredos para todos de Rosewood (a pequena cidade onde vivem). Aria (Lucy Hale), Hanna (Asheley Benson), Emily (Shay Mitchell) e Spencer (Troian Bellisario) vivem um pesadelo nas mãos de “-A”, sempre obedecendo os seus comandos para que seus segredos mais obscuros não sejam revelados. A série foi criada por Marlene King, baseada na serie de livros (com o mesmo nome) escrita por Sara Shepard. Pretty Little Liars estreou no dia 8 de junho de 2010 nos Estados Unidos.
Eu idolatro muito a Marlene King e a Sara Shepard porque elas conseguiram fazer um seriado e livro que seja de um gênero de drama e suspense que não seja difícil de entender e acompanhar. Amo “PLL” olho sempre que posso na televisão, eu também acompanho a série na internet e nos livros. Acho que sou meio “viciada” nisso, sempre estou falando sobre, claro, sei que isso tem um pouco de ficção, mas acho a série muito interessante e adoro poder ficar tentando descobrir e desvendar os mistérios da série e as pistas de “-A”.
O Especial do Dia das Crianças do TeleSéries foi produzido pelos integrantes do Armazém de Ideias, um projeto da Escola Educar-se de Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul, todos com idade entre 11 e 12 anos, que discutem o que as crianças consomem de informação e entretenimento. Assim, as séries apresentadas aqui seguem a exigência legal de classificação indicativa. Todas as informações são dedicadas às crianças menores de 12 anos.
Ficamos por aqui! Até a próxima!
Revolution – The Plague Dogs
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No seu quarto episódio da primeira temporada, Revolution mostrou a que veio para o espectador que teve sangue no olho e seguiu a série até aqui. Depois de um início com alguns bons momentos, mas em meio a episódios sem ritmo e personagens pouco cativantes Revolution mostrou que tinha sim lenha para queimar e porquê conseguiu confirmar sua temporada completa na NBC.
Quando li o nome do episódio, The Plague Dogs, achei que não era dessa vez que Revolution revolucionaria finalmente, mas foi. Praticamente todos os plots e núcleos da série estiveram presentes no episódio, tudo isso para alavancar a série de uma forma que eu não achava mais possível. Finalmente começamos a nos importar com a jornada de Charlie, ganhamos uma rica de uma personagem que foi Maggie que apesar de morrer contou uma ótima história no seu último episódio e Miles ganhou o que faltava no seu personagem: humanidade. Os mais durões vão dizer que foi um cisco no olho, mas deu para chorar com The Plague Dogs.
Com um ritmo constante do início ao fim do episódio Revolution mostrou não apenas a humanidade em Miles, mas a humanidade em torno de todos os personagens do seriado. Até o capitão Neville abriu seu coração ao falar de seu filho para Danny. Conhecemos a trajetória de Maggie tentando voltar para a Inglaterra e ver os filhos. Maggie e Nora ainda funcionaram como ótimas personagens espelho, fazendo Miles repensar no que estava fazendo. Deu até para rir pela primeira vez com Charlie falando com Miles: “Toda pessoa que conhecemos quer capturar você, matar você, nos matar por conhecê-lo ou sair correndo com medo de você”.
Revolution conseguiu fazer os espectadores refletirem sobre como ficou o mundo após o apagão e nos deu mais dicas sobre o motivo de tudo que aconteceu. Ben era um professor de álgebra que acabou trabalhando, com acesso total, no Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Monroe sabe disso e está decidido a fazer Rachel falar. Agora sim ficou mais claro a importância de Danny e ele também ganhou corpo como personagem nesse episódio. Suas cenas com Neville fazem bem mais sentido do que ele sendo boneco de tortura de um soldado da milícia que ficou magoadinho por Danny ter matado um outro soldado enquanto tentava defender seu pai – como ocorreu no episódio anterior.
The Plague Dogs teve ótimas cenas quando Miles e Nate foram atrás de Charlie, que havia sido levada pelo maníaco dos cachorros. Logo depois a cena da morte de Maggie mostrou um Miles que até então não conhecíamos e logo depois Revolution brincou com nossos corações e mostrou uma cena em que Rachel se entrega a milícia a pedido do próprio Miles. E agora? Agora aguenta coração.
Por uma infeliz coincidência sugeri na review passada que vocês analisassem qual dos personagens de Revolution poderia morrer que você não sentiria nenhuma falta. Infelizmente se fosse uma votação de Big Brother poderíamos considerar que a eliminação foi nesse episódio. Maggie foi eliminada, justamente quando mostrou sua importância na história da série. No entanto sua participação cumpriu seu objetivo, a cena da sua despedida foi linda, ela fechou seu ciclo e completou sua tarefa no seriado. Depois de The Plague Dogs meu voto certamente não iria para Maggie e só por esse fato sua presença já valeu a pena.
PS: Parques de diversões por todos lados, parques de diversões em tudo que eu vejo.
CBS cancela ‘Made in Jersey’
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O primeiro cancelamento da temporada 2012/2013 da televisão americana sobrou para o seriado Made in Jersey, da CBS. Após a exibição de apenas dois episódios da série, ela já será retirada da grade de programação da emissora.
Para preencher o espaço deixado por Made in Jersey nas noites de sexta-feira, a CBS empurrou o seriado CSI: New York para o horário das 21 horas e no horário das 20 horas outras séries farão rodízio de reprises até Undercover Boss estrear no dia 2 de novembro. Já estão programadas reprises de NCIS e Hawaii Five-0 para ocupar o espaço das 20 horas na programação da CBS.
Made in Jersey estreou dia 28 de setembro nos Estados Unidos atingindo classificação de 1.1 entre o público adulto de 18 a 49 anos, o segundo episódio da séria alcançou somente 0.8. O seriado ficou prensado na programação da CBS entre as séries policiais CSI: New York e Blue Bloods e foi ao ar no mesmo horário da última temporada de Fringe, da Fox, da segunda temporada de Grimm, da NBC e da terceira temporada de Nikita, da CW. Algumas críticas negativas também não ajudaram o seriado a alavancar a audiência.
Made in Jersey trata de uma mulher que veio da classe trabalhadora, conseguiu crescer na carreira e passou a trabalhar em um escritório de advocacia em Manhattan. Janet Montgomery (Estourage) interpreta a personagem principal Martina e ela usa seu conhecimento das ruas para competir com seus colegas de trabalho. A série é de criação de Kevin Falls (The West Wing) e Jamie Tarses (Happy Endings). Dana Calvo (Covert Affairs) é responsável pelo roteiro e a produção executiva. Também estão no elenco Kyle MacLachlan, Stephanie March, Erin Cummings, Felix Solis, Pablo Schreiber, Donna Murphy e Toni Trucks.
Com informações dos sites TVLine, The Hollywood Reporter e TV by the Numbers.
Grimm – Over My Dead Body
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“Enquanto ele o encarava, viu uma cobra surgir do canto do túmulo e se aproximar do corpo”.
Depois de um ótimo começo de segunda temporada Grimm entrou em leve declínio nos dois últimos episódios. The Good Sheperd e Over My Dead Body foram sonolentos em comparação com os quarto primeiros episódios da temporada. No entanto a vida de Nick em Portland segue movimentada e dessa vez até a realeza deu as caras na cidade.
O cerco voltou a apertar em torno de Nick e agora, além da amnésia de Juliette, outra pessoa muito próxima do Grimm está sofrendo novamente com as consequências desse relacionamento: Monroe. Na primeira vez em que foi espancado o blutbad contou a Nick o que aconteceu, mas afirmou que continuaria ajudando o Grimm. A dúvida agora é sobre como ficará a cabeça de Monroe após ter perdido uma amiga devido a essa proximidade com Nick. Acredito que Monroe não vá fugir do páreo, ele enfatizou mais de uma vez que pretende ficar em Portland e afirmou: “tem muitas coisas boas acontecendo aqui”. Com certeza, e Monroe é uma delas.
Um dos pontos altos de Over My Dead Body foi o retorno da blutbad Angelina, interpretada pela atriz Jaime Ray Newman. Mas como deu para perceber Angelina não volta mais a Grimm já que morreu salvando a vida de Monroe. Uma pena, ela foi ótima bancando a parceira de Nick, mas abandona o seriado em grande estilo.
Apesar de sonolento o episódio teve muitos detalhes interessantes como a gravata borboleta de Monroe e o jantar romântico que ele fez pra Rosalee. O outro casal do seriado, Nick e Juliette, parecem que tornaram seu relacionamento mais interessante para os espectadores agora que eles precisam novamente se conquistar.
Hank e Nick também estão mais afinados agora que Hank sabe de tudo, pode participar do que acontece no mundo wesen e assim se torna uma ótima ajuda extra para o Grimm. Hank também vem rendendo cenas muito boas com Monroe, principalmente quando ele tira várias dúvidas sobre o mundo wesen com o blutbad. Muitas das suas dúvidas, também são nossas dúvidas. Grande Hank.
Over My Dead Body também nos apresentou um dos wesen mais amedrontadores que já apareceu, um Königsschlange, algo como rei cobra em alemão. Mas o que mais chamou a atenção foi a presença de alguém da realeza em Portland, uma pessoa enviada especialmente para encomendar a morte de Monroe. No entanto, novamente o plano contra a turma de Nick não dá certo e a mulher misteriosa e possivelmente membro da realeza é interceptada pelo capitão Renard antes de fugir de Portland.
Apesar do clima devagar do episódio a presença dessa mulher misteriosa e o que Renard conseguirá de informações com ela deixou um gostinho especial para a espera do próximo episódio, The Bottle Imp. A torcida fica para que, com a chegada da realeza e com mais cenas envolvendo o chefe de Nick, Grimm consiga recuperar o ótimo nível do início da temporada. Potencial a série já mostrou que tem.
Revolution – No Quarter
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Vou iniciar a review do terceiro episódio da primeira temporada de Revolution propondo um exercício mental. Se Charlie e Danny fossem mortos pela milícia no próximo episódio, alguém sentiria falta deles? Ainda melhor, sem esses personagens o seriado não iria ficar mais interessante? Na altura do seu terceiro episódio Revolution ainda não conseguiu cativar e grande parte da culpa está em alguns personagens pouco interessantes, para não chamá-los de chatos.
Apesar da audiência da televisão americana estar somando bons números não consigo ligar isso a qualidade da história da série. Apostaria mais no poder da NBC, no trabalho de marketing da série e na vinculação do show ao nome de J. J. Abrams. No horário das 22 horas o episódio No Quarter alcançou classificação de 3.8 na audiência americana, dois décimos a menos que os números do episódio da semana passada.
Apesar dos números altos na audiência não acredito que exista espectador corajoso o suficiente para continuar acompanhando Revolution se a série não começar a se ajudar. A personagem Charlie é uma criatura que nós somos obrigados a acompanhar indo atrás do irmão, igualmente chato, Danny. A diversão fica por conta de Miles, ele é tão mais interessante que já esqueci várias vezes que o verdadeiro o objetivo dessa viagem dele e de Charlie é achar Danny.
Charlie? Nem o nome da personagem ajuda. Eu até tenho uma ideia para o criador Eric Kripke se ele acompanhasse minhas reviews aqui no TeleSéries. Para melhorar a participação da personagem só uma reviravolta completa, tipo, Miles deveria ser o verdadeiro pai de Charlie. Não gastei minha criatividade com o rumo que isso poderia levar e a história passada que isso poderia desencavar, até porque como mencionei no início da review, Charlie poderia morrer amanhã que provavelmente ninguém sentiria falta. Acho que nem o irmão dela ou Miles.
Miles. O verdadeiro motivo dessa série manter algum tipo de esperança. Além das ótimas cenas de ação e luta que esse personagem proporciona ele ainda é… comandante general da milícia Monroe e um dos fundadores da república! A notícia foi a mais interessante desse episódio. Miles ainda mostrou que sente ciúmes de Nora e até isso o deixou mais instigante e quase engraçado.
O bom momento do episódio foi uma das últimas cenas, a libertação de Miles da milícia durante a travessia na ponte. Novamente Charlie mostrou que em um momento de pressão ela funciona muito bem (existe esperança na personagem!). Ela daria uma boa filha do Miles se parasse de querer salvar cada criatura do mundo. Também gostei do personagem de Mark Pellegrino, me pareceu que ele gostou do estilo de fuga de Miles e já está de saco cheio de Monroe. Inclusive Pellegrino merece menção honrosa, pois ajudou a salvar o episódio com a sua participação como o comandante da milícia. Aliás, já que a série não nos diverte o suficiente vamos nos divertir com ela. Quero propor mais dois exercícios mentais sobre Revolution:
1) Qual (quais) dos personagens poderia morrer no próximo episódio e você não sentiria a mínima falta?
2) Quais séries você já viu com a participação de Mark Pellegrino? Ponha a cachola pra funcionar, são várias e não vale espiar no IMDb.
Outros personagens que ainda estão devendo são Aaron e Maggie, mas pelo menos agora eles acharam um propósito na vida e foram atrás de Grace. Então quando tudo parecia que tomaria um rumo interessante Maggie fica espantada da mulher que pode recuperar a energia morar em uma casa de campo, com trator e plantações. Esperava o que cara pálida? Uma nave espacial? Um prédio de 10 andares com um outdoor luminoso escrito “milícia estou aqui”. Sério? Estou seriamente desconfiada da água que esse pessoal da colônia do Ben Matheson bebia. A minha esperança ainda é Aaron e espero que ele consiga montar o computador e que os dois continuem a tentar descobrir como reativar a energia.
Aí está o grande enigma de Revolution e a sua esperança de evolução. Porque a energia acabou? Como o pen drive misterioso consegue fazer ela voltar a funcionar? A última cena do episódio quando Aaron consegue ouvir Marvin Gaye no CD player e Maggie pôde ver a foto dos filhos no Iphone resume a força do plot bom que Revolution possui, falta o desenvolvimento em torno dele.
Segundo algumas ações nas redes sociais o próximo episódio promete um duelo entre Nate e Miles. Se Revolution quiser manter o mínimo de sentido o Miles necessariamente precisa acabar com o sem noção do Nate, outro personagem que descansa bem longe dos nossos corações. Enquanto isso, respirem fundo pessoal, a NBC acabou de autorizar a produção de uma temporada inteira de Revolution então nós teremos muito o que conversar.
PS1: Lembram que falei da quantidade de parques infantis abandonados no cenário de Revolution? Aaron disse que o mundo virou um grande parquinho escolar depois do apagão. Acho que ele tem razão, em todos os sentidos.
PS2: Ainda bem que foi Marvin Gaye que estava tocando no CD player que Aaron pegou. Imagina ter alguns segundos apenas para ouvir uma música e sai logo um “Ai se eu te pego” do aparelho de som? Ninguém merece, nem Aaron e nem a Charlie.
Grimm – The Good Sheperd
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“Vestido com pele de ovelha, o lobo entrou no rebanho. Em seguida seguiu um pequeno cordeirinho que logo foi abatido”.
A volta de Grimm após o último episódio Quill ocorreu depois de quase um mês de hiato na televisão americana devido à exibição do seriado The New Normal pela NBC. Nick voltou a lidar com os Wesen em The Good Sheperd (O Bom Pastor), que é baseado no conhecido conto dos Irmãos Grimm O lobo e os sete cabritinhos. Outra fábula parecida e muito conhecida é de La Fontaine, O lobo e o cordeiro.
Apesar de ser um episódio com uma das histórias mais conhecidas e assim reconhecíveis em Grimm, foi o episódio mais fraco da temporada até agora. Temporada essa, não custa dizer, com nível muito superior ao primeiro ano de Grimm. A estreia já arrebatou a segunda melhor audiência da história da série.
O caso da vez foi simples de ser resolvido e não trouxe nada de muito empolgante. Nick e Hank novamente precisaram da ajuda de Monroe e desvendaram o mistério do assassinato do contador da igreja. Já o “lobo mau” (Blutbad) sofreu com os próprios cordeirinhos. Só quem se deu bem foi “lobo na pele de cordeiro”, a assistente do reverendo Megan Marston, interpretada pela atriz de True Blood, Kristina Anapau. Aliás, não lembro de outro episódio de Grimm que tenha terminado com a última cena ligada apenas ao caso do episódio em questão e não a algum desenrolar em relação a vida de Nick.
Monroe como infiltrado não esteve tão engraçado como normalmente, mas deu pra rir dele reclamando do relógio digital e recusando o abridor de cartas parecido com uma faca: “eu não recebo tantas cartas assim”. A melhor aparição do Blutbad do bem foi com Hank, que ainda não se acostumou com os Wesen e fica o tempo todo imaginando que Monroe “está fazendo aquela coisa”.
Em The Good Sheperd conhecemos as criaturas Seelenguter como os cordeirinhos. Segundo Monroe eles gostam de viver em bando. Seelenguter em alemão significa algo como “boa alma”. Monroe também explicou que pessoas normais como Hank são chamadas pelos Wesen de Kehrseite (outro lado, em alemão), mas como Hank já sabe da existência dos Wesen ele passa a ser chamado de Kehrseite-schlich-kennen (em alemão é algo como o outro lado que sabe).
O outro plot da série teve pouco desenvolvimento neste episódio: nada ainda sobre a mãmãe Grimm, Juliette continua tentando lembrar de Nick e o Nuckelavee que estava em Portland procurando a chave de Nick acabou morto pelo Grimm. Aliás, Nick está cada vez melhor com suas habilidades em lidar com os Wesen do mau e dessa vez não teve muito trabalho, mas chegou na hora certa pois o Nuckelavee havia descoberto a localização do trailer.
Com tantos Wesen aparecendo desse jeito em Portland só nos resta esperar muitas participações especiais nessa temporada da série. Algumas já foram confirmadas e nos próximos episódios vão estar presentes a atriz Kate del Castillo (Weeds) e os atores Jason Gedrick (fez os filmes Águia de Aço e Terra Prometida) e Michael Grant Terry (Bones).
Outra novidade confirmada para a série é o retorno de Claire Coffee, a hexenbiest Adalind. A atriz vai entrar para o elenco regular de Grimm e seu retorno pode estar ligado ao fim dos problemas de memória de Juliette. A poção que Adalind fez foi a responsável pela perda de memória da namorada de Nick. No entanto, mesmo com o retorno dela vai ser difícil Nick obter sua ajuda já que a mãe do Grimm acabou matando outra hexenbiest, mãe de Adalind.
O próximo episódio de Grimm vai ao ar nos Estados Unidos na próxima sexta-feira, dia 5 de outubro e se chamará Over my dead body. Enquanto o dia não chega vale conferir novos vídeos que saíram sobre as próximas cenas da série. Outra dica valiosa é o Tumblr oficial do seriado que conta com promoções, informações, vídeos, fotos e memes muito engraçados tirados dos episódios. Até semana que vem Grimmsters!
‘CSI: New York’ terá participações de Rob Morrow e Natalie Martinez
28/09/2012, 15:57.
Aline Ben
Notícias, Participações Especiais
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A nona temporada de CSI: New York estreia hoje nos Estados Unidos e dois atores já estão confirmados para fazerem participações especiais no seriado. Natalie Martinez (Detroit 1-8-7) interpreta a detetive Lovato e Rob Morrow (Estourage e Numb3rs) vai ser um incendiário que passou os últimos 15 anos na cadeia.
Segundo o produtor executivo da série Zach Reiter, o personagem de Morrow vai ser o principal suspeito de novos incêndios que surgem em New York após ele ter recebido liberdade condicional. Morrow participa de dois episódios no início da nona temporada.
Martinez será uma detetive que irá trabalhar com Flack e deve estar presente durante a primeira metade da temporada. Flack já teve um relacionamento amoroso anterior com uma detetive e a personagem de Martinez terá esse mesmo propósito. A também produtora executiva da série Pam Veasey conta que não existem mulheres naturais de New York atualmente o seriado e a entrada da detetive Lovato cobre essa lacuna.
Criador de ‘Downton Abbey’ tem planos de contar história anterior a do seriado
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O criador de Downton Abbey Julian Fellowes afirmou que tem planos de escrever uma história anterior a tratada no seriado para contar como os personagens de Hugh Bonneville e Elizabeth McGovern (Earl e Countess of Grantham) se conheceram. A informação é da BBC.
Fellowes comentou a ideia durante uma palestra para roteiristas no British Academy Film and Television Academy e falou sobre o relacionamento de Earl e Countess of Grantham. “Eles tiveram um namoro superficial e complicado porque, como nós sabemos, ela era apaixonada por ele antes deles se casarem, mas ele se casou com ela inteiramente por dinheiro”, disse Fellowes.
O criador de Downton Abbey anunciou que os planos devem ir a público através da publicação de um livro, mas de acordo com a BBC é possível que os fãs da série também contem com a versão para televisão. No entanto, Fellowes afirmou que deseja que a história anterior ao seriado vá ao ar somente após que a série for finalizada.
Fellowes já ganhou o Oscar de melhor roteiro original pelo filme Assassinato em Gosford Park.
Downton Abbey atualmente tem a sua terceira temporada sendo exibida no Reino Unido. A previsão de estreia nos Estados Unidos do terceiro ano da série é janeiro de 2013.
‘CSI:NY’ retorna nos Estados Unidos já lutando contra o cancelamento
28/09/2012, 13:53.
Aline Ben
Notícias, Programação EUA
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A franquia CSI que contava com três shows: CSI, CSI:Miami e CSI:NY ficou desfalcada nesta temporada depois do cancelamento de CSI:Miami na sua décima temporada. Agora quem continua correndo risco é a sua irmã mais nova. CSI:NY estreia a sua nona temporada pelo canal CBS nesta sexta-feira nos Estados Unidos já lutando contra o cancelamento que passou perto na temporada passada.
Segundo os produtores executivos da série Pam Veasey e Zach Reiter a nona temporada de CSI:NY não está sendo produzida para ser a última. “Nós temos um audiência dedicada e estamos sendo transferidos para o horário da sexta-feira, às 20 horas. Nós queremos que a franquia continue”, disse Veasey ao site TVLine. Reiter também afirmou que todos ficariam muito felizes se a série chegasse a sua décima temporada.
Para chegar até seu décimo ano os produtores decidiram inovar nesta nona temporada e o roteiro deve privilegiar mais sobre a vida dos personagens longe do laboratório. Veasey conta que nesses episódios também haverá crime, mas o personagem em questão não deve participar da investigação.
CSI:NY estreia a nona temporada hoje à noite nos Estados Unidos, às 20 horas, pela CBS.
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