Porque The O.C. é a série teen mais quente do momento – Em 10 lições

Data/Hora 30/11/2004, 19:48. Autor
Categorias Opinião


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10. Apesar da grande audiência entre os adolescentes, o seriado não se prende na temática teen. A série mantém um núcleo adulto atuante, que não está no programa só como acessório, e ainda aborda temas adultos e consegue prender o telespectador mai velho também. 

9. Julie Cooper é mais do que uma típica vilã de telenovela. Ela é engraçada e cativa tanto quanto os mocinhos da série.

8. A paisagem de Orange County, além de linda, repete Barrados no Baile, criando um cenário exótico para a ação, longe o suficiente do telespectador para acreditarmos que aquilo tudo é real e verossímel, mesmo que não seja.

7. Sandy e Kirsten são maravilhosos, conquistam o telespectador e servem como porto seguro para os demais personagens, fazendo girar em torno da casa dos Cohen toda a ação do seriado, sem forçar a barra.

6. Os motivos para as idas e vindas de Marissa e Ryan até agora foram todos convincentes, fazendo com que o telespectador siga torcendo pelos dois e não provocando náuseas como outros casais adolescentes, como Clark e Lana ou Dawson e Joey

5. Em 28 episódios, os roteiristas e produtores ainda não cometeram nenhum grande deslize e parecem seguros dos rumos do programa.

4. Ryan, o protagonista, é o anti-Dawson. Sua dificuldade de se comunicar e de se expressar, contrasta e inova em relação aos personagens de Dawson´s Creek, a série teen mais popular da TV paga no Brasil até o momento. Tem gente que confunde o trabalho de Benjamin McKenzie para construir este personagem calado, triste e agressivo com falta de talento. Eles estão enganados.

3. Seth Cohen é o personagem coadjuvante mais legal da TV americana na década.

2. O seriado aborda temas polêmicos para séries teen, como gravidez na adolescência, alcoolismo e, principalmente, a diferença entre classes sem ser moralista.

1. The O.C. tem senso de humor, que não se leva a sério demais.

Review: ER – One for the Road

Data/Hora 05/11/2004, 00:00. Autor
Categorias Reviews


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Cena de ER
Série: ER
Episódio: One for the Road
Temporada: 11ª
Número do Episódio: 225
Data de Exibição nos EUA: 23/9/2004
Data de Exibição no Brasil: 4/11/2004
Emissora no Brasil: Warner

É o meu primeiro comentário de episódio no site, e com certeza vou errar a mão até lá. Então… desculpem-me qualquer arreta ^^

Antes de tudo, devo dizer que sou um grande… imenso fã de ER. Chego a ser lunático quanto a isso. Assisti a todos os episódios da série, assisto desde 94, quando passava na globo com o nome de Plantão Médico. Adorava as tomadas longas de quase 3 minutos. O roteiro frenético, a liderança de Mark, as palhaçadas de Carter, a gata da Susan, o vai-e-vem de Doug e Carol, além do anti-social Benton. Por anos, assistia à um episódio desta série com o maior prazer. Sabia que iria me surpreender, porque ela era demais! Mas de uns anos pra cá, especificamente com a saída de Anthony Edward (Dr. Mark Green), fico me perguntando: o que diabos aconteceu?!?

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Pilotos! Pilotos! Pilotos!

Data/Hora 02/11/2004, 19:25. Autor
Categorias Opinião


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O melhor da segunda-feira não foi Charmed, Joan ou Dead Like Me. Foi a oportunidade de se ver ou rever oito episódios pilotos de grandes séries. Foi durante a tarde que eu fiz a festa!

O piloto de Smallville é uma das estréias mais impecáveis que eu já vi na televisão. A vontade que dá após assistir é procurar na estante a origem do Super-Homem recontada pelo John Byrne atrás das referências originais e das alterações. E que alterações! O colar de kryptonita da Lana, a careca de Lex, o S de “scarecrow”. Tudo é genial no piloto. E a verdade é: o piloto é mil vezes melhor do que a série que se seguiu.

O piloto de Melrose Place não é muito organizado, tem aquele monte de histórias desconectadas e aquelas participações alienígenas de Kelly, Donna, David e Steve. Mas é delicioso. Eu tinha me esquecido que Melrose Place era gostosa e divertida antes de começarem os complôs, as traições e assassinatos. A química entre Allison (Courtney Thorne-Smith) e Billy (Andrew Shue) é ótima.

Dawson´s Creek eu já tinha assistido faz pouco em DVD e até comentei aqui no blog. Mas achei curiosa a abertura do episódio, com uma canção que não é aquela da Paula Cole. Isto não tem no DVD, né? Ou eu que não prestei atenção?

Faz sete anos que o piloto de Wil & Grace foi exibido no Brasil, mas eu assisti ele há algum tempo atrás na Rede 21 e nas duas vezes a sensação é a mesma: é um choque rever este episódio. Parece outra série! O foco do seriado era o drama de Grace e sua paixão platônica por Will, tema esgotado sete anos depois, e Jack e Karen são apenas assessorios no primeiro programa. É tudo tão estranho e diferente!

Já com That ´70s Show a minha relação é diferente. Há sete anos atrás eu fiquei chocado ao ver aquelas referências diretas ao consumo de maconha serem tratadas com tanta liberalidade na televisão. Hoje parece tão inofensivo… O piloto é muito engraçado e é mais engraçado ainda ver a performance do Ashton Kutcher antes de virar o popstar que acabou se tornando.

O piloto de Third Watch eu nunca tinha visto e… puxa! John Wells introduz com perfeição os personagens e no final do primeiro programa já deixou claro o carrossel de ações e emoções que pensava para a série. É engraçado ver o Sully (Skipp Sudduth) agindo como um super-herói, sabendo que anos depois ele chegará ao fundo do poço. Outra coisa maravilhosa do episódio é a performance Jason Wiles. Eu realmente não gosto do ator, mas no episódio piloto ele caiu como uma luva no papel do policial italiano brigão. A primeira cena, da perseguição dele ao garoto que riscou o seu carro-patrulha é fenomenal.

Nota 10 é o piloto de CSI, repleto de conflitos, dramas pessoais e aquele final clássico e completamente inesperado: a novata Holly Gribbs (Chandra West) sendo baleada. Nascia um mito.

O piloto de The West Wing merece um post só para ele. Eu tenho o DVD aqui, já assisti duas vezes, e sempre observo uma coisa diferente. E sou suspeito para falar. Alguém já postou aqui, “seu fã de The West Wing!”, como se fosse uma doença. Sou doente por The West Wing mesmo.

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